Parabula Parabula Na era dos compartilhamentos múltiplos das redes sociais, é preciso compartilhar esses relatos bebendo direto nas fontes originais.

Ouvir para ser ouvido e dialogar com o futuro para revitalizar as tradições do bom jornalismo

A revolução tecnológica bate à porta da comunicação e com ela surgem grandes desafios a serem superados. Simultaneamente, uma gama de novas perspectivas se apresenta ao jornalismo para atender a um público que exige uma reinvenção urgente do modelo padronizado e rotineiro da mídia tradicional.

É diante

dessa revolução, encampada por uma plataforma, que o Parabula embarca rumo a mares ainda pouco navegados, mas nos quais as ondas podem levar à descoberta de inéditas terras onde as relações com as comunidades remanescentes serão extremamente harmônicas. Mas não basta aderir ao novo mundo da comunicação sem trazer à tona o que o jornalismo durante algum tempo fez muito bem, mas parece ter se esquecido: se aproximar dos personagens e dos coletivos que atuam como transformadores de sua própria história. Uma das missões do Parabula é ouvir os anseios dessas pessoas e desses grupos, produzindo um conteúdo jornalístico que preza pela cidadania, pela pluralidade, pela ética e sobretudo pela disseminação de histórias universais e de sonhos mais do que possíveis. A experiência dos profissionais que formataram essa plataforma vai de encontro a esses objetivos. Escritores, repórteres, documentaristas, produtores culturais, fotógrafos e chargistas que trabalham por uma comunicação independente, livre de conceitos pré-fabricados e capaz de atingir os olhares e ouvidos atentos da população como um todo. Ouvir para ser ouvido. Dialogar com o futuro valorizando as histórias de gente simples mas ao mesmo tempo tão complexa. Agir como mola propulsora das transformações sociais e da democracia através da comunicação. Explorar todo o potencial da era digital e espalhar conteúdo de qualidade de forma criativa e independente. Esta é a nossa missão.

29/09/2017

O trecho é um relato sensível do livro “Palhaço Chupeta, histórias e causos sob a lona do Circo Dallas”. Mais do que piada, humor ou arte circense, o livro trata de história de vida, persistência, paciência, dedicação, sonho. O que te incita a seguir em frente? O que é que te faz continuar?
Publicação disponível através do link: http://circodallas.blogspot.com.br/p/mais-historias.html

28/09/2017

Que tal começar o dia com , fazendo as contas? (não citemos grana, que anda curta, por favor!). Mas, anote aí: um circo acabado, com lona de algodão + um circo sem mastro + um circo que é só marquise. Agora junte tudo e responda: o que sobra?
Foi dessa ‘mistureba’ sem estrutura dos circos Hawaii, Irajá e Dallas que o baiano Luiz Milton Lago fez nascer o novo Circo Dallas, que sobrevive hoje com uma trupe de 30 pessoas rodando pelas cidades da Bahia. Parece mágica, mas é trabalho, paixão, insistência.
“Foi assim que começou a surgir o Circo Dallas de verdade e que hoje é o mais bonito da Bahia”, afirma Seu Luiz no livro que conta alguns causos de sua trajetória.
Partiu começar a semana levando o exemplo do Palhaço Chupeta no saldo positivo dessa vida?
Livro disponível pelo link: http://circodallas.blogspot.com.br/p/mais-historias.html

Imagem: Divulgação/Circo Dallas

26/09/2017

Não é à toa que a Bahia tem grandes espetáculos, né? Kkkkkkk
O trecho é do livro “Palhaço Chupeta, histórias e causos sob a lona do Circo Dallas”, e nem é preciso dizer que a leitura é um misto de inquietação, entusiasmo, riso, espanto e admiração pela arte milenar que continua nos despertando os sentidos!
Disponível em: http://circodallas.blogspot.com.br/p/mais-historias.html

25/09/2017


Estima-se que haja cerca de 100 circos, grupos ou companhias circenses atuando na Bahia. Entre 2007 e 2008, foram mapeadas pela FUNCEB 43 companhias entre artistas independentes, circos itinerantes de pequeno e médio porte e escolas de circo. Mas, nada fala melhor sobre o espetáculo do que a história das pessoas que vivem dessa arte de buscar no humor uma forma de recontar. É falando sobre a trajetória e os causos que o fizeram rodar pelo interior baiano e entrar para história da arte circense com o Circo Dallas do Brasil que Luiz Milton Lago, o Palhaço Chupeta, se transformou também em livro, publicação sobre a memória dessa arte milenar cheia de percalços e enfrentamentos que passa de pai para filho.
Pra ter acesso, basta fazer o pedido através do link: http://circodallas.blogspot.com.br/p/mais-historias.html
Você recebe em casa, com frete gratuito.

Foto: Divulgação/Circo Dallas em Nova Soure

23/09/2017

“Pois viver deveria ser – até o último pensamento e derradeiro olhar – transformar-se”.
O trecho é da escritora brasileira Lya Luft. A foto é de Luiz Milton Lago, o Palhaço Chupeta. E, apesar de não haver nenhuma relação entre o excerto e a imagem, acho que é uma boa combinação. Retrato de quem segue há mais de 50 anos na vida itinerante sob a lona no movimento de criar e fazer-se outro, novo, e de novo, pra manter a vivacidade do espetáculo que precisa continuar! Bom final de semana!

Foto: Divulgação/Circo Dallas

22/09/2017
21/09/2017


Você sabia que para a instalação de um circo é necessário bem mais esforço do que montar a estrutura e pensar o espetáculo? É que, para montar a estrutura em uma cidade, os circenses normalmente solicitam às prefeituras um terreno apropriado, falam com empresas de água e energia, pedem à Secretaria de Segurança Pública reforço para segurança e ainda precisam de alvará de funcionamento e alvará do juizado de menores.
Ou seja, para manter os números, palhaçadas e figurinos, é necessário todo um planejamento e organização. Só depois disso é que a trupe está preparada para fazer o show e estimular os aplausos do “respeitável público”. Então, sempre que uma companhia passar pela sua cidade, lembre-se que o trabalho dos profissionais é mágico e colorido, mas está além desse universo visível.
No meio dos artistas, essa pré-produção é conhecida pela expressão “fazer a praça”. Que tal?

Foto: Lara Lins

20/09/2017

IV DESFILE DA PRIMAVERA DE ITAPUÃ 2017

O Grupo de Resgate de Itapuã convida a comunidade, representantes da cultura popular, moradores do bairro, agentes da cultura, instituições de ensino e representantes da imprensa para mais uma edição do Desfile da Primavera.
O evento reúne alunos de sete escolas de Itapuã, duas creches, grupos, mestres, aprendizes e protagonistas da cultura popular local para celebrar o renascimento, a vida e as flores da Primavera.
O Desfile acontece no dia 22 de setembro. A concentração começa às 8h na Lagoa do Abaeté e a saída está prevista para as 9h30. Os grupos que participam do Desfile serão divididos em quatro blocos de dança, música e alegorias que percorrem o trajeto até a Praça Dorival Caymmi, ponto final do encontro.
Este ano, participam da caminhada a Escola Municipal Vinicius de Moraes, a Escola Municipal Vitória da Conquista, o Colégio Estadual Governador Lomanto Júnior, o Colégio Estadual Dona Jenny Gomes, o Colégio Estadual Marechal Mascarenhas de Moraes, Creche Malê Debalê, Creche Eloar Ramaiane. Também confirmaram presença As Ganhadeiras de Itapuã, Malê Debalê, Afoxé Korin Nagô, Revisáfrica, Ballet Florita, CHABISC, Escola de Samba Unidos de Itapuã, grupos de capoeira, dentre outros.
De acordo com os articuladores do Desfile, a intenção é promover um encontro lúdico e identitário que ocupe as ruas do bairro para relembrar o passado, mostrar a beleza das flores itapuanzeiras e fomentar o florescimento de novas iniciativas e manifestações culturais para o futuro. É uma forma de retomar os costumes que se enfraqueceram com o crescimento da cidade e valorizar expressões e vibrações culturais do lugar, resgatando movimentos tradicionais do bairro de Itapuã.
“Levar esses sujeitos para dentro da escola, como também a escola para dentro da comunidade, é levar outra lógica para a vida das crianças e jovens, a lógica das culturas populares e tradicionais, mostrando que é possível produzir e (re)construir conhecimento a partir da realidade, da reciclagem, do respeito ao meio ambiente, da história, dos saberes e fazeres, da tradição, da ancestralidade dos lugares em que vivemos”, pontuam os organizadores.
Após o evento, participantes e membros da organização se reúnem para discutir e avaliar coletivamente o processo. Com o debate e os apontamentos, eles pretendem fazer um balanço entre pontos negativos e positivos. O foco é concentrar esforços para dar continuidade à caminhada, já pensando nos preparativos para o V Desfile da Primavera em 2018.

Programação/Organização dos Blocos:

BLOCO I
· Bicicletas
· Ala das Balizas
· Ballet Florita
· Creche Malê Debalê
· Creche Escola Eloar Ramaiane
· Ala das Flores
· Afoxé Korin Nagô
(Barco de Garrafa Pet)
· ONG Humanas com Pescasons
· Colégio E.G. Lomanto Júnior

BLOCO II
· Festa da Baleia/Galera do Mar
· As Ganhadeiras de Itapuã
· Escola M. Vinicius de Moraes
· Ala dos Pescadores
· Ala das Baianas e Lavadeiras
· Revisáfrica
· Bloco Afro Malê Debalê

BLOCO III
· Ala da Capoeira
· Escola M. Vitória da Conquista
· Ala Folclore
· Casa da Música com Oficina Bahia Canta Paz
· CHABISC
Associação de Engenharia Social

BLOCO IV
· Escola E. Dona Jenny Gomes
· Ala do Futebol
· Ala do Bando Anunciador, Terno de Reis, Baile da Chita
Escola de Surf de Itapuã
· Festa de São Tomé
· Grupo Marítimo do Corpo de Bombeiros
· Escola de Samba Unidos de Itapuã

20/09/2017

Responda rápido: qual é o tipo de piada que te faz soltar gargalhadas? Gosta das bobas? Só ri das inusitadas? Se diverte com qualquer presepada ou é do tipo que difícil de soltar risada?
O menino comilão, caçula entre quatro filhos de uma família humilde, se fez palhaço na vida. Repentista, encontrava a graça na simplicidade, no trivial, nuance do dia a dia. E a história que começou entre um show e outro pelo interior sergipano na década de 1960 virou experiência de Palhaço, história de picadeiro, parte da vida. Os causos e andanças do Palhaço Chupeta se transformaram em crônicas, e o livro que reúne parte das aventuras e desventuras de Chupeta Zebedeu de Almoxibata da Imaculada Conceição Futebol Clube Vulgo Albuquerque pode ser encontrado através do link:
http://circodallas.blogspot.com.br/p/mais-historias.html

Foto: Divulgação/Circo Dallas

19/09/2017

O trecho está no livro “Palhaço Chupeta, histórias e causos sob a lona do Circo Dallas”, e sintetiza o enfrentamento diário das companhias circenses para manter vivo o sonho sob a lona mesmo quando o incentivo das instâncias públicas é restrito ou quase nulo. A história que a gente lê no livro é do Circo Dallas, mas poderia ser de qualquer outra companhia e veríamos, muito provavelmente, os mesmos percalços diários a serem enfrentados quando a prioridade do poder público nem sempre é fortalecer as identidades culturais no território.
Publicação disponível para compra online pelo link: http://circodallas.blogspot.com.br/p/mais-historias.html

Endereço

Rua Urupiara, 390, Santana
São Paulo, SP
02032-001

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