23/12/2025
Companheiras e companheiros,
Assumir hoje a coordenação do Setorial de Assistência Social do PT do Rio de Janeiro é uma honra enorme e uma responsabilidade política coletiva. Este setorial é fruto de luta, de resistência e do compromisso histórico do nosso partido com a classe trabalhadora e com quem mais precisa do Estado.
A Assistência Social precisa estar no centro do projeto político do PT. O SUAS não é favor, não é caridade: é direito, é política pública estruturante e é ferramenta fundamental no enfrentamento à pobreza, às desigualdades e à fome. Por isso, nossa tarefa é clara: pautar a Assistência Social no Partido e na atuação das nossas parlamentares e dos nossos parlamentares, garantindo orçamento, prioridade política e defesa permanente dessa política.
Quero agradecer ao companheiro Diego Zeidan, presidente estadual do PT RJ, e ao companheiro Alberes Lima, presidente municipal do PT, pela confiança, pelo diálogo e por compreenderem a importância estratégica deste setorial para o partido e para o povo do nosso estado.
Faço também um agradecimento muito especial às companheiras que me antecederam neste setorial, em especial à Margareth Dallaruvera. Na pessoa dela, agradeço a todas as militantes que trilharam um caminho árduo, que resistiram, organizaram, insistiram e garantiram que hoje este Setorial de Assistência Social tivesse reconhecimento, estrutura e lugar dentro do PT. Nada do que estamos vivendo hoje começou agora — é continuidade de luta.
É também uma honra enorme compor esta gestão com essa galera combativa, que hoje toma posse comigo nos seus respectivos setoriais. Essa diversidade de lutas, pautas e trajetórias fortalece o partido e nos prepara para os enfrentamentos que virão.
E eles já estão postos. As eleições de 2026 serão decisivas. Não se trata apenas de eleição, mas de projeto de país. Nosso compromisso é inequívoco: reeleger o presidente Lula. Defender Lula é defender a democracia, o combate à fome, a redução das desigualdades e a consolidação das políticas públicas. Sem Lula, não há reconstrução; sem Lula, o SUAS volta a ser ameaçado.
Recebo essa tarefa com coragem... (Segue no post)