28/05/2026
A violência estatal também pode acarreta violência de gênero.
Nas favelas e periferias, operações violentas, abordagens abusivas e a ausência de políticas públicas impactam de forma desproporcional a vida das mulheres, das famílias e dos profissionais da educação.
Muitas mulheres são as “vítimas ocultas” dessa realidade: convivem com o medo constante, sofrem violência física e psicológica, enfrentam o luto pela perda de familiares e lidam com a interrupção de direitos básicos, como o acesso à saúde, à educação e à assistência social.
Por isso, falar sobre violência estatal é também falar sobre desigualdade, racismo estrutural e garantia de direitos.
Se você passou ou presenciou situações de violência policial, procure orientação. A Ouvidoria da Defensoria Pública está disponível para escutar, acolher e encaminhar sua demanda. ⚖️📢💜
Reconhecer essa violência é fundamental para transformarmos o cuidado em saúde.
📞 Ligue 180 — Central de Atendimento à Mulher (orientações e encaminhamentos)
📞 Ligue 190 — em casos de emergência
📍 Procure a Defensoria Pública ou a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) mais próxima
Esse conteúdo faz parte da Cartilha Ouvidoria Delas, da Ouvidoria da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro, que promove informação, acolhimento e acesso a direitos.