FemRaiz Estudante de pedagogia, 22 anos, feminista e nordestina Qual o papel do professor na luta contra o abuso infantil?

Oii, faz tempo que não passo por aqui e nesse tempo muita coisa aconteceu, mas o que importa é que voltei e agora irei u...
27/07/2020

Oii, faz tempo que não passo por aqui e nesse tempo muita coisa aconteceu, mas o que importa é que voltei e agora irei usar essa página para o meu novo projeto. O .

51% das crianças abusadas sexualmente no Brasil tem de 1 a 5 anos. Mais de 70% da violência sexual infantil ocorre dentro de casa. Um país que não incentiva o diálogo dentro e fora da escola acerca do assunto está fadado a manutenção da cultura da pedofilia e do abuso infantil, seja ele sexual ou não. Não falar sobre o que é carinho e o que é abuso, por exemplo, só faz com que matenha a ideia dos abusadores, principalmente quando esses fazem parte do círculo familiar da criança. Essa é a importância da pauta ser protagonizada, também, por educadores.

Educação sexual infantil não é sobre ensinar práticas se***is, é sobre proteção, é sobre mostrar respeito ao corpo da criança, é sobre interromper o ciclo do abuso.

O projeto nasceu da necessidade de interromper esse ciclo através da educação. Qual seria o papel do professor na luta contra o abuso infantil? Quais mecanismos podemos usar ao nosso favor? Qual o papel da educação sexual para interromper o ciclo de abuso sexual e qual sua importância? Além de responder todas essas perguntas ao longo de nossa partilha, também teremos posts com muita informação sobre o assunto e um canal de acolhimento, anti-pedofilia e de aprendizagem para futuros professores e professoras.

O foco do projeto é acontecer no Instagram, se puderem seguir agradeço. No entanto, continuarei compartilhando todos os posts postados lá, aqui na página. 🧡

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Ela e os filhos foram expulsos de casa pelo "marido". Vamos ajudar?
13/11/2019

Ela e os filhos foram expulsos de casa pelo "marido". Vamos ajudar?

Olá, estou fazendo essa vakinha para pedir ajuda, estou desempregada desde dezembro, tenho um bebê de 3 meses, meu "marido" nos expulsou de casa com os meus dois filhos. Não temos para onde ir ou muito menos móveis. Estamos precisando de qualquer ajuda, seja móveis ou ajuda em dinheiro. Desespe...

"Estigmatizar a menstruação é uma forma de impedir que meninas e mulheres ocupem diversos espaços na sociedade. Quando h...
08/10/2019

"Estigmatizar a menstruação é uma forma de impedir que meninas e mulheres ocupem diversos espaços na sociedade. Quando há numerosos tabus em torno disso, que mantêm as mulheres afastadas das atividades sociais, ou mesmo piadinhas que envergonham meninas e mulheres e fazem-nas desejar ficar fora das escolas e de ambientes de trabalho, as mulheres e meninas são mantidas à parte de diversas atividades sociais, abrindo espaço para que os homens continuem ocupando mais os espaços públicos."

Tendo em vista que vivemos em um país onde mulheres ocupam maioria nas taxas de pobreza, venho por meio desta trazer uma...
07/10/2019

Tendo em vista que vivemos em um país onde mulheres ocupam maioria nas taxas de pobreza, venho por meio desta trazer uma reflexão sobre pobreza e o período menstrual. Como todos sabem, o uso do absorvente é recorrente todos os meses na vida das mulheres, mas como será que mulheres em situação de rua ou de extrema pobreza lidam com esse período? Essas mulheres não tem acesso ao básico e nesse básico eu incluo o acesso a ferramentas adequadas no período menstrual. A simples compra de absorvente é um fator de privilégio, então a minha sugestão de projeto de lei é: absorventes gratuitos sendo distribuídos em postos de saúde.

O seu apoio é muito importante. Apoie esta causa. Assine o Abaixo-Assinado.

Lembrem que em the handmaid's tale as mulheres já eram politizadas e sabiam dos seus direitos. Protestavam, trabalhavam....
23/09/2019

Lembrem que em the handmaid's tale as mulheres já eram politizadas e sabiam dos seus direitos. Protestavam, trabalhavam... isso não foi capaz de impedi-las de serem enviadas para Gilead. O que isso quer dizer? quer dizer que enquanto o patriarcado(e todas as suas raízes) existir, nós estamos em perigo constante.

De acordo com o Jornal GGN sobre o evento na ONU – "O “Ocidente” está em perigo: corre o risco de ver seu perfil “branco” e “cristão” se dissolver em meio à onda migratória. E a solução é incentivar as famílias (leia-se: a união entre homem e mulher) a resgatar os “valores tradicionais”, respeitar as “leis de Deus” e gerar mais filhos, três ou quatro, pelo menos. É isso o que Damares Alves e outros líderes mundiais foram pregar na ONU, no início de setembro. A ministra das Mulheres, Família e Direitos Humanos de Bolsonaro convocou uma aliança internacional para “resgatar os valores tradicionais” e tratar homosse***is, feministas e imigrantes como “ameaças” à família branca e cristã.

Segundo Chade, o “mantra” da Cúpula era “sem famílias não há nação nem identidade”, e um dos palestrantes dos dois dias de Cúpula chegou a questionar se a mulher deve ter o direito de definir quantos filhos uma família vai ter.

Outro defendeu que a mídia deve ser usada como veículo propagador do modelo ideal de família: homem, mulher, filhos. Não importa se isso será considerado “politicamente incorreto”. Viktor Orbán, o líder ultraconservador da Hungria, defendeu expressamente que a Europa precisa gerar mais europeus no futuro, caso contrário haverá misturas e os “europeus serão substituídos por outros.” Ele defendeu mudar constituições para definir que família é homem e mulher, e proibir que cortes judiciais tomem decisões em sentido contrário.

Da parte dos Estados Unidos, os representantes criticaram resoluções de saúde da ONU que defendem os direitos se***is e reprodutivos das mulheres, bem como educação sexual. Há países que culpam isso pela redução das famílias. A revolução sexual e o empoderamento das mulheres “enfraqueceu” a instituição casamento e comprometeu a geração de europeus para fazer frente à chegada dos imigrantes.

De acordo com Chade, ao final do evento, Damares afirmou que o Brasil sob Bolsonaro está disposto a liderar um bloco “pró-família” para tirar todos os planos conservadores do papel."

Como o patriarcado usa a cultura para socializar mulheres para se odiarem? Por: Ingrid Peixoto
17/09/2019

Como o patriarcado usa a cultura para socializar mulheres para se odiarem?
Por: Ingrid Peixoto

Mia Khalifa, ex-atriz pornô: Os contratos da indústria pornográfica fazem de garotas vulneráveis e inexperientes suas pr...
20/08/2019

Mia Khalifa, ex-atriz pornô: Os contratos da indústria pornográfica fazem de garotas vulneráveis e inexperientes suas presas.

Texto na íntegra:
"A garota de 26 anos diz que as corporações 'enganam legalmente as mulheres com contratos quando elas estão em situação de vulnerabilidade'. Mia passou apenas três meses trabalhando na indústria pornográfica antes de sair dela em 2015, mas permanece sendo uma das estrelas pornô melhores ranqueadas no site do PornHub. Falando em uma entrevista com sua amiga Megan Abbot, Mia diz que "que ainda não aceitou seu passado". Mia no Twitter: As pessoas acham que eu estou nadando no dinheiro que fiz na pornografia. Mas isso é completamente falso. No total, eu fiz por volta de 12.000 dólares na indústria e depois disso nunca mais vi um centavo. A dificuldade de achar um novo emprego depois da pornografia foi... assustadora.

Mia normalmente evitava falar sobre sua carreira na indústria pornô, mas diz que "está pronta para jogar luz sobre todos os momentos questionáveis do meu passado, pois se eu tiver o controle dele, ele não pode ser usado contra mim". A atriz nascida no Líbano se abriu sobre como é difícil continuar sua vida depois da pornografia, o que ela descobriu após uma tentativa de seguir carreira como comentarista de atividades esportivas. 'Eu fico tão pra baixo quando recebo 'nãos' das companhias que não querem trabalhar comigo por causa do meu passado.

via: BBC
TRADUÇÃO: Recuse a clicar ( https://www.facebook.com/recuseaclicar2/posts/425598654714321?__xts__[0]=68.ARAhA7_pBWrD3KdMnHKyU_ykPGGfg9lFjCn-_U4YyVleizTe3xikHsHBLmZDYOmEgNDQxTfYK3h8r2ozZjq4fcI9f0IM0EM24aw57J996_vcmpzgiZxRj2B0WgyvO7X19JzhwCqcRa9fRKebltR3wh9aViof5jRg0hxT9hspoOBLhv25EU0KI75AJVRp7nUtL8sBFez_wNeCUr0deGbNDjha8g9akDLSMSB7nzotJ3hNjhQuJ--tiaA2hiN9l73x0I9lq0E2vRGo-7I7APBnuTeJdVO8UB7CtwB4Uia7MX5OJImVl2togqB1Xgt-L3xSHv5CTnmVDr1AwtN2ryuIIt0&__tn__=-R )

// decidi compartilhar com vocês para entenderem o quanto essa indústria é nociva e o quanto é difícil para uma mulher ex-pornô se reerguer. //

18/07/2019

O apagamento das mulheres - Carol Hanisch.
Carol, jornalista e feminista radical, criou o 'slogan' "O pessoal é político."

Tradução: Canal Traduções de Gênero.

Endereço

João Pessoa, PB

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