Rede Sismográfica Brasileira

Rede Sismográfica Brasileira A RSBR é responsável por monitorar a sismicidade do território nacional e gerar informações que
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31/07/2026

⚠️Um tremor de terra de magnitude 2.8 foi registrado próximo ao município de Felixlândia, Minas Gerais, às 05h14 (horário de Brasília) de sexta-feira, 31 de julho.

🔎O abalo sísmico foi registrado pelas estações da Rede Sismográfica Brasileira (RSBR) e analisado pelo Centro de Sismologia da USP. A RSBR é coordenada pelo Observatório Nacional (ON/MCTI) com apoio do Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM).

📌O último tremor de terra registrado em Minas Gerais havia ocorrido em 14 de julho, em Divinópolis, com magnitude 1.9.

💬“Pequenos tremores de terra em Minas Gerais não são incomuns, muito pelo contrário. É o estado com o maior número de abalos sísmicos registrados. Os tremores naturais, na sua grande maioria, se devem às grandes pressões geológicas que atuam na crosta terrestre”, explica Bruno Collaço, sismólogo do Centro de Sismologia da USP e da RSBR.

31/07/2026

⚠️Um tremor de terra de magnitude 2.2 foi registrado próximo ao município de Araci, Bahia, às 07h17 (horário de Brasília) de quinta-feira, 30 de julho.

🔎O abalo sísmico foi registrado pelas estações da Rede Sismográfica Brasileira (RSBR) e analisado pelo Laboratório Sismológico da UFRN. A RSBR é coordenada pelo Observatório Nacional (ON/MCTI) com apoio do Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM).

📌O último tremor de terra registrado na Bahia havia ocorrido em 29 de julho, em Campo Formoso, com magnitude 1.7.

💡Tremores de terra de baixas magnitudes são relativamente comuns no Brasil, sobretudo na Região Nordeste. Os tremores naturais, na sua grande maioria, se devem às grandes pressões geológicas que atuam na crosta terrestre.

🌎 Por que terremotos tão fortes acontecem com frequência no Japão?Nesta semana, um terremoto de magnitude 7,1 atingiu a ...
29/07/2026

🌎 Por que terremotos tão fortes acontecem com frequência no Japão?

Nesta semana, um terremoto de magnitude 7,1 atingiu a província de Kumamoto, no sul do Japão, provocando danos a edifícios, interrupções no transporte e no fornecimento de energia.

O evento é mais um exemplo da intensa atividade sísmica do Anel de Fogo do Pacífico, uma faixa de cerca de 40 mil quilômetros que concentra aproximadamente 90% dos terremotos registrados no mundo e cerca de 75% dos vulcões ativos e adormecidos do planeta.

Mas o que torna essa região tão ativa?

Neste carrossel, explicamos como o movimento das placas tectônicas faz do Anel de Fogo a área geologicamente mais dinâmica da Terra e por que países como Japão, Chile e Indonésia registram grandes terremotos com frequência.

➡️ Deslize para entender.

🚨 É falso que exista uma previsão de um mega terremoto de magnitude 8,9 na costa do Brasil em setembro.Nos últimos dias,...
22/07/2026

🚨 É falso que exista uma previsão de um mega terremoto de magnitude 8,9 na costa do Brasil em setembro.

Nos últimos dias, tem circulado nas redes sociais um vídeo que mostra um suposto "site oficial" prevendo um terremoto seguido de tsunami no litoral brasileiro.

A informação não tem respaldo científico.

➡️ Atualmente, não existe nenhum método capaz de prever terremotos com data, local e magnitude definidos. Essa é uma limitação reconhecida pela comunidade científica em todo o mundo.

Além disso, um terremoto de magnitude 8,9 não é considerado um cenário plausível para o contexto geológico brasileiro. O Brasil está localizado no interior da Placa Sul-Americana, longe das bordas entre placas tectônicas, onde ocorrem os maiores terremotos do planeta.

🔎 A atividade sísmica no Brasil é monitorada continuamente pela Rede Sismográfica Brasileira (RSBR), coordenada pelo Observatório Nacional (ON/MCTI), com apoio do Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM), por meio de quase 100 estações sismográficas distribuídas pelo país.

Antes de compartilhar conteúdos alarmantes, procure sempre confirmar a informação em fontes oficiais.

Desinformação também se combate com ciência.

15/07/2026

⚠️Um tremor de terra de magnitude 2.3 foi registrado próximo ao município de Araçaí, Minas Gerais, às 9h57 (horário de Brasília) desta quarta-feira, dia 15 de julho.

🔎O abalo sísmico foi registrado pelas estações da Rede Sismográfica Brasileira (RSBR) e analisado pelo Centro de Sismologia da USP. A RSBR é coordenada pelo Observatório Nacional (ON/MCTI) com apoio do Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM).

📌O último tremor de terra registrado em Minas Gerais havia ocorrido em 14 de julho, em Divinópolis, com magnitude 1.9.

💬“Pequenos tremores de terra em Minas Gerais não são incomuns, muito pelo contrário. É o estado com o maior número de abalos sísmicos registrados. Os tremores naturais, na sua grande maioria, se devem às grandes pressões geológicas que atuam na crosta terrestre”, explica Bruno Collaço, sismólogo do Centro de Sismologia da USP e da RSBR.

07/07/2026

O sismólogo José Alexandre Nogueira do Centro de Sismologia da USP (Centro de Sismologia USP ) esclareceu os tremores recentes registrados na plataforma continental (costa) do Rio de Janeiro.

04/07/2026

Um tremor de terra de magnitude 3.0 foi registrado na costa do Rio de Janeiro, a cerca de 60 quilômetros do município de Maricá. O evento ocorreu às 17h59 (horário de Brasília) deste sábado (4/7).

O abalo sísmico de baixa magnitude foi registrado pelas estações da Rede Sismográfica Brasileira (RSBR) e analisado pelo Centro de Sismologia da USP. A RSBR é coordenada pelo Observatório Nacional (ON) com apoio do Serviço Geológico do Brasil (SGB).

De acordo com o sismólogo do ON, Dr. Gilberto Leite, esse tipo de evento é relativamente comum na costa sudeste.

“O Brasil registra pequenos tremores de terra com certa frequência, especialmente devido às tensões tectônicas que atuam na crosta terrestre. Na maioria dos casos, esses abalos têm baixa magnitude e não chegam a ser sentidos”, explica. “A margem sudeste do Brasil, em particular, é considerada a principal zona sísmica offshore do país, onde pequenos terremotos ocorrem de forma relativamente frequente”.

Entre os dias 26 e 30 de junho foi registrada uma sequência de nove pequenos abalos sísmicos na costa do Rio, próximos a Saquarema. O maior sismo da série alcançou magnitude 2.5.

Antes disso, entre 21 e 22 de maio, houve uma outra série de pequenos tremores também no litoral, próximos a Maricá. O maior evento daquela série alcançou magnitude 3.3.

A RSBR não recebeu relatos de pessoas que tenham sentido esses tremores.

Não é possível prever como o comportamento da atividade sísmica na região vai evoluir.

03/07/2026

⚠️Um tremor de terra de magnitude 2.4 foi registrado próximo ao município de Pirajuba, Minas Gerais, às 20h30 (horário de Brasília) de quinta-feira, dia 2 de julho. Há relatos de que o tremor de baixa magnitude foi sentido pela população local.

🔎O abalo sísmico foi registrado pelas estações da Rede Sismográfica Brasileira (RSBR) e analisado pelo Centro de Sismologia da USP. A RSBR é coordenada pelo Observatório Nacional (ON/MCTI) com apoio do Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM).

📌O último tremor de terra registrado em Minas Gerais havia ocorrido em 1º de julho, em Planura, com magnitude 2.6

💬“Pequenos tremores de terra em Minas Gerais não são incomuns, muito pelo contrário. É o estado com o maior número de abalos sísmicos registrados. Os tremores naturais, na sua grande maioria, se devem às grandes pressões geológicas que atuam na crosta terrestre”, explica Bruno Collaço, sismólogo do Centro de Sismologia da USP e da RSBR.

02/07/2026

⚠️Um tremor de terra de magnitude 2.6 foi registrado próximo ao município de Planura, Minas Gerais, às 04h53 (horário de Brasília) de quarta-feira, dia 1º de julho.

🔎O abalo sísmico foi registrado pelas estações da Rede Sismográfica Brasileira (RSBR) e analisado pelo Centro de Sismologia da USP. A RSBR é coordenada pelo Observatório Nacional (ON/MCTI) com apoio do Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM).

📌O último tremor de terra registrado em Minas Gerais havia ocorrido em 29 de junho, em Sete Lagoas, com magnitude 1.5.

💬“Pequenos tremores de terra em Minas Gerais não são incomuns, muito pelo contrário. É o estado com o maior número de abalos sísmicos registrados. Os tremores naturais, na sua grande maioria, se devem às grandes pressões geológicas que atuam na crosta terrestre”, explica Bruno Collaço, sismólogo do Centro de Sismologia da USP e da RSBR.

01/07/2026

⚠️Um tremor de terra de magnitude 2.8 foi registrado próximo ao município de Curvelândia, Mato Grosso, às 19h32 (horário de Brasília) de terça-feira, dia 30 de junho. Há relatos de que o sismo foi sentido pela população.

🔎O abalo sísmico foi registrado pelas estações da Rede Sismográfica Brasileira (RSBR) e analisado pelo Centro de Sismologia da USP. A RSBR é coordenada pelo Observatório Nacional (ON/MCTI) com apoio do Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM).

📌O último tremor de terra registrado em Mato Grosso havia ocorrido em 11 de junho, em Santo Antônio do Leste, com magnitude 1.9.

💡Tremores de terra de baixas magnitudes são relativamente comuns no Brasil e ocorrem quase todas as semanas, mas a maior parte deles não é sentida pela população. Os sismos naturais, na sua grande maioria, se devem às grandes pressões geológicas que atuam na crosta terrestre.

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