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Nem uma a menos. Justiça por Agostina_Por: Mariana Romero. Delegada da Escola da SUTEBA – Militante do GOI – CIR_Onze an...
05/06/2026

Nem uma a menos. Justiça por Agostina

_Por: Mariana Romero. Delegada da Escola da SUTEBA – Militante do GOI – CIR_

Onze anos após o surgimento do movimento Ni Una Menos, a violência machista continua ceifando vidas, enquanto o governo de Javier Milei aprofunda o desmantelamento – das já poucas e com escasso financiamento – das políticas públicas, supostamente destinadas a preveni-la e combatê-la. Os feminicídios não diminuem; a pobreza atinge com maior dureza as mulheres trabalhadoras e as dirigentes da CGT e das CTAs mantêm uma passividade inadmissível diante de um ajuste que também tem rosto de mulher, especialmente de mulher trabalhadora. Neste dia 3 de junho, voltamos às ruas para exigir justiça por Agostina e por todas as vítimas da violência machista, reivindicar orçamento e políticas de gênero. Exigindo uma greve nacional que una a luta contra a opressão a todas as lutas contra o ajuste econômico.

*3 de junho: onze anos de luta, uma emergência que continua*

Quando centenas de milhares de pessoas lotaram as praças do país em 3 de junho de 2015, ficou claro que a violência machista não era um problema privado nem uma soma de casos isolados. Era uma problemática estrutural que atravessava toda a sociedade e, sobretudo, a classe trabalhadora.

Onze anos depois, a realidade demonstra que aquela mobilização histórica conseguiu instigar o debate e conquistar direitos importantes, mas não pôde pôr fim à violência de gênero.

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*Assentar Todos!*Esse é a exigencia dos acampados do Capão das Antas, do 3 de Janeiro e das famílias pobres da cidade qu...
04/06/2026

*Assentar Todos!*

Esse é a exigencia dos acampados do Capão das Antas, do 3 de Janeiro e das famílias pobres da cidade que iniciam a luta pela terra conosco.

O poder público, Lula, Incra e Donato são responsáveis pelo possível despejo de mais de 150 famílias no Capão e pela ausência de política agrária para as 56 famílias do 3 de Janeiro.

Aqui ninguém vai recuar, exigimos reforma agrária já, nenhum lutador pode ficar sem terra. Assentar Todos, já!

Incra, cadê você? Não aceitamos usar a luta dos camponeses para palanque eleitoral.

Vamos à luta!

📢 *Tribuna Livre*Leia as novas contribuições ao debate congressual de Fundação do novo Partido Revolucionário no Brasil....
04/06/2026

📢 *Tribuna Livre*

Leia as novas contribuições ao debate congressual de Fundação do novo Partido Revolucionário no Brasil.

- Tática eleitoral: o problema do sectarismo - (Por: Otávio Ar**ha)

- Proposta de adendo ao ponto 16 das Teses - (Por: Núcleo do Litoral Paulista – Alex, Lara, Marcus, Maicon.)

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E a reparação, Papa Leão XIV?_Por: Henrique_Nas últimas semanas, o Papa Leão XIV fez um pronunciamento histórico. Pediu ...
03/06/2026

E a reparação, Papa Leão XIV?

_Por: Henrique_

Nas últimas semanas, o Papa Leão XIV fez um pronunciamento histórico. Pediu perdão aos povos escravizados de origem africana e indígena pela legitimação, pela Igreja Católica, da escravidão. Essa prática teve aval jurídico e teológico do papado durante os séculos XV e XVI e serviu para que a classe comercial da época — que mais tarde se consolidaria como burguesia — realizasse a chamada acumulação primitiva de capital.

Esse capital inicial, oriundo de sangue, saque, sofrimento, humilhações e mortes, foi essencial para financiar a Revolução Industrial, que teve início no século XVIII na Inglaterra. Mais tarde, esse processo espalhou-se pela Europa, impulsionado principalmente pelos países que enriqueceram com as grandes navegações e com a colonização na África e nas Américas, como a França e a Holanda.

Para entender como chegamos até aqui, precisamos voltar no tempo. A burguesia surgiu por volta do século XI, impulsionada por avanços técnicos na agricultura, que levaram a um aumento da população durante o feudalismo. Nesse cenário, as Cruzadas — guerras religiosas organizadas pela Igreja — reabriram as rotas comerciais entre o Ocidente e o Oriente, fazendo com que as cidades e o comércio renascessem. Nesse novo ambiente, os mercadores acumulavam cada vez mais riquezas. Tratava-se de uma classe social em clara ascensão econômica, embora o poder político ainda estivesse nas mãos da nobreza (a aristocracia feudal).

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Caso Master: uma crise de Estado na gestão da barbárieO colapso do Banco Master não é um “ponto fora da curva”, mas uma ...
02/06/2026

Caso Master: uma crise de Estado na gestão da barbárie

O colapso do Banco Master não é um “ponto fora da curva”, mas uma expressão da lógica da financeirização levada ao paroxismo. O escândalo, que resultou em uma liquidação extrajudicial em novembro de 2025, expõe como o Estado burguês atua como instrumento central de um modelo de negócio baseado na espoliação direta. Sob a lógica neoliberal, o Estado abdica de sua função “reguladora” para se tornar o garantidor de uma estrutura que visa abocanhar uma parcela cada vez maior da mais-valia produzida pelos trabalhadores, transferindo-a diretamente ao capital financeiro por meio da captura do fundo público e de outros recursos.

A crise atingiu toda a superestrutura (governo, Congresso, STF, Banco Central, TCU, etc.) e todos os setores burgueses, sejam do governo Lula ou da oposição, que retardaram, por meses, a liquidação. Isso permitiu que o Banco Master continuasse captando bilhões de reais de brasileiros, mesmo já quebrado, para salvaguardar o capital financeiro.

A inércia das instituições diante do colapso do Banco Master não é uma falha técnica, mas a expressão material da “gestão da barbárie” operada pelo Estado em sua função de comitê gestor dos negócios da burguesia. Ao retardar a liquidação do Banco Master por meses, o Banco Central e as instâncias de controle permitiram que a fraude continuasse a drenar bilhões da classe trabalhadora, para salvaguardar o capital financeiro.

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01/06/2026
31/05/2026

Confira a fala de Altino sobre as eleições na reunião da CSP-CONLUTAS São Paulo.

31/05/2026

A companheira Samantha Guedes do MPR faz uma intervenção na Plenária das AEI que conseguiram uma vitória de serem reconhecidas nacionalmente como educadoras.
No entanto, ela como AEI defende que existe mais 1 etapa nesta luta que é a garantia de todas as prefeituras façam o enquadramento.

Plenária que ocorreu hj (30/05) organizada pelo Sepe/RJ (Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação) no Club Municipal.





MPR participando da Coordenação da CSP-Conlutas de SP.
30/05/2026

MPR participando da Coordenação da CSP-Conlutas de SP.

30/05/2026

CSP CONLUTAS SP | Confira a intervenção do Barbosa, membro do MPR e trabalhador dos Correios, na reunião da coordenação estadual da CSP Conlutas.

Endereço

Rio De Janeiro, RJ

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