Associação Comercial do Rio de Janeiro - ACRJ

Associação Comercial do Rio de Janeiro - ACRJ A Casa do Empresário. A Casa de Mauá. Uma das mais antigas entidades de representação civil do País

A Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ) é uma das mais antigas entidades de representação civil do país, criada em 15 de julho de 1809. Palco de grandes discussões nacionais, contribui para o desenvolvimento econômico do estado do Rio de Janeiro e atua em defesa dos interesses da classe empresarial fluminense. Em 2017, mostrou que está na vanguarda dos acontecimentos elegendo uma mulher, p

ela primeira vez em dois séculos de história, para sua presidência, a empresária Angela Costa. A Associação Comercial realiza seminários, palestras e debates, com autoridades e especialistas de diferentes setores da economia, além de oferecer aos associados serviços, como as câmaras de arbitragem e de comércio exterior, biblioteca, convênios, auditórios e outros espaços para a realização de eventos. A ACRJ é Órgão Técnico e Consultivo do Governo Federal, presta grande serviço também ao país no estudo, debate e apresentação de soluções para os problemas que se relacionam à economia nacional, de acordo com o Decreto Federal n.º 6348 de 26/09/1940, assinado pelo então presidente Getúlio Vargas. É também reconhecida como Entidade de Utilidade Pública Estadual (Lei nº 4.361 de 24/06/2004) e Municipal (Lei nº 5.242 de 17/01/2011) do Rio de Janeiro.

SALVE JORGE📍São Jorge não é apenas um símbolo de fé. É um símbolo de coragem.Um homem que enfrentou o poder, recusou-se ...
23/04/2026

SALVE JORGE

📍São Jorge não é apenas um símbolo de fé. É um símbolo de coragem.

Um homem que enfrentou o poder, recusou-se a abrir mão de seus valores e pagou o preço por defender aquilo em que acreditava.
Sua imagem vencendo o dragão atravessou séculos — não como lenda, mas como metáfora da luta contra a injustiça, o medo e a opressão.

Hoje, o “dragão” mudou de forma.

Ele está na burocracia excessiva, na insegurança jurídica, na elevada carga tributária e nas dificuldades de empreender em um ambiente, muitas vezes, hostil.

E é nesse cenário que surge o empreendedor.

Um guerreiro moderno.
Alguém que acorda todos os dias disposto a lutar — não com espada, mas com trabalho, coragem e resiliência.
Que enfrenta incertezas, assume riscos e segue em frente, mesmo quando o caminho parece desfavorável.

Empreender, no Brasil, é um ato de bravura.

É acreditar, insistir e construir.
É gerar oportunidades, empregos e desenvolvimento, apesar dos obstáculos.

Assim como São Jorge, o verdadeiro empreendedor não foge da batalha.
Ele a enfrenta - todos os dias.

Na figura dos bravos e destemidos empresários e empreendedores, a ACRJ homenageia São Jorge, o Santo Guerreiro, em suas múltiplas formas de expressão da fé e da espiritualidade.

23 de Abril de 2026

Associação Comercial do Rio de Janeiro

⏩ Neste 21 de abril, a Associação Comercial do Rio de Janeiro presta sua homenagem a Joaquim José da Silva Xavier.Tirade...
21/04/2026

⏩ Neste 21 de abril, a Associação Comercial do Rio de Janeiro presta sua homenagem a Joaquim José da Silva Xavier.

Tiradentes representa a coragem de sonhar com um país mais justo e independente, mesmo diante das adversidades e dos riscos pessoais.
Sua história transcende o tempo e nos inspira a refletir sobre o papel de cada cidadão na construção de uma nação mais ética, próspera e comprometida com o bem comum.

Neste momento em que o Brasil enfrenta desafios complexos, é fundamental resgatar o exemplo de Tiradentes: o compromisso com o país acima de interesses individuais, a defesa intransigente da justiça, da etica empresarial e pessoal e a disposição para construir soluções que promovam o progresso coletivo.

Que sua memória nos inspire a trabalhar por um Rio de Janeiro e por um Brasil cada vez mais atrativos para se *viver, trabalhar, empreender, investir e visitar.*

Josier Vilar
Presidente da ACRJ

O Conselho Empresarial de Governança, Compliance e Diversidade, e o IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa...
10/04/2026

O Conselho Empresarial de Governança, Compliance e Diversidade, e o IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa) promoveram hoje um debate sobre os desafios e oportunidades da governança das empresas familiares. Participaram do encontro, Leonardo Zylberman, coordenador Geral do Capítulo Rio do IBGC; e os advogados Bianca Pumar, João Rafael L. Gândara de Carvalho e Raphael Paciello, sócios do Pinheiro Neto Advogados.

O presidente do Conselho, Humberto Mota Filho, ressaltou que a Casa de Mauá, a casa do empresário, reúne famílias que participam da ACRJ há três gerações. “Então nosso debate hoje não é por acaso. Esse Conselho é muito feliz por proporcionar esse tipo de evento”, destacou.

Abrindo o debate, Leonardo Zylberman mostrou que as empresas familiares representam a base da economia brasileira, respondendo por 90% dos negócios, 65% do PIB e 75% dos empregos formais no país. “Se o PIB das 500 maiores empresas familiares fosse um país, ele seria a terceira maior economia do mundo, com um valor de 7 trilhões de dólares, ficando atrás apenas dos Estados Unidos e da China”, exemplificou.

Em seguida, a advogada Bianca Pumar, destacou que o planejamento sucessório é fundamentado em seis pilares essenciais: alocação correta dos bens, simplificação para evitar disputas, eficiência tributária, proteção patrimonial, gestão administrativa e governança para a perenidade da empresa familiar. “O ponto de partida deve considerar o perfil de risco, a estrutura familiar e a natureza dos ativos”, disse.

Raphael Paciello abordou o planejamento sucessório e eficiência familiar, explicando as vantagens de criação da Holding Patrimonial como a estrutura mais comum para organizar o patrimônio, permitindo o isolamento de ativos e a profissionalização da gestão por meio de regras claras de governança, evitando o desgaste e o custo de um inventário judicial no futuro.

Encerrando o debate, o advogado João Rafael Gândara analisou o cenário tributário, com foco no ITCMD, tributo estadual progressivo que, no Rio de Janeiro, pode chegar a 8% este ano.

Leia na íntegra:

A ACRJ, através de seu Conselho Empresarial de Governança, Compliance e Diversidade, e o IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa) promoveram, dia 10 de abril, um debate sobre os desafios e oportunidades da governança das empresas familiares. Participaram do encontro, Leonardo Zylber...

A ECONOMIA E O FUTURO DO RIO DE JANEIRO ESTÃO EM RISCOPor Josier Vilar, presidente da ACRJ. Artigo publicado no Jornal O...
07/04/2026

A ECONOMIA E O FUTURO DO RIO DE JANEIRO ESTÃO EM RISCO
Por Josier Vilar, presidente da ACRJ. Artigo publicado no Jornal O Dia

O julgamento das ADIs 4917 e 4918 pelo Supremo Tribunal Federal, previsto para 6 de maio de 2026, que trata da redistribuição dos royalties do petróleo, transcende o campo jurídico. Trata-se de uma decisão com profundo impacto sobre o futuro econômico do Estado do Rio de Janeiro e sobre a própria integridade do pacto federativo brasileiro.

A possível validação da Lei nº 12.734/2012 representa uma ameaça concreta ao equilíbrio fiscal de todo o Estado, em especial de municípios como Rio de Janeiro, Maricá, Macaé, Niterói, Campos dos Goytacazes, São João da Barra, Rio das Ostras e Quissamã. Essas cidades, ao longo de décadas, não apenas contribuíram para a atividade petrolífera, mas também absorveram seus impactos sociais, urbanos e ambientais, contribuindo de forma decisiva para a economia nacional.

A Constituição de 1988 estabeleceu um arranjo claro: os estados produtores abriram mão da cobrança de ICMS sobre o petróleo em contrapartida à participação nos royalties. Esse acordo não foi circunstancial — foi estruturante. Alterá-lo agora significa romper um compromisso constitucional, fragilizar a segurança jurídica e comprometer a previsibilidade necessária à gestão pública.

O contexto atual torna essa discussão ainda mais sensível. A valorização do petróleo no cenário internacional e o fortalecimento da Petrobras ampliam a relevância estratégica desses recursos. Retirar receitas dos entes diretamente impactados pela produção é não apenas injusto, mas economicamente contraproducente.

Não há desenvolvimento nacional consistente quando se enfraquece quem produz. Tampouco há pacto federativo quando se relativiza o cumprimento da Constituição.

Diante disso, é fundamental que lideranças políticas, gestores públicos e a sociedade civil compreendam a gravidade do momento e se mobilizem em defesa de um princípio básico: o respeito aos acordos que sustentam a federação.

O Rio de Janeiro não reivindica privilégios. Reivindica, tão somente, o cumprimento da Constituição e o respeito a direitos historicamente pactuados.

Conselhos de Energia e Sustentabilidade planejam a realização do evento “Conexão Energia Rio”O Conselho Empresarial de E...
06/04/2026

Conselhos de Energia e Sustentabilidade planejam a realização do evento “Conexão Energia Rio”

O Conselho Empresarial de Energia e Transição Energética da ACRJ debateu a proposta de realização do evento Conexão Energia Rio, em parceria com o Conselho Empresarial de Sustentabilidade e Economia Circular. Para apresentar a proposta do evento, o presidente do Conselho de Energia, Gabriel Kropsch, recebeu o presidente do Conselho de Sustentabilidade, Antônio Lucio, durante a reunião mensal, dia 27 de março.

Antonio Lúcio explicou o objetivo da iniciativa, que terá foco nos pilares: eficiência energética e mercado livre; fontes renováveis; e armazenagem. “A ideia é demonstrar como a transição energética pode ser um vetor direto para a redução de custos operacionais, fomentar negócios por meio de casos reais, proporcionar networking e debater o papel estratégico do estado como um hub de energia limpa no Brasil”, disse.

Durante a reunião também ganharam destaque outros assuntos, como a queda dos preços das baterias, que começa a destravar modelos de negócio para armazenagem de energia em aplicações residenciais e comerciais, e os leilões de transmissão foram apontados como vetor importante de expansão e reforço da rede, criando oportunidades para empresas prestadoras de serviço nessa cadeia. “A abertura trazida pela bandeira branca também amplia as possibilidades de novos arranjos comerciais, com potencial para gerar ofertas mais flexíveis e competitivas ao consumidor”, disse Gabriel.

Leia mais: https://acrj.org.br/index.php/2026/03/27/conselhos-de-energia-e-sustentabilidade-planejam-a-realizacao-do-evento-conexao-energia-rio/

📌 A CORRUPÇÃO QUE DESTRÓI O BRASIL MORAL E ECONOMICAMENTEArtigo do presidente da Associação Comercial do Rio de Janeiro ...
06/04/2026

📌 A CORRUPÇÃO QUE DESTRÓI O BRASIL MORAL E ECONOMICAMENTE
Artigo do presidente da Associação Comercial do Rio de Janeiro – ACRJ, Josier Vilar, publicado no Diário do Rio

Ano após ano, o Brasil reaparece mal posicionado nos rankings internacionais de percepção da corrupção, como o Índice de Percepção da Corrupção da Transparency International. A cada novo relatório repete-se o mesmo ciclo: indignação momentânea, discursos contundentes e promessas de mudança. Mas, na prática, pouco se transforma.

Escândalos se sucedem, operações policiais ocupam manchetes e CPIs são instauradas. Ainda assim, a pergunta permanece incômoda: se a maioria dos brasileiros afirma repudiar a corrupção, por que o país continua prisioneiro desse fenômeno?

A resposta exige abandonar o moralismo superficial e enfrentar o problema em sua dimensão estrutural. A corrupção sistêmica não nasce apenas de indivíduos desonestos. Ela prospera quando o próprio sistema cria incentivos perversos: burocracias que criam dificuldades para vender facilidades, legislações quase impossíveis de cumprir integralmente, instituições frágeis e uma cultura política historicamente indulgente com pequenos desvios.

O modelo político-eleitoral brasileiro também alimenta esse ambiente. Campanhas caras e um número excessivo de partidos, todos dependentes de recursos públicos e pouco conectados à sociedade, transformam a governabilidade em permanente barganha por cargos, verbas e influência.

O loteamento do Estado deixa de ser exceção e passa a fazer parte do “status quo”.

Some-se a isso a complexidade do próprio Estado brasileiro. Ao longo de décadas, construiu-se uma máquina pública pesada, marcada por regulação redundante e burocracia excessiva.
Onde há excesso de normas e interpretações, surgem intermediários, atalhos e desvios éticos.

A morosidade do sistema judicial agrava o problema. O Brasil não sofre por falta de leis, mas pela lentidão e imprevisibilidade na aplicação delas. Quando a punição demora ou se torna incerta, o efeito pedagógico desaparece e a sensação de impunidade se instala.

As consequências desse ambiente vão muito além da dimensão moral.

A corrupção também empobrece o ambiente de negócios e o país economicamente. Ela amplia o chamado Custo Brasil, reduz a competitividade, deteriora a reputação internacional e afugenta investimentos. Empreender torna-se mais arriscado. Investir torna-se mais incerto. Crescer torna-se mais difícil.

Romper esse ciclo exige coragem política e reformas estruturais.

Quatro mudanças são particularmente urgentes:
a) uma profunda reforma administrativa, capaz de instituir critérios de mérito e eficiência na máquina pública;
b) um Judiciário mais célere, que assegure decisões rápidas e previsíveis;
c) a redução do excessivo número de partidos políticos, que hoje fragmenta a representação e estimula a barganha permanente;
d) uma ampla simplificação da burocracia estatal, com maior transparência e digitalização dos processos públicos.

O Brasil não está condenado à corrupção. Está sim, aprisionado a um conjunto de regras e incentivos que favorecem a distorção e penalizam a produtividade.

Diagnósticos não faltam. Propostas também não. O que falta é decisão.

Cabe às lideranças políticas assumir o custo das reformas , e à sociedade civil exigir que elas aconteçam.

A cidadania plena e o desenvolvimento econômico e institucional do Brasil dependem disso.

Mulheres que movem negócios, carreiras, vida pessoal. Esse foi o mote do encontro “Mulheres que movem o Brasil” promovid...
02/04/2026

Mulheres que movem negócios, carreiras, vida pessoal. Esse foi o mote do encontro “Mulheres que movem o Brasil” promovido pelo Conselho Empresarial da Mulher no Ambiente de Negócios da ACRJ, dia 31 de março, que reuniu três grandes lideranças em seus setores: Luana Duffé, da Technip FMC; Luciana Abreu, S.C. Johnson e Coca-Cola, atualmente Global Leader Mars; e Valeria Soska, que atuou recentemente na Rede Globo.

Um evento voltado para o protagonismo feminino, conduzido pela presidente do Conselho, Michelle Novaes, com mediação das conselheiras Rafaella Carvalho Corti e Tatiana C.. As convidadas compartilharam suas trajetórias, tanto profissional, quanto pessoal, mostrando como a vida familiar pode e deve ser conciliada com carreiras de sucesso.

Valéria Soskan, formada em matemática, detalhou sua transição da área de tecnologia para o setor comercial da Rede Globo, destacando a importância de ser autêntica e de construir sistemas gerenciais e relacionamentos de confiança. A mudança, de acordo com ela, foi o momento mais desafiador de sua carreira, do ponto de vista emocional.

Luciana Abreu falou sua experiência internacional de mais de duas décadas em grandes empresas multinacionais e a oportunidade de trabalhar em seis países diferentes. A virada de chave, segundo ela, foi “parar de tomar decisões baseadas em expectativas alheias e focar na minha autenticidade”.

Luana Duffé destacou sua jornada como engenheira civil e arquiteta, formada na Federal da Paraíba, sua paixão por engenharia mecânica, as experiências no Japão e Coreia, e o convite, há três anos, para assumir a área de energias renováveis na Technip FMC, um negócio que ainda não existia na companhia.

Leia mais: https://acrj.org.br/index.php/2026/03/31/conselho-da-mulher-reune-tres-lideres-que-fazem-a-diferenca-em-seus-setores-de-atuacao/

Oportunidades no Paraguai para empresários brasileirosO Conselho Empresarial de Comércio Exterior da ACRJ promove, dia 9...
01/04/2026

Oportunidades no Paraguai para empresários brasileiros

O Conselho Empresarial de Comércio Exterior da ACRJ promove, dia 9 de abril, uma palestra sobre o cenário econômico e as possibilidades de investimento no Paraguai.

🎙️ Palestrante Convidada:
Criss Diaz Sanabria, Agregada Comercial do Paraguai no Brasil

🆓 O encontro é gratuito mediante inscrição prévia.

👉 O encontro é gratuito mediante inscrição prévia na área «EVENTOS» no site, com acesso pelo link na Bio.

SERVIÇO

🗓️ 09 de abril
🕰️ 15h
🏢 Sede da ACRJ: Rua Candelária, 9/12º andar – Centro – RJ
☎️ Informações: 2514-1203

Manifesto Público por eleições diretas no RJDiante do grave cenário de instabilidade política que volta a assombrar o Es...
31/03/2026

Manifesto Público por eleições diretas no RJ
Diante do grave cenário de instabilidade política que volta a assombrar o Estado do Rio de Janeiro, comprometendo sua imagem nacionalmente e sua credibilidade institucional, deteriorando o ambiente de negócios e colocando em risco o equilíbrio econômico e social, a ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DO RIO DE JANEIRO – ACRJ em conjunto com as instituições abaixo listadas, manifestam de forma inequívoca, seu apoio à realização imediata de eleições diretas para governador.

Não há mais espaço, no Rio de Janeiro, para soluções improvisadas ou arranjos circunstanciais.
O Estado do Rio de Janeiro precisa reencontrar o caminho da legitimidade, da estabilidade e da confiança política, condições indispensáveis para a retomada dos investimentos e do desenvolvimento.
A reconstrução da governança do Estado exige a voz soberana da população.

Somente o voto direto é capaz de restabelecer a autoridade política necessária para enfrentar os desafios estruturais que se acumulam há anos.

É hora de envolver o cidadão fluminense e a sociedade civil organizada na construção do seu próprio destino.

Sem legitimidade, não há governança. Sem governança, não há futuro.

Associação Comercial do Rio de Janeiro – ACRJ

Federação das Associações Comerciais do Rio de Janeiro – FACERJ

Associação Comercial e Empresarial de Guapimirim - ACEG

Associação Comercial e Empresarial de Nilópolis e Baixada Fluminense - ACENIL

Associação Comercial e Empresarial de Petrópolis - ACEP

Associação Comercial, Industrial e Agropastoril de Itaguaí - ACIAPI

Associação Comercial e Industrial de Nova Iguaçu – ACINI

Associação Comercial e Industrial do Estado do Rio de Janeiro – ACIERJ

Associação Comercial e Empresarial do Complexo do Alemão Penha – ACECAPA

Associação Comercial Industrial e Agropastoril de Seropédica – ACIAPS

Associação Comercial e Empresarial de Pirai – ACEPI

Associação Comercial e Industrial de Bonsucesso – ACIB

Associação Comercial e Industrial de Campos dos Goytacazes - ACIC

Associação Comercial e Industrial de Maricá – ACM

ACRJ entregou o certificado "FIZ PELO RIO" ao vice-presidente de Novos Negócios e Fundraising da Babson College, Benjami...
30/03/2026

ACRJ entregou o certificado "FIZ PELO RIO" ao vice-presidente de Novos Negócios e Fundraising da Babson College, Benjamin Chevrette, e a Cyril Camus, que recebeu o certificado em nome da Universidade, em cerimônia realizada dia 29 de março, no Roxy Dinner Show.

A homenagem, criada pelo presidente da Associação Comercial do Rio de Janeiro, Josier Vilar, tem como propósito reverenciar amigos do Rio que se destacam por suas atividades e ações em prol do empreendedorismo e dos negócios da cidade e do estado.

Benjamin Chevrette foi escolhido por trazer para o Rio o Babson Connect Worldwide (BCW), a conferência dos ex-alunos da segunda melhor universidade dos Estados Unidos – segundo ranking do Wall Street Journal – que reunirá 300 pessoas na cidade com participantes de mais de 30 países. A conferência retornará à América Latina este ano, tendo o Rio de Janeiro como sua cidade-sede.

O certificado foi entregue pelo vice-presidente da ACRJ, Alexandre Accioly, e pela diretora executiva do Instituto Mauá (braço operacional de projetos da ACRJ), Andréa Löfgren.

O Conselho Consultivo do Movimento Juntos pelo Centro do Rio realizou, dia 27 de março, uma reunião ordinária para delib...
27/03/2026

O Conselho Consultivo do Movimento Juntos pelo Centro do Rio realizou, dia 27 de março, uma reunião ordinária para deliberação sobre os projetos elaborados pelos Grupos de Trabalho do Movimento. Na oportunidade, foram apresentados 17 projetos para esta primeira fase do trabalho de revitalização da região central da cidade.

O trabalho realizado pelos grupos de trabalho identificou inicialmente 137 ideias e selecionados 17 projetos para a primeira fase do trabalho. Os projetos estão agrupados pelos temas de cada GT: Ordem Urbana e Segurança Pública; Comércio e Serviço; Inclusão Social e Humanização; Cultura e Turismo; Estrutura Urbana e Mobilidade; Empreendedorismo; Comunicação e Imagem; Saúde e Qualidade de Vida; e Capital Humano e Conhecimento.

Coordenada pelo presidente do Conselho Empresarial de Renovação do Centro do Rio e Ordem Pública da ACRJ, Carlos Osorio, a reunião foi conduzida pelos consultores da Indextech, Fernando Mattos e Rodrigo Teixeira. O encontro contou com a participação da diretora executiva do Instituto Mauá, braço operacional de projetos da ACRJ, Andréa Löfgren; dos VPs da ACRJ Jacyra Lucas (de Comunicação) e Juedir Teixeira (dos Conselhos Empresariais); e de lideranças de instituições públicas e privadas que fazem parte do Movimento e integram os grupos de trabalho.

«Sobre o Movimento Juntos pelo Centro do Rio»

O Movimento “Juntos pelo Centro do Rio” nasceu a partir de uma visão de futuro compartilhada por diversas instituições públicas e privadas, com relevância histórica, cultural e econômica da região Central da cidade, e sustentada por alianças estratégicas e por um propósito claro, desdobrado por área temática. A atuação do grupo está organizada a partir de políticas, programas, projetos e ações, com indicadores e metas definidos. O Manifesto “Juntos pelo Centro do Rio” estabelece uma governança suprapartidária, institucional e colaborativa, com nove temas prioritários.

➡️ Leia Mais: https://acrj.org.br/index.php/2026/03/27/conselho-consultivo-do-movimento-juntos-pelo-centro-apresenta-as-17-propostas-para-revitalizar-a-regiao-central/

➡️ Seminário na ACRJ vai debater o impacto das motocicletas na mobilidade, segurança e saúde pública. O Conselho Empresa...
26/03/2026

➡️ Seminário na ACRJ vai debater o impacto das motocicletas na mobilidade, segurança e saúde pública.

O Conselho Empresarial de Logística e Transporte (CELT) da ACRJ promoverá, dia 16 de abril, a partir de 9h30, o seminário “Motocicletas e Mobilidade Urbana: Impactos e Desafios”.

O evento terá um debate técnico e multidisciplinar sobre o aumento da frota de motocicletas nos centros urbanos e as consequências desse fenômeno para a cidade. Especialistas e gestores públicos estarão reunidos para identificar os gargalos atuais e propor soluções que auxiliem na construção de políticas públicas mais eficazes.

“O crescimento do uso de motocicletas é uma realidade que impõe novos desafios urgentes. Precisamos integrar segurança, saúde e economia para criar um ambiente urbano mais sustentável e seguro para todos”, destaca o presidente do Conselho, Eduardo Rebuzzi.

🆓 O encontro é gratuito mediante inscrição prévia.
🔗Acesse aqui para se inscrever: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeNELDtCFFr3gYC1W2J8uCJOvz8yONreFU77u0dJts7IVhEaQ/viewform

SERVIÇO

Seminário “Motocicletas e Mobilidade Urbana: Impactos e Desafios”
🗓️ Data: 16 de abril
🕰️ Horário: 9h30
🏢 Local: Sede da ACRJ – Rua Candelária, 9 – 12º andar – Centro – RJ
☎️ Informações: (21) 2514-1203

Endereço

Rua Da Candelária, 9/11º E 12º Andares/Centro
Rio De Janeiro, RJ

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