Rodrigo Azevedo

Rodrigo Azevedo Escritor Brasileiro e carioca! Venha contribuir com a luta pela construção do Socialismo, rumo ao Comunismo.

Distrital do Partido Comunista do Brasil na região de Campo Grande, Guaratiba, Sepetiba e Santa Cruz, bairros da zona oeste da cidade do Rio de Janeiro.

A 12 anos começava uma caminhada de ensino e aprendizagem!Aprender é vida!❤️❤️❤️❤️
24/05/2026

A 12 anos começava uma caminhada de ensino e aprendizagem!
Aprender é vida!❤️❤️❤️❤️

23/05/2026

Segundo site, parte do salário de ex-assessora na Câmara teria sido usada para pagar até fatura de cartão de crédito de mulher de deputado; procurado, Mário Frias ainda não se manifestou > https://x.gd/rPOL8

23/05/2026

Ex-presidente do STF reconhece que suspeitas geram percepção negativa, mas defende que a Corte mantém transparência e fundamentação em suas decisões

Leia mais em -> https://x.gd/xQygh

Haja detergente!!!!!A família que se vendeu como símbolo da “nova política”, da moralidade e do combate à corrupção, mai...
13/05/2026

Haja detergente!!!!!

A família que se vendeu como símbolo da “nova política”, da moralidade e do combate à corrupção, mais uma vez aparece envolvida em denúncias, contradições e relações obscuras com o poder econômico.
Da rachadinha às suspeitas envolvendo milícias.
Do escândalo das joias ao uso político da máquina pública.
Da defesa irresponsável da cloroquina durante a pandemia ao incentivo de absurdos que levaram até seguidores a ingerirem produtos de limpeza acreditando em “tratamentos milagrosos”.
Do cancelamento de marcas como Havaianas e ataques a empresas por pura guerra ideológica, até agora o escândalo envolvendo o Banco Master e as relações da família Bolsonaro com Daniel Vorcaro.
Durante anos, tentaram jogar no colo de Lula e do atual governo toda e qualquer crise financeira, dizendo que existia um “esquema do governo”. Mas as investigações e os áudios revelados mostram Flávio Bolsonaro pedindo recursos milionários ao banqueiro para financiar um filme sobre Jair Bolsonaro, justamente em meio a investigações da Polícia Federal.
O discurso era de patriotismo e honestidade. A prática parece sempre envolver privilégios, relações suspeitas, influência política e blindagem entre aliados.
Enquanto milhões de brasileiros enfrentavam desemprego, fome e sofrimento na pandemia, o país assistia:
incentivo à cloroquina sem eficácia comprovada;
ataques à ciência;
desinformação;
politização da vacina;
e uma máquina de fake news funcionando diariamente.
Agora surge mais um capítulo que desmonta a narrativa de “família incorruptível”.
Quem gritava “acabou a corrupção” precisa explicar: acabou para quem?
A verdade é que o bolsonarismo construiu uma imagem baseada em ataques, ódio e moralismo seletivo. Mas, toda vez que as investigações avançam, aparecem novas ligações, novos escândalos e novas contradições.
O Brasil merece política séria, responsabilidade e compromisso com a verdade, não culto de personalidade financiado por banqueiros investigados.

10/05/2026
Entre o Altar e o Palanque: Quando a Fé é Instrumentalizada pelo Poder Político.A imagem fala por si e, ainda assim, exi...
04/05/2026

Entre o Altar e o Palanque: Quando a Fé é Instrumentalizada pelo Poder Político.
A imagem fala por si e, ainda assim, exige reflexão. Não se trata apenas de homens ajoelhados em um templo. Trata-se da exposição pública de uma fusão perigosa. A fé é transformada em instrumento político, e a política se apresenta revestida de espiritualidade.

O espaço que deveria ser consagrado exclusivamente à adoração, à transcendência e à comunhão com Deus é convertido, de forma explícita ou simbólica, em palco de legitimação de projetos de poder. O altar, que carrega um significado sagrado, passa a operar como extensão de palanque. Isso não é um detalhe. É uma distorção profunda.

A cena não é neutra. Ela comunica autoridade espiritual associada a figuras públicas, reforça vínculos de confiança religiosa com interesses políticos e, ainda que de maneira indireta, pode induzir posicionamentos eleitorais. Quando líderes religiosos e agentes políticos se misturam dessa forma, especialmente em ambientes de culto, surge um problema sério. Trata-se da instrumentalização da fé.

Aqui está um ponto decisivo. Em um país como o Brasil, onde a legislação eleitoral proíbe campanha antecipada e o uso de espaços religiosos para favorecimento político, situações como essa levantam questionamentos jurídicos relevantes. Dependendo do contexto, incluindo falas, gestos e eventuais pedidos de apoio, pode haver indícios de abuso de poder religioso ou propaganda eleitoral irregular.

O problema, porém, não é apenas legal. É também ético e histórico.

Ao longo das últimas décadas, o Estado do Rio de Janeiro tem sido governado majoritariamente por forças políticas alinhadas à direita, muitas delas com forte apoio de setores religiosos. O histórico é amplamente conhecido. Há sucessivos escândalos de corrupção, governadores afastados, presos ou condenados, além de crises estruturais na segurança pública e colapsos em áreas essenciais como saúde e educação.

Diante disso, surge uma contradição evidente. Como um discurso moral rígido, frequentemente mobilizado nos púlpitos, convive com práticas políticas marcadas por irregularidades. Como se sustenta a retórica de defesa da família, da fé e dos chamados bons costumes enquanto a gestão pública revela falhas graves e aprofundamento das desigualdades.

A imagem, portanto, não é apenas simbólica. Ela é reveladora de uma lógica em que a fé, em vez de ser espaço de consciência crítica e transformação, pode ser utilizada como ferramenta de influência e legitimação de poder.

Isso exige atenção. Quando o fiel deixa de exercer sua autonomia crítica e passa a transferir decisões políticas para lideranças religiosas, seja por medo, pressão moral ou manipulação emocional, a democracia se fragiliza.

A fé não pode ser moeda de troca.
O púlpito não pode ser extensão de gabinete.
O voto não pode ser resultado de coerção espiritual.

Questionar essa dinâmica não é atacar a religião. É defender a integridade dela.

Antes de atribuir todos os problemas a um único campo político, é necessário olhar para a história concreta, para as práticas e para as alianças construídas ao longo do tempo. Preservar a liberdade de consciência é essencial.

Quando o sagrado é capturado pela lógica do poder, perde-se não apenas a ética pública. Perde-se também o próprio sentido da fé.



















Todo sábado é uma alegria, está reunido com meus irmãos!Bora!
03/05/2026

Todo sábado é uma alegria, está reunido com meus irmãos!
Bora!

20/04/2026

Um momento para a eternidade Rubro-Negra. Obrigado Oscar 🖤

Idéia!Só para, só para, só para!
09/04/2026

Idéia!
Só para, só para, só para!

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