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09/02/2015

Dicionário do Pescador
PostDateIcon 14 de maio de 2013 | PostAuthorIcon Autor: admin

Veja abaixo as palavras mais utilizadas por pescadores em suas pescarias.
Arranque: linha amarrada à frente da linha principal de maior resistência e diâmetro
Argolado: quem termina a pescaria sem fisgar nada. É o mesmo que dizer
que o pescador é sapateiro
Baixamar: nível mínimo de uma maré vazante
Bater isca: arremessar as iscas nos pesqueiros
Bater fofo: no Rio Grande do Norte, quer dizer que o pescador não pegou
nenhum peixe na pescaria
Bateu na porta: quando o pescador consegue jogar a isca próximo ao lugar
onde o peixe está
Batida: investida do peixe à isca e/ou técnica usada para pesca de pacus
com longas varas de bambu e iscas-coquinhos
Blacklash: o mesmo que cabeleira
Backing: em inglês, linha reserva usada antes da linha de fly para peixes de
corridas longas, também ajuda a evitar memória na linha de mosca, comum
ser em algodão trançada, sem elasticidade
Baitcasting: termo em inglês usado para pesca de arremesso com carretilhas
Blade: em inglês, as lâminas usadas no spinner ou spinnerbait
Boquera: ocorre quando dois pescadores vão juntos à pescaria e um consegue pegar uma quantidade muito maior de peixes do que o outro
Bruto: Peixe raçudo, briguento
Bug: em inglês, isca de fly bem volumosa e flutuante
Carnívoro: peixe que se alimenta de carne, como sapos cobras ratos peixes e outros
Cabeleira: quando solta a linha em torno do carretel da carretilha
Calça branca: pescador iniciante, com pouca ou nenhuma experiência
Cangapé: no dicionário potiguar signif**a salto do peixe, pirueta que ele dá no ar
Cantar frição: é o barulho que o equipamento faz quando o peixe, depois de fisgado sai em disparada
Casting: termo em inglês que signif**a arremesso. Também dá a capacidade de arremesso de uma vara em gramas ou onças
Catibinha ou chamadinha: ato de fazer a isca chamar a atenção do peixe pelo barulho ou movimento brusco no lugar em que se está pescando
Chasquear: fisgar
Colher: iscas artificiais que possuem a forma de colheres sem o cabo (côncavas, convexas ou onduladas)
Corrico: tipo de pesca em que as iscas são soltas a uma certa distância do barco para em seguida serem puxadas. É usada bastante para cobrir grandes áreas.
Damsel: em inglês, moscas que imitam libélulas
Detonar: quando o pescador vai até um pesqueiro e tira todos os peixes
Dedo atolado ou enterrado: (estar com ou voltar com) também se refere ao fato de não pegar peixes. Exemplo: hoje ainda estou com o dedo atolado
Estouro: quando o peixe bate a isca na flor da água
Encaçapou: quando o pescador está com o peixe no passaguá (coador)
Encachorrar: Manter um peixe dentro d’água com intenção de fisgar o outro que acompanha o peixe fisgado
Embodocar: o mesmo que vara envergada
Encharutou a isca: costuma-se dizer quando o peixe põe toda a isca na boca
Equipamento ultra light: tralha muito leve
Equipamento light: tralha leve
Equipamento pesado: tralhas usadas para pegar grandes peixes de couro
Está ferrado: expressão usada quando o anzol engata na boca do peixe
Estofo: também conhecido como reponto de maré, ocorre entre marés, período em que não há qualquer alteração na altura e nível
Fajutar: quando o peixe vem atrás e desiste por alguma razão de abocanhar a isca
Ferrar: fisgar o peixe
Fervura: pequena ondulação na superfície da água causada pelo ataque de algum cardume a pequenos peixes
Floating: em inglês signif**a flutuar. Essa expressão é usada para linhas de fly ou iscas artificiais
Fluorcarbono: matéria prima mais resistente à abrasão com menor elasticidade e maior transparência. É muito usada para confecção de leader
Fly fishing: pesca em que as iscas são imitações de moscas
Forquilha: situação em que o peixe está fisgado
Frog: isca artificial de silicone ou plástico que pretendem imitar animais aquáticos, como rãs, sapos e pererecas, e até alguns mamíferos como ratos
Galhada: lugar com muitos galhos
Gaff: bicheiro em inglês
GPS: sigla de Global Position Sistem, aparelho eletrônico usado para facilitar a navegação por um sistema de posicionamento global feito por satélite
Grub: isca artificial macia e flexível de silicone ou borracha em forma de verme
Hackle: pena usada para montagem de moscas
Hair wing: moscas cujas asas são feitas de pelo
Half Hitch: nome de um nó
Hook: anzol, em inglês.
Hook Keeper: acessório usado para prender o anzol na vara
Interline: vara cuja linha passa por dentro do corpo da vara (blank). Não há passador.
Iscólatra: pescador viciado em iscas artificiais
IGFA: abreviação de International Game Fish Association. Associação que homologa os recordes do mundo inteiro.
Intermediate: classif**ação da linha de fly de densidade 1, igual ao da água.
Jarda: medida de comprimento. Uma jarda eqüivale a 0,9144 metro
Jumping jig: isca artificial de fundo em formato de pequenos peixes, fabricados em metais pesados como chumbo, aço e cobre
Jig: isca artificial de fundo montada com anzóis simples com cabeça de chumbo, como trailer. São feitas de materiais diversos e em vários formatos
João-pepino: apelido da isca importada jumpin´ minnow, rainha na pesca dos tucunarés. As de ação similar levam o mesmo nome
King salmon: espécie de salmão
Knot: nó em inglês
Linguiceiro: quem pesca com iscas naturais, vivas
Largo: diz dos pescadores que em um dia pegam muito mais peixes que seus companheiros
Libras (lb): sistema de medida usado para designar a resistência das varas e linhas
Lingue-lingue: pescaria feita com varas de bambu
Lombriga: peixe pequeno
Levantar: quando o pescador insiste com isca de superfície até o peixe aparecer
Mala: companheiro de pesca ou pescador chato e inconveniente
Malhar: cobrir o pesqueiro com inúmeros arremessos
Mamando a isca: costuma-se dizer quando o peixe dá pequenos toques na isca sem morde-la
Manhoso: quando o peixe está lento
Matreiro: esperto
Memória da linha: quando permanece por muito tempo no carretel, a linha tende a f**ar torcida e enrolada. Então diz-se que ela está com memória
Mole: pega sutil na isca
Muvuco: local onde está o peixe (buraco no meio de galhadas)
Mosca: são todas as iscas artificiais fabricadas para o uso com equipamento de fly, atadas com materiais naturais ou sintéticos em torno do anzol simples, imitando insetos, larvas, vermes, pequenos peixes e animais
Mosca seca (dry): iscas flutuantes que imitam o estágio adulto do inseto
Mosqueiro: o mesmo que o pescador que pesca com fly
Minhoca: isca artificial que pretendem imitar minhocas e até répteis, fabricadas em silicone
Mucureiro: pescador que mata todos os peixes
Ninfas: iscas de fly que imitam o estágio aquático das larvas.
Net keeper: peça usada para prender o puça no colete
Needle knot: nó usado para prender o leader a linha de mosca e conhecido por nó da agulha
Onça (oz): sistema de medida usado para pesos das iscas ou designar a potência de arremesso.
Óculos Polarizado: óculos com lentes que recebem tratamento especial que ajuda a cortar o reflexo da água
Passaguá: coador
Pegadeira: momento de grande atividade de peixes atacando as iscas.
Peixe “entocado” ou “enrolado”: esses termos são usados quando o peixe depois de fisgado procura algum lugar para se esconder e se proteger
Peixe boiando: fala-se quando o pescador consegue visualizar o peixe na superfície
Pesca de arremesso: típica de iscas artificiais. O pescador lança nos pontos promissores e recolhe dando movimento à isca
Pé frio: ruim de pesca
Pé quente: bom de pesca
Piscivoro: peixe que se alimenta exclusivamente de peixe
Passar o pano: usar o passaguá
Pinchar: arremessar
Pindocar: trabalho de fundo com jigs de vários tipos
Plug: isca artificial em formato de peixes, fabricada em materiais rígidos como madeira, acrílico, fibra e plásticos duros.
Preamar: nível máximo de uma maré cheia.
Poita: pescador preguiçoso, que não faz nada. Entra no barco e só se mexe para pescar
Quadrate: vara de fly feita com bambú de 4 lados
Quill: haste da pena de galo muito usada para montar o corpo de moscas secas
Rebojo: movimento do peixe na superfície
Refugou: Não quis pegar a isca
Rio na caixa: quando as águas do o rio estão no leito
Rig: termo em inglês para montagem de chicotes
Rodada: pescaria feita com o barco solto, sem estar apoitado
Sair sapateiro: é o mesmo que bater fofo. Sair da pescaria sem nenhum peixe
Sink tip: linha de fly em que ap***s a ponta afunda e o restante flutua
Sinking: em inglês, afundar. Usada para linhas de fly ou iscas artificiais
Sizígia: maré de grande amplitude
Sonda: aparelho que ajuda a identif**ar estruturas debaixo d´água, o tipo de fundo e também mede a profundidade da água
Spincast: instrumento usado pelos iniciantes. Híbrido entre carretilha e molinete
Spinning: termo em inglês para molinete. Vale para designar pesca com molinete
Spinner: iscas artificiais dotada de lâminas que giram quando tracionadas, algumas possuem trailer, plumagens ou materiais sintéticos
Shad: isca artificial em formato de peixes fabricadas em materiais flexíveis e macios como silicone e borracha
Streamer-bucktail: são iscas que imitam pequenos peixes ou animais aquáticos. Os streamers são feitos com p***s ou plumas e os bucktails com pêlos.
Strike: o mesmo que ferrada. Termo em inglês que designa alavanca ou movimento para capturar o peixe. Signif**a também pode ser o mecanismo usado nas carretilhas de pesca oceânica
Tá na foto: momento que o pescador consegue tirar o peixe da água
Teasing: isca ou aparato para atrair o peixe sem anzol ou garatéias
Tomando linha: os pescadores costumam gritar com emoção quando o peixe arranca a linha do carretel em corridas violentas
Trailer: chamariz adicionado ao anzol em iscas como o spinnerbait e o rubber jig
Trailer hook: anzol extra adicionado ao anzol spinnerbait
Tralha: todo material de pesca
Treble hook: garatéia em inglês
Trick: peixe pequeno
Tune up: nome em inglês usado ao ato de balancear a isca artificial fazendo alterações que modifiquem seu trabalho, por exemplo, mexer no pitão para alterar a direção de nado da isca
Turbinar: modif**ar a isca
Uni Knot: nó único
Underfur: sub pêlo
Upstream: pescaria realizada subindo o rio
Vest: coletes usados na pesca
Vise: morsa usada na montagem das iscas de fly
Wet fly: o mesmo que mosca molhada
Xaréu: espécie marinha muito procurada pelos pescadores
Yard: Jarda em inglês
Zara: modelo de isca americana feita pela Heddon que imita o “nado” de um réptil, um zig zag que lembra a letra Z. Todas as iscas semelhantes acabam sendo chamadas de zaras
Zóio de lula: quando um parceiro joga a isca em cima da sua na ação do peixe

09/02/2015

Calendário Lunar
Muito se fala sobre a influência da lua e das marés na produtividade da prática da pesca. São realmente fortes influências, que tentaremos explicar com simplicidade e clareza para aqueles que não sabem como estes elementos interferem na pesca. São conhecimentos imprescindíveis para qualquer pescador esportivo.

A interferência da lua nas marés
O movimento da marés tem causa nas atrações gravitacionais existentes entre a Terra, a Lua e o Sol. O posicionamento da Lua e do Sol em relação à Terra determinam como se comportam os níveis do mar, e conseqüentemente dos rios e canais litorâneos. Por isso, temos as marés grandes e pequenas, ou comumente chamadas de marés vivas e mortas.

Em qual lua eu vou pescar?
Afirmar categoricamente qual melhor maré ou lua para se praticar a pesca é algo impossível. Entretanto, é fato que nas chamadas marés pequenas mortas, que acontecem quando a Lua está em fase minguante ou crescente, a correnteza é menor, facilitando o posicionamento das iscas onde se deseja. Outro fato, é que nestas marés, os peixes terão uma área menor a circular na sua busca por alimentação, já que teremos um considerável volume água a menos nas áreas de pesca. Em verdade, seguindo estas considerações, podemos dizer que nas luas de quarto, ou nas marés mortas, a produtividade da pesca tende a aumentar. Mas não podemos esquecer que as variantes existentes em função dos lugares, das espécies de peixes, entre outras, podem modif**ar esta colocação e, por isso mesmo, nunca devemos desprezar a análise de conhecedores da região onde se pretende pescar.
Em outras palavras, se quiser fazer um estudo antecipado do local de pesca desejado, faça um cruzamento da tábua de maré com o calendário lunar, veja quando ocorrerão as marés mortas, mas não esqueça de consultar um pescador nativo da região. Existem peixes que costumam ser mais encontrados em marés vivas, dependendo do local.

09/02/2015

Faz-se necessário aprender a regular a carretilha, antes do uso. Primeiramente, a “roseta” (que f**a logo abaixo da manivela) é o regulador da fricção e através dele se permite que a linha possa ser liberada sem risca de partir na luta com o peixe.
O botão deslocado, abaixo da “roseta”, é o de sintonia fina. Ele tem muita influência em relação ao peso da isca a ser lançada, pois se estiver muito aberto (sentido-horário), muito provavelmente ocorrerá “cabeleira” num arremesso, independente da regulagem do freio; se estiver muito fechado, a isca poderá até não sair.

Para regular este botão corretamente, com a carretilha armada na vara, coloca-se esta numa posição de 45º com o peso próximo ao tip top (último passador, na ponta da vara). Aí, fecha-se o botão da sintonia fina (sentido horário) e destrava-se o carretel.

O peso não descerá. Começa-se a soltar aos poucos a sintonia fian (sentido anti-horário) até que o peso inicie a descida. Soltando-se demais, o peso descerá abruptamente e de menos o peso descerá somente um pouco.

Para quem está iniciando, é melhor usar o máximo de regulagem do freio. No caso do freio magnético, quanto mais perto do número maior (ascendente), mais ele restringirá a saída de linha, ou seja, o arremesso será mais curto.

Mas, isto minimizará o efeito do carretel girar mais rápido na saída da linha. No caso do freio centrífugo, é só abrir totalmente os pinos que o efeito será o mesmo.

Simultaneamente, deve-se aprender a utilizar o “dedão”, experimentando frear o carretel a cada lançamento, de tal forma que se torne automática a posição do dedo bem próximo (o suficiente para sentir a linha saindo) do carretel. Após algum tempo de treino, já será possível liberar o freio mais um pouco.

No primeiro caso, ajustando para um ou dois números inferiores, e no outro, recolhendo dois pinos. Isto até que se consiga efetuar arremessos com a regulagem entre os números 3 e 5 (no caso do freio magnético) e dois pinos abertos (no caso do freio centrífugo).

Algumas carretilhas, como as de modelo “tambor” (Abu Garcia, série Ambassadeur, por exemplo), vêm somente com dois pinos no freio centrífugo, que geralmente não permitem regulagem. Nessa hipótese, a única solução é o ajuste através da “sintonia fina” e do controle do “dedão”.

09/02/2015

Como colocar a linha em sua carretilha: Para conseguir um perfeito armazenamento da linha em sua carretilha, é necessário ter alguns cuidados na hora de enrolar a linha, como:
Ao dar o nó pra que fique segura no carretel, procure mantê-lo no meio do carretel. Desta maneira, a linha não penderá para nenhum dos lados;
Ao recolher a linha, procure não torcer o carretel nem pender a carretilha para os lados. Caso não tenha um suporte para linha, coloque-a na vara e peça para alguém segurar o carretel de linha de modo que faça pressão sobre o mesmo para que fique bem enrolada;
Dê uma certa atenção para a quantidade de linha pois a carretilha com pouca linha não irá lhe proporcionar bom arremesso. Além disto, se deixá-la com muita linha, é muito mais fácil fazer cabeleiras. Tenha como base a borda do carretel.
Como regular sua carretilha: No momento de regular sua carretilha, é necessário ter uma atenção especial, de modo que evite aquelas indesejáveis cabeleiras. Para isto, seguem alguns recursos da sua carretilha:

Logo abaixo da manivela desta carretilha, há um botão de regulagem de peso de isca. Este botão regula a tensão sobre o carretel, deixando-o mais preso ou solto. Mas, para que não haja cabeleiras, devemos regular o botão da seguinte forma:

Depois de montada sua vara, já com a isca, gire este botão de maneira que o feche totalmente. Após fechado, aperte o botão que destrava a carretilha para o arremesso.

Você notará que a isca não irá descer, precisando que você, aos poucos, abra o botão de regulagem e dê pequenos toques de ponta de vara. Com isto, a isca irá descer bem lentamente.
Sua carretilha, dependendo da marca e modelo, possui:

Marine Sports Fierro 4000 e 6000: é dotada de um sistema de freio centrífugo. Este tipo de frenagem, ajuda muito no momento do arremesso, pois faz com que o carretel não gire mais rápido do que a velocidade em que a isca está sendo arremessada.
Marine Sports Titan 6000 e 6000L/Daiwa Triforce-S 150B: é dotada de um sistema de freio magnético. Este tipo de frenagem ajuda muito no momento do arremesso, pois ele faz com que o carretel não gire mais rápido do que a velocidade em que a isca está sendo arremessada. Para regulá-lo, basta deixar girar o botão do lado oposto da manivela e mantê-lo numa graduação entre 5 e 6. Caso continue dando cabeleira, aumente para 9 ou 10. Seu arremesso será mais curto mas evitará cabeleiras.
Modo de segurar a vara: Se a carretilha estiver voltada para cima, f**a difícil dar o balanço ideal à vara. Por isto, é necessário virá-la de lado, deixando as costas das mãos viradas para cima. Se você estiver usando uma carretilha para destros, a manivela vai f**ar voltada para cima. O movimento rápido do pulso é o ponto mais importante para se fazer um arremesso direto à frente. Desde o começo até o final do arremesso, o pulso não pode virar para os lados. Para os principiantes, este é o ponto mais fácil de errar.

Não tem ninguém ao redor? Assegure-se de que não tem ninguém ao alcance da sua vara antes de arremessar. Seus companheiros de pescaria devem ter o mesmo cuidado, intercalando-se a uma distância segura. Fisgar um companheiro ao invés de um peixe é bastante desagradável. Antes de arremessar, tenha certeza de que é seguro.

Então, vamos arremessar!

Acione o botão, liberando a engrenagem da carretilha, e segure o carretel com o polegar. Mire no lugar onde você quer lançar a isca e segure a vara com as costas das mãos voltadas para cima. Se você estiver usando uma carretilha para destros, a manivela estará voltada para cima. A altura da isca deve ser de 5cm a 10cm, o que torna o arremesso mais fácil. Assegure-se de que não tem ninguém ao alcance da sua vara, nem atrás de você.
Faça um rápido movimento com o pulso e o cotovelo, lance a vara direto para cima e depois direto para baixo. Sinta como a vara se curva em direção ao alvo, sem esforço. Para obter um bom alcance, este lançamento para cima deve ter um certo vigor, mas sem excesso. Não se deve usar força quando a vara está na frente, mas quando a vara está atrás.
Quando a vara está atrás é o momento onde se acumula mais força. Segurando a vara bem acima, o peso da isca faz a vara se curvar. Então, quando a vara é puxada para baixo, solta-se o carretel que estava preso pelo polegar. O carretel está livre. O momento exato de liberar o carretel é no ponto mais alto do arremesso.
Vamos chegando ao fina, sem fraquejar. Enquanto a isca vai entrando no seu campo visual, a linha vai correndo no carretel.
Então, o ideal é você dar um leve toque no carretel, com o dedão, para frear a linha. No instante em que a isca atingir a água, faça com que o carretel para completamente de girar, imobilizando-o com o dedo. Para que o arremesso alcance a distância desejada, vá treinando, ajustando o tempo e a força empregada.

O arremesso não é feito para os lados, mas diretamente para cima e para baixo. Não balance a vara para os lados. Quando não se presta a atenção necessária, é fácil ocorrer um desvio para os lados. Por isto, é bom que alguém, posicionado atrás de você (a uma distância segura) verifique a precisão do seu arremesso.

O mais importante é arremessar verticalmente, sem desvios laterais. A mão deve estar com as costas viradas para cima e é importante que esta posição seja mantida até o final do arremesso.

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Tabela de Cotas e Capturas para Pesca 16 de maio de 2013 |  Autor: adminCotas de captura e transporte de peixes pelos pe...
09/02/2015

Tabela de Cotas e Capturas para Pesca
16 de maio de 2013 | Autor: adminCotas de captura e transporte de peixes pelos pescadores amadores nos estados da federação e no distrito federal.
ESTADOSCOTALEGISLAÇÃOAcre10kg + 01 exemplar para águas continentaisPortaria IBAMA nº 30/2003Alagoas10kg + 01 exemplar para águas continentais, e
15kg + 01 exemplar, para pesca em águas marinhas ou estuarinasPortaria IBAMA nº 30/2003Amapá10kg + 01 exemplar para águas continentais, e
15kg + 01 exemplar, para pesca em águas marinhas ou estuarinasPortaria IBAMA nº 30/2003Amazonas10kg + 1 exemplar (exceto tucunaré)Decreto n° 22.747/2002Bahia10kg + 01 exemplar para águas continentais, e
15kg + 01 exemplar, para pesca em águas marinhas ou estuarinasPortaria IBAMA nº 30/2003Ceará10kg + 01 exemplar para águas continentais, e
15kg + 01 exemplar, para pesca em águas marinhas ou estuarinasPortaria IBAMA nº 30/2003Distrito Federal10kg + 01 exemplar para águas continentaisPortaria IBAMA nº 30/2003Espírito Santo10kg + 01 exemplar para águas continentais, e
15kg + 01 exemplar, para pesca em águas marinhas ou estuarinasPortaria IBAMA nº 30/2003Goiás5kg + 01 exemplar (exceto pirarucu, filhote/piraíba,
pirarara)Portaria Agência Ambiental de Goiás nº 03/2003Maranhão10kg + 01 exemplar para águas continentais, e
15kg + 01 exemplar, para pesca em águas marinhas ou estuarinasPortaria IBAMA nº 30/2003Mato Grosso10kg + 1 exemplarLei n° 7.881/2002Mato Grosso do Sul10kg + 1 exemplar + 5 piranhasResolução SEMAC/MS nº 04/2007Minas Gerais10kg + 1 exemplarPortaria IEF nº 037/2003Pará10kg + 1 exemplarLei Nº 6.167/1998Paraná10kg + 01 exemplar para águas continentais, e
15kg + 01 exemplar, para pesca em águas marinhas ou estuarinasPortaria IBAMA nº 30/2003Pernambuco10kg + 01 exemplar para águas continentais, e
15kg + 01 exemplar, para pesca em águas marinhas ou estuarinasPortaria IBAMA nº 30/2003Piauí10kg + 01 exemplar para águas continentais, e
15kg + 01 exemplar, para pesca em águas marinhas ou estuarinasPortaria IBAMA nº 30/2003Rio de Janeiro10kg + 01 exemplar para águas continentais, e
15kg + 01 exemplar, para pesca em águas marinhas ou estuarinasPortaria IBAMA nº 30/2003Rio Grande do Norte10kg + 01 exemplar para águas continentais, e
15kg + 01 exemplar, para pesca em águas marinhas ou estuarinasPortaria IBAMA nº 30/2003Rio Grande do Sul10kg + 01 exemplar para águas continentais, e
15kg + 01 exemplar, para pesca em águas marinhas ou estuarinasPortaria IBAMA nº 30/2003Rondônia5kg – Bacia Guaporé/MamoréPortaria IBAMA nº 06/200210kg + 01 exemplar para águas
continentaisPortaria IBAMA nº 30/2003Roraima10kg + 01 exemplar para águas continentaisPortaria IBAMA nº 30/2003Santa Catarina10kg + 01 exemplar para águas continentais, e
15kg + 01 exemplar, para pesca em águas marinhas ou estuarinasPortaria IBAMA nº 30/2003São Paulo10kg + 01 exemplar para águas continentais, e
15kg + 01 exemplar, para pesca em águas marinhas ou estuarinasPortaria IBAMA nº 30/2003Sergipe10kg + 01 exemplar para águas continentais, e
15kg + 01 exemplar, para pesca em águas marinhas ou estuarinasPortaria IBAMA nº 30/2003Tocantins5kg ou 1 exemplarPortaria Naturatins nº 017/2001

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Tabela de Cotas e Capturas para Pesca
PostDateIcon 16 de maio de 2013 | PostAuthorIcon Autor: admin

Cotas de captura e transporte de peixes pelos pescadores amadores nos estados da federação e no distrito federal.
ESTADOS
COTA
LEGISLAÇÃO
Acre
10kg + 01 exemplar para águas continentais
Portaria IBAMA nº 30/2003
Alagoas
10kg + 01 exemplar para águas continentais, e
15kg + 01 exemplar, para pesca em águas marinhas ou estuarinas
Portaria IBAMA nº 30/2003
Amapá
10kg + 01 exemplar para águas continentais, e
15kg + 01 exemplar, para pesca em águas marinhas ou estuarinas
Portaria IBAMA nº 30/2003
Amazonas
10kg + 1 exemplar (exceto tucunaré)
Decreto n° 22.747/2002
Bahia
10kg + 01 exemplar para águas continentais, e
15kg + 01 exemplar, para pesca em águas marinhas ou estuarinas
Portaria IBAMA nº 30/2003
Ceará
10kg + 01 exemplar para águas continentais, e
15kg + 01 exemplar, para pesca em águas marinhas ou estuarinas
Portaria IBAMA nº 30/2003
Distrito Federal
10kg + 01 exemplar para águas continentais
Portaria IBAMA nº 30/2003
Espírito Santo
10kg + 01 exemplar para águas continentais, e
15kg + 01 exemplar, para pesca em águas marinhas ou estuarinas
Portaria IBAMA nº 30/2003
Goiás
5kg + 01 exemplar (exceto pirarucu, filhote/piraíba,
pirarara)
Portaria Agência Ambiental de Goiás nº 03/2003
Maranhão
10kg + 01 exemplar para águas continentais, e
15kg + 01 exemplar, para pesca em águas marinhas ou estuarinas
Portaria IBAMA nº 30/2003
Mato Grosso
10kg + 1 exemplar
Lei n° 7.881/2002
Mato Grosso do Sul
10kg + 1 exemplar + 5 piranhas
Resolução SEMAC/MS nº 04/2007
Minas Gerais
10kg + 1 exemplar
Portaria IEF nº 037/2003
Pará
10kg + 1 exemplar
Lei Nº 6.167/1998
Paraná
10kg + 01 exemplar para águas continentais, e
15kg + 01 exemplar, para pesca em águas marinhas ou estuarinas
Portaria IBAMA nº 30/2003
Pernambuco
10kg + 01 exemplar para águas continentais, e
15kg + 01 exemplar, para pesca em águas marinhas ou estuarinas
Portaria IBAMA nº 30/2003
Piauí
10kg + 01 exemplar para águas continentais, e
15kg + 01 exemplar, para pesca em águas marinhas ou estuarinas
Portaria IBAMA nº 30/2003
Rio de Janeiro
10kg + 01 exemplar para águas continentais, e
15kg + 01 exemplar, para pesca em águas marinhas ou estuarinas
Portaria IBAMA nº 30/2003
Rio Grande do Norte
10kg + 01 exemplar para águas continentais, e
15kg + 01 exemplar, para pesca em águas marinhas ou estuarinas
Portaria IBAMA nº 30/2003
Rio Grande do Sul
10kg + 01 exemplar para águas continentais, e
15kg + 01 exemplar, para pesca em águas marinhas ou estuarinas
Portaria IBAMA nº 30/2003
Rondônia
5kg – Bacia Guaporé/Mamoré
Portaria IBAMA nº 06/2002
10kg + 01 exemplar para águas
continentais
Portaria IBAMA nº 30/2003
Roraima
10kg + 01 exemplar para águas continentais
Portaria IBAMA nº 30/2003
Santa Catarina
10kg + 01 exemplar para águas continentais, e
15kg + 01 exemplar, para pesca em águas marinhas ou estuarinas
Portaria IBAMA nº 30/2003
São Paulo
10kg + 01 exemplar para águas continentais, e
15kg + 01 exemplar, para pesca em águas marinhas ou estuarinas
Portaria IBAMA nº 30/2003
Sergipe
10kg + 01 exemplar para águas continentais, e
15kg + 01 exemplar, para pesca em águas marinhas ou estuarinas
Portaria IBAMA nº 30/2003
Tocantins
5kg ou 1 exemplar
Portaria Naturatins nº 017/2001

FISGA
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09/02/2015

Tipos de Anzóis

Anzóis Japoneses (Gamakatsu – Maruseigo – etc): Estes anzóis são excelentes para fisgar, muito usados em competições. O peixes mais comumente fisgados são pampo, robalo, piapara, papa-terra (betara), lambari, matrinchã, piraputanga, etc.

Anzóis para minhoca artificial: Especialmente desenhados para acomodar minhocas artificiais e outras iscas de silicone. Peixes fisgados: black bass.

Anzóis para pesca pesada:São anzóis forjados e ultra-resistentes, as argolas normalmente são do tipo olho de agulha ou convencionais, porém soldados. Peixes fisgados: marlins, atuns, cavalas, dourados, jaús, piraíbas, etc.

Anzol Beak: Resistente e fisga firmemente. Peixes: apapá, aruanã, bagre, barbado,black-bass, cachara, cachorra, carpa, corvina de água doce, dourado, jatuarana, jaú, mandí, pacu, palmito, piau, piava, piavuçú, piracanjuba, piraiba, piranha, piraputanga, pintado, tabarana, tambaquí, tilápia, traíra, trairão e tucunaré.

Anzol Bowed: Resistente e com fisgada profunda. Peixes: carpa, dourado, prejereba, miraguaia, pirará.

Anzol Carlisle: Haste longa, evita que peixes com dentes cortem a linha. Peixes: bagre (água doce e salgada), piranha, traíra, corvina de água doce.

Anzol Crystal: Fisgam facilmente peixes de boca pequena. Peixes: acará, apaiarí, curimbatá, lambarí, piau, piava, tilápia, papa-terra (betara), pampo.

Garatéia: União de três anzóis, utilizadas com iscas excessivamente moles, são utilizadas em iscas artifíciais. Peixes: espada, barracuda e carpas.

Anzol Kirby: Utilizados com íscas vivas. Peixes: tucunaré, tilápia, traira, lambarí, acará, bagre, matrinchã.

Anzol O’ Shaugnessy: Muito versátil e resistente. Peixes: anchova, tambaquí, pampo, robalo, corvina.

Anzol Wide Gape: Mantém as iscas vivas por mais tempo e com maior liberdade de movimento. Peixes: pescada e robalo.

Endereço

PRAIA DA AMIZADE
Itaquiraí, MS
79965000

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