Cordel Coletivo Revolucionário de Libertação.

Karl Marx nasceu em 5 de maio de 1818 em Trier, uma cidade localizada na Alemanha. Ele foi um filósofo, economista e soc...
06/05/2023

Karl Marx nasceu em 5 de maio de 1818 em Trier, uma cidade localizada na Alemanha. Ele foi um filósofo, economista e socialista revolucionário cujas ideias influenciaram profundamente a política, a economia e a cultura modernas.

Quando Marx era jovem, ele estudou na Universidade de Bonn e depois na Universidade de Berlim, onde estudou filosofia, história e direito. Durante esse tempo, ele se interessou pelas ideias dos filósofos Hegel e Feuerbach, que influenciariam seu pensamento mais tarde.

Depois de se formar, Marx se envolveu com o movimento socialista e se tornou um jornalista político. Ele escreveu artigos e ensaios sobre temas como a desigualdade social, a exploração dos trabalhadores e a luta de classes.

Em 1848, Marx e seu amigo Friedrich Engels publicaram o "Manifesto Comunista", um documento que expõe suas ideias sobre a luta de classes e a necessidade de uma revolução proletária para acabar com o capitalismo.

Marx passou grande parte de sua vida em exílio. Ele foi expulso da Alemanha e depois viveu em Paris, Bruxelas e Londres. Durante esse tempo, ele continuou a escrever e a defender suas ideias socialistas.

Uma das principais ideias de Marx é que a história é movida pela luta de classes. Ele evidenciou que a classe trabalhadora é explorada pelos capitalistas e que essa exploração levará inevitavelmente a uma revolução proletária.

Marx também desenvolveu a teoria do valor-trabalho, que afirma que o valor de uma mercadoria é determinado pelo tempo de trabalho necessário para produzi-la. Essa teoria é fundamental para a compreensão da economia política marxista.

O pensamento de Marx influencia muitos movimentos políticos ao longo do tempo, incluindo o comunismo, o socialismo e o anarquismo. Suas ideias também foram criticadas e debatidas por muitos outros filósofos e economistas.

Karl Marx faleceu em 14 de março de 1883, em Londres.

A vida e as ideias de Marx continuam a ser estudadas e debatidas por estudiosos em todo o mundo. Ele é considerado um dos pensadores mais influentes da história moderna e um ícone da luta pelos direitos dos trabalhadores.

Hoje fizemos panfletagem no DER do edupovo e as pessoas do bairro ficaram muito felizes e entusiasmadas em ajudar a cons...
26/03/2023

Hoje fizemos panfletagem no DER do edupovo e as pessoas do bairro ficaram muito felizes e entusiasmadas em ajudar a construir este importante instrumento de educação popular. .e.r

26/03/2023
23/02/2023

Alô estudantes, um 2023 de muito trabalho e realizações está por vir. Acompanhe nossas redes nos próximos dias para mais informações!

Vem conhecer a gente, link na Bio 😁

Direct aberto para tirar dúvidas.

08/02/2023
07/02/2023

Discutir o modelo de democracia desejado, a partir da crítica ao atual sistema político brasileiro. Esse foi o objetivo da campanha “A Democracia que Queremos”, promovida pela Plataforma dos Movimentos Sociais pela Reforma do Sistema Político, durante o segundo semestre de 2022. A campanha mobilizou diversas organizações e resultou na produção de materiais de comunicação, debates e ações presenciais. Um resumo do que ocorreu está disponível no e-book lançado pela Plataforma: www.reformapolitica.org.br

Muita gente está assistindo este clássico do cinema brasileiro, baseado em fatos. O Assalto ao Trem Pagador, de 1962. No...
02/02/2023

Muita gente está assistindo este clássico do cinema brasileiro, baseado em fatos.

O Assalto ao Trem Pagador, de 1962. No interior do Estado do Rio de Janeiro, um grupo de seis homens assalta o trem pagador na estrada de ferro Central do Brasil. Eles decidem só gastar, no máximo, dez por cento do produto roubado, para não despertar suspeitas da polícia. Só que Grilo Peru (Reginaldo Faria) resolve se entregar ao luxo da zona sul carioca, sendo assassinado por Tião Medonho (Eliezer Gomes), o líder da quadrilha. Ao mesmo tempo, a polícia fecha o cerco sobre os outros assaltantes, quase todos favelados.

Está disponível gratuitamente em nosso canal vivosofando. Vai perder? Assiste aqui: https://www.youtube.com/watch?v=G5OqsBapR_Y Aproveite e assine o canal (clique no sininho) para não perder as novidades. Curta, comente, compartilhe o conteúdo do canal, assim você ajuda meu trabalho de criação e divulgação de conteúdo de libertação.

19/01/2023

*NOTA DE REPÚDIO E PEDIDO DE PROVIDÊNCIAS*
* PATAXÓ EXTREMO SUL DA BAHIA*
A Plataforma de Movimentos Sociais por Outro Sistema Político e as mais de 130 organizações que a compõe, vem a público manifestar toda solidariedade ao povo Pataxó do Extremo Sul da Bahia pelo assassinato de Samuel Cristiano do Amor Divino, de 25 anos, e de Nawy Brito de Jesus, de 16 anos. Essa violência extrema, assim como tantas outras que viemos acompanhando cotidianamente são incompatíveis com a concepção de democracia, de proteção, e de promoção de direitos.
São cotidianamente veiculadas as violências sofridas pelos povos indígenas no Brasil, sobretudo nos últimos 04 anos, com a ascensão da extrema direita, fascista, que se autorizou a destruir e não cumprir as ferramentas democraticamente constituídas para as necessárias demarcações de terras, bem como exterminar pessoas indígenas país a fora.
Entendemos que somente as necessárias providências legais, direcionadas aos idealizadores, mandantes e executores dessas atrocidades podem gerar justiça e respeito a democracia e aos direitos dos povos indígenas, sendo o que reivindicamos, com atuação comprometida das instâncias estadual e federal.
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A 6ª Semana Social Brasileira, a Rede Jubileu Sul Brasil e o Grito dos/das Excluídos/as convidam para:*_Reunião virtual ...
12/01/2023

A 6ª Semana Social Brasileira, a Rede Jubileu Sul Brasil e o Grito dos/das Excluídos/as convidam para:

*_Reunião virtual consultiva: Plebiscito Popular 2023:_* *“Revogaço”*
*09/02/2023 (quinta-feira) - 19h* Horário de Brasília

2023 chega com muitos desafios rumo à construção do Brasil que sonhamos e queremos. *Queremos avançar numa consulta sobre a proposta de um Plebiscito Popular, pautando o revogaço de políticas nefastas que forma implementadas. Quais? Previdência, trabalhista, privatizações, poder dos militares, etc, etc? Sobre o quê?* O processo de construção vai apontar. Primeiro precisamos nos escutar: é pertinente a realização de um plebiscito popular esse ano?

❓Vamos juntes dialogar e avançar nessa construção coletivamente? Contamos com sua participação.

📲*Inscreva-se e participe:*
https://bit.ly/ReuniaoConsultivaRevogaco

👁️‍🗨️*Saiba mais:*
https://bit.ly/CartaPlebiscito2023

Nota sobre os acontecimentos provocados pelo bolsonarismo no dia 08/01/2023 Para nós sempre foi muito nítida a relação d...
10/01/2023

Nota sobre os acontecimentos provocados pelo bolsonarismo no dia 08/01/2023
Para nós sempre foi muito nítida a relação de posse dos capitalistas em relação aos Estados, especialmente com os Estados dependentes como é o Brasil. O que antes era lobby dos empresários pressionando congressistas e pagando para terem seus interesses privados defendidos no congresso, mesmo contra os interesses públicos, hoje é administração, já que maior parte dos congressistas são financiados pelo capital privado, suas eleições são financiadas por eles e quando eleitos pertencem aos capitalistas que os financiam.
Desde a constituição de 1988, que deveria alçar o Povo Brasileiro em um patamar muito maior de dignidade, os interesses do povo trabalhador vêm sendo preteridos a cada governo, numa crescente e intensa agenda de retirada de direitos. O Golpe jurídico-parlamentar contra Dilma Rousseff, a transição com Temer e a eleição de Bolsonaro foram possibilitadas pelos anseios de um setor neoliberal do capitalismo internacional. Bolsonaro representa este setor do neoliberalismo que nega avanços civilizatórios, propaga e implementa a necropolítica. É uma forma triunfalista, que precisa vencer a qualquer custo seus inimigos e neste caso, o capitalista vence quanto mais lucro consegue, submetendo presidentes e governantes como Bolsonaro e seus lacaios a fazerem o que querem: tirar direitos trabalhistas, acabar com a aposentadoria, explorar a classe trabalhadora em níveis cada vez mais intensos etc.
A classe trabalhadora é alvo constante de ideologia hegemônica, através dos mais variados instrumentos, com destaque para a comunicação de massa (potencializada pelo advento das redes sociais) e a instrumentalização da religião. A utilização das redes sociais para manipular perfis, alimentando suas crenças com conteúdos falsos, odiosos, alimentando o triunfalismo, o rancor e o ódio já foi mais que comprovada, entretanto, não se torna possível a regulamentação dessas redes no país, já que elas são parte do capitalismo internacional que não respeita os Estados e se fizeram o principal meio de divulgação das ideias neoliberais e portanto, do convencimento da classe trabalhadora em submeterem-se à retiradas de direitos e ao estado de coisas atual. E isso, em grande parte, é realizado através do moralismo. O moralismo é a ênfase em valores morais que constituem às sociedades, pegando apenas alguns aspectos e reforçando-os num fundamentalismo cego, com o reforço de elementos simbólicos da religião, as pessoas são capaz de matar ou morrer para defenderem o que acreditam.
Assim, nós sabemos que grande parte das pessoas que estão nas manifestações bolsonaristas não são terroristas. Estão lutando pelo que acreditam. E o que acreditam são valores reforçados pelo capitalismo neoliberal: fascismos, neonazismos e totalitarismos. Há um grupo bolsonarista católico que se chama de “A nova cruzada”. As cruzadas ocorreram quando a Igreja da Cristandade, por disputa de poder e territórios, assassinou cruelmente a todos que não concordavam com ela.
O bolsonarismo é o neoliberalismo e este é a face totalitária do próprio capitalismo. Esta extrema direita está organizada mundialmente, tem organicidade nos seus mais de 300 escritórios que produzem diariamente conteúdo de convencimento e propaganda. Isso é veiculado pelas redes sociais, impulsionado, com milhões de dólares diariamente, chegando a cada pessoa de acordo com suas crenças.
Só será possível derrotar o bolsonarismo assumindo que o Estado Democrático de Direito burguês não nos serve mais enquanto povo. Porque ele é o problema. É um Estado da burguesia, que defende apenas os direitos e privilégios burgueses e cria leis, manipula o Direito para beneficiar a si mesmos, reprimindo à classe trabalhadora.
Precisamos de um novo pacto social e não o construiremos em quatro anos. Nem pelas eleições burguesas. Lula e o PT sabem disso. E por que não dizem? Por que não chamaram o povo às ruas?
As manifestações de Junho de 2013 representaram o rompimento com o Estado Democrático de Direito. As esquerdas não estavam e não estão prontas para assumir a responsabilidade de romper com ele. O capitalismo sempre está, pois para ele não importa. É preciso nos irmanar com os países que já perceberam isso há décadas e tentam com todas as dificuldades, encontrar seus caminhos, novos caminhos. Outras formas de governo, a partir de um pacto social que só pode ocorrer desde baixo, à esquerda. É preciso convocar o povo e às forças políticas internacionais e nacionais que realmente se importam com a soberania dos Estados.
A organização popular em fóruns regionais, estaduais e nacional permanentes que permitam a participação e o exercício democrático participativo, a transparência nos critérios, as deliberações em consenso e um conjunto de novos instrumentos construidos e reconhecidos pelo Povo. É fundamental que as esquerdas utilizem de seus instrumentos: partidos, centrais sindicais, correntes políticas, fundações etc. para construir este outro pacto social de forma verdadeiramente popular e democrática.
Se quisermos vencer esta onda de totalitarismos que ascendeu com o bolsonarismo, é fundamental que a chamemos pelo nome: capitalismo. E um de seus principaios instrumentos, que o que mantem é o Estado Democrático de Direito, criado para possibilitá-lo e administrá-lo.
Enquanto insistirmos fingir que precisamos “restaurar à democracia”, esta democracia burguesa, que nunca chegou ao povo brasileiro, será difícil que o povo volte ter esperança real e acredite nas esquerdas brasileiras. A verdadeira democracia, participativa e responsável, popular, não acontecerá no capitalismo. É preciso que isso seja dito. Porque o discurso conservador do Estado Democrático de Direito e da democracia burguesa é o discurso que quer conservar o modelo de sociedade que sempre oprimiu e ainda oprime grande parte do povo.
Somos esquerda porque temos um projeto diferente a oferecer e a construir. E ele tem nome e é Socialismo. E é um socialismo democrático, desde o povo, com o povo e para o povo. Enquanto não mostrarmos que ele é possível e que sabemos como construí-lo, enquanto nossas ações e formas de luta não fazerem o povo ver que é possível, nosso papel enquanto esquerda não estará sendo cumprido.
É preciso coragem. Bolsonaro propôs um rompimento e metade das pessoas do país o seguiram. Sabemos que é um falso rompimento e que ele utilizou de métodos totalitários.
Mas e nós, vamos seguir querendo conservar aquilo que sempre oprimiu ao povo? Ou vamos avançar, assumindo nossa vocação, para a verdadeira democracia socialista?

Endereço

São Caetano Do Sul, SP

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