FUNBIO Na esfera pública, visam consolidar políticas de conservação e viabilizar programas de financiamento ambiental.

O Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO) é um fundo nacional privado, sem fins lucrativos, que trabalha em parceria com os setores governamental e privado e a sociedade civil para que recursos sejam destinados a iniciativas de conservação. O Fundo Brasileiro para a Biodiversidade, FUNBIO, é uma associação civil sem fins lucrativos, que iniciou sua operação em 1996. É um mecanismo financei

ro inovador, criado para desenvolver estratégias que contribuam para a implementação da Convenção da Diversidade Biológica (CDB) no Brasil. Ao longo dos seus 27 anos de operação, o FUNBIO atua como parceiro estratégico do setor privado, de diferentes órgãos públicos estaduais e federais e da sociedade civil organizada. Essas parcerias viabilizam os investimentos socioambientais das empresas e a redução e mitigação de seus impactos, bem como o cumprimento de suas obrigações legais. Horário de funcionamento: de 2ª a 6ª, das 9h às 18h.

Em diferentes biomas brasileiros, o enfrentamento aos incêndios começa com o apoio de pessoas que conhecem e vivem seus ...
01/06/2026

Em diferentes biomas brasileiros, o enfrentamento aos incêndios começa com o apoio de pessoas que conhecem e vivem seus territórios todos os dias.

Brigadistas comunitários, lideranças locais e organizações se preparam para prevenir e responder ao fogo e, com isso, fortalecer a proteção da biodiversidade e das comunidades. Com iniciativas apoiadas por projetos como o GEF Terrestre e o Programa COPAÍBAS, essas ações passam a contar com mais estrutura e formação.

Seja por meio da organização e formação de brigadas ou da recuperação de áreas afetadas, as soluções são construídas em conexão com as realidades locais, articulando conhecimento e conservação ambiental.

O FUNBIO segue apoiando iniciativas que unem conservação, conhecimento local e fortalecimento comunitário para enfrentar os desafios climáticos em diferentes regiões do Brasil.

No litoral paraense, comunidades que vivem da pesca, do açaí e do extrativismo mostram, na prática, o que significa bioe...
29/05/2026

No litoral paraense, comunidades que vivem da pesca, do açaí e do extrativismo mostram, na prática, o que significa bioeconomia. O doutorando da Universidade Federal do Pará (UFPA), Jorge Alexandre Melo da Silva, mergulha na realidade da Reserva Extrativista Marinha de Mocapajuba (PA) para entender como esses modos de vida geram renda e sustento às famílias ao mesmo tempo em que contribuem para a conservação da floresta.

Selecionado na edição de 2025 do Programa Bolsas FUNBIO – Conservando o Futuro, por meio do Programa Fonseca de Liderança, do inglês), Jorge busca usar seus dados para fortalecer a governança local e a sociobiodiversidade na área protegida federal.

Conheça a pesquisa no nosso site, link na bio.

Foto: Jorge Alexandre/Arquivo Pessoal

No litoral do Rio de Janeiro, tradição e inovação navegam lado a lado. Em comunidades pesqueiras de Arraial do Cabo e Sã...
28/05/2026

No litoral do Rio de Janeiro, tradição e inovação navegam lado a lado.

Em comunidades pesqueiras de Arraial do Cabo e São Francisco de Itabapoana, pescadores artesanais passaram a utilizar energia solar em suas embarcações. Seja durante a pesca noturna de lula ou nas longas navegações de pesca, a mudança trouxe mais autonomia e segurança para quem vive do mar, reduziu custos com combustível e diminuiu a poluição sonora e ambiental causada pelos antigos geradores a diesel e gasolina.

Com apoio do projeto Educação Ambiental, as iniciativas SustentaMar e Pescando Sol, equiparam centenas de barcos com tecnologia solar, fortalecendo uma pesca artesanal mais sustentável, segura e alinhada à conservação marinha. ⚓

🔗 Leia a matéria completa, link na bio.

A realização do projeto Educação Ambiental é uma medida compensatória estabelecida pelo Termo de Ajustamento de Conduta de responsabilidade da empresa PRIO, conduzido pelo Ministério Público Federal – MPF.

Mesmo reduzida a fragmentos de sua cobertura original, a Mata Atlântica segue essencial para a segurança hídrica, a esta...
27/05/2026

Mesmo reduzida a fragmentos de sua cobertura original, a Mata Atlântica segue essencial para a segurança hídrica, a estabilidade climática e a conservação da biodiversidade brasileira.

O FUNBIO apoia iniciativas voltadas à restauração florestal, criação e consolidação de áreas protegidas e fortalecimento de mecanismos financeiros para conservação em diferentes territórios da Mata Atlântica, como o Fundo da Mata Atlântica (FMA-RJ), o Parque Ecológico Mico-Leão-Dourado e ações de restauração apoiadas pelo Finaclima-SP.

Neste Dia da Mata Atlântica, reforçamos a importância de conservar um bioma fundamental para o equilíbrio ambiental e para a vida de milhões de brasileiros.

Ao longo de quase 30 anos de atuação, criamos conexões para conservar o futuro. O Relatório Anual 2025 do FUNBIO apresen...
26/05/2026

Ao longo de quase 30 anos de atuação, criamos conexões para conservar o futuro.
O Relatório Anual 2025 do FUNBIO apresenta os principais resultados de uma trajetória construída em parceria com comunidades, povos indígenas, organizações da sociedade civil, setor público, iniciativa privada e pesquisadores de todo o país.

Ao longo de quase três décadas, o FUNBIO consolidou um portfólio com 792 projetos, apoiou 561 unidades de conservação e contribuiu para iniciativas em todos os biomas brasileiros, fortalecendo a restauração ecológica, a sociobiodiversidade, o conhecimento científico e a proteção de territórios indígenas e tradicionais.

Mais do que números, este relatório reflete histórias, alianças e transformações construídas coletivamente para conservar o futuro. Acesse o conteúdo completo aqui no link na bio ou em funbio.org.br/funbio-30-anos

O trabalho das fiandeiras, tingideiras e bordadeiras da Associação Cores do Cerrado, da Central Veredas, foi destaque  ....
25/05/2026

O trabalho das fiandeiras, tingideiras e bordadeiras da Associação Cores do Cerrado, da Central Veredas, foi destaque . O jornal Estado de Minas contou, em reportagem, como o coletivo de mulheres artesãs de Uruana, no Noroeste mineiro, produz peças de algodão bruto, tingidas com matéria-prima local, como cascas de baru e tingui.

O talento da urucuiana Vanderlúcia Martins Soares, de 69 anos, que usa fibras de buriti para fazer porta-joias, caixas e bolsas, também mereceu registro no jornal.
A publicação mostrou que cidades como Uruana de Minas, Urucuia, Formoso, Chapada Gaúcha e Morrinhos, todas elas ao redor do rio Urucuia, ainda hoje mantêm, com apoio de cooperativas como e Veredas, tradições que remontam ao universo do livro “Grande sertão: Veredas”, de Guimarães Rosa, que completa 70 anos de publicação este mês.

A COPABASE e a Central Veredas são apoiadas pelo , que tem o FUNBIO como gestor técnico e financeiro e a Iniciativa da Noruega para Clima e Florestas (NICF) como financiadora.

O FUNBIO foi homenageado com o Prêmio Muriqui 2026, um dos mais relevantes reconhecimentos na área ambiental no país. A ...
22/05/2026

O FUNBIO foi homenageado com o Prêmio Muriqui 2026, um dos mais relevantes reconhecimentos na área ambiental no país. A conquista carrega um duplo simbolismo: coincide com a celebração dos 30 anos de atuação da instituição e remete diretamente à espécie que inspirou parte da trajetória científica da secretária-geral do FUNBIO, Rosa Lemos de Sá.

“Receber o prêmio Muriqui traz satisfação e também muitas lembranças. Lembranças pessoais da minha vida de pesquisadora. Nos anos 80 e 90, eu fiz trabalho de campo com muriquis, e tive o privilégio de contribuir para o PAN dessa espécie endêmica do Brasil”, afirma Rosa Sá Lemos, Secretária-geral do FUNBIO.

Endêmicos do Brasil e atualmente ameaçados de extinção, os muriquis são primatas conhecidos por seu comportamento colaborativo e pacífico, características que norteiam a atuação do FUNBIO, pautada pelo diálogo e pela cooperação entre múltiplos atores em favor da conservação da biodiversidade.

Na primeira foto, Rosa Lemos de Sá com Carol Marques e Mary Sorage Praxedes, da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica. E na segunda, com Clayton Lino, especialista em Patrimônio Ambiental Urbano e manejo de áreas naturais protegidas.

Foto: Helio Hara/FUNBIO

A biodiversidade está presente em todos os sistemas que tornam a vida possível: na água, nos alimentos, na regulação do ...
22/05/2026

A biodiversidade está presente em todos os sistemas que tornam a vida possível: na água, nos alimentos, na regulação do clima, nos oceanos, nas florestas e nos territórios protegidos por povos e comunidades tradicionais.

Neste Dia Internacional da Biodiversidade, o FUNBIO reforça a importância de investir em soluções que conectem conservação e desenvolvimento sustentável.

Há quase 30 anos, atuamos para viabilizar recursos estratégicos destinados à proteção da biodiversidade em todos os biomas brasileiros, apoiando iniciativas em todo o Brasil e fortalecendo parcerias que transformam conservação em ação concreta.

A  inaugurou a primeira estação hidrometeorológica no Parque Nacional do Pantanal Matogrossense, localizada na divisa do...
15/05/2026

A inaugurou a primeira estação hidrometeorológica no Parque Nacional do Pantanal Matogrossense, localizada na divisa do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

O equipamento adquirido por meio do apoio do GEF Terrestre passa a registrar em tempo real dados climáticos e fluviais essenciais para a gestão do parque, que tem características únicas do bioma. “A gente vai poder correlacionar períodos maiores ou menores de enchente com a abundância de fauna, com a dinâmica das populações de peixes, com projetos de restauração de vegetação” destaca Nuno Rodrigues da Silva, chefe do Parque Nacional do Pantanal Matogrossense.

A parceria do GEF Terrestre também já ampliou a capacidade operacional do parque com embarcações e equipamentos para as brigadas de incêndio.

O GEF Terrestre é coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente () e tem o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) como agência implementadora e o FUNBIO como agência executora.

14/05/2026

O FUNBIO acompanhou as gravações do na Terra Indígena Tremembé da Barra do Mundaú, em Itapipoca (CE), contemplada no Projeto YWY IPURANGUETE, iniciativa voltada à conservação da biodiversidade e à valorização dos saberes tradicionais.

O educador indígena, Ezequiel Nascimento, participou e contou como foi receber a equipe do GEF, reunindo a comunidade e lideranças no registro de práticas, histórias e conhecimentos que fazem parte da identidade do povo Tremembé. Acompanhe ▶️

YWY Ipuranguete é uma iniciativa do Ministério dos Povos Indígenas com recursos do Fundo do Marco Global para a Biodiversidade, tem o FUNBIO como agência implementadora e o como executor.

Todos juntos pela conservação dos territórios indígenas 🏹

Endereço

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Rio De Janeiro, RJ
22270-010

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Terça-feira 09:00 - 18:00
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