Movimento Unido dos Camelôs - MUCA

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O MUCA é a sigla para do Movimento de Organização dos Camelôs na cidade do Rio de Janeiro, constituído em 2003 na luta contra a violência da guarda municipal e outros mecanismos repressão.

09/11/2025

Os camelôs cariocas tem o molho e quem vem de fora reconhece.

Estamos próximos da COP30 e aqui f**a nosso   do Seminário Labora & Raízes, no Recife: um encontro gigante com mais de 1...
06/11/2025

Estamos próximos da COP30 e aqui f**a nosso do Seminário Labora & Raízes, no Recife: um encontro gigante com mais de 100 grupos debatendo justiça climática e a vulnerabilidade de quem está na linha de frente da defesa ambiental.

Nossa coordenadora, , marcou presença e reafirmou o compromisso do MUCA: integrar práticas sustentáveis ao trabalho cotidiano. Camelôs também são parte da solução — muitos atuam na reciclagem e a circulação de triciclos em áreas de tráfego intenso ajuda a reduzir emissões nas cidades.

Justiça climática é também justiça territorial e garantia de direitos aos trabalhadores.

ALERTA DE LUTA A TODOS OS MOVIMENTOS SOCIAIS POR MORADIA!!O Movimento Unido dos Camelôs (MUCA) vem a público repudiar ve...
13/08/2025

ALERTA DE LUTA A TODOS OS MOVIMENTOS SOCIAIS POR MORADIA!!

O Movimento Unido dos Camelôs (MUCA) vem a público repudiar veementemente o Projeto de Lei Complementar (PLC) vazado que deve ser encaminhado pelo governo estadual à ALERJ, que autoriza a venda de imóveis públicos do estado, incluindo aqueles ocupados por movimentos de moradia e famílias trabalhadoras. Essa medida é um ataque direto aos direitos do povo pobre, vulnerável e das minorias precarizadas, um descaso com a função social da propriedade e mais um capítulo na política de exclusão urbana que há anos negligencia a habitação popular.

Não aceitaremos que imóveis ocupados como a Ocupação Tiradentes (Quilombos Urbanos - ) e a Almerinda Gama (Movimento Olga Benario - .rj) sejam entregues ao mercado imobiliário. Esses espaços são fruto da luta de quem não teve alternativa diante de um Estado ausente, que nunca cumpriu seu papel na garantia de moradia digna e direitos fundamentais. Agora, em vez de regularizar essas ocupações ou destiná-las a políticas públicas, o governo prefere privatizar o patrimônio do povo, beneficiando especuladores e descumprindo compromissos históricos com a reforma urbana.

Vale relembrar que esses mesmos imóveis estavam abandonados pelo poder público, só ganharam valor porque foram resignif**ados pela comunidade que vive lá agora e com seu próprio esforço vem reestruturando tais patrimônios, enquanto o estado fechava os olhos.

O PLC é um retrocesso e uma afronta à Constituição, que determina a função social da propriedade.

Chamamos todos os movimentos sociais, sindicatos e a população a se somarem à resistência a esse novo ataque!

A habitação é um direito, não mercadoria!

O MUCA teve a honra de receber Marina, representante do movimento social Barrios de Pie e integrante da Unión de Trabaja...
12/08/2025

O MUCA teve a honra de receber Marina, representante do movimento social Barrios de Pie e integrante da Unión de Trabajadores y Trabajadoras de la Economía Popular (UTEP - ), durante sua passagem pelo Brasil para o Congresso da ALAMES. Aproveitando sua visita, convidamos Marina para conhecer a Ocupação Gilberto Domingos e apresentar o espaço que será destinado ao novo Centro de Referência dos Camelôs.

Foi um momento de grande orgulho e alegria receber nossa parceira hermana, fortalecendo os laços entre as lutas populares da América Latina. Durante o encontro, compartilhamos experiências e desafios, especialmente diante do contexto de repressão cruel que os trabalhadores informais vêm enfrentando na Argentina sob o governo de Milei.

Essa troca reforça a importância da solidariedade internacional entre os movimentos sociais, mostrando que, mesmo em tempos difíceis, a união e a resistência seguem sendo nossas maiores ferramentas.

O MUCA se soma a mais de 100 entidades na nota de repúdio contra a concessão da Medalha do Mérito da Defensoria Pública ...
24/07/2025

O MUCA se soma a mais de 100 entidades na nota de repúdio contra a concessão da Medalha do Mérito da Defensoria Pública ao governador Cláudio Castro, responsável por operações que resultaram em 160 chacinas e 9 crianças mortas em seu desgoverno.

Sabemos que a Defensoria Pública não é constituída por um bloco único, funciona por núcleos de diferentes alas políticas, muitos deles comprometidos com a luta antirracista e contra a violência de Estado. Mas essa homenagem desrespeita sua missão constitucional e fere a memória das vítimas, além de deslegitimar o trabalho de defensoras/es que atuam nas trincheiras pela justiça.

Se o Trump pode, o camelô também podeNós, do movimento, nunca vamos crucif**ar o bordão "pra gr**go é mais caro". Afinal...
15/07/2025

Se o Trump pode, o camelô também pode

Nós, do movimento, nunca vamos crucif**ar o bordão "pra gr**go é mais caro". Afinal, sabemos que os turistas do Norte Global (EUA e Europa) desembarcam aqui com moedas que valem 5 vezes a nossa. Eles gastam em um dia em hotéis e restaurantes o que um brasileiro gasta em um mês. Não tem lógica reclamar que a caipirinha tá "too expensive" enquanto pagam US$10 num pequeno café em Nova York, aliás, esse deve f**ar mais caro também porque vem do Brasil.

Claro, não estamos defendendo que uma caipirinha custe R$100,00. Mas R$40,00? Pra eles, é troco de pão. Pra nós, é o almoço do dia e ainda sobra. A lógica é simples: se o capitalismo é selvagem, que seja justo e sim, com um toque de vingança quando há possibilidade. Pra quem não sabe, o MUCA é anticapitalistas.

E antes que venham os "not all gr**gos", sim, sabemos que há turistas de todos os tipos. Tem o mochileiro que vive de pão com ovo e o pior, o branquelo de pescoço vermelho que acha que pode ditar as coisas aqui e olham ao redor com um certo ar de superioridade.

MAS SE O IMPERIALISMO MANDA, O CAMELÔ REAGE!

Se os EUA podem enfiar 50% de taxa em produtos brasileiros, por que o vendedor de praia não pode fazer sua própria política externa? "Pra gr**go é mais caro" não é só uma estratégia de preço, é um ato de resistência econômica. Que tal taxarem os estadunidenses?

Nivelamos as forças na base do "se você pode, eu posso melhor".
(Brincadeiras à parte... ou não.)

Mais uma vez, a gestão autoritária de Eduardo Paes mostra seu desrespeito aos trabalhadores da cidade. Neste domingo (13...
14/07/2025

Mais uma vez, a gestão autoritária de Eduardo Paes mostra seu desrespeito aos trabalhadores da cidade. Neste domingo (13), a Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop) realizou uma operação na Feira da Glória sem qualquer diálogo prévio com os feirantes, que foram surpreendidos e impedidos de trabalhar, cerca de 80 barracas não puderam ser montadas.

A prefeitura alega que a ação foi para "organizar o espaço público", mas como justif**ar a falta de diálogo com os trabalhadores que fazem o evento acontecer? Como aceitar que famílias que dependem da feira para seu sustento sejam tratadas como um problema a ser reprimido, e não como cidadãos que merecem respeito e participação nas decisões que afetam suas vidas?

Essa não é a primeira vez. A gestão pública do age com truculência, ignorando as mazelas sociais e impondo medidas sem considerar o impacto na vida de centenas de trabalhadores. Se o objetivo fosse realmente o ordenamento, por que não conversar antes e fazer pré-aviso para que esses possam participar dessa reorganização? Por que não buscar soluções em conjunto, em vez de chegar com fiscalização sem aviso e assim impedir que essas pessoas possam trabalhar após comprarem mercadoria e realizarem toda logística de transporte?

A Feira da Glória é tradição, é cultura, é sustento. E os feirantes não são criminosos, e sim, trabalhadores que movimentam a economia da cidade e merecem políticas públicas que os incluam, não que os reprimam.

A cidade é de todos, e só com participação popular teremos uma gestão que realmente zela pelo bem comum. Vamos cobrar da prefeitura que respeitem o trabalho de seus cidadãos.

O acesso à cidade é sistematicamente negado à população de baixa renda. Trabalhadores informais que sustentam o Centro s...
04/07/2025

O acesso à cidade é sistematicamente negado à população de baixa renda. Trabalhadores informais que sustentam o Centro são empurrados para as periferias, enquanto políticas habitacionais falham em responder às reais necessidades dessas pessoas.

É nesse vazio que o MUCA ocupa o prédio do INSS na Rua Riachuelo. Por meio do esforço coletivo, estamos transformando a precariedade em moradia digna, mesmo com recursos limitados e a constante insegurança da posse. Já realizamos diversas obras, e outras estão em andamento. Isso não é apenas resistência — é a materialização da luta por direitos. A Ocupação Gilberto Domingos é a expressão concreta da busca por moradia e dignidade em um país onde a urbanização reproduz desigualdades históricas.

Por isso, reafirmamos: queremos um "REVIVER CENTRO COM CAMELÔS" e com todos os trabalhadores que fazem a cidade pulsar. O pobre terá lugar nesta cidade. O Centro do Rio precisa urgentemente de habitação para quem de fato o vive e constrói seu cotidiano. Seu esvaziamento é o retrato de políticas territoriais desastrosas, que privilegiam negócios em vez de pessoas. Chega de prédios convertidos em Airbnb!

O trabalhador merece viver perto do seu trabalho, sem depender de um transporte público caro e precário.

Como disse Gaston Bachelard em A Poética do Espaço (1958): "A casa é nosso canto no mundo. Ela nos permite sonhar em paz."

O Movimento Unido dos Camelôs vem a público repudiar veementemente as ações criminosas praticadas por indivíduos que, so...
25/06/2025

O Movimento Unido dos Camelôs vem a público repudiar veementemente as ações criminosas praticadas por indivíduos que, sob a falsa aparência de camelôs, aplicam golpes contra turistas, como o ocorrido neste sábado (21) em uma praia do Rio de Janeiro.

Essas condutas não representam a categoria dos trabalhadores ambulantes, que atuam com honestidade e respeito, garantindo seu sustento por meio do trabalho digno. Não compactuamos com práticas ilegais que mancham a imagem de milhares de profissionais que contribuem diariamente para a economia local e o turismo.

Os camelôs das praias já estão mobilizados internamente para identif**ar e denunciar esses casos às autoridades, pois tais ações não só prejudicam os turistas, como também degradam a confiança no nosso trabalho.

Para o gr**go é mais caro, mas isso não deve se tornar prática de vantagens ilícitas.
Estamos atentos à campanha de difamação das mídias perante a nossa profissão através de uma comunicação sensacionalista, sem investigação dos fatos e espaços de defesa dos indivíduos acusados e da categoria como um todo, generalizando na maioria das vezes.

Repost O Rio de Janeiro será uma cidade pior daqui a 10 anos graças a uma decisão terrível de Eduardo Paes. E não é torc...
25/06/2025

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O Rio de Janeiro será uma cidade pior daqui a 10 anos graças a uma decisão terrível de Eduardo Paes. E não é torcida contra. São os dados mesmo, mostra .

🚨 ATENÇÃO, RIO! A GUARDA MUNICIPAL VAI VIRAR UMA POLÍCIA ARMADAEnquanto escolas públicas definham, hospitais vivem em cr...
11/06/2025

🚨 ATENÇÃO, RIO! A GUARDA MUNICIPAL VAI VIRAR UMA POLÍCIA ARMADA

Enquanto escolas públicas definham, hospitais vivem em crise crônica e servidores são abandonados pelo poder público, a Câmara de Vereadores aprovou a criação de uma força paramilitar municipal. São 717 milhões de reais que deveriam salvar vidas sendo destinados para armar e militarizar a cidade contra sua própria população.

Os alvos já estão definidos: as ocupações cheias de famílias desesperadas por moradia, os camelôs que lutam pelo direito básico ao trabalho, os manifestantes que ousam cobrar direitos. Enquanto isso, ex-militares temporários serão contratados como pistoleiros de aluguel do município, com salários de elite e licença para reprimir.

É doloroso assistir ao aprofundamento dessa lógica de guerra contra os pobres. Mais doloroso ainda é ver como tudo isso foi aprovado com a frieza de quem nunca sofrerá as consequências, esses vereadores podem contar que serão cobrados futuramente por serem cúmplices dessa aberração.

Lamentamos profundamente essa decisão. E seguiremos denunciando, até que um dia - quem sabe - a cidade acorde para o valor real de suas vidas. Se temos números exorbitantes da violência do pode público sobre o povo e consequentemente mais mortes de vítimas, esperamos uma piora daqui pra frente.

Agradecemos a bancada do e aos vereadores e que desde o início votaram contra e reforçaram a campanha

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