Setor de Biblioteca e Informação MAMM

Setor de Biblioteca e Informação MAMM Página do Setor de Biblioteca e Informação do Museu de Arte Murilo Mendes de Juiz de Fora.

24/05/2026

Hoje a doutora Luisa Vianna retorna ao Instagram para mergulhar no universo inquietante de James Ensor ✨🪞🎪

No reel de hoje, ela fala sobre as gravuras de Ensor presentes na coleção de Murilo Mendes e mostra como o fantástico, o grotesco e o bizarro se transformam em uma maneira de pensar o mundo 🌑🃏

Entre máscaras, figuras distorcidas, metamorfoses e narrativas visuais, Luisa nos conduz por uma tradição flamenga que atravessa Hieronymus Bosch, Pieter Bruegel the Elder e chega até as inquietações de Murilo Mendes 📚🕰️

Porque, no fim, o estranho talvez não esteja tão distante da realidade assim… 🪶🎭

Curta, compartilhe e venha explorar essas conexões com a gente ✨🖤

E um agradecimento especial à , pela sensibilidade, generosidade e olhar tão potente ao compartilhar conosco essas reflexões 🌙🤍

Se hoje temos o MAMM como espaço de arte, memória e encontros, muito disso começou na biblioteca. 📚✨Foi entre livros que...
18/05/2026

Se hoje temos o MAMM como espaço de arte, memória e encontros, muito disso começou na biblioteca. 📚✨

Foi entre livros que surgiu o primeiro impulso, o ponto de partida para a construção dessa história que continua viva até hoje.

Neste Dia Internacional dos Museus, celebramos também os espaços que guardam memórias, despertam curiosidades e inspiram novos caminhos. 💜🧡

Aqui no MAMM, tudo começou na biblioteca.

16/05/2026

Hoje quem invade o nosso Instagram é a doutora em História da Arte Luisa Vianna ✨🎭📚

No reel de hoje, ela mostra como Michel de Ghelderode se torna a ponte entre Murilo Mendes e James Ensor 🖤

Entre máscaras, exageros, esqueletos e o grotesco, Luisa nos conduz por afinidades, amizades e visões de mundo que atravessam a arte, a literatura e a coleção ✨📖

Curta, compartilhe e mergulhe com a gente nesse universo 🎭🕯️

Referências:

ENSOR, James. Dame peinture toujours jeune. Choix de textes, préface et notes de Colette Lambrichs. Paris: Minos La Différence, 2009, p. 197 e 200.

GHELDERODE, 1961 apud GUIMARÃES, Júlio Castañon (org.). Cartas de Murilo Mendes a correspondentes europeus. Rio de Janeiro: Fundação Casa Rui Barbosa, 2012, p. 129.

MENDES, Murilo. Poesia completa e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994, p. 1270.

MENDES, Murilo. Poliedro. Rio de Janeiro: José Olympio, 1972.

MENDES, 1965-1966 apud FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN. Catálogo da exposição Murilo Mendes – O olhar do poeta. Lisboa: Litog. Tejo, 1987, p. 40.

VIANNA, Luisa Pereira. O caótico, o fantástico e o bizarro: duas gravuras de James Ensor na coleção de Murilo Mendes. 2020. 157 f. Dissertação (Mestrado em História) – Instituto de Ciências Humanas, Universidade Federal de Juiz de Fora, Juiz de Fora, 2020, p. 87 – 107.

Isso aqui já existia.Em outros posts,em outros momentos.Hoje nos juntamos.Um TBT de tudo que já foi feitoem volta do Dia...
10/05/2026

Isso aqui já existia.

Em outros posts,
em outros momentos.

Hoje nos juntamos.

Um TBT de tudo que já foi feito
em volta do Dia das Mães.

Porque tem coisa que não cabe num dia só,
vai f**ando, se acumulando.

Lembro de Murilo Mendes,
que escreveu mais de uma mãe
e fez disso continuidade, não diferença.

Acho que é um pouco isso:

o que é cuidado,
o que é presença,
o que vira mãe ao longo do tempo.

Então hoje é só isso: reunir.

Feliz Dia das Mães 🌷

1º de Maio ✷Quando se fala em trabalho, quase sempre se pensa em profissão, função, nome.Mas nem todo trabalho cabe em u...
01/05/2026

1º de Maio ✷

Quando se fala em trabalho, quase sempre se pensa em profissão, função, nome.
Mas nem todo trabalho cabe em uma definição só.

Há quem trabalhe com arte, curadoria, arquivos, educação 🎨
Historiadores, educadores, curadores, pesquisadores.

Há quem trabalhe organizando, mediando, preservando, formando 📚
Mediadores culturais, arquivistas, professores, técnicos de acervo.

Trabalho também é construção.

Guima, Arcuri e Alencar — ligados à memória e às políticas culturais —
Mostram o trabalho como construção de possibilidades.

Maria de Lourdes, Cleonice Rainho e Raquel Jardim — entre educação e cuidado —
Lembram que trabalhar também é escutar, cuidar e formar olhares 🌱

Mas existem outros trabalhos —
Muitas vezes invisíveis.

O trabalho braçal, técnico, cotidiano 🛠️
Montadores, seguranças, equipes de limpeza, técnicos, produtores.

Aquele que sustenta tudo em movimento.

Se hoje temos imagens, documentos, bibliotecas, histórias…
É porque muitos trabalhos se encontram.

Talvez por isso Murilo Mendes nunca tenha sido uma coisa só.

Foi arquivista, professor, revisor —
Trabalhador de muitos caminhos.

Como se trabalhar fosse também um modo de existir ✶

E, ainda assim, escreveu:

“o inventor das máquinas que mudam a vida da terra
trabalha na bruta sala de cimento armado…”

Entre o ruído das máquinas e o silêncio das memórias,
O trabalho segue inventando o mundo — todos os dias.

Trabalhar também é:
Criar sentidos
Atravessar pessoas
Deixar marcas

Feliz Dia do Trabalho 🤍



jorge-de-lima-holic🤍Sabe quando a gente usa “-holic” pra dizer que gosta MUITO de algo?tipo bookaholic, workaholic…Aqui,...
24/04/2026

jorge-de-lima-holic🤍

Sabe quando a gente usa “-holic” pra dizer que gosta MUITO de algo?
tipo bookaholic, workaholic…

Aqui, dá pra dizer que Murilo Mendes era meio jorge-de-lima-holic 😌

Poderíamos apresentar Jorge de Lima como médico, poeta, intelectual…
mas, nas palavras de Murilo, f**a mais bonito:

“Fundas a realidade, fundas a energia.
Com a palavra gustativa,
a carga espiritual
e o signo plástico
nomeias todo ente.

O frêmito e movimento do teu verso
[…]
Poder da imagem que provoca a vida.”

Na biblioteca de Murilo, Jorge de Lima aparece em livros, dedicatórias, presenças.
Um encontro que começa na leitura — e transborda.

Até virar escrita compartilhada.

📚 Em Tempo e Eternidade (1934), esse diálogo ganha forma.

💭 Talvez seja isso:
quando a leitura deixa de ser só leitura…
e vira encontro.

Era uma vez… muitas bibliotecas, muitos caminhos e infinitas infâncias ✨📚👧🧒Ao longo desta semana, no Dia do Livro Infant...
22/04/2026

Era uma vez… muitas bibliotecas, muitos caminhos e infinitas infâncias ✨📚👧🧒

Ao longo desta semana, no Dia do Livro Infantil, fomos passeando pelos acervos que habitam nossos espaços — cada biblioteca com seu jeitinho único de encantar 💫

Da Biblioteca Cleonice Rainho, trouxemos *Literatura Infanto Juvenil*, de Antônio D’Ávila 📖
Na Biblioteca Arcuri, encontramos *Coisas do Zé*, de J. Carneiro Gondim 🌟
E na Biblioteca do Guima, *A Tartaruga Infeliz*, de Teresinha Casa Santa 🐢💭

E hoje, dia 22, é como se estivéssemos atravessando uma ponte…
um respiro bonito entre as histórias que nos formam e aquelas que ainda vamos descobrir ✨

Porque amanhã, dia 23, celebramos o Dia Mundial do Livro 📚💫
— e não há forma mais bonita de chegar até ele do que pelas mãos da infância, onde cada livro começa como encantamento 🌈

Junto, ecoa “A Criança”, de Murilo Mendes:

“Suas formas seus regatos suas colinas
Pacientemente esperam
Dois pequenos luminares…”

Um convite pra olhar a infância como esse território de imaginação, descoberta e sensibilidade — ponto de partida de todas as leituras 🌟📖

💙 Curta, compartilhe e venha viver isso com a gente!
Traga sua criança — de ontem ou de hoje — para a biblioteca 📚👶🧒

[Para todos verem: Na imagem, Murilo Mendes aparece representado na infância, com cabelos compridos e uma tira na cabeça. A arte apresenta camadas, sugerindo profundidade e imaginação. Está escrito: “As mãos desenham pássaros, os pés tocam peixes rebeldes!”. Há também um castelo desenhado ao fundo. Na parte inferior da imagem, lê-se: “18 de abril — Dia Nacional do Livro Infantil” e, abaixo, “22 de abril — Dia Mundial do Livro”.]

Que noite… ✨🌙Ontem vivemos juntos a 16ª Noite Mineira de Museus e Bibliotecas — e ainda estamos atravessados por tudo qu...
10/04/2026

Que noite… ✨🌙

Ontem vivemos juntos a 16ª Noite Mineira de Museus e Bibliotecas — e ainda estamos atravessados por tudo que aconteceu 💫
Entre encontros, olhares atentos e silêncios cheios de sentido, cada detalhe virou memória 📚✨

Foi mais do que um evento: foi experiência. Daquelas que tocam, que f**am, que transformam um pouco a forma como a gente vê a arte, a história e até o outro 💛

Teve troca, teve sensibilidade, teve presença. E, sobretudo, teve emoção — daquelas difíceis de colocar em palavras, mas impossíveis de esquecer 🫶

Um agradecimento especial ao 📸✨, da subdivisão de Design, Mídias e Audiovisual, pelos registros tão sensíveis da noite.

E, claro, a todos que compõem e tornam tudo isso possível — e a cada pessoa que esteve presente com a gente, fazendo dessa noite algo ainda mais especial 🤍✨

💬 Agradecimentos especiais a quem esteve com a gente:
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E se você também veio e não está aqui, comenta neste post que vamos te marcar 💛👇

Seguimos nesse movimento com você ✨
Comenta aqui o que mais te marcou, compartilha com quem ia amar viver isso também e vem nos visitar 💛🌙

Tem espaços que também pensam com a gente. 📚No Dia Nacional da Biblioteca, celebramos esses lugares onde a memória, a im...
09/04/2026

Tem espaços que também pensam com a gente. 📚

No Dia Nacional da Biblioteca, celebramos esses lugares onde a memória, a imaginação e o pensamento seguem em movimento… 🫧

Como escreveu Murilo Mendes:
“As arquiteturas, sempre renovadas, do espaço, exercem influência sobre a arquitetura terrestre, e sobre a marcha do pensamento.”

Porque há lugares que não apenas guardam livros — guardam formas de ver, sentir e reinventar o mundo. 🪶

E você?
Que tal compartilhar um momento especial que já viveu nessa biblioteca? 🕰️
Vou adorar ler você por aqui ⤵️
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08/04/2026

A foto: 😐
A obra: 💥✨🎨

Roubamos uma trend do Instagram e trouxemos para a história da arte 👀

E a escolha não foi por acaso: ontem, 7 de abril, celebramos o aniversário de Gino Severini, artista ligado ao Futurismo e também presente aqui no Museu de Arte Murilo Mendes ✨

Entre a pose séria e a explosão visual de suas obras, existe um contraste que talvez nem seja tão inesperado assim. No texto que dedica a Severini, Murilo Mendes o apresenta como um artista de intensa elaboração, marcado por uma “obstinação em atingir o máximo de consciência do artesanato, inseparável da sua condição de artista”.

Murilo o descreve ainda como um “artista diurno, vigilante, pesquisador infatigável programando a própria obra”, alguém que não se deixou levar apenas pelo impacto exterior das vanguardas, mas que passou pela modernidade com lucidez, crítica e invenção.

Associado ao Futurismo, Severini foi, nas palavras de Murilo, um “apóstolo da modernidade”. Mas sua força não estava apenas no entusiasmo pelo novo: havia também um artista atento à tradição, à construção formal, ao pensamento e ao fazer artístico como elaboração profunda.

Ao lembrar sua trajetória, Murilo escreve que nele subsistiu a “idéia-força da fertilidade do movimento”, algo que parece atravessar suas telas até hoje — nas composições vibrantes, nas fragmentações, nos ritmos, na sensação de que tudo está prestes a se deslocar.

E talvez seja por isso que essa trend funcione tão bem aqui:
a fotografia é contida; a pintura, nem um pouco.

Porque, no fim, como escreveu Murilo Mendes, Severini foi “um espírito que dança”. 💥

Qual outro artista do museu vocês querem ver nessa trend por aqui? 👀

Referências:

MENDES, Murilo. A invenção do finito. In: Poesia completa e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1995. p. 1334.

Endereço

Rua Benjamin Constant, 790
Juiz De Fora, MG
36015-400

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Terça-feira 09:00 - 18:00
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