03/06/2026
O deputado Miguel Rossetto avalia que o modelo de pedágios do governador Eduardo leite é tão ruim que não interessa nem a sociedade e nem ao setor privado. “Esse modelo de pedagiamento acumula fracassos no Bloco 3 na serra gaúcha onde a população é vítima de quatro reajustes tarifários em 3 anos e meio de concessão e onde não há nenhum quilômetro duplicado. Todos os compromissos da concessionária para com os usuários que pagam suas tarifas não foram realizados. Nada do que foi planejado e contratado para ser entregue este ano iniciou”. Para Rossetto, são tarifas caras, ineficiência de obras e milhões em multas. “Felizmente o presidente Lula suspendeu essas multas”.
O Bloco 1, na região Metropolitana e Litoral, de acordo com o líder, também é tão ruim que o governo não consegue apresentar um projeto final, tamanha a resistência da sociedade. Essa é a terceira proposta que ele apresenta rejeitada pela sociedade e a última proposta que ele apresentou pela imprensa, ele retira a metade dos investimentos, mas mantém o pedágio alto, com R$ 1,5 bilhão do orçamento público.
O terceiro fracasso apontado pelo líder é a ausência de interessados para participar do edital do Bloco 2. “É uma bagunça a governança deste sistema que envolve Agergs, envolve o governo e secretarias com nada respondido e nada deliberado e quem paga é o interesse público, é o usuário, pois as obras não acontecem”, disse, acrescentando que esse debate deve ser aprofundado com a vinda do governador à CPI dos Pedágios, na próxima segunda-feira, dia 8.