Avante Bancário

Avante Bancário Avante Bancário é de responsabilidade da UC, Unidade Classista.

A Unidade Classista é uma corrente sindical da esquerda revolucionária que atua com a perspectiva de ajudar no processo de organização dos trabalhadores para o enfrentamento aos ataques que o sistema capitalista e seus gestores nos impõem.

A história do ilustre músico teve um início trágico, com a morte da mãe quando antes dele completar dois anos, e foi fei...
26/10/2024

A história do ilustre músico teve um início trágico, com a morte da mãe quando antes dele completar dois anos, e foi feita de inspiração e talento que o levaram à glória. A história de Milton Nascimento, nascido em 26 de outubro de 1942, no Rio de Janeiro, guarda em si um tanto de poesia.

A Portela homenageará o cantor e compositor Milton Nascimento no Carnaval de 2025 com o samba-enredo "Cantar será buscar o caminho que vai dar no Sol". A canção vencedora do concurso foi "Anjo negro é o sol que faz a Portela cantar", de Samir Trindade e parceiros.
O enredo é inspirado em um trecho do clássico da MPB, Bailes da Vida, e é uma composição coletiva de Samir Trindade, Fabrício Sena, Brian Ramos, Paulo Lopita 77, Deiny Leite, Felipe Sena e JP Figueira.
A homenagem será a primeira da Portela a uma pessoa viva. O cantor mineiro, um dos maiores nomes da música brasileira, iniciou sua carreira na década de 60 e tem álbuns como Clube da Esquina, Milagre dos Peixes, Minas, Geraes, Caçador de Mim e Amigo.

O EQUILIBRISTA EM CIMA DO MURO!(Ivan Pinheiro)No mínimo incoerente Lula vetar a entrada no Brics da Venezuela, um país d...
23/10/2024

O EQUILIBRISTA EM CIMA DO MURO!
(Ivan Pinheiro)

No mínimo incoerente Lula vetar a entrada no Brics da Venezuela, um país da América Latina, fronteiriço ao nosso, em crise econômica, por conta de sanções dos EUA e dos retrocessos sociais e políticos da "revolução bolivariana", apesar de dispor de uma das maiores reservas de petróleo do mundo.
Se ele acha que o Brics é bom para o Brasil e o povo brasileiro, por que não é bom para a Venezuela e o povo venezuelano?
Ou é para isolar e prejudicar a Venezuela, para ela não poder escolher um dos dois polos da disputa pela hegemonia imperialista mundial e o Brasil tirar alguma vantagem disso, botando um pé em cada um?
O argumento de Lula é que lá não tem "democracia".
E se o tribunal eleitoral desse posse ao candidato da Corina Machado, um velho agente da CIA? Lula vetaria?
Se o critério é "democracia", como se explica os Emirados Árabes Unidos e a Arábia Saudita terem aderido aos Brics, no início deste ano, com o aval de Lula?
Qual é o critério?
Fazer média com os EUA, para continuar em cima do muro!
O tombo no banheiro foi funcional para não tirar uma foto com Putin!
Quem fala aqui não é "fã" dos Brics nem do Putin e do Maduro!
E muito menos da Maria Corina, dos EUA, do FMI e da OTAN!

Manuela D’Ávila anuncia desligamento do PCdoB após 25 anos de militância.A ex-deputada federal Manuela D'Ávila anunciou,...
23/10/2024

Manuela D’Ávila anuncia desligamento do PCdoB após 25 anos de militância.

A ex-deputada federal Manuela D'Ávila anunciou, durante um debate sobre o futuro da esquerda no Brasil, que deixou o PCdoB após 25 anos de filiação. Segundo a ativista, essa decisão não foi uma escolha, mas uma consequência da falta de alternativas partidárias que reflitam seus ideais. Manuela enfatizou que hoje se considera uma "mulher sem partido" e que, por isso, sente-se livre para criticar os rumos dos partidos de esquerda no Brasil.

Além de comentar sobre sua saída do partido, a ex-parlamentar abordou a crise das legendas de esquerda e a dificuldade de promover debates francos sobre o futuro desse espectro político.

Saída do partido e reflexões sobre o futuro político

Manuela destacou que sua saída não foi uma escolha planejada, mas sim fruto de um impasse interno. “Não sou uma mulher sem partido por escolha, mas por falta de opção. Após 25 anos em uma única sigla, essa foi uma reflexão difícil, tanto individual quanto coletiva, junto aos meus companheiros de militância”, afirmou a ex-deputada, deixando claro que sua decisão foi amadurecida ao longo do tempo.

Formada em jornalismo, Manuela D’Ávila construiu uma sólida carreira política. Foi vereadora em Porto Alegre, candidata à prefeitura da capital gaúcha e disputou as eleições presidenciais de 2018 como vice na chapa de Fernando Haddad (PT).

Apesar das declarações de D’Ávila, o PCdoB informou à CNN que ainda não recebeu nenhum pedido formal de desfiliação da ex-parlamentar.

O debate em que D’Ávila fez o anúncio também contou com a presença de figuras importantes da política e academia, como os deputados Lindbergh Farias (PT-RJ) e Renato Freitas (PT-PR), além da filósofa Márcia Tiburi, o economista Jessé de Souza e o historiador Jones Manuel.

Robert "Bobby" George Seale nasce em Dallas, 22 de outubro de 1936) é um escritor, ex-ativista do Movimento dos Direitos...
22/10/2024

Robert "Bobby" George Seale nasce em Dallas, 22 de outubro de 1936) é um escritor, ex-ativista do Movimento dos Direitos Civis nos Estados Unidos e cofundador, juntamente com Huey P. Newton, do Partido dos Panteras Negras (fundada em 1966 como Partido dos Panteras Negras para Auto Defesa), organização cujas principais atividades eram o monitoramento das atividades policiais e o enfrentamento da brutalidade policial contra as comunidades negras, que começou na cidade de Oakland, estendendo-se depois para outras localidades dos Estados Unidos.

Seale tornou-se amplamente conhecido como um dos "Oito de Chicago", acusados de conspiração pelo governo americano, por serem associados aos protestos contra a Guerra do Vietnã, realizados em Chicago, durante a Convenção Nacional Democrata de 1968.

Nesse julgamento, Bobby continuadamente se levantava e gritava "Eu protesto!" todos os dias em que era mencionado seu nome, já que seu advogado não estava presente ao julgamento.

Bobby insistia que lhe fora tirado o direito constitucional de defesa, sendo-lhe então aplicada uma punição por sua desobediência.

De maneira infame, o juiz Julius Hoffman ordenou que Seale fosse algemado, pelas mãos e pernas, à sua cadeira, e amordaçado com uma fita adesiva, de modo a fazê-lo "se calar diante do tribunal".

Após mais de um mês de julgamento, Bobby Seale foi separado dos outros réus, transformando os "Oito de Chicago" nos "Sete de Chicago".

Depois disso, o governo desistiu de enquadrá-lo no crime de conspiração. Mas, apesar de nunca ter sido considerado culpado, Seale foi sentenciado, pelo Juiz Hoffman, a quatro anos de prisão, por desacato à corte. Sua sentença, porém, foi revertida após recurso.

Em 1970, enquanto estava preso, Bobby Seale foi enquadrado e tornou-se réu no julgamento dos Panteras Negras em New Haven, acusado de tortura e assassinato de Alex Rackley - que os Panteras Negras suspeitavam que fosse um informante da polícia infiltrado no Partido.

George Sams Jr., também membro do Partido, testemunhou que Seale lhe havia ordenado que matasse Rackley. Todavia, o júri foi incapaz de chegar a um veredito, e as acusações acabaram por ser retiradas.

Soldados negros esquecidos na história foram base da Coluna Prestes há 100 anos.Movimento foi maior marcha militar já re...
20/10/2024

Soldados negros esquecidos na história foram base da Coluna Prestes há 100 anos.
Movimento foi maior marcha militar já realizada no país e teve como objetivo derrubar o governo de Artur Bernardes.

Fernando Granato
Santo Ângelo (RS)
No dia 28 de outubro de 1924, soldados do 1º Batalhão Ferroviário de Santo Ângelo (RS), liderados pelo capitão Luiz Carlos Prestes (1898-1990), iniciaram um movimento revolucionário que depois se juntaria a tropas de outros estados e formaria a Coluna Prestes.

Foi a maior marcha militar já realizada no país, percorrendo em quase três anos 25 mil km, com o objetivo de derrubar o governo de Artur Bernardes e o regime político oligárquico vigente.

No centenário desse movimento rebelde, o depoimento inédito de um ex-combatente, guardado há 29 anos pelo filho do líder revolucionário, Luiz Carlos Prestes Filho, joga luzes sobre um aspecto pouco conhecido e estudado do conflito: a presença de negros nas fileiras da marcha.

No testemunho, gravado em 28 de fevereiro de 1995, Hermogênio Dias Messa, aos 94 anos, contou como funcionava o trabalho para conseguir alimentos para a tropa, ao longo da caminhada.

"Nós éramos muitos negros na coluna", disse o ex-combatente. "Nós, negrada, cantávamos indo no serviço de entrar numa fazenda. Entrava numa fazenda e explicava. Não ficavam contra porque sabiam que a Coluna Prestes não era a coluna do Lampião. Não era roubo, era explicado sobre a revolução."

Quando Luiz Carlos Prestes assumiu o 1º Batalhão Ferroviário de Santo Ângelo, em 1923, os soldados eram tratados da maneira que mais tarde se convencionou chamar de "análoga à escravidão".

As jornadas eram exaustivas. A alimentação, imprópria. Os cerca de 200 soldados, entre eles Hermogênio Dias Messa, estavam acampados em condições degradantes, nas imediações de Santo Ângelo, para a construção de uma ponte de ferro.

Em depoimento à sua filha, Anita Leocádia Prestes, depois utilizado no livro "A Coluna Prestes", o líder revolucionário falou sobre as condições em que encontrou o batalhão: "Os soldados estavam num alojamento, um barracão de palha, de chão de barro, cama de vara; terrivelmente mal alojados".

"Eu, estando conspirando, resolvi dar instrução aos soldados."

Além da instrução militar, tratou de ensinar a ler e escrever. "Na alfabetização, eu empreguei o seguinte: cada soldado analfabeto entreguei a um que sabia ler e escrever", lembrou. "Em três meses, estavam todos já assinando o nome."

Para melhorar a comida, Prestes contratou um cozinheiro e um padeiro. Foi o suficiente para ganhar a confiança da tropa.

Esses soldados que formaram a base da Coluna Prestes pertenciam a uma classe social que aumentou consideravelmente naquela região, na virada do século 19 para o 20.

Segundo os censos demográficos de 1872 e 1920, nesse período a população que vivia na área formada pelos municípios de Cruz Alta, Palmeira das Missões, Passo Fundo e Santo Ângelo saltou de 34.822 habitantes para 284.777. O aumento se deu, sobretudo, por uma multidão de homens pobres que saíram da fronteira sul, atraídos pela notícia da abundância da erva-mate.

A agricultura, entretanto, não conseguiu absorver aquela grande quantidade de mão de obra, e muitos encontraram trabalho na construção das ferrovias, que chegavam ao Rio Grande do Sul.

Segundo pesquisa da cientista social Maria Catarina Zanini, da Universidade Federal de Santa Maria (RS), a instalação da malha ferroviária se transformou em possibilidade de emprego para a população pobre, principalmente a oriunda da abolição da escravidão, em 1888.

"O que nossa pesquisa constatou é que os negros tendiam a ocupar as posições mais subalternas (e braçais) do trabalho ferroviário", disse.

De fato, em várias cidades gaúchas por onde avançaram as ferrovias, foi constatada a chegada da população negra. O 1º Batalhão Ferroviário, que foi liderado por Prestes, era uma unidade militar itinerante.

Zilda Marques da Silva Nuncio contou que uma leva de migrantes negros, entre eles seu pai, chegou em 1943 a Bento Gonçalves, na serra gaúcha, junto com o 1º Batalhão Ferroviário, com a missão de construir uma nova malha ferroviária.

"Meu pai era detonador de túneis, e, conforme os trilhos iam avançando, a gente ia mudando", disse.

Procurado para falar sobre as condições precárias a que eram submetidos os militares de baixa patente na construção de ferrovias, o Centro de Comunicação Social do Exército disse que os acontecimentos de 1924 "representam um fato histórico, enquadrado em uma conjuntura de cem anos atrás".

Passados cem anos do início da campanha que culminou na Coluna Prestes, restam poucos cenários alusivos ao conflito na região onde tudo começou. Em Santo Ângelo, permanece a ponte de ferro construída pelo 1º Batalhão Ferroviário, sob a supervisão de Prestes, entre os anos de 1923 e 1924. F**a no distrito de Comandaí e está desativada.

Em São Luíz Gonzaga, cidade vizinha, para onde as tropas da coluna se dirigiram no começo dos combates, ainda está de pé uma gruta com a imagem de Nossa Senhora de Lourdes.

Ela foi erguida na parte mais alta da cidade para pagar uma promessa das mulheres católicas do município, que temiam pelo derramamento de sangue durante o conflito. Como não houve mortes naquele lugar, elas construíram a gruta em 1926 e até hoje devotos vão ao local.

No mais, existem homenagens mais recentes ao episódio. Como o Memorial da Coluna Prestes, instalado na antiga estação ferroviária de Santo Ângelo, em 1996. Naquele mesmo ano de 1996, foi erguido na entrada da cidade um monumento projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, com 15 metros de altura, em referência à marcha.

Em nenhuma dessas homenagens há referência ao protagonismo negro na Coluna Prestes. Sobre esse apagamento histórico tanto ali como na própria historiografia, Carlos Quadros, doutor em história econômica pela USP, disse que somente nas últimas décadas essa falha vem sendo corrigida.

"Com relação à presença negra nos quadros do tenentismo em geral, e na Coluna Prestes em particular, é importante destacar o silêncio de certos registros mais tradicionais do fenômeno", disse. "A sua representação nas letras da imprensa da época, por exemplo, é praticamente nula."

Orgulhoso em ser um dos negros da Coluna Prestes, Hermogênio Dias Messa guardou até seus últimos dias, como lembrou sua filha, Luíza Soares Messa, o lenço vermelho que costumava usar no pescoço durante a marcha.

Era uma referência à Revolução Federalista, ocorrida no sul do Brasil no final do século 19. Nela, os chamados "maragatos" –tropa que usava lenços vermelhos no pescoço e era formada principalmente por negros, pardos e caboclos– constituíam as milícias dos fazendeiros que lutavam contra os soldados do governo.

"A maior alegria do meu pai foi no dia em que o Prestes voltou a Santo Ângelo para comemorar os 60 anos da coluna, em 1984", contou Luíza. "Ele colocou o lenço vermelho para aparecer na foto junto aos veteranos da marcha."

Luís Carlos Prestes

Fonte: https://www.folha.uol.com.br/

Sobre a morte do líder do Hamas:"Alguém consegue imaginar Netanyahu morrendo deste jeito?"(Diogo Fagundes)Dentre as vári...
19/10/2024

Sobre a morte do líder do Hamas:
"Alguém consegue imaginar Netanyahu morrendo deste jeito?"

(Diogo Fagundes)

Dentre as várias coisas que me chamam a atenção no comportamento de Israel, cabe sublinhar o estilo afoito, para usar um eufemismo, da suas relações públicas.

Vejam o caso do assassinato do Sinwar.

Quando Obama eliminou Osama Bin Laden (antes que me confundam: a Al Qaeda é algo muito diferente em relação ao Hamas), teve o cuidado de não divulgar as filmagens, a fim de evitar a disseminação de um ícone do martírio, elemento tão importante para todas as variações de islamismo político.

Agora, Israel sai divulgando uma filmagem que, além de gerar uma imagem poderosa de resistência de um mártir até o último segundo de sua vida, simplesmente desmente boa parte de sua própria propaganda - a qual muitos órgãos de imprensa repercutiam sem muitos óbices.

Por quê?

Ora, a liderança do Hamas era acusada de viver na opulência do Catar ou, então, escondida em túneis, sob a proteção de escudos humanos. Vimos exatamente o oposto: Sinwar, o líder máximo, morreu em pleno campo de batalha, e, prestes a ser assassinado, sem um dos braços e portando um keffiyeh, ainda lançou um pedaço de pau contra os drones israelenses, num último esforço de resistência ao inimigo.

Alguém consegue imaginar Netanyahu, ou mesmo um dos seus filhos -- um dos quais vive um lifestyle de Rei Momo em Miami --, morrendo deste jeito? Onde estão os bravos combatentes da família de Smotrich ou Ben-Gvir? É bom lembrar que um dos filhos de Nasrallah (ex chefe assassinado do Hezbollah) também morreu em combate, tal como um dos filhos de Mao Tsé-Tung na Guerra da Coreia.

A filmagem do assassinato contribui, portanto, para criar uma figura lendária de resistência, que certamente incitará novos militantes -- afinal de contas, o que não falta é recruta em potencial para o Hamas, o que torna ridícula a ideia de que isso acabará com o grupo. É bom lembrar, além da morte heróica, de alguns elementos biográficos de Sinwar aptos a construir um mito: a família toda perde o lar com as expulsões da Nakba, viveu em um campo de refugiados (o qual ainda existe, para entendermos a desgraça...), é preso por vinte anos, quando escreve um romance e aprende hebraico, para entender melhor o inimigo. Convenhamos, mesmo que tenhamos críticas ao Hamas, é difícil achar alguém com uma história tão impressionante assim entre os líderes ocidentais.

Esse anti-marketing alucinado de Israel sinaliza uma falta de percepção umbiguista em relação à alteridade. Não se importam de filmar e celebrar massacres, piadas com crianças mortas ou manifestações públicas de intento colonialista -- Smotrich recentemente disse em uma entrevista que pretende formar uma Grande Israel, incluindo pedaços até do Egito e da Arábia Saudita.

Uma sociedade na qual ocorrem debates públicos e parlamentares sobre a validade de estupros em prisioneiros palestinos e aplaude-se disparos de armas de fogos em cabeças de crianças (vejam os relatos de médicos na reportagem recente do New York Times), queima de jovens refugiados em tendas, destruição de hospitais e escolas e assassinato de centenas de jornalistas e capacetes azuis da ONU está irremediavelmente condenada estrategicamente, ainda que possa obter muitas vitórias táticas.

Centrais sindicais criticam governo Lula por mudar regras do seguro-desemprego.Cinco centrais, menos a CUT, aliada histó...
18/10/2024

Centrais sindicais criticam governo Lula por mudar regras do seguro-desemprego.

Cinco centrais, menos a CUT, aliada histórica de Lula, criticaram mudança no seguro-desemprego

O presidente da Força Sindical, Miguel Torres, criticou o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pela possibilidade de mudar as regras do seguro-desemprego na demissão sem justa causa dos trabalhadores, estudada pela equipe econômica dentro do pacote de ajuste fiscal que deve ser enviado ao Congresso após o segundo turno das eleições municipais.

Torres disparou diretamente contra o ministro Fernando Haddad, da Fazenda, afirmando que ele tem uma batata-quente nas mãos, mas que o povo com fome pode ficar sem o seguro-desemprego.

“Tem batatas quentes as mãos, mas o povo está com a barriga vazia, fria e pode ficar sem seguro-desemprego”, disse em entrevista à Folha de S. Paulo publicada na quinta (17).
Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/economia/centrais-sindicais-criticam-lula-mudar-regras-seguro-desemprego/
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Cinco centrais, menos a CUT, aliada histórica de Lula, criticaram mudança no seguro-desemprego. Leia na Gazeta do Povo.

18/10/2024
Hospital Federal de Bonsucesso passa para o Grupo Hospitalar Conceição; em piquete, funcionários barram diretores.Portar...
15/10/2024

Hospital Federal de Bonsucesso passa para o Grupo Hospitalar Conceição; em piquete, funcionários barram diretores.

Portaria do Ministério da Saúde sobre a transferência da gestão da unidade foi publicada nesta terça-feira (15) no Diário Oficial da União.

A gestão do Hospital Federal de Bonsucesso passou oficialmente para o Grupo Hospitalar Conceição. Uma portaria do Ministério da Saúde sobre a transferência da gestão da unidade foi publicada nesta terça-feira (15) no Diário Oficial da União.

Funcionários, que já vinham protestando contra a intervenção nas últimas semanas, montaram um piquete na porta do hospital e barraram integrantes da nova direção. Houve tumulto.

Mais cedo, a ministra Nísia Trindade, em entrevista ao Bom Dia Rio, disse que ia trabalhar “para entregar à população do Rio de Janeiro e ao Sistema Único de Saúde os serviços de qualidade e referência de que a população precisa”.

“Os atuais trabalhadores terão todos os seus direitos respeitados, além da opção de ir para outros equipamentos hospitalares, outros hospitais da rede”, emendou. “O que nós faremos é uma contratação de profissionais de saúde, as reformas estruturais necessárias e uma gestão eficiente, regulada pelo estado.”

Saudade deste camarada, Dinarco Reis filho
14/10/2024

Saudade deste camarada, Dinarco Reis filho

José Carlos do Patrocínio (Campos dos Goytacazes, 9 de outubro de 1853 — Rio de Janeiro, 29 de janeiro de 1905) foi um f...
09/10/2024

José Carlos do Patrocínio (Campos dos Goytacazes, 9 de outubro de 1853 — Rio de Janeiro, 29 de janeiro de 1905) foi um farmacêutico, jornalista, escritor, orador e ativista político brasileiro. Destacou-se como uma das figuras mais importantes do movimento abolicionista no país. Foi também idealizador da Guarda Negra, que era formada por negros e ex-escravos, sendo vanguarda do movimento negro no Brasil e formada para proteger família imperial brasileira contra a aristocracia e os militares.

Endereço

Avenida Pres Vargas 502 20 Andar
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20071000

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