02/09/2026
Setembro traz duas causas de extrema relevância para a saúde pública e para o universo do cuidado com a pessoa idosa: o Setembro Amarelo, focado na prevenção ao suicídio e na saúde mental, e o Setembro Lilás, dedicado à conscientização sobre a Doença de Alzheimer e outras demências.
Embora abordem diagnósticos e desafios diferentes, ambas as campanhas compartilham um ponto central e transformador: o poder da informação, da fala e da escuta.
Na velhice, o isolamento e as mudanças cognitivas ou emocionais muitas vezes acontecem de forma silenciosa. A perda de memória ou de autonomia causada pelas demências pode gerar sentimentos intensos de angústia, solidão e perda de sentido — fatores que impactam diretamente a saúde mental. Por isso, enxergar o idoso em sua totalidade exige integrar a atenção à mente e à cognição.
🔸️Informação que acolhe: A informação correta combate o estigma. Compreender os sinais do Alzheimer e os sintomas da depressão permite identificar necessidades precocemente e oferecer o suporte adequado.
🔸️Espaço para a fala: Garantir que o idoso, a família e a equipe possam expressar sentimentos, medos e angústias sem julgamentos.
🔸️Escuta ativa e afetuosa: Ouvir com atenção e empatia é uma das ferramentas mais poderosas no cuidado diário. Uma escuta atenta valida histórias de vida, preserva a dignidade e fortalece o bem-estar emocional.
Falar sobre saúde mental e apoio às demências é um compromisso contínuo com a vida, o respeito e a qualidade de vida da pessoa idosa.
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