Iniciativa Comunista - IC

Iniciativa Comunista - IC A Iniciativa Comunista é uma organização de caráter partidário marxista-leninista alinhada às posições revolucionárias de Luiz Carlos Prestes

A Iniciativa Comunista e a Organização Comunista Arma da Crítica completaram com êxito seu processo de Unificação em Con...
30/04/2025

A Iniciativa Comunista e a Organização Comunista Arma da Crítica completaram com êxito seu processo de Unificação em Conferência realizada em Campinas, nos dias 26 e 27 de abril. Surge a Liga Comunista Brasileira – LCB.

A LCB reivindica a tradição dos comunistas desde 1922, se propõe a defender as aspirações da classe trabalhadora no Brasil. É uma organização que tem o socialismo no seu horizonte estratégico, ao mesmo tempo que trabalha para dar coesão às lutas cotidianas dos trabalhadores e do povo.

No artigo 2o dos seus estatutos, aprovados na Conferência de Unificação, a LCB “tem como princípios: a) a defesa incondicional das aspirações e interesses da classe trabalhadora; b) o internacionalismo proletário e a autodeterminação dos povos; c) a luta antiimperialista e antifascista; d) a defesa da soberania nacional e das liberdades democráticas; e) a unidade da luta dos trabalhadores e dos setores populares contra a exploração e a opressão; f) o acesso à terra para quem nela trabalha e a preservação do meio ambiente; g) a defesa dos povos indígenas, quilombolas e populações ribeirinhas à terra, a água e a seus modos de vida tradicionais; h) a emancipação da mulher, a superação do racismo, da LGBTFobia, do capacitismo e do etarismo; i) a luta por uma sociedade justa, fraterna e solidária, a sociedade socialista, rumo ao comunismo.”

Desde já, a LCB quer estabelecer o diálogo com outras organizações comunistas e de esquerda para construir uma pauta comum de lutas. A LCB conclama a classe trabalhadora a desenvolver suas lutas e organização, no rumo de retomar o protagonismo dos trabalhadores e do povo na cena nacional.

Viva a Liga Comunista Brasileira!

30/03/2025

Abertura de Davi Perez na live de Lançamento da Conferência Nacional de Unificação entre a Iniciativa Comunista e a Organização Comunista Arma da Crítica, com o mote dos 103 anos de Movimento Comunista no Brasil.

A Iniciativa Comunista e a Organização Comunista Arma da Crítica já estão em processo “pré-congressual” para a realizaçã...
21/03/2025

A Iniciativa Comunista e a Organização Comunista Arma da Crítica já estão em processo “pré-congressual” para a realização da Conferência Nacional de fusão entre ambas as organizações, que ocorrerá nos dias 26 e 27 de abril desse ano.

Na próxima terça-feira (25/03/2025) às 19h teremos a live de lançamento da Conferência de Unificação, com o mote dos 103 anos de Movimento Comunista no Brasil. A live será coordenada pela camarada Fernanda Freitas, terá uma abertura de introdução histórica com o camarada .mperez , e representando cada organização teremos os camaradas pela Arma da Crítica e .soares.7927 pela Iniciativa Comunista.
O link da transmissão será disponibilizado aqui na bio ou nos stories das páginas das organizações.

Após a posse de Donald Trump para um novo mandato como presidente dos Estados Unidos, um sentimento de pessimismo abate-...
25/01/2025

Após a posse de Donald Trump para um novo mandato como presidente dos Estados Unidos, um sentimento de pessimismo abate-se sobre todos aqueles que percebem a possibilidade da mesma história se repetir no Brasil — com exceção daqueles que, por tamanho esforço para se iludir com a realidade, se recusam a enxergar.

Em 2022, houve uma organização de forças políticas visando eleger Lula e frear a sandice que foram os quatro anos de governo Bolsonaro. Essa organização de forças incluía partidos de esquerda e direita, sindicalistas, movimentos populares e também setores da burguesia (vide a Carta do Largo de São Francisco).

Esse acordo pragmático pela eleição de Lula, em uma chapa que tinha como candidato o vice-presidente Geraldo Alckmin (antigo adversário da esquerda), foi incrementado à direita no segundo turno com a entrada do MDB, e, na composição dos ministérios para o governo já tinha a participação também do União Brasil, do PSD e do PP. O principal objetivo era selar um pacto pela “união e reconstrução” do país. Esse pacto representaria um retorno ao projeto civilizatório inaugurado com a Constituição de 1988.

O problema dessa aposta é que o avanço da extrema-direita em todo o mundo levou a um rearranjo político que impossibilita o retorno a tal pacto civilizatório. Como é possível reconstruir as bases de uma sociedade que adoeceu perante o fascismo sem que o fascismo tenha sido combatido ideológica e politicamente?

Não importa o jogo que se esteja disposto a jogar; a extrema-direita sempre puxará a corda.

Em todo o mundo, os momentos de retorno à centro-esquerda ou à direita tradicional têm muitas vezes proporcionado pequenos respiros políticos (que não duram além do intervalo entre um mandato e outro), com algumas raras exceções. Quase nenhum país tem conseguido implementar na prática mecanismos políticos eficientes para barrar o fascismo. A resposta para isso está justamente no fato de que se está aplicando o remédio errado para tratar a doença.

[Continua nos comentários e link na bio]

A Organização Comunista Arma da Crítica e a Iniciativa Comunista, tendo como pressuposto o marxismo-leninismo enquanto e...
05/01/2025

A Organização Comunista Arma da Crítica e a Iniciativa Comunista, tendo como pressuposto o marxismo-leninismo enquanto espinha dorsal teórica e política e reivindicando todo o seu legado de lutas e revoluções anticoloniais, proletárias e populares, partindo de uma análise concreta das particularidades da formação social brasileira e do momento atual, avançam para a conformação de uma unidade orgânica em torno dos seguintes princípios e posicionamentos gerais.

Os rebeldes fundamentalistas que dominam parte do noroeste sírio lançaram uma ofensiva contra Aleppo, principal cidade d...
01/12/2024

Os rebeldes fundamentalistas que dominam parte do noroeste sírio lançaram uma ofensiva contra Aleppo, principal cidade da região. Com o apoio da Turquia, os rebeldes, conhecidos por promoverem casamentos infantis nos territórios ocupados, retomaram áreas e vilarejos no entorno da cidade e continuam avançando.

As forças do governo sírio, presidido por Bashar Al Assad e reconhecido pelas Nações Unidas, enfrentam anos de guerra civil e resistem graças ao apoio da força aérea russa. Contudo, a estabilização da região com o apoio de Moscou, que se envolveu diretamente no conflito a partir de setembro de 2015, não pode ser considerada uma vitória.

A Síria continua ocupada por todos os lados. Além da ocupação dos rebeldes fundamentalistas, a Turquia ocupa faixas do país na fronteira norte. Os sírios curdos estabeleceram um governo semiautônomo no norte e nordeste do país, mantendo uma relação tensa, mas de neutralidade, com o governo Assad. Nessa mesma região, os Estados Unidos mantêm pequenos enclaves em colaboração com os curdos. Há anos, os EUA extraem petróleo sírio na região contígua ao Iraque. A área do país vizinho é dominada pelos curdos de forma tutelada pelos EUA, de onde também extraem petróleo de forma ilegal. Na fronteira sul, os EUA mantêm um enclave militar em apoio aos rebeldes com suporte de suas forças estacionadas em sua base militar na Jordânia. Além disso, pequenos enclaves das forças conhecidas como Estado Islâmico estão espalhadas no território controlado pelo governo sírio e, é claro, Israel domina as colinas de Golã já muito antes da guerra civil.

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A Coluna Prestes, que percorreu 12 Estados brasileiros ao longo de 25 mil quilômetros, foi a maior marcha militar da his...
24/11/2024

A Coluna Prestes, que percorreu 12 Estados brasileiros ao longo de 25 mil quilômetros, foi a maior marcha militar da história, superando as marchas de Alexandre Magno e a Longa Marcha de Mao Tsé-Tung. Apesar dos limites políticos de seu programa, as façanhas da Coluna simbolizaram no imaginário popular importantes elementos da luta democrática, patriótica e anti-oligárquica. E não deixa de ser curioso constatar que, mesmo no âmbito das esquerdas, muitos daqueles que hoje reivindicam a importância de figuras como Bolívar, José Martí e San Martín, prefiram jogar água no moinho do ocultamento promovido pelas classes dominantes do Brasil quando se trata do legado da Coluna e de Luiz Carlos Prestes.

O estopim que impulsionou a marcha da Coluna decorreu da fermentação do movimento tenentista: jovens militares rebeldes que se revoltaram contra os desmandos da República Velha e do governo de Arthur Bernardes. No Rio Grande do Sul, o prestígio do capitão e engenheiro Luiz Carlos Prestes entre os soldados, contribuiu para a coesão do movimento que, em sua fase inicial, dispunha de cerca de 1,5 mil homens, somente a metade deles armados. Seus membros, tanto militares quanto civis, eram majoritariamente jovens, caboclos, sem terra ou pequenos camponeses.

[Link para o texto completo na bio]

Um golpe de estado estava sendo tramado, e dentro da cúpula do governo Bolsonaro estavam os principais articuladores des...
22/11/2024

Um golpe de estado estava sendo tramado, e dentro da cúpula do governo Bolsonaro estavam os principais articuladores deste golpe, incluindo o próprio Bolsonaro ainda na condição de presidente da República, seu lugar-tenente, o general Braga Neto e vários outros oficiais superiores. Entre autoridades civis, basta rebuscar nas redes sociais da época e teremos entulhos de mensagens de áudio, vídeos e textos incitando para a realização de um golpe por parte de muitos deputados e senadores eleitos pelos partidos de extrema direita, ação política orquestrada também pelos filhos de Jair Bolsonaro.

O próprio general Braga Neto, interventor de Temer na segurança pública do Rio de Janeiro em 2018 (na época do assassinato de Mariele Franco), depois ministro de Bolsonaro, candidato a vice-presidente na chapa derrotada em outubro de 2022, confirmava a populares no “cercadinho”, entre novembro e dezembro de 2022, que Lula não subiria a rampa em 1° de janeiro de 2023. Ele afirmava isso com a cumplicidade de quem reunia em sua casa os articuladores do assassinato de Lula, Alckmin e Alexandre de Moraes, que tinha data para acontecer : 15 de dezembro de 2022. O triplo homicídio não se concretizou, mas como sabemos, essa história ainda não tinha acabado.

Agora o frustrado golpe de Estado de 08 de janeiro de 2023 começa a ser compreendido em sua plenitude — de fato houve articulações para a tomada do poder, e estas articulações passaram não apenas por incitar os movimentos de rua, mas também pela tentativa de tomada do poder de forma violenta. Enquanto os atos golpistas eram (e ainda são) creditados por muitos a uma turba tresloucada e inconsequente que estava apenas manifestando sua “legítima” indignação, a realidade se mostrou sem filtros e muito mais profunda do que se imaginava: havia um planejamento feito por profissionais, com etapas pré-definidas, ações de agitação e propaganda, tarefas militares, financiamento, indivíduos e grupos com capacidade militar, armamento disponível em abundância e plano para assassinar o presidente e o vice-presidente da República, além de um ministro do Supremo Tribunal Federal.

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A eleição presidencial nos Estados Unidos representa aos eleitores uma escolha baseada entre duas candidaturas que repre...
05/11/2024

A eleição presidencial nos Estados Unidos representa aos eleitores uma escolha baseada entre duas candidaturas que representam essencialmente o mesmo projeto político – com poucas diferenças e nuances entre elas. O sistema eleitoral dos Estados Unidos, rigidamente dominado por dois partidos, limita as possibilidades de avanço de novas vozes políticas. A estrutura bipartidária marginaliza candidaturas independentes ou de pequenos partidos, restringindo o debate público e dificultando a emergência de plataformas que desafiem o sistema capitalista.

Essa barreira imposta pela estrutura eleitoral é um reflexo da resistência do sistema em permitir mudanças significativas e impede que uma verdadeira diversidade ideológica se estabeleça no cenário político, mantendo o país preso a uma escolha entre duas forças políticas principais, que em grande parte convergem em questões fundamentais de política econômica e externa.

Após a onda de apoio a Bernie Sanders, que mobilizou centenas de milhares de ativistas progressistas nos EUA e levou à eleição de parlamentares socialistas democráticos nas listas do Partido Democrata, esses mesmos movimentos e ativistas sociais votaram sem compromisso nas prévias democratas, ou seja, votaram em branco.

Com a conclusão das prévias e a substituição de Biden por Kamala Harris como candidata democrata, esses ativistas foram apresentados às candidaturas de Claudia de la Cruz e Karina Garcia, do Partido Socialismo e Liberdade dos EUA. São candidaturas comprometidas com profundas mudanças no coração do imperialismo estadunidense — mudanças almejadas por muitos desses ativistas quando apoiaram Bernie Sanders e elegeram parlamentares socialistas democráticos.

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Crédito da charge: Não há nenhuma explicação razoável para o veto do Brasil à entrada da Venezuela no BRICS. Em primeiro...
28/10/2024

Crédito da charge:

Não há nenhuma explicação razoável para o veto do Brasil à entrada da Venezuela no BRICS. Em primeiro lugar, porque o bloco, originalmente formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, nunca teve como característica a unidade ideológica ou a afinidade cultural entre os povos e os governos, e isso ficou ainda mais evidente com a entrada no bloco do Irã, da Arábia Saudita e dos Emirados Árabes Unidos. Budismo, islamismo, hinduísmo e cristianismo são as religiões predominantes nos países do BRICS, ou seja, as maiores religiões do mundo estão dentro do bloco, e este seria mais um elemento progressivo, a possibilidade de aproximar ao longo do tempos povos muito diferentes.
Outra explicação insuficiente é a que trabalha com a ideia de que o Brasil vetou a Venezuela e a Nicarágua porque quer ser o único país latino-americano dentro do bloco, e que isso cumpriria razões de geopolítica que pudessem justificar algo. Embora possamos ter tido outras posturas semelhantes no passado, de pretensão hegemonista na região, também essa tese cai por terra, porque a Argentina, histórico concorrente do Brasil na região, foi convidada, e, diga-se, saudada pelo governo brasileiro, pelo menos publicamente. Hoje, o governo da Argentina, para o aprofundamento da tragédia daquele povo irmão, esnoba o BRICS, dizendo que não quer participar, diante do silêncio respeitoso do governo brasileiro.
Uma tese mais consistente é aquela que diz que o atual governo brasileiro fez um acordo com o governo e com os poderes perenes dos Estados Unidos quando do processo eleitoral de 2022, trocando o rechaço ao golpe por parte dos Estados Unidos à condicionante de que o Brasil não criaria obstáculos ao bloqueio que o imperialismo promove contra a Venezuela.

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Hoje às 21h teremos a participação do camarada  pela Iniciativa Comunista na live Balanço Geral das Eleições que será tr...
28/10/2024

Hoje às 21h teremos a participação do camarada pela Iniciativa Comunista na live Balanço Geral das Eleições que será transmitida pelo canal Emancipação do Trabalho e contará com a participação de outros representantes das organizações que compõem o Comitê Anti-fascista em São Paulo.

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São Paulo, SP

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