Arquivo Geral da Cidade do RJ

Arquivo Geral da Cidade do RJ Arquivo Geral da Cidade do RJ Em 1790, um incêndio criminoso nessa Casa destruiu grande parte do acervo arquivístico.

A origem do AGCRJ remonta à época da refundação da cidade, por Mem de Sá, no morro do Castelo em 1567, quando foi constituído o Arquivo da Câmara Municipal. O órgão tinha como finalidade guardar a documentação gerada e acumulada pela Câmara, que, obedecendo à legislação portuguesa, desempenhava tanto funções legislativas quanto executivas na administração da “muito leal e heroica cidade do Rio de

Janeiro”. No século XVIII, com o crescimento da cidade, a Câmara Municipal passou a deliberar sobre uma gama mais vasta de assuntos, passando a produzir um número maior de documentos versando sobre temas diversificados. Entretanto, os vereadores determinaram que fossem feitas cópias dos documentos relativos à municipalidade, existentes em outros órgãos administrativos, e conseguiram reconstituir uma parte da documentação perdida, especialmente os registros de terras, que foram o alvo principal do incêndio, já que continham informações sobre a propriedade de terrenos e de imóveis, em várias regiões da cidade.

O assunto do momento é Michael Jackson. Mas antes do filme, teve a passagem histórica do astro pelo Brasil. No acervo do...
31/05/2026

O assunto do momento é Michael Jackson. Mas antes do filme, teve a passagem histórica do astro pelo Brasil. No acervo do Arquivo Geral da Cidade, uma lembrança de quando o Rei do Pop dominou as manchetes. 👑📰

📂✨ A programação da 10ª Semana Nacional de Arquivos no Arquivo da Cidade já está no ar! No dia 10 de junho, o público po...
27/05/2026

📂✨ A programação da 10ª Semana Nacional de Arquivos no Arquivo da Cidade já está no ar! No dia 10 de junho, o público poderá participar gratuitamente de atividades que discutem gestão documental, preservação digital e os desafios contemporâneos dos arquivos na garantia de direitos e no fortalecimento da democracia.

Promovida anualmente pelo Arquivo Nacional, a Semana Nacional de Arquivos tem como tema em 2026 “Arquivos, democracia e justiça social”, reconhecendo os arquivos como instrumentos fundamentais para a consolidação da cidadania, a transparência pública e o enfrentamento das desigualdades históricas e sociais. 🗂️🏛️

Os encontros abordam desde a produção e preservação de documentos até os debates sobre soberania digital, acesso à informação e memória institucional, reforçando o papel estratégico dos arquivos enquanto espaços de gestão, preservação e acesso à informação.

🎟️ Evento gratuito
📍 Inscrições abertas
🔗 Link na bio e nos destaques!

Antes das chaminés, do movimento das fábricas e da expansão dos bairros operários, a cidade industrial começou no papel....
25/05/2026

Antes das chaminés, do movimento das fábricas e da expansão dos bairros operários, a cidade industrial começou no papel.

Entre o fim do século XIX e as primeiras décadas do XX, a industrialização transformou profundamente a paisagem do Rio de Janeiro e de outras regiões fluminenses. Linhas férreas, vilas operárias, galpões e complexos fabris passaram a reorganizar o território e o cotidiano urbano.

As plantas industriais preservadas pelo Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro revelam não apenas projetos técnicos, mas também uma visualidade própria da modernização: geometrias, escalas, traçados e formas que ajudaram a desenhar novas paisagens para a cidade.

Os registros apresentados nesta publicação integram a coleção fotográfica da Companhia América Fabril, grupo ligado ao desenvolvimento de localidades como Pau Grande, em Magé, e do Andaraí, na região da Grande Tijuca, entre outras áreas marcadas pela presença da atividade fabril.

Mais do que documentos, essas imagens ajudam a compreender como a indústria também produziu memória visual, arquitetura e cidade.

Entre traços, cenas urbanas e personagens do cotidiano, as obras de Jean-Baptiste Debret ajudam a construir uma memória ...
21/05/2026

Entre traços, cenas urbanas e personagens do cotidiano, as obras de Jean-Baptiste Debret ajudam a construir uma memória visual do Rio de Janeiro no século XIX.

Produzidas a partir da observação da vida cotidiana na então capital do Império, suas pranchas registram costumes, relações sociais, festas populares, atividades comerciais e a presença da escravidão nas ruas da cidade. Mais do que expressões artísticas, essas imagens se tornaram importantes documentos históricos sobre a formação urbana e social do Rio de Janeiro.

Entre os diversos documentos preservados no acervo do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro, estão as pranchas e litogravuras de Debret, que seguem contribuindo para pesquisas e para a preservação da memória da cidade.

́ria

Muito antes da limpeza urbana se tornar um serviço estruturado da administração pública, o Rio de Janeiro enfrentava sér...
19/05/2026

Muito antes da limpeza urbana se tornar um serviço estruturado da administração pública, o Rio de Janeiro enfrentava sérios desafios ligados ao descarte de resíduos e às condições sanitárias da cidade.

Ao longo do século XIX e das primeiras décadas do século XX, os serviços de coleta e varrição passaram por um processo de modernização que acompanhou o crescimento urbano, as reformas sanitárias e a transformação da capital federal.

Neste carrossel, reunimos imagens e documentos que ajudam a contar a história da limpeza urbana no Rio — desde a atuação de Aleixo Gary, que deu origem ao termo “gari”, até a consolidação de departamentos públicos responsáveis pela organização, planejamento e profissionalização desses serviços.

Hoje, no Dia Internacional dos Museus, celebramos instituições que preservam memórias, histórias e identidades coletivas...
18/05/2026

Hoje, no Dia Internacional dos Museus, celebramos instituições que preservam memórias, histórias e identidades coletivas.

E, para marcar a data, contamos a trajetória do Museu Histórico da Cidade, uma instituição irmã do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro.

Entre objetos, fotografias, obras e narrativas, o MHC ajuda a contar diferentes capítulos da história do Rio de Janeiro, mantendo viva a relação entre cidade, patrimônio e população.

Museus e arquivos caminham juntos: enquanto uns preservam vestígios materiais e experiências da vida urbana, outros guardam documentos e registros que ajudam a compreender o passado e construir o futuro.

Preservar memória também é preservar cidade 💙

📚 As inscrições para o dossiê temático da Revista do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro foram prorrogadas até o d...
18/05/2026

📚 As inscrições para o dossiê temático da Revista do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro foram prorrogadas até o dia 30 de junho!

A chamada convida pesquisadores, profissionais e estudantes a refletirem sobre os desafios contemporâneos da Arquivologia, com foco em temas como gestão documental, preservação e acesso aos documentos de arquivo.

Também são bem-vindas discussões sobre preservação digital, sistemas informatizados de gestão arquivística, relações entre público e privado e os diferentes suportes e formatos documentais na contemporaneidade.

🗂️ Quer contribuir para esse debate?
Submeta seu artigo e participe da construção de reflexões sobre memória, informação e preservação documental.

📌 Mais informações no link da bio.

FÁBRICA PAU GRANDE | MEMÓRIA INDUSTRIAL E VIDA OPERÁRIAA Fábrica Pau Grande, pertencente à Companhia América Fabril, mar...
15/05/2026

FÁBRICA PAU GRANDE | MEMÓRIA INDUSTRIAL E VIDA OPERÁRIA

A Fábrica Pau Grande, pertencente à Companhia América Fabril, marcou a história da industrialização fluminense e da formação de vilas operárias no estado do Rio de Janeiro. Instalada em Magé no fim do século XIX, a fábrica se consolidou como um dos principais polos têxteis do país, articulando trabalho, moradia e vida cotidiana em torno da produção industrial.

Ao redor da fábrica, desenvolveu-se uma vila operária com casas, escola, hospital, farmácia, clube recreativo e espaços de convivência destinados aos trabalhadores e suas famílias. Mais do que um centro de produção, Pau Grande representou um modelo de organização social e urbana que transformou profundamente a região.

As imagens e documentos preservados ajudam a compreender como o trabalho industrial moldou paisagens, relações sociais e modos de vida no Rio de Janeiro.

TRABALHO E CIDADE | O Instituto Profissional Feminino foi uma das principais instituições de formação profissional para ...
11/05/2026

TRABALHO E CIDADE | O Instituto Profissional Feminino foi uma das principais instituições de formação profissional para mulheres no Rio de Janeiro no início do século XX. Criado em 1897 e inaugurado em 1898, o espaço integrava um projeto público voltado à formação técnica feminina, em um momento de transformação da vida urbana e do mundo do trabalho.

As imagens preservadas pelo Arquivo da Cidade ajudam a compreender a inserção feminina no mercado de trabalho urbano, a valorização da costura como profissão e a relação entre educação e formação de mão de obra no contexto da industrialização.

Ao longo do mês, o editorial Trabalho e Cidade segue destacando diferentes profissões, espaços de trabalho e experiências que ajudaram a construir a cidade.

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