28/02/2026
Duas cidades da baixada Fluminense tem o primeiro caso de MPOX confirmado.
A mpox voltou ao radar da saúde🚨
Só em 2026, o Brasil já registrou cerca de 90 casos confirmados da infecção, segundo o Ministério da Saúde, além de 171 notificações suspeitas em investigação.
No Rio Janeiro (SES-RJ) informou que, até o dia 24 de fevereiro de 2026, foram notificados 51 casos suspeitos de Mpox no estado. Desse total, 11 foram confirmados e não há registro de mortes. Entre os casos confirmados neste ano, dois ocorreram na Baixada Fluminense: um no município de Queimados e outro em Duque de Caxias.
Diante dos números, surge a dúvida:
Afinal, a mpox pode levar à morte? Qual é a taxa de letalidade da doença?
De acordo com o Ministério da Saúde, o cenário atual no país não é considerado alarmante. Até o momento, os casos confirmados são classificados como leves ou moderados, sem registros de quadros graves ou óbitos. Ainda assim, especialistas reforçam que a gravidade da doença depende de fatores como a variante do vírus e as condições clínicas do paciente.
Como se pega mpox?
Mpox: o que é mito e o que é verdade segundo especialistas ...
A mpox (varíola dos macacos) pega principalmente por contato direto com lesões, fluidos corporais (pus, sangue) e secreções respiratórias de uma pessoa infectada, especialmente durante contato íntimo ou sexual, mas também por contato com objetos contaminados (roupas, lençóis, toalhas) ou, menos comum, por gotículas respiratórias em contato prolongado, sendo que qualquer pessoa pode pegar. A transmissão também pode ocorrer de animal para humano e de mãe para feto.
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