Frente LGBT João W. Nery

Frente LGBT João W. Nery Bem-vindes a página da Frente LGBT João W. Nery! Somos estudantes de psicologia da UFRJ que entend

✨ eai galera! ✨A Frente LGBT+ João W. Nery vai se reunir nessa quarta- feira às 10h e queríamos muito que vocês fossem! ...
08/09/2020

✨ eai galera! ✨
A Frente LGBT+ João W. Nery vai se reunir nessa quarta- feira às 10h e queríamos muito que vocês fossem! Vamos usar esse espaço pra pensar algumas coisas da frente, mas também pra gente bater um papo e conversar, achamos muito importante a existência desses espaços de acolhimento e de troca de afeto. O nosso encontro vai acontecer no google meet (o link vai ficar disponível no dia) e caso vocês tenham alguma dúvida podem falar com a genteeeee. Esperamos todes lá!

26/03/2020

09/11/2019

O sarau LGBT+ foi incrível e esse video mostra um pedacinho da potencia q teve esse espaço!

NOTA DE REPÚDIO DO GRUPO DE ESTUDANTES TRANS DA UFRJ
17/10/2019

NOTA DE REPÚDIO DO GRUPO DE ESTUDANTES TRANS DA UFRJ

SAPATAO É REVOLUÇÃO!Dia 29/08 é o dia da visibilidade lé***ca!O dia das mulheres que amam mulheres, o dia de celebrar as...
30/08/2019

SAPATAO É REVOLUÇÃO!

Dia 29/08 é o dia da visibilidade lé***ca!

O dia das mulheres que amam mulheres, o dia de celebrar as conquistas que fizemos ao longo do tempo, de espalhar todo o amor que temos guardados em nós, de lembrar do L em LGBT+ e, principalmente, de se orgulhar de quem somos.

Mas por que 29/08?

O dia escolhido foi porque em 1996 ocorreu o primeiro seminário nacional de Lésbicas no Rio de Janeiro, que tinha o tema sobre violação de direitos da mulheres. Mesmo que a data seja por conta de 96 nossa luta é de muito antes, onde em 1979 teve o surgimento do primeiro grupo lésbico feminista em plena ditadura militar.

SOMOS RESISTENTES, SOMOS REVOLUÇÃO!

16/08/2019

[Nota sobre a reserva de vagas às pessoas Trans e Travestis no PPGP/UFRJ]

É com grande pesar que recebemos a manifestação do deputado Rodrigo Amorim (PSL) sobre as cotas no Programa de Pós Graduação em Psicologia da UFRJ destinadas às pessoas Trans e Travestis. Em primeiro lugar, gostaríamos de reafirmar o lugar não patologizante das identidades trans, população que o deputado se refere como “aberrações da natureza”. Aberrações são aqueles que disseminam o ódio, a guerra aos pobres, a violência como mediação de conflitos, o racismo, a LGBTfobia e a misoginia. O mesmo deputado protocolou no primeiro semestre um Projeto de Lei que extingue as cotas raciais no âmbito do Rio de Janeiro.
Seu ataque não pode ser compreendido de forma isolada: em 2019, o Governo Federal interviu no edital da UNILAB que reservava vagas remanescentes à população trans e em 2018, o Programa de Pós Graduação em Direitos Humanos da UFRJ (PPGP/NEPP-DH) teve suas reservas de vagas para trans e travestis judicializadas e suspensas. A fala de Rodrigo Amorim é parte de um todo conservador que brada diante das nossas (pequenas ainda) conquistas. E nós não vamos aceitar isso!
Em 2018, o Programa de Pós Graduação em Psicologia da UFRJ decidiu, de forma pioneira na UFRJ e no país, estender sua reserva de vagas também às candidatas transsexuais e travestis. Essa iniciativa se soma às cotas raciais e demarca o compromisso ético político que firmamos com a redução das desigualdades, inclusão social e enfrentamento às violências estruturais que nossa sociedade segue mobilizando contra populações específicas.
Essa decisão muito nos orgulha. Se, em outros momentos, nossa profissão contribuiu para o avanço das violências e desigualdades contra LGBTs, hoje, nós da Frente LGBT João W. Nery e do Centro Acadêmico Franco Seminério nos posicionamos ao lado daqueles e daquelas que impulsionam uma psicologia que não patologiza as formas de viver e amar, que não legitima o terror e a violência, que não se pretende ser curativa diante de sexualidades não heteronormativas e identidades de gênero não cisgêneras. O que precisa de cura é a sociedade que faz nos faz sofrer.
Atuamos a partir de uma análise concreta da realidade que nos cerca: nosso país é o que mais mata a população transgênera. A cada 48h uma pessoa trans é assassinada no Brasil por motivação transfóbica. De 2008 para cá, são mais de 1000 assassinatos. Enquanto a estimativa de vida de um brasileiro é de 74,6 anos, segundo o IBGE, a de uma pessoa trans brasileira é de 35 anos, menor que a de um camponês durante a Idade Média.
Retomamos esses dados pela compreensão de que é assim que se pensa política pública: analisando a realidade e não escondendo o que está, efetivamente, acontecendo no mundo. E as ações afirmativas são implementadas no intuito de reparar uma realidade tão cruel e promover dignidade, respeito e cidadania a uma parcela da população. Se o Estado fosse historicamente mais presente na formulação de políticas para a garantia de direitos dessa parcela da população, talvez a realidade de tantas travestis e transsexuais fosse melhor.
Diante disso, manifestamos solidariedade ao Programa de Pós Graduação em Psicologia da UFRJ e reafirmamos que nos orgulha fazer parte de um grupo que não abre mão da defesa da dignidade humana. Para a população trans, foram mais de 30 anos de lutas para conquistar o direito de ter seu nome respeitado. É recente, inclusive na UFRJ, a regulamentação para o uso do nome social no Sistema Integrado de Gestão Acadêmica (SIGA). Isso só demonstra o quanto temos que avançar para uma garantia plena de direitos.
Em defesa das cotas para trans e travestis em todas as Universidades!

Frente LGBT João W. Nery
Centro Acadêmico Franco Seminério

Olá caloures, tudo bem?Nós somos a Frente LGBT+ João W Nery do IP, e viemos falar um pouquinho da gente pra vocês.A hist...
29/07/2019

Olá caloures, tudo bem?

Nós somos a Frente LGBT+ João W Nery do IP, e viemos falar um pouquinho da gente pra vocês.

A história dos vários coletivos e frentes LGBT+ que o (agora nosso) instituto conheceu é uma de muitas desavenças e desafios, que sempre acabaram sendo superados por conta de uma crença muito forte e muito presente de que precisamos continuar unidos. Nossa conformação atual surgiu de um grupo de alunos do centro acadêmico que se juntou no começo de 2018 para organizar a primeira semana focada em gênero e sexualidade da história do Instituto, e com a virada do ano e o novo cenário político decidimos que precisávamos nos fazer ainda mais fortes para sobreviver.

Nosso nome de batismo homenageia João W Nery, o primeiro homem tr*******al a realizar a cirurgia de afirmação sexual no Brasil. Ex-aluno do IP, se interessou por Psicologia justamente pois desde muito cedo foi ensinado a acreditar que sua existência era fruto de uma patologia. Depois, quando venceu uma ação legal para mudar seu nome e s**o no cartório, um processo histórico, foi extirpado de todos os seus diplomas e graduações, tendo que continuar seus estudos no exterior. Ele foi o primeiro homem trans a receber o título de Doutor Honoris Causa no mundo, e sua contribuição para a Psicologia e Antropologia são extensas, mas mesmo assim ele não é lembrado.

Conversaremos sobre isso mais a fundo com vocês durante nossa apresentação na SANA, mas a Psicologia teve um papel central e vergonhoso na criação, estabelecimento e manutenção de vários dos estigmas que LGBTs carregam até hoje, e justamente por isso, acreditamos que seja nossa responsabilidade coletiva fazer da Psicologia o dispositivo de libertação que ela deve ser. Assim, nos esforçamos para criar espaços seguros onde diferentes manifestações de sexualidade e expressões e identidades de gênero possam coexistir, dividir suas angústias, e aprender mais sobre si próprias.

Somos um coletivo novo, e apesar da nossa atuação ainda ser limitada, construímos a nossa segunda semana de diversidade sexual e gênero, e temos muito mais planos de elaborar eventos, grupos de estudos, rodas de conversa e festas para as pessoas LGBT+ do IP. Mantendo sempre em mente a responsabilidade que temos como futuros psicólogos de se opor veementemente aos projetos de "cura gay" e de acolher e respeitas todas a multitude de identidades sociais de gênero. A formação em Psicologia no Brasil, de uma maneira geral, não abrange questões quanto ao sofrimento da população LGBT+, heteronormatividade, privilégios cis, e mesmo a existência de pessoas travestis e não-binárias, e juntos, esperamos poder mudar esse cenário.

Não sabemos ainda de onde vocês vêm. Talvez alguns de vocês tenham convivido bastante com LGBT+, e talvez alguns de vocês não. O fato é que diante de todas as conquistas que tivemos nas últimas décadas, e a convivência rotineira com pessoas LGBT+ no ambiente fechado da faculdade, é fácil esquecer da opressão e violência que sofremos todos os dias. Mas nós nos lembramos. Nós ainda existimos.

Aproveitem muito a SANA, e a oportunidade de libertação que a faculdade significa! Estamos muito animados pra conhecer vocês!

03/04/2019

Grupo de estudos sobre gênero e sexualidade

Na nossa formação de Psicologia não encontramos muitas disciplinas que falem sobre LGBT+. Diante disso, a Frente João W. Nery criou esse grupo de estudos para podermos estudar nossa história e saber o que é produzido sobre e por nós. O objetivo é possibilitar discussões e aprofundar os conhecimentos acerca da temática, assim como promover debates sobre temas contemporâneos e que nos tocam como LGBT+ e estudantes de Psicologia.
Para mais informações sobre o programa e a dinâmica dos encotros, procurar a página da frente.

Público alvo: estudantes LGBT+ da graduação em Psicologia da UFRJ.

Dia/horário: Quintas, de 17h às 18:30.

Início: 04/04/19

Organizado pela Frente LGBT+ João W. Nery

Endereço

Rua Pasteur, 250
Rio De Janeiro, RJ

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