26/06/2014
26/06 - DIA INTERNACIONAL DA LUTA CONTRA O USO E O TRÁFICO DE DR**AS E DIA NACIONAL DE COMBATE ÀS DR**AS
A ONU designou o dia 26 de junho como o Dia Internacional da Luta contra o Uso e o Tráfico de Dr**as. O Brasil adotou-o com o Dia Nacional de Combate às Dr**as, cujas comemorações nas escolas e entidades se estendem por mais de uma semana, tal a importância que o tema suscita em toda a sociedade.
Atualmente, obter informação sobre dr**as é muito fácil, pois o acesso aos meios de comunicação (televisão, revistas, internet etc.) é viável para todos, independentemente do nível econômico da pessoa. Se, por um lado, essa facilidade de informação pode ser esclarecedora quando as dr**as são abordadas com seriedade, por outro lado, pode ser uma porta aberta para o consumo delas, uma vez que há muitas propagandas a favor do vício, direta ou indiretamente, sobretudo nas novelas. Muitas vezes, os próprios pais incentivam seus filhos ao consumo de dr**as, por meio de exemplos pessoais ou mesmo por brincadeira.
Pais e educadores precisam estar bem informados sobre os perigos e as conseqüências das dr**as e conservar com os filhos de maneira franca, pois o diálogo é o melhor caminho.
A dependência química é uma doença crônica e reincidente, caracterizada pelo consumo compulsivo de dr**as. Por isso, é indispensável a ajuda de um profissional competente. Por mais que as dr**as sejam atraentes e prazerosas no início, a realidade do vício é bem diferente. O viciado passa por uma experiência terrível de angústia, insegurança e medo. A família sofre tanto quanto ele. Muitas delas são destruídas durante esse processo. O vício pode ser tratado, mas o sucesso desse tratamento depende de uma variedade de fatores.
O tráfico de dr**as movimenta muito dinheiro, razão pela qual não se pode negar que a empresa do narcotráfico seja altamente poderosa e perigosa. A campanha dos traficantes é mais eficaz do que todas aquelas efetuadas contra as dr**as. Por isso, não se deve ter a ilusão de que as dr**as serão combatidas facilmente. É preciso implantar outras medidas repressivas e, sobretudo, preventivas. É na família, portanto, que deve começar a luta contra o narcotráfico, com continuidade nas salas de aula, para que os jovens sejam reeducados e reintegrados ao convívio social, livres do vício e da violência.