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MORADORES DA RUA  SILVINO  LIRA  NO  ENGENHO DO MEIO, AGRADECEM AO VEREADOR  ADERALDO  PINTO  E  À  EMLURB RECIFE , PELA...
24/08/2024

MORADORES DA RUA SILVINO LIRA NO ENGENHO DO MEIO, AGRADECEM AO VEREADOR ADERALDO PINTO E À EMLURB RECIFE , PELA INSTALAÇÃO DE NOVOS POSTES COM LUMINÁRIAS LED , CONTRIBUINDO COM A SEGURANÇA PÚBLICA DO LOCAL.

02/06/2024

Professores e estudantes da UFPE fazem descobertas em sítio arqueológico no Engenho do MeioLocalizado na Zona Oeste do R...
27/03/2024

Professores e estudantes da UFPE fazem descobertas em sítio arqueológico no Engenho do Meio

Localizado na Zona Oeste do Recife, bairro foi construído no início do século XVII, época em que havia outros engenhos de açúcar na área então conhecida como Várzea do Capibaribe.

Em pleno campus da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) no Recife, há um sítio arqueológico onde professores e estudantes do Departamento de Arqueologia têm encontrado, nos últimos anos, vestígios de construções e itens diversos que ajudam a compreender a história da ocupação humana nessa parte da cidade.

O trabalho desenvolvido no local está relacionado ao projeto “Arqueologia Histórica no Engenho do Meio: Pesquisa, Ensino e Extensão Comunitária no Campus da UFPE”, que é coordenado pelo professor Scott J. Allen e a arqueóloga Carolina Sá. Outros docentes e estudantes da graduação e pós-graduação participam do projeto.

O Engenho do Meio foi construído no início do século XVII, época em que havia outros engenhos de açúcar na área então conhecida como Várzea do Capibaribe.

No século XIX, a Usina Meio da Várzea foi instalada no local e, com o passar do tempo, a própria Zona Oeste do Recife passou por várias transformações.

“Acho que quase ninguém que entra aqui na Federal imagina que tem um sítio aqui dentro”, estima a estudante de Arqueologia Regina Sousa, que é uma das monitoras das escavações.
Para quem faz parte desse grupo citado por Regina, segue uma indicação mais precisa da localização desse espaço de importância histórica: o Sítio Arqueológico Engenho do Meio f**a na área entre a parte de trás do Complexo de Convenções, Eventos e Entretenimento (CCEE) da UFPE, o Arruado do Engenho do Meio e o Centro de Informática (CIn).

No local, foi instalado um monumento indicando que ali existiu a residência do senhor de engenho João Fernandes Vieira, um dos líderes da Insurreição Pernambucana (1645-1654).

“A área que estamos escavando é a casa grande do Engenho do Meio. Temos séculos de ocupação nesse sítio e a casa grande testemunha todo esse tempo. Temos materiais arqueológicos recentes, escova de dentes, esse tipo de coisa, até as faianças mais antigas (faiança é um tipo de cerâmica branca, mais porosa que a porcelana). Muita cerâmica, louças, faianças finas, metais, ferraduras, tachas, pregos, material construtivo… Tudo o que podemos imaginar que fazia parte ou da arquitetura ou do cotidiano dos séculos 17, 18, 19 e 20”, afirma o professor Scott.

Arqueólogos da UFPE fizeram escavações no local na década de 1990, mas foi em 2018 que o Sítio Arqueológico Engenho do Meio começou a fazer parte das atividades didáticas do Departamento de Arqueologia de maneira mais constante, como uma escola de campo.

O lugar está no foco do ensino de duas disciplinas obrigatórias, sendo uma da Graduação (Métodos e Técnicas de Pesquisa Arqueológica III: Arqueologia Histórica) e outra da Pós-Graduação (Técnicas de Pesquisa Arqueológica I).
Além disso, as escavações no local criam oportunidades para a realização de atividades de outras disciplinas para graduandos e pós-graduandos (tais como Topografia Aplicada à Arqueologia, Educação Patrimonial e Laboratório, da Graduação, ou Sistemas de Informações Geográf**as Aplicados à Arqueologia, da Pós-Graduação, entre outras).

Da sala de aula para o campo
O professor Scott comenta que é “uma sorte muito grande ter um sítio arqueológico dentro do campus” para realizar atividades de ensino, pesquisa e extensão. Ele acrescenta que as aulas são pensadas buscando proporcionar aos estudantes a experiência de conhecer todas as etapas de um trabalho de campo.

Isso começa na montagem da malha, quando barbantes são utilizados para dividir o terreno em quadrículas, como um grande tabuleiro.

Esse procedimento contribui para o processo de registrar o que foi encontrado e onde. Com um equipamento eletrônico chamado estação total, são medidos ângulos e distâncias.

Quando a reportagem esteve no sítio arqueológico, também havia espaço para que os estudantes peneirassem a terra em busca de pequenos fragmentos.

Outra parte do grupo limpava e registrava informações sobre o que já havia sido encontrado em uma mesa próxima, junto com a arqueóloga Carolina Sá Espínola.
“É minha primeira prática com escavação e o professor Scott tem instruído bastante a gente, Carol também tem dado muita força. Cada região do sítio deve ser escavada de uma forma. Não tem como a gente aprender isso só com a teoria, tem que ser com a prática”, pontua a estudante Edjane Alencar.

O também estudante de graduação Felipe Wagner continua: “A gente já tinha feito escavação em sítio pré-histórico, lá no município de Igarassu, e as técnicas são completamente diferentes. Então, a experiência está sendo bem valiosa”.
“Está sendo um aprendizado incrível. Eu também tento me encaixar um pouco na topografia. Tem os métodos específicos do professor Scott para esta investigação. É até diferente um pouco do que fiz em outra escavação, com outros professores, porque cada um vai desenvolvendo o seu método”, explica a estudante de Graduação Isabela Maia.

Também faziam parte do grupo estudantes que já haviam concluído a disciplina obrigatória do curso, como a monitora Regina Sousa.

“Eu gosto muito de campo e é diferente a perspectiva de monitoria e de quem está escavando como aluno, então eu quis ver esse outro lado”, diz.
Esse também era o caso do mestrando Igor Gadelha: “Nesse semestre eu vim como voluntário, gostaria de aprender um pouco mais. Minha pesquisa também é em Arqueologia Histórica, aqui é um sítio histórico, tem sido uma experiência bem bacana. Hoje, o professor chamou a gente para escavar e resgatar esse vasilhame”.
A remoção orientada pelo professor Scott se deu a poucos metros da região demarcada por quadrículas.

“O Sítio não se restringe apenas à casa grande, é toda essa área. Então a ideia de mapear o subsolo (com prospecção geofísica) e, dependendo dos resultados, nós vamos estendendo as escavações, pesquisando outras áreas para obter mais informações sobre o Sítio, para entender essa paisagem do Engenho do Meio. Dessa forma, o projeto em si não tem prazo para terminar”, explica o docente.

“Tem alunos muito interessados em continuar escavando. Nós temos um contexto, sabemos que vai sair muito material arqueológico do cotidiano. Entendemos muito bem essa estratigrafia, que são aquelas camadas do solo. Aprendemos cada dia mais e tem muito material arqueológico para encontrar”, avalia o professor Scott.

Do sítio para o laboratório
Além da possibilidade de que novos itens sejam encontrados com a continuidade das escavações, existem outros desdobramentos do trabalho de campo. Isso porque o material descoberto pelo grupo é levado para o Laboratório de Arqueologia Histórica da UFPE, que f**a a poucos metros do local das escavações.
“Dentro do laboratório, temos estagiários, bolsistas, que higienizam os artefatos para que sejam expostos ou estudados, para pesquisas do TCC, mestrado e até pós-doutorado. Então, são todas etapas que podemos realizar de uma forma eficiente dentro da logística que nós temos”, ressalta o professor Scott.

“Nós temos o Laboratório de Educação Patrimonial que faz atividades, inclusive exposições. Temos uma pós-doutoranda (Cecília Barthel) que está sob minha supervisão vendo um projeto que seria basicamente a musealização do Engenho do Meio. Nós estamos focados nessa questão que é como podemos apresentar o sítio arqueológico para a comunidade, mas mantendo uma pesquisa arqueológica em andamento. Estamos muito animados com essa possibilidade da musealização do sítio”, conclui o professor Scott.

Créditos: https://www.diariodepernambuco.com.br/noticia/vidaurbana/2024/03/professores-e-estudantes-da-ufpe-fazem-descobertas-arqueologicas.amp.html

NOTÍCIAS SOBRE A SAÚDE DA NOSSA COMUNIDADE. BREVEMENTE,  ACONTECERÃO AS OBRAS DE REQUALIFICAÇÃO DA UNIDADE DE SAÚDE DA F...
07/03/2024

NOTÍCIAS SOBRE A SAÚDE DA NOSSA COMUNIDADE.

BREVEMENTE, ACONTECERÃO AS OBRAS DE REQUALIFICAÇÃO DA UNIDADE DE SAÚDE DA FAMÍLIA ENGENHO DO MEIO , DENTRO DO PROGRAMA DE EXPANSÃO DA ATENÇÃO BÁSICA DO RECIFE, ATRAVÉS DA PREFEITURA DO RECIFE/ SECRETARIA DE SAÚDE.

A ação ocorrerá dentro do programa de expansão da atenção básica do Recife, através do UNIDADE DE SAÚDE DA FAMÍLIA MAIS(USF+). A reforma acontecerá do piso ao teto, com climatização dos ambientes revestimento com cerâmica, garantia da acessibilidade e renovação dos equipamentos e mobília . Desde 2021, 127 unidades da rede municipal de saúde foram requalif**adas e outras 66 obras estão em andamento. É o programa Recife Cuida dando cara nova e tornando os ambientes mais funcionais e acolhedores para os usuários do SUS na capital.

Novos profissionais serão incorporados, o serviço passará a ter horário de atendimento ampliado: das 7h às 19h (o padrão é 8h às 17h), sem fechamento para almoço. O acréscimo de nova Equipe de Saúde da Família também estenderá o território de cobertura da unidade, levando atendimento para mais pessoas da região.


Lembramos que os/as Agentes comunitários(as) de saúde já estão fazendo o trabalho de contagem da população do Engenho do Meio. Através da contagem, haverá a reterritorialização do bairro visando a ampliação da área de abrangência.

Nós que fazemos o PROJETO DE MÃOS DADAS CIDADANIA E SOCIAL, estamos e estaremos acompanhando todo o processo de expansão e de melhorias do nosso serviço de saúde. Agradecemos a Prefeitura do Recife/ Secretaria de Saúde. Vamos todos juntos fortalecer o controle social visando o bem estar de todas as pessoas.

Essa luta deve ser de toda a sociedade. 🎯🦟🎯🦟🎯🦟🎯🦟🎯
06/03/2024

Essa luta deve ser de toda a sociedade. 🎯🦟🎯🦟🎯🦟🎯🦟🎯

Atenção para os vários locais de vacinação na nossa região.
26/10/2023

Atenção para os vários locais de vacinação na nossa região.

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