Filhas e Filhos da Pública

Filhas e Filhos da Pública Filhas/os da Pública: Coletivo de Estudantes de História da UERJ. Os estudantes sofrem com os espaços físicos caindo aos pedaços e com a falta de professores.

A UERJ historicamente passa por uma grave crise em decorrência de falta de verbas e omissões das sucessivas reitorias e governos. Na contra mão da situação que passa a nossa Universidade, o curso de História se encontra em uma crescente significativa, tornando-se um dos poucos cursos da UERJ que está próximo a acabar com o seu déficit estrutural de Professores, que hoje já é quase zero. Tais ganho

s não vieram de graça ou pela benevolência da administração central da UERJ, mas com muita mobilização e luta da Gestão Filhxs da Pública ao longo desses oito anos de Gestões sempre renovadas para avançar nas conquistas para os estudantes, atuando tanto no campo institucional como fora dele, organizando a base e fazendo luta política. Através da presença constante da gestão e cobranças incessantes nas reuniões departamentais, no Conselho Departamental do IFCH e nos Conselhos Superiores (CONSUN e CSEPE), além das cobranças à prefeitura dos campi, conseguimos muitas melhorias para os estudantes do nosso curso. Em suma, sabemos que no atual momento de sucateamento do ensino público superior para uma tentativa de privatização justificada, só com luta política e mobilização se conquista as demandas estudantis frente à Reitorias e Governos, luta política esta que exige coragem e coerência para enfrentar as diversas represálias no cotidiano universitário, seja por perseguição por nota na graduação ou na seleção da pós-graduação como membros mais antigos da Filhxs da Pública já sofreram, sejam nas diversas sindicâncias abertas para tentar nos intimidar, que já sofremos no passado e continuamos sofrendo atualmente com a mais recente aberta pelo escracho contra o Comandante das UPP's, Cel. Frederico Caldas. Porém, essa forma de intimidação da reitoria e também de muitos professores não nos inibe, ao contrário, indicam que estamos do lado certo da luta. Também acreditamos no papel de formação da consciência crítica dos Estudantes através de eventos e debates sobre assuntos que a nossa Universidade omite. Além disso, torna-se fundamental a construção do conhecimento pelos próprios estudantes em espaços como os Grupos de Discussão e os espaços auto-organizados pelos setores minorizados da nossa sociedade e que sofrem não só fora, mas dentro da Universidade com as opressões. Todavia, não nos contentamos em ver tais temáticas e eventos sendo promovidos apenas pelos estudantes em eventos fora do espaço de aprendizagem da sala de aula. Queremos debater juntamente com os professores que conteúdo estamos aprendendo, queremos ser ouvidos sobre as nossas demandas, quais são as deficiências da nossa formação enquanto professores e historiadores. Para isso estamos na luta pela reforma curricular, da qual só descansaremos quando se tornar uma realidade para os estudantes de História. Muito já foi feito por este Coletivo para a melhora do nosso curso, mas sabemos que ainda temos muitos desafios a enfrentar, sabemos que conforme avançamos na reforma curricular ou na politização dos estudantes, as contradições se acirram dentro do curso causando uma mobilização natural no corpo docente, principalmente entre aqueles que desejam manter o status quo e se encontram encastelados em seus grupinhos de pesquisa e no mestradinho das comadres, mas continuaremos firmes na luta, pois temos um projeto político não só para o curso de História, mas para a Universidade. Por um curso de História crítico e voltado para a realidade brasileira e latino-americana, rumo à Universidade Necessária!

19/08/2020
Hoje 17/05 dia internacional do combate a LGBTfobia estreiamos nosso programa no YouTube "Criação Por Um Mundo Com Mais ...
17/05/2020

Hoje 17/05 dia internacional do combate a LGBTfobia estreiamos nosso programa no YouTube "Criação Por Um Mundo Com Mais Igualdade" o nosso 1° episódio é Criação Sem LGBTfobia será um bate-papo com Rafael Costa ativista LGBT e militante do PT.

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Karoline Miranda autora do blog "Uma Mãe Feminista" conversa com Rafael Costa ativista LGBT, militante do PT e homem trans sobre criação sem LGBTfobia. Sigam...

"A maternidade faz com que qualquer trabalho se torne uma dupla jornada: a exaustão mental não nos é permitida, o trabal...
02/05/2020

"A maternidade faz com que qualquer trabalho se torne uma dupla jornada: a exaustão mental não nos é permitida, o trabalho nunca acaba e não há tempo para descanso. Pensando na perspectiva materna, trouxe à luz três mães que, cada uma à sua maneira, contaram um pouco sobre como a quarentena e o isolamento têm influenciado em sua rotina de trabalho, seja ela qual for."

Hoje é dia do trabalhador e da trabalhadora, primeiro de maio. Historicamente no calendário como um feriado nacional desde 1924…

A crise capitalista, agravada pelo Covid-19, chama atenção do mundo para as desigualdades sociais, raciais e de gênero. ...
30/04/2020

A crise capitalista, agravada pelo Covid-19, chama atenção do mundo para as desigualdades sociais, raciais e de gênero. Os efeitos sociais da pandemia são sentidos principalmente pelas mulheres trabalhadoras. Além do homeoffice ou de estarem na linha de frente dos serviços essenciais que não pararam, como os de saúde ou limpeza, as mulheres são responsabilizadas também pelas tarefas domésticas, cuidados com crianças e idosos. Essa situação afeta particularmente as mulheres negras e pobres, que já sofriam mais com o desemprego e a informalidade. Mulheres lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais convivem com a precariedade devido à expulsão de seus núcleos familiares e muitas estão em situação de rua. Mulheres com deficiência, que já sofriam com o isolamento, estão ainda mais vulneráveis à violência agora.

O aumento da violência doméstica contra mulheres e crianças na quarentena escancara a brutalidade do machismo! Por todo Brasil os registros dispararam. Só aqui no RJ, segundo dados do plantão da Justiça, os casos aumentaram em 50%! Um número alarmante, que exige medidas urgentes dos poderes públicos, principalmente neste cenário de desmonte de serviços públicos de saúde, fechamento de aparelhos de denúncia e de acolhimento das mulheres.

As mulheres estão em alerta contra a violência doméstica na pandemia! Somos muitas! De diferentes lugares, idades e espaços políticos. E estamos juntas para ocupar as redes, as janelas e a vizinhança com o MAIO PELA VIDA DAS MULHERES!

Isoladas, mas unidas, faremos uma grande e corajosa rede para estimular a denúncia da violência, mapear iniciativas e locais de amparo às mulheres em vulnerabilidade, exigir ações emergenciais dos governos e nos ampararmos. Nenhuma de nós está sozinha!

A quarentena é um direito de toda trabalhadora. Estar em casa não pode significar mais violência. Vem criar essa rede feminista!






Card quadrado roxo e laranja com desenho de uma porta e de uma janela. Dentro da janela tem a arte da campanha com símbolo do feminismo escrito MAIO PELA VIDA DAS MULHERES. No alto do card na parte laranja está escrito vamos juntas ocupar as redes, as janelas e a vizinhança. Embaixo do card tem as # da campanha . Fim da descrição.

02/12/2019

No dia 05 de dezembro, entre 14h e 22h, será realizado o segundo Festival Elas por Elas - Mulheres, Negras e Jovens na resistência pelo fim de todas as formas de violência.
O Festival será um espaço de celebração da arte, da cultura, da resistência e do intercâmbio entre as mulheres, visando unir diversas linguagens que possam colaborar para a visibilidade e tomadas de consciência sobre todas as formas de violência de gênero.

Este evento se insere nos marcos da ação global da campanha “16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres”, promovida pela ONU. Em virtude do dia 20 de novembro, adotou-se no Brasil os 21 dias de ativismo, introduzindo importante alerta e reflexão sobre as a incidências contra as mulheres negras, iniciando com o Dia da Consciência Negra, passando pelo marco do dia 25 de novembro, Dia Internacional de Combate à Violência Contra a Mulher, e terminando no Dia dos Direitos Humanos, dia 10 de dezembro.

Acreditamos que através da circulação das ideias, da arte, da cultura, da diversidade das expressões culturais podemos dizer não à todas as formas de violência.

Programação:
Segue o meme em anexo!

Reforçar a data: 05/12/2019

Realização: Secretarias de Mulheres em parceria com a Juventude, Combate ao Racismo, LGBT e Cultura PTRJ

Apoio: CUTRio

07/11/2019

Vamos apresentar trabalho ?
A Semana de História da graduação é um excelente espaço para troca de experiências ! Pode mandar um trabalho da sua pesquisa, ou algum trabalho que fez ao longo da graduação e gostaria de apresentar outra vez!

Envie o seu resumo para o email: [email protected]

CINECLUBE DO DÉCIMO 10º> dia 25 de junho às 18:20 na sala 10.032 bloco F 10ºandar> exibição dos filmes:<  # DESDE JUNHO ...
24/06/2019

CINECLUBE DO DÉCIMO 10º

> dia 25 de junho às 18:20 na sala 10.032 bloco F 10ºandar

> exibição dos filmes:

< # DESDE JUNHO - Episódio Mídia Livre.>
Direção Julia Mariano/doc / 27min

Diferentes coletivos de midiativistas cariocas se reúnem três anos após as Jornadas de Junho no Rio de Janeiro. No encontro eles refletem sobre questões levantadas em 2013: qual foi o papel do midiativista? Como as pautas das ruas eram amplificadas pela mídia livre? Como essa nova forma de se relacionar com a informação influenciou movimentos políticos? Relembram o caso da morte do Amarildo, o Ocupa Cabral (ocupação ocorrida em 2013 em frente à casa do então governador Sérgio Cabral Filho, e que pedia o seu impeachment) e refletem sobre a rede de coletivos de mídia livre criada desde então.

< LEVANTE SUA VOZ >
Direção Pedro Ekman / doc / 17min

Vídeo produzido pelo Intervozes Coletivo Brasil de Comunicação Social com o apoio da Fundação Friedrich Ebert Stiftung que remonta o curta ILHA DAS FLORES de Jorge Furtado com a temática do direito à comunicação. A obra faz um retrato da concentração dos meios de comunicação existentes no Brasil.

< ARTE A METRO >
Direção Thiago Magalhães / doc / 15min

O documentário retrata o dia-a-dia de músicos independentes que se apresentam no metrô do Rio de Janeiro e os desafios que enfrentam para divulgar seu trabalho. Sua filosofia de vida e o modo como encaram a arte transformam os vagões em verdadeiros espaços de resistência da cultura, em tempos onde o conservadorismo está em voga.

Endereço

Rua São Francisco Xavier, 524/Maracanã. 9º Andar, Sala 9027 F
Rio De Janeiro, RJ
20550-010

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