30/04/2026
MANIFESTO DE INDIGNAÇÃO COM O PRIMEIRO ANDAR DA BIBLIOTECA QUE ESTÁ ABANDONADO!
Quem frequenta diariamente o primeiro andar da biblioteca sabe: não se trata de um simples desconforto, mas de uma realidade revoltante que escancara o descaso com os estudantes.
O que deveria ser um espaço digno de estudo se transformou em um ambiente hostil.
O calor é sufocante e não é exagero. Permanecer ali por longos períodos exige mais do que concentração: exige resistência física. Estudar virou um teste de sobrevivência, quando deveria ser um direito básico dentro da universidade.
As salas de estudo coletivo, que deveriam estimular o diálogo e a construção do conhecimento, refletem o abandono: sem quadros, quentes, abafadas e mal estruturadas. Como debater ideias? Como aprender em grupo? Como produzir conhecimento em um ambiente que não garante o mínimo?
E a situação vai além. A presença constante de insetos e até animais domésticos no espaço de estudo é inaceitável. Isso não é apenas desconforto é desrespeito. É falta de cuidado com quem passa horas ali tentando estudar.
Para muitos estudantes, o primeiro andar da biblioteca é o único refúgio ao longo do dia. São alunos que chegam cedo, permanecem manhã, tarde e noite na universidade, e dependem exclusivamente desse espaço. Ainda assim, enfrentam horários reduzidos como se o acesso ao estudo fosse privilégio, e não necessidade.
A iluminação precária cansa a vista e dificulta a leitura. A internet é instável e insuficiente, inviabilizando atividades acadêmicas básicas. Em um ambiente universitário, isso é simplesmente inaceitável.
Somam-se a isso mesas e cadeiras extremamente desconfortáveis, que tornam cada hora de estudo ainda mais desgastante. O corpo cansa, a mente se esgota não pelo esforço intelectual, mas pela falta de condições mínimas.
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