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Pesquisa Meio/Ideia: Lula recupera força, lidera a disputa e vive seu melhor momento em 2026Aprovação do presidente sobe...
05/08/2026

Pesquisa Meio/Ideia: Lula recupera força, lidera a disputa e vive seu melhor momento em 2026

Aprovação do presidente sobe, avaliação negativa do governo recua e Lula vence todos os adversários testados no segundo turno. Pesquisa também revela desafios entre jovens, homens, evangélicos e eleitores do Sul.

Por José Alfredo Carvalho — ex-vereador e coordenador da RedePT Brasil

A nova rodada da pesquisa Meio/Ideia, divulgada neste início de agosto, apresenta o melhor cenário para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva desde o começo da série histórica realizada pelo instituto.

A aprovação de Lula chegou a 48,5%, enquanto a desaprovação ficou em 49%. Na prática, os dois indicadores estão empatados. Em maio, a situação era bem diferente: apenas 44% aprovavam o presidente, diante de 53% que o desaprovavam.

A mudança representa uma recuperação política importante. Em poucos meses, Lula conseguiu reduzir uma diferença negativa de nove pontos para apenas meio ponto percentual.

A avaliação geral do governo confirma essa tendência. Os que consideram a administração ótima ou boa somam 36,6%, praticamente o mesmo percentual dos que a classificam como ruim ou péssima, 37%. Em maio, havia uma distância de quase 15 pontos entre os dois grupos.

Outro número relevante é o apoio à continuidade do presidente: 48% dos entrevistados afirmam que Lula merece permanecer no cargo por mais quatro anos, o maior percentual registrado pela pesquisa.

Não se trata ainda de uma eleição resolvida. Mas também já não é possível sustentar a narrativa de um governo isolado, sem capacidade de reação ou eleitoralmente derrotado. Lula recuperou competitividade, voltou a ocupar o centro da disputa e chega à reta decisiva como favorito.

Lula lidera o primeiro turno

No cenário estimulado de primeiro turno, Lula aparece com 43% das intenções de voto, contra 35% de Flávio Bolsonaro. Os demais nomes permanecem distantes: Ronaldo Caiado registra 5,7%, Renan Santos tem 4,7% e Romeu Zema aparece com 2,6%.

A pesquisa mostra que a polarização continua estruturando o processo eleitoral. Somados, Lula e Flávio concentram 78% das intenções de voto.

Na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Lula também lidera: tem 34,4%, contra 23% de Flávio Bolsonaro. Essa vantagem demonstra maior lembrança e consolidação do nome do presidente.

Vitória em todos os cenários de segundo turno

Lula vence todos os adversários testados em uma eventual segunda votação.

Contra Flávio Bolsonaro, o presidente aparece com 48,5%, diante de 43% do candidato da extrema direita. A vantagem é de 5,5 pontos percentuais.

Lula também supera Ronaldo Caiado por 48,5% a 40%; Romeu Zema por 48,5% a 37%; e Renan Santos por 48% a 34,7%.

Flávio Bolsonaro é o adversário mais competitivo, mas também possui a maior rejeição entre os nomes apresentados: 48% afirmam que não votariam nele de jeito nenhum. Lula aparece logo atrás, rejeitado por 47,4%.

Esse é um dos principais alertas da pesquisa. A força eleitoral dos dois primeiros colocados convive com uma rejeição elevada, demonstrando que a campanha será marcada pela disputa de um eleitorado que não se identifica integralmente com nenhum dos dois campos.

Mulheres e Nordeste sustentam a recuperação

A aprovação de Lula alcança 55,5% entre as mulheres, contra 43,1% de desaprovação. Entre os homens, a situação se inverte: 41% aprovam o presidente, enquanto 55,4% desaprovam.

Regionalmente, o Nordeste continua sendo a principal fortaleza do campo democrático e popular. Na região, a aprovação de Lula chega a 63,2%. No Sudeste, onde se encontra a maior parcela do eleitorado nacional, há equilíbrio: 46,3% aprovam e 50,9% desaprovam.

O Sul permanece como o território mais difícil para o governo, com aprovação de 30,9% e desaprovação de 66,8%.

A divisão religiosa também continua profunda. Entre os católicos, Lula possui aprovação de 57,9%. Entre os evangélicos, apenas 23,7% aprovam o presidente e 74,1% desaprovam sua atuação.

Os números mostram que o diálogo com os evangélicos não pode ser tratado apenas como tarefa eleitoral ou aproximação ocasional com lideranças religiosas. É necessário construir presença permanente nas comunidades, combater preconceitos, defender a liberdade religiosa e dialogar com a vida concreta das famílias.

Economia melhora, mas segurança exige resposta

A avaliação da economia também apresenta recuperação. O governo passou a ser considerado ótimo ou bom por 34,7% e ruim ou péssimo por 37,6%. A diferença, que já foi muito maior, caiu para menos de três pontos.

A educação é a área mais bem avaliada, com 40,7% de ótimo ou bom, diante de 29,4% de ruim ou péssimo.

Na saúde, os indicadores estão próximos do equilíbrio: 35,4% avaliam positivamente e 38,7% negativamente.

A segurança pública permanece como o principal ponto fraco. Apenas 28% consideram positiva a atuação do governo no setor, enquanto 44,8% a classificam como ruim ou péssima.

O governo precisa enfrentar o tema com firmeza, inteligência e políticas concretas contra o crime organizado, sem reproduzir o discurso autoritário e demagógico da extrema direita.

Favoritismo não significa eleição ganha

A pesquisa é positiva para Lula. O presidente recuperou aprovação, reduziu a avaliação negativa do governo, lidera o primeiro turno e vence todos os adversários no segundo.

Mas não há espaço para acomodação.

Lula ainda encontra dificuldades entre os homens, os jovens, os evangélicos, os eleitores das faixas intermediárias de renda e a população do Sul. A rejeição também permanece elevada.

O desafio é transformar a melhora dos indicadores econômicos e sociais em esperança concreta. O povo precisa sentir, no preço dos alimentos, no salário, no emprego, no acesso à saúde, à educação, à moradia e à segurança, que o Brasil está avançando.

A eleição deixou de ser uma batalha defensiva para Lula. O presidente recuperou a iniciativa e voltou a ser o favorito. A vitória, porém, dependerá de organização, mobilização popular, diálogo e capacidade de apresentar um projeto de futuro.

Não é hora de comemoração antecipada. É hora de ampliar a unidade, disputar cada consciência e defender a democracia diante daqueles que continuam colocando seus interesses familiares e políticos acima dos interesses do Brasil.

Pesquisa Meio/Ideia: 1.500 entrevistas realizadas por telefone entre 31 de julho e 3 de agosto de 2026. Margem de erro de 2,5 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. Registro no TSE: BR-04579/2026-BRASIL.



A matéria foi elaborada a partir dos dados integrais da pesquisa Meio/Ideia de agosto de 2026.

Bom dia!!Quarta-feira, 5 de agosto de 2026.O grande destaque dos jornais é a decisão do governo Trump de revogar o visto...
05/08/2026

Bom dia!!
Quarta-feira, 5 de agosto de 2026.

O grande destaque dos jornais é a decisão do governo Trump de revogar o visto de Maria Luiza Ribeiro Viotti, embaixadora do Brasil em Washington.

A diplomata não foi expulsa e pode permanecer nos Estados Unidos. Entretanto, caso deixe o país, não poderá retornar enquanto o visto não for restituído.

Washington apresenta a medida como “reciprocidade” pela negativa de vistos a dois funcionários americanos e pela demora brasileira em conceder o agrément a Daniel Perez, indicado por Trump para a embaixada em Brasília.

As justificativas não resistem aos fatos. O pedido de agrément tinha pouco mais de dois meses, os próprios Estados Unidos costumam levar meses para analisar indicações e não existe prazo obrigatório. Além disso, Trump anunciou publicamente o nome de Perez antes da concordância brasileira, quebrando o protocolo diplomático.

O governo brasileiro classificou as alegações como falsas e afirmou que a revogação integra uma escalada deliberada de medidas hostis, motivadas por razões ideológicas.

Em nossa avaliação, a questão de fundo é o interesse de Trump em interferir no ambiente eleitoral brasileiro. Depois das vitórias da direita em vários países da América do Sul, o Brasil tornou-se o grande troféu: uma democracia continental que a extrema direita gostaria de colocar sob o comando de um pau-mandado de Trump.

Mas isso não está combinado com o povo brasileiro.

Ainda na área internacional, Javier Milei voltou a atacar Lula. O governo decidiu que o embaixador Júlio Bitelli não retornará a Buenos Aires. A representação brasileira será comandada por um encarregado de negócios. Houve rebaixamento das relações diplomáticas, mas não rompimento.

Manchetes

Folha: Governo Trump revoga visto de embaixadora do Brasil nos EUA.
Washington diz que medida será revista após aval ao representante americano; Brasília chama alegações de falsas.

Estadão: Repasse de lobista a ex-chefe de gabinete amplia desgaste de Lula em meio à campanha.
Presidente pediu explicações ao ex-assessor, conhecido pelo apelido de Marcola.

O Globo: Governo Trump revoga visto da embaixadora do Brasil.
Gesto eleva a patamar inédito a crise diplomática entre os países. EUA falam em “ação recíproca”, e Planalto aponta hostilidade e interferência na eleição.

Valor: Governo Trump revoga visto da embaixadora do Brasil nos EUA.
Demora na aprovação do embaixador em Brasília e vistos negados a diplomatas foram os motivos alegados; governo Lula diz que justificativas são falsas.

Política

Folha: Lula vira alvo, mas mantém na campanha assessor que pegou dinheiro com amiga de Lulinha.
Ex-chefe de gabinete diz ter quitado empréstimo de R$ 249 mil com empresária investigada pela PF; Flávio, Caiado e Zema exploram o caso.

Marco Aurélio Santana Ribeiro afirmou que recebeu de Roberta Luchsinger um empréstimo pessoal de R$ 249 mil e que o valor já foi integralmente quitado. Disse possuir os registros bancários e colocou seus sigilos à disposição da Justiça.

O caso é politicamente grave e deve ser investigado. Mas a manchete transforma um empréstimo declarado em “repasse de lobista” e constrói uma cadeia de culpa por associação: Roberta é amiga de Lulinha, que é filho de Lula, e Marco Aurélio trabalhou com o presidente.

Até agora, não foi demonstrado que o dinheiro tenha relação com ato de governo, tráfico de influência ou vantagem ilícita. Lula cobrou explicações e manteve provisoriamente o ex-assessor na equipe de campanha.

Um esclarecimento necessário: Marco Aurélio é chamado de Marcola, mas não tem qualquer relação com o líder do PCC conhecido pelo mesmo apelido.

Flávio Dino autorizou o terceiro inquérito solicitado pela Polícia Federal para apurar suspeitas de tráfico de influência envolvendo Lulinha e pessoas de seu entorno. Inquérito é investigação, não comprovação de crime. A defesa nega irregularidades.

Folha: Eduardo Paes nacionaliza campanha ao defender vitória de Lula no Rio de Janeiro.
Discurso do candidato durante convenção do PT-RJ contraria estratégia anterior de distanciamento da disputa nacional.

Paes é candidato a governador, está coligado ao PT, comparece a uma convenção petista e defende a vitória de Lula. Notícia seria se tivesse ido ao encontro para pedir votos contra o presidente.

Folha: Cleitinho diz ter ouvido o Espírito Santo e volta a pedir candidatura ao governo de Minas, mas Republicanos veta.

Na segunda-feira, Cleitinho desistiu da candidatura, citando o luto pela morte do irmão e a necessidade de cuidar da família. Um dia depois, afirmou ter ouvido o Espírito Santo e voltou a reivindicar a vaga.

O luto e a fragilidade emocional precisam ser respeitados. Mas uma candidatura ao governo do segundo maior colégio eleitoral do país não pode ser anunciada, retirada e retomada diariamente. O Republicanos manteve o veto.

Folha: PL define chapa pura no Rio de Janeiro após desembarque no palanque de Flávio.

A incapacidade de consolidar alianças nacionais começa a produzir consequências nos estados. No Rio, o PL optou por uma composição própria depois que partidos do centro abandonaram o palanque presidencial de Flávio Bolsonaro.

Economia

Folha: Aliados pressionam Lula a defender ajuste fiscal durante a campanha.
Presidente indica estar convencido de que é necessário apertar as contas, mas deve adotar termo alternativo; Dario Durigan foi escalado para acalmar operadores do mercado.

Responsabilidade fiscal é necessária. “Ajuste”, porém, não pode funcionar como um nome mais agradável para cortes em aposentadorias, saúde, educação e investimentos sociais.

O governo precisa enfrentar o crescimento da dívida, mas também o custo imposto pelos juros elevados, as renúncias fiscais, os privilégios tributários e um sistema no qual os mais pobres pagam proporcionalmente mais impostos que os ricos.

O Globo: Crédito caro para investir.
Crise fiscal e instabilidade internacional levam a principal taxa do BNDES a uma máxima histórica.

A TLP, referência para os financiamentos do banco, ultrapassou 8% ao ano, além da inflação. O encarecimento restringe investimentos produtivos, modernização industrial, infraestrutura e geração de empregos.

O Globo: TLP alta estimula busca e oferta de linhas subsidiadas.
Juros elevados e tarifaço americano incentivam a procura por opções de financiamento abaixo das taxas de mercado.

Quando o custo financeiro torna o investimento produtivo praticamente inviável, o crédito direcionado deixa de ser privilégio e passa a funcionar como instrumento de política industrial. O mercado condena os subsídios, mas não oferece alternativa quando cobra juros incompatíveis com a produção.

Estadão: Mercado espera corte da Selic em ciclo ainda marcado por incertezas.
Recuo pontual da inflação sustenta previsão de novo corte de 0,25 ponto, mas economistas apontam o cenário de longo prazo e a guerra como fatores de estresse.

Das 60 instituições consultadas, 56 esperam que a Selic caia de 14,25% para 14% ao ano. Quatro projetam manutenção.

O corte é expectativa, não decisão. O resultado ficará fora do boletim até o anúncio oficial do Banco Central.

Internacional

Valor: EUA revogam visto da embaixadora brasileira em Washington.
Retaliação tem como alvos os vistos negados e a alegada demora em aprovar o representante americano.

Valor: Analistas esperam solução para crise somente após a eleição.

A avaliação reforça a dimensão eleitoral do conflito. A revogação do visto não é um episódio isolado, mas parte de uma sequência de pressões econômicas, diplomáticas e políticas exercidas pelo governo Trump contra o Brasil.

Folha: Decisão de revogar visto de embaixadora é gravíssima e anômala, afirmam diplomatas.
Washington leva meses para analisar pedidos de agrément, mais tempo do que espera o indicado de Trump; demora em outros casos não gerou retaliações diretas.

Folha: Medida sem precedentes piora relação Brasil-EUA de forma inédita.

A decisão rompe práticas elementares da diplomacia. Divergências sobre indicações costumam ser tratadas reservadamente. Transformar o visto de uma embaixadora em instrumento de pressão expõe o caráter político da retaliação.

O Globo: Relação bilateral vive pior momento desde a redemocratização.
Especialistas e diplomatas avaliam que o perfil de Daniel Perez não ajudou, mas que o Brasil também demorou a dar aval ao escolhido de Trump.

Perez é político republicano, aliado de Marco Rubio, sem experiência diplomática e publicamente alinhado à agenda trumpista. O governo brasileiro tem o direito de avaliar com cautela se ele possui condições para representar seu país sem atuar no processo eleitoral brasileiro.

O Globo: Esquerda resgata soberania; Eduardo cita “ego” do petista.
Direita procura responsabilizar Lula pela crise; base governista vincula o episódio ao clã Bolsonaro.

Eduardo Bolsonaro atribui a crise ao “ego” de Lula. É uma curiosa inversão de responsabilidades: defender as instituições e impedir interferência estrangeira vira “ego”; apoiar pressões de uma potência contra o próprio país é apresentado como patriotismo.

O Globo: Governo rebaixa nível diplomático com a Argentina.
Após novos ataques de Javier Milei ao presidente Lula, embaixador brasileiro não retornará a Buenos Aires.

Milei voltou a chamar Lula de “ladrão”, “corrupto” e “ex-presidiário”. Também participou de ato eleitoral no Brasil em apoio a Flávio Bolsonaro.

Brasil e Argentina continuam parceiros econômicos e integrantes do Mercosul. A redução da representação é uma resposta política aos ataques, não o rompimento das relações entre os dois países.

São Paulo

Folha e Estadão: Greve nas linhas concedidas da CPTM chega ao segundo dia.

As linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade operam parcialmente. Os trabalhadores reivindicam garantia escrita de preservação dos empregos durante a transferência das operações. O rodízio municipal continua suspenso.

Tarcísio chamou a paralisação de “aposta na baderna”. O governador tenta responsabilizar os ferroviários pelo caos sem reconhecer a origem do conflito: uma privatização cercada de falhas, insegurança trabalhista e problemas que obrigaram o Estado a reassumir temporariamente a operação.

Meio Ambiente

O Globo: Calor recorde.
Temperaturas extremas avançam pela Ásia e acendem alerta para incêndios.

Ondas de calor atingem vários países, provocam recordes sucessivos, restrições no abastecimento de água, riscos à saúde, perdas agrícolas e aumento dos incêndios florestais.

O planeta não enfrenta episódios isolados. A intensificação e a frequência dos eventos extremos mostram que a emergência climática já está presente e exige respostas imediatas dos governos.

RedePT Brasil
José Alfredo Carvalho
Ex-vereador e coordenador da RedePT Brasil

02/08/2026

Bom dia!!
Domingo, 2 de agosto de 2026.
Manchetes

Folha: Vício em bets afeta empresas com funcionários endividados e faltas.

O vício em apostas deixou de ser um problema individual. Empresas já registram aumento de faltas, queda de produtividade e afastamentos relacionados à ludopatia. O debate chega ao Tribunal Superior do Trabalho e reforça a necessidade de ampliar o tratamento aos dependentes e responsabilizar plataformas que lucram com publicidade agressiva.

Estadão: Dívida pública atinge o maior custo em dez anos.

O custo da Dívida Pública Federal chegou a 12,68% ao ano, impulsionado pela manutenção da Selic em patamar elevado.

Mais do que discutir apenas o tamanho da dívida, é preciso perguntar quem recebe esses juros. Enquanto o país destina centenas de bilhões ao sistema financeiro, faltam recursos para investimentos, infraestrutura e políticas sociais. Juros elevados também são uma escolha política.

O Globo: TSE discute limites para uso de inteligência artificial nas eleições.

O uso de um avatar de Jair Bolsonaro reacendeu o debate sobre deepfakes na campanha eleitoral. As próprias defesas de Bolsonaro afirmam que ele não autorizou o conteúdo.

A identificação de que um vídeo foi produzido por inteligência artificial não elimina, por si só, o risco de desinformação. Caberá ao TSE estabelecer critérios que preservem a liberdade de expressão sem comprometer a autenticidade do processo eleitoral.

Política
Tarcísio confirma candidatura e reforça vínculo com Bolsonaro

A convenção do Republicanos oficializou a candidatura de Tarcísio de Freitas à reeleição. Embora tenha evitado nacionalizar o discurso, o governador voltou a declarar publicamente seu apoio e admiração por Jair Bolsonaro.

Na campanha, Tarcísio tentará vender a imagem de gestor. A oposição deverá concentrar o debate nos resultados do governo paulista: privatizações, pedágios, educação pública, segurança e violência policial.

Lula participa da convenção do PT na Bahia

Durante o encontro estadual do partido, Lula pediu apoio às candidaturas de Jaques Wagner e Rui Costa ao Senado.

Jaques Wagner segue investigado no caso Banco Master, mas nega qualquer irregularidade e afirma que provará sua inocência.

A posição democrática continua sendo a mesma: investigação séria, respeito ao devido processo legal e presunção de inocência até decisão definitiva da Justiça.

PT oficializa candidatura de Lula à reeleição

O PT realiza hoje, em São Bernardo do Campo, o ato nacional que oficializa a candidatura de Lula.

A legenda pretende transformar o evento em demonstração de unidade política e também em resposta às pressões internacionais e às recentes declarações do presidente norte-americano Donald Trump sobre o Brasil.

A campanha começa formalmente, mas o principal desafio permanece o mesmo: transformar o favoritismo das pesquisas em mobilização permanente da militância.

PF e André Mendonça divergem sobre investigação envolvendo Lulinha

A Polícia Federal e o ministro André Mendonça vivem novo episódio de tensão institucional em torno das investigações relacionadas a Fábio Luís Lula da Silva.

A defesa nega qualquer irregularidade.

Independentemente do investigado, o princípio deve ser o mesmo: autonomia da Polícia Federal, controle judicial dentro dos limites legais e pleno direito de defesa.

Moro oficializa aproximação definitiva com o bolsonarismo

Em convenção do PL, Sergio Moro justificou sua aliança com Jair Bolsonaro afirmando que a prioridade é derrotar o PT.

Depois de romper com Bolsonaro em 2020, o ex-juiz retorna ao mesmo campo político. A aproximação praticamente encerra qualquer narrativa de independência construída desde sua saída do governo.

Economia
Tesouro sofre pressão dos juros elevados

Quase metade da dívida pública já está indexada à Selic.

Com investidores exigindo remunerações cada vez maiores, o Tesouro Nacional tem encontrado dificuldades para ampliar a emissão de títulos de longo prazo.

O cenário mostra que a política de juros elevados não apenas encarece a dívida pública, mas reduz a capacidade de investimento do Estado.

Caso Banco Master continua produzindo desdobramentos

A Ambipar pretende utilizar títulos recebidos do Banco Master para negociar parte de sua recuperação judicial.

O episódio demonstra que os reflexos da crise envolvendo o Master ainda estão longe de terminar e podem gerar novos impactos no sistema financeiro.

Internacional
Gaza

Mesmo após notícias sobre possível avanço nas negociações de cessar-fogo, ataques israelenses voltaram a matar civis palestinos.

Enquanto não houver acordo efetivo, a população continua pagando o preço mais alto da guerra.

Ucrânia

Novo ataque russo com mísseis e drones deixou mortos e dezenas de feridos em Kiev.

O conflito segue sem perspectiva imediata de solução, reforçando a necessidade de negociações diplomáticas capazes de interromper a escalada militar.

Editorial RedePT

As convenções partidárias deste fim de semana mostram que a disputa presidencial de 2026 entrou definitivamente em uma nova fase.

De um lado, Lula inicia oficialmente a caminhada pela reeleição sustentado por indicadores econômicos em recuperação e por uma ampla frente democrática.

Do outro, o campo bolsonarista procura reorganizar suas lideranças em torno de Tarcísio de Freitas, Flávio Bolsonaro e Sergio Moro, enquanto enfrenta investigações judiciais e dificuldades para renovar seu discurso.

Mais do que uma disputa entre candidatos, a eleição de 2026 tende a colocar frente a frente dois projetos distintos de Estado, de democracia e de desenvolvimento para o Brasil.

📲 Compartilhe este boletim. Informação de qualidade também é instrumento de participação política.

🔴 RedePT Brasil

José Alfredo Carvalho
Ex-vereador e coordenador da RedePT Brasil

30/07/2026

📢 NASCE A FRENTE AMPLA DE RIBEIRÃO PRETO!

A luta por um novo projeto para São Paulo e para o Brasil começou!

A RedePT publica a matéria que marca o lançamento da *Frente Ampla de Ribeirão Preto – Coligação Desperta São Paulo*, um movimento em defesa da democracia, da justiça social e da reconstrução do Estado, com o lema:

🇧🇷 Lula lá! Haddad cá!

Confira a análise completa, conheça os objetivos da Frente e participe dessa mobilização.

👉 https://redept.com.br/noticias/movimentos/frente-ampla-de-ribeirao-preto-nasce-para-derrotar-o-projeto-de-tarcisio-e-fortalecer-a-reconstrucao-do-brasil

📍 REUNIÃO ORGANIZATIVA

📅 Data: 13 de agosto (quinta-feira)
🕖 Horário: 19h
📍 Local: Avenida Santa Lúzia, 120 — Jardim Sumaré
☎️ Informações: (16) 9.9274-3313

Convidamos partidos, movimentos sociais, sindicatos, lideranças populares e todas as pessoas comprometidas com a democracia para participar da instalação da:

FRENTE AMPLA DE RIBEIRÃO PRETO
Coligação Desperta São Paulo

Não basta esperar a mudança. É preciso organizá-la.

✊ Participe. Organize-se. Mobilize-se.

São Paulo chegou a uma encruzilhada histórica. De…

PT de Ribeirão Preto lamenta a morte de Joaquim Alves de Rezende, democrata, humanista e servidor da cidadeO Partido dos...
29/07/2026

PT de Ribeirão Preto lamenta a morte de Joaquim Alves de Rezende, democrata, humanista e servidor da cidade

O Partido dos Trabalhadores de Ribeirão Preto manifesta seu profundo pesar pelo falecimento de Joaquim Alves de Rezende, companheiro de caminhada democrática, homem público, dentista, ex-vice-prefeito de Ribeirão Preto e referência de uma geração que compreendeu a política como instrumento de serviço, diálogo e compromisso com a vida do povo.

Joaquim Rezende pertenceu a uma linhagem de homens públicos que não separavam a atuação institucional da sensibilidade humana. Sua trajetória passou pela vida profissional, pela participação comunitária, pela gestão pública e pela defesa de uma cidade mais justa, mais humana e mais comprometida com o interesse coletivo.

Como ex-vice-prefeito e prefeito em exercício, Joaquim marcou presença em um período importante da história administrativa de Ribeirão Preto, especialmente nos anos em que a cidade viveu experiências de gestão democrática e popular. Sua atuação no poder público deve ser lembrada não apenas pelos cargos que ocupou, mas pela postura de respeito à coisa pública, de abertura ao diálogo e de compromisso com a população trabalhadora.

Sua passagem pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente e pela presidência do COMDEMA também revela um homem atento aos desafios do futuro. Joaquim esteve envolvido em debates sobre resíduos sólidos, meio ambiente e planejamento urbano, temas que exigem coragem, responsabilidade pública e visão de longo prazo. Em tempos de crise climática e de ataques aos bens comuns, lembrar sua atuação é também reafirmar que a defesa da vida passa pela defesa da cidade, da natureza, da saúde pública e da dignidade das comunidades.

Mas Joaquim Alves de Rezende foi mais que gestor, mais que político, mais que autoridade pública. Foi um homem de escuta. Em registro da Arquidiocese de Ribeirão Preto, aparece como terapeuta familiar e participante de reflexão sobre o exercício da escuta, ocasião em que relembrou sua juventude na Juventude Universitária Católica e defendeu a necessidade de ouvir, falar e construir consensos de paz. Esse traço resume muito de sua grandeza: Joaquim entendia que a democracia nasce da escuta, do respeito e da capacidade de reconhecer a humanidade do outro.

Para o PT de Ribeirão Preto, sua memória se soma à história de todos aqueles e aquelas que, em diferentes momentos, estiveram ao lado da democracia, dos trabalhadores, dos oprimidos e dos que mais precisam da presença do Estado. Joaquim foi parte dessa construção coletiva. Esteve presente nas lutas de sua geração e ajudou a afirmar uma ideia simples e poderosa: a política só tem sentido quando serve ao povo.

Neste momento de dor, o Partido dos Trabalhadores se solidariza com seus familiares, amigos, companheiros de jornada e com todos que conviveram com Joaquim Alves de Rezende. Que sua vida seja lembrada com respeito, gratidão e ternura.

A homenagem familiar diz que ele “tinha alma de poeta, amava a vida, amava os seus”. Talvez seja essa a melhor síntese de sua caminhada: um homem público que não perdeu a delicadeza; um democrata que fez da escuta uma forma de luta; um cidadão que ajudou a escrever páginas importantes da história política e humana de Ribeirão Preto.

Joaquim Alves de Rezende, presente!
Sua memória seguirá viva nas lutas democráticas, populares e humanistas de nossa cidade.

Partido dos Trabalhadores de Ribeirão Preto – SP
Diretório Municipal Fernando Alves Tremura Filho

🚨 AJUDE A RECONSTRUIR A SEDE HISTÓRICA DO PT DE RIBEIRÃO PRETO! ⭐O forte temporal que atingiu a cidade provocou graves d...
29/07/2026

🚨 AJUDE A RECONSTRUIR A SEDE HISTÓRICA DO PT DE RIBEIRÃO PRETO! ⭐

O forte temporal que atingiu a cidade provocou graves danos na sede do Partido dos Trabalhadores de Ribeirão Preto.

Patrimônio próprio do partido há 26 anos e uma das poucas sedes próprias do PT no Brasil, o espaço guarda parte importante da história das lutas democráticas, populares e sociais de toda a nossa região.

Mais do que recuperar paredes, telhados e salas, queremos preservar uma casa de memória, resistência, organização política e compromisso com o povo.

Por isso, o PT de Ribeirão Preto lançou oficialmente uma campanha de arrecadação para reconstruir sua sede.

Cada contribuição, de qualquer valor, ajuda. E cada compartilhamento fortalece esta corrente de solidariedade.

🔗 Leia a matéria, participe e compartilhe:
https://redept.com.br/noticias/midia/pt-lanca-campanha-de-reconstrucao-da-sede-historica-de-ribeirao-preto

Reconstruir a sede é manter a luta de pé! ✊❤️

Quem criou o SUS? 🔎O SUS não nasceu da vontade de uma pessoa só. Ele é resultado da luta do povo brasileiro, dos movimen...
28/07/2026

Quem criou o SUS? 🔎

O SUS não nasceu da vontade de uma pessoa só. Ele é resultado da luta do povo brasileiro, dos movimentos sociais, da Reforma Sanitária e de quem sempre defendeu saúde como direito, não como privilégio.

A Constituição de 1988 garantiu esse direito. E desde então, o SUS salva vidas todos os dias.

Informação também fortalece a democracia.

Você sabia disso?

Fernando Alves Tremura Filho agora dá nome à sede do Diretório Municipal do PT de Ribeirão Preto.Mais do que uma homenag...
23/07/2026

Fernando Alves Tremura Filho agora dá nome à sede do Diretório Municipal do PT de Ribeirão Preto.

Mais do que uma homenagem, um reconhecimento à trajetória de quem dedicou sua vida à defesa dos trabalhadores, dos direitos humanos e da organização popular.

Sua história permanece viva na casa que ajudou a construir e inspira as novas gerações a seguirem lutando por uma sociedade mais justa, democrática e solidária.

Fernando Tremura, presente. Hoje e sempre. ✊⭐
Leia a matéria completa em RedePT.com.br

Prestar contas também é fazer política. ✊Em plenária realizada na sede do PT de Ribeirão Preto, a deputada estadual Prof...
21/07/2026

Prestar contas também é fazer política. ✊

Em plenária realizada na sede do PT de Ribeirão Preto, a deputada estadual Professora Bebel Professora Bebel apresentou as principais ações do mandato na Assembleia Legislativa, ouviu lideranças, educadores, representantes sindicais e militantes da região, reforçando o compromisso com o diálogo permanente.

Um mandato popular se constrói assim: com escuta, presença e participação.

Como destacou a deputada:

“Nosso mandato popular na Alesp é assim: sempre em movimento.”

Seguimos fortalecendo a organização política, a defesa da educação pública, dos direitos dos trabalhadores e de um projeto comprometido com o desenvolvimento social de São Paulo.

Endereço

Avenida Barão Do Bananal, 2061
Ribeirão Prêto, SP
140092-066

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 17:00
Terça-feira 09:00 - 17:00
Quarta-feira 09:00 - 17:00
Quinta-feira 09:00 - 17:00
Sexta-feira 09:00 - 17:00

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