18/08/2026
Se a inteligência artificial já pode assumir parte da tarefa mecânica da fase preparatória, porque ainda empregamos tanto tempo realizando manualmente atividades que podem ser automatizadas?
O uso de ferramentas baseadas em ia nas contratações públicas é um caminho sem volta. A discussão, portanto, já não deve se limitar a usar ou não usá-la. As questões agora são outras: quando usar, para que usar, qual ferramenta escolher e quais as combinações entre elas podem produzir melhores resultados.
Também é preciso cautela com os anúncios de soluções quase milagrosas. Não existe um “Prompt mágico“ capaz de resolver qualquer problema da contratação pública. Existem bons comandos, técnicas e estruturas que melhoram muitos resultados.mas mesmo um bom comando precisa ser refinado diante das particularidades de cada caso concreto.
Na fase di planejamento das contratações, as possibilidades já são bastante amplas.reuni cinco conjunto de atividades nas quais AA pode ser muito útil pra reduzir o trabalho mecânico e repetitivo. Bem utilizadas, libera tempo do agente público para aquilo que efetivamente exige sua capacidade intelectual: analisar, interpretar, comparar alternativas, contextuais e decidir.
Mas lembrem-se: o olhar crítico a validação e a responsabilidades permanecem humanos.
Na sua rotina de trabalho, qual atividade da fase preparatória você considera que mais poderia se beneficiar da automação por ia?