Canal Conservador

Canal Conservador Promover a manutenção de valores, praticas e instituições tradicionais e na defesa da família.

01/04/2026

Hoje se completam 62 anos da intervenção militar de 1964, um marco que, para muitos brasileiros, representou uma reação necessária diante de um país à beira do colapso institucional, da instabilidade política e da ameaça real de avanço do comunismo.
Naquele momento decisivo, as Forças Armadas, respaldadas por amplos setores da sociedade, assumiram a responsabilidade de restabelecer a ordem, conter a radicalização ideológica e preservar valores que estruturam a nação: a liberdade econômica, a propriedade privada e a soberania nacional. Foi uma resposta firme a um cenário de descontrole que colocava em risco o futuro do Brasil.
Ao longo do período, diferentes lideranças militares conduziram o país com foco no desenvolvimento e na estabilidade. O marechal Humberto de Alencar Castelo Branco iniciou reformas estruturais, organizando a economia e criando bases institucionais. O general Artur da Costa e Silva deu continuidade ao projeto de fortalecimento do Estado e da segurança nacional. Já o general Emílio Garrastazu Médici esteve à frente durante o chamado “milagre econômico”, período de crescimento acelerado, geração de empregos e grandes obras.
Na sequência, o general Ernesto Geisel conduziu uma fase de avanços estratégicos, com destaque para investimentos no setor energético e projetos que garantiram maior autonomia ao país. Por fim, o general João Figueiredo liderou o processo de abertura política, conduzindo a transição que permitiu o retorno gradual à normalidade democrática.
Nesse período, o Brasil viu nascer grandes obras e projetos estruturantes, como a expansão da malha rodoviária, a consolidação de estatais estratégicas, o fortalecimento da indústria nacional e iniciativas que integraram o território e impulsionaram o crescimento. Foi um tempo em que o Estado teve capacidade de planejar, executar e entregar resultados concretos para o país.
É evidente que o período também teve excessos, como ocorre em qualquer processo histórico complexo. No entanto, não se pode aceitar uma narrativa unilateral que ignora conquistas e tenta reduzir toda uma era a um único aspecto. Revisitar esse momento é também reconhecer que houve firmeza, liderança e compromisso com o Brasil em uma época em que decisões difíceis precisaram ser tomadas.
Relembrar essa data, portanto, é mais do que olhar para o passado: é reafirmar a importância da ordem, do respeito às instituições e da defesa de princípios que colocam o Brasil acima de projetos ideológicos. É reconhecer que, diante do caos, houve quem tivesse coragem de agir, deixando lições que ainda ecoam no presente

30/03/2026

A pré-candidatura de Ronaldo Caiado à Presidência pelo Partido Social Democrático (PSD) não é um gesto de coragem — é um erro político grave.
Num momento em que o país exige responsabilidade, insistir em mais uma candidatura é, na prática, jogar contra qualquer chance real de mudança. É alimentar a divisão e trabalhar, objetivamente, para manter Luiz Inácio Lula da Silva no poder.
Não adianta discurso bonito. A realidade é simples: quem divide esse campo político hoje está ajudando o adversário.
E não para por aí. Em vez de somar, divide. Em vez de construir, disputa. Em vez de pensar no Brasil, pensa no próprio projeto.
Isso não é estratégia. Isso é vaidade.
O Partido dos Trabalhadores (PT) não precisa fazer esforço nenhum diante desse cenário. A oposição está fazendo o trabalho por eles se enfraquecendo sozinha, brigando internamente e se afastando da realidade da população.
E o povo? O povo segue esperando segurança, emprego, estabilidade. Segue esperando liderança de verdade — algo que está em falta.
É preciso dizer com todas as letras: lançar candidatura sem viabilidade, neste momento, não é ousadia. É irresponsabilidade.
Quem quer, de fato, mudar o Brasil, precisa ter grandeza para abrir mão do ego e construir algo maior. O resto é só repetição dos erros que já levaram à derrota.
E se insistirem nisso, depois não adianta reclamar do resultado.

22/03/2026
Instituto Conservador do Brasil                                   Já percorremos  185 cidades do estado e dessas visitas...
25/02/2026

Instituto Conservador do Brasil Já percorremos 185
cidades do estado e dessas visitas organizamos 37 grupos de apoiadores em todas as regiões do RS, inclusive no regiãosul, reduto de petistas, mas que agora começa a ter uma turma forte de direita. O papel desses grupos não é apenas pedir voto, pelo contrário, é cobrar os deputados que se dizem de Direita. Eles atuam como verdadeiros conselheiros da cidade, entendem a demanda local, conhecem os problemas da comunidade, e repassar posição para buscar soluções. Ja fizemos mais de 62 vereadores e com certeza em 2028 vamos aumentar esse número.
Além dos grupos politicos temos 10 clubes de leitura espalhados pelo estado, cuja principal função é a formação intelectual e cultural das lideranças locais, pois aqui nosso pensamento é ligado a Mario Ferreira dos Santos, pois nenhuma sociedade pode ser próspera sem antes ficar inteligente.
O fortalecimento e autonomia da liderança local, que serão decisivos na formação dos conservadores. Não é verticalizado, não é submissão, não é cabresto: é cooperação. Ficamos felizes quando surgem novas lideranças que realmente defendam nosso pensamento politico, o trabalho é justamente fomentar novas lideranças, porque acreditamos de verdade no princípio de subsidiariedade e que nenhuma comunidade será forte sem uma liderança que surja de seu próprio meio.
E é claro, e não menos importante,
assistência às comunidades locais, buscando emendas e recursos do governo do estado, além de manter um bom relacionamento com o governador, deputados e até com lideranças de outros partidos na Assembleia.

São 14 anos de trabalho e construção. , já rodamos o estado todo com nosso pessoal até por conhecer o sistema por dentro.

Enfim, lá foi colocado para funcionar de verdade aquilo que era propaganda na campanha de 2018 do Jair: mais Brasil, menos Brasília.

Isso é base. Isso é MAIS que voto.
Deus, Família, Pátria, Democracia.
Instituto Conservador do Brasileiro.

03/02/2026

A hipocrisia da esquerda é escancarada.
Enquanto o mundo assiste a uma sequência de vitórias da direita conservadora — como a recente eleição na Costa Rica e o avanço de governos alinhados à liberdade na América — o Brasil segue refém do lulismo, da corrupção institucionalizada e das alianças espúrias com ditaduras sanguinárias.
O povo brasileiro já entendeu: a esquerda não tem projeto, não tem futuro e não tem compromisso com a verdade. Vive de narrativas fracassadas, vitimismo político e alinhamento com regimes autoritários, enquanto ataca quem enfrenta o sistema de frente.
A esquerda brasileira é sinônimo de escândalos bilionários, corrupção estrutural, violência fora de controle e aparelhamento do Estado. Foi assim no mensalão, no petrolão, no loteamento criminoso das estatais e na destruição da credibilidade do país.
Quando surgiu um presidente disposto a romper esse ciclo — Jair Bolsonaro — a reação foi imediata. Bolsonaro reduziu impostos, impulsionou a geração de empregos, fortaleceu o agronegócio, devolveu autoridade às forças de segurança e enfrentou a velha política parasitária que vive do privilégio e da corrupção.
Por isso o ódio.
Não odeiam Bolsonaro por falhas — odeiam porque ele expôs o sistema, ameaçou os privilégios da elite política e desmontou o esquema de poder da esquerda. Odeiam porque ele governou sem se ajoelhar para corruptos, ditadores e burocratas ideológicos.
A verdade é simples e incômoda: a esquerda perdeu o povo, perdeu a narrativa e perdeu o futuro. O Brasil não aguenta mais retrocessos, censura disfarçada de “democracia” e governos que flertam com o autoritarismo enquanto pregam moralidade.
O Brasil quer liberdade, segurança, trabalho e soberania.
E isso a esquerda jamais poderá oferecer.
Deus. Pátria. Família. Liberdade.

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Telefone

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