31/08/2026
VEREADOR GILMAR SEBASTIÃO CÂNDIDO
(Destaques da Trigésima Primeira Reunião Ordinária – 24 de agosto de 2026)
Gilmar Sebastião Cândido iniciou dizendo que é ano eleitoral e os deputados estão apresentando o foi feito, e o que não foi feito. Mas o deputado LL ajudou outros municípios; ele ajudou mais, Curvelo, do que a cidade natal dele. Em 2026, foi só um milhão para a reforma do Mário Campos, mas é uma reforma de obrigação do Estado. Para Oliveira não arrumou nada. Curvelo foram quase cinco milhões. A terra natal, ele não ajudou em nada. Ele está enganando a população de Oliveira, como sempre. Ajudou o Hospital Regional com três milhões. Carmo da Mata ajudou mais. Ele fez o PAM Regional e, hoje, o PAM atende mais gente de outras cidades do que de Oliveira. Disse que o município tem que fiscalizar o contrato de gestão. Tem uma comissão para isso. Se aumentou para um milhão o repasse, o município tem que fiscalizar o hospital. Só o pessoal de fora que está sendo atendido. Oliveira está ficando sem atendimento. Tem que haver fiscalização. Ele disse que viu a matéria da Gazeta sobre a mesa interventora. Parabéns à mesa interventora. Mas tem que dar parabéns ao ex-prefeito João da Madalena e ao Tiel. A mesa interventora está desde 2011. O administrador é o mesmo, 2011, 2012. É o grupo do deputado LL que deixou o hospital quebrado: Hospital penhorado, ambulância para pagar dívidas da Prefeitura. Passivo trabalhista pode chegar a seis milhões. “A mesa interventora entende que a única forma de resolver o problema atual é evitar que o Hospital de Oliveira entre em processo de insolvência. É a Prefeitura assumir a responsabilidade pelo passivo trabalhista. Nesse caso, o Poder Executivo poderá usar legalmente os recursos do fundo”. Tem que agradecer aos beneméritos, que são o Zé Salim, os provedores anteriores, o prefeito João da Madalena, o Tiel, que, no decorrer de quatro anos, investiram dezesseis milhões no hospital. O Hospital Regional era para atender só da microrregião, seis. E, hoje, a população de Oliveira está sendo prejudicada. São quinze anos de intervenção, passou da hora de a provedoria voltar, a Irmandade assumir. Então, não adianta uns quererem blindar a mesa interventora, Passou da hora de a Irmandade assumir, voltar à provedoria do hospital. Ninguém sabe de nada. Ninguém sabe quanto ganha fulano, beltrano. Sem dinheiro, em 2011, 2012, a Mesa interventora, sem dinheiro, não conseguiria levantar o hospital. Com dinheiro, qualquer um administra. Está aqui: Gazeta de Minas, 17 de junho de 2012. Essa mesma mesa interventora. O ex-prefeito, que é do grupo do deputado LL, entregou o hospital quebrado, na UTI. Quem tirou o hospital da UTI foi João da Madalena, Tiel e a equipe dele da saúde, que era o Dr. Welhington, Rinald, todos os funcionários da saúde da época, todos os provedores anteriores, os beneméritos, que são o José Salim, Gutinho Campos. Tem que fazer essa homenagem para eles, porque, com dinheiro, é fácil de administrar. Quer ver administrar sem dinheiro. Afirmou que já passou da hora de rever essa questão da regionalização. O povo de Oliveira está sendo prejudicado. Ainda vai dar uma casa de dois milhões para o hospital, sem precisão, e a Prefeitura paga aluguel no PSF do Centro. Disse que a prefeita comprou a casa, no finalzinho do mandato. Será que valeu dois milhões? Comprou mais para atender à saúde municipal. O hospital não é municipal; ele é um prestador de serviço. Então, não justifica repassar a troco de exames, porque você paga um aluguel de PSF de cinco mil por mês. Daria para pagar, hoje quase três cateterismos. Se a PPI não contempla, que a Prefeitura faça um credenciamento com o hospital, porque o deputado LL anunciou a hemodinâmica na época. Mas será que está fazendo cateterismos pelo SUS eletivo? Chegou a notícia até ele que não. Disse: não dê um patrimônio de dois milhões, outros prefeitos deram e hoje faz falta. O hospital não precisa dessa casa. Já tem um prédio de dez andares sendo construído. coloque o PSF no local, evitando um aluguel de cinco mil por mês. Daria para pagar, três cateterismos. Afirmou que ficam insistindo que foi o aumento do servidor que fez a prefeitura ficar na situação que está hoje. Mentira. Todos pinóquios, todos mentirosos. A narrativa deles é falaciosa: um projeto de lei dos cargos de diretor, porque aumentaram as creches e dos oficineiros. Os oficineiros já existiam no governo da Cristina. Eles pagavam uma terceirização de quarenta e sete mil, que, para ele, é estranho. Já existiam os oficineiros. Afirmou que confia na secretária da Fazenda. Ela é séria. Tem um impacto que ela previu com a criação de cargo de diretor, porque abriu creche, tem que contratar. A educação não pode parar. O oficineiro já incluído, o impacto com a folha é 49,54%. É um documento da Prefeitura, estimativa de impacto orçamentário, coordenador de despesa, prefeito, e está aqui a secretária também. Então, isso é narrativa falaciosa: falar que foi o impacto, que a situação da Prefeitura foi o aumento do servidor. Mentira, mentira! Deixou uma mensagem: esse governo que passou, o governo da Cristina, da ex-prefeita, ex-rainha da pracinha, se eles voltarem, vocês podem ter certeza de que eles vão tentar cortar os benefícios de vocês, da classe trabalhadora, das conquistas. Tem certeza absoluta. Eles nunca valorizaram os servidores. Disse que o transporte para os estudantes é outra narrativa falaciosa deles, é um projeto de 2013, do prefeito João da Madalena. Falaciosa! Então, se eles voltarem, eles vão acabar com a classe trabalhadora. As professoras, os monitores, os auxiliares de serviço ganhavam menos de um salário mínimo. No governo da Cristina, ganhavam menos que um salário. Hoje estão ganhando mais do que um salário. Afirmou que quem cancelou o LTCAT foi o R3 e a ex-prefeita Cristina Lasmar. no COVID, eles demitiram setenta professores sem avisar.Fecharam o comércio. Os vereadores que apóiam o grupo hoje aprovaram tudo. Disse que está na matéria do Facebook. O Juninho inaugurando a ETE lá embaixo, com a turma, falando bem da ETE. Que dia que ele reclamou que a ETE estava com mau cheiro na época da Cristina? Estava elogiando. Está aqui, está aí publicado no Facebook. São narrativas falaciosas para enganar a população. Tem que falar a verdade. Ele mesmo fala aqui, na fala dele, em 2023, que 98% do tratamento estava pronto e eles elogiando. Têm que ser coerentes em suas posições. Disse que o projeto do crematório está errado. Ele deixou seguir para mostrar que está errado, e a comissão não viu. Estão doando 17.000 m², sem a área edificada no artigo, e a comissão não viu. Passou na mão do Juninho, passou na mão do Cleyton, passou na mão da Comissão de Legislação e não viram. E não tem assinatura no projeto e não viram. E outra coisa: quando ele falou que a Comissão de Finanças teria que dar parecer no projeto do crematório, ninguém prestou atenção no que ele disse, porque a identificação que está no projeto é de 163 m², que é um elefante branco que o R3 deixou, quatrocentos mil, jogado fora, no meio do mato. Ainda falam que ele é um bom prefeito. Se ele fosse um bom prefeito, não teria um histórico de problemas na Justiça. Disse que 163 m² de construção não estão no artigo, e a comissão não viu. E também não tem avaliação do imóvel. Tem que ter avaliação do imóvel. Tem que estar no artigo a área construída para a Comissão de Finanças dar o parecer. Ele deixou até onde veio para mostrar essa irregularidade. Aqui é para respeitar a regra, tanto faz para o Executivo como para as comissões. Afirmou que ele não está na Casa para fazer política. Nesse momento, na altura deste campeonato, ele não precisa fazer política. Um vereador com seis mandatos, com a ajuda do povo, do povo. Porque ele não deve para ninguém. Ele não deve a empresário, não deve a político, não deve nada a ninguém. Ele deve à população. A população o conhece. Então, ele deve à população que votou nele. O dia em que ela não quiser votar em nele, ele não estará vereador, mas vai continuar seu trabalho para ajudar o próximo. O que ele faz é para Deus. E o que ele está fazendo para ajudar o próximo é para Deus.
*Trecho extraído da ata da sessão ordinária.