Conexão 45

Conexão 45 Unir o povo brasileiro para lutar por um governo mais justo, transparente e sem corrupção

Unir o povo brasileiro para lutar por um governo mais eficiente, aberto e sem corrupção.

LEGADO Conforme noticiam os principais jornais do país, o PSDB está organizando, para novembro, as prévias para a escolh...
06/06/2021

LEGADO

Conforme noticiam os principais jornais do país, o PSDB está organizando, para novembro, as prévias para a escolha do candidato a Presidente da República pelo partido.

Diferente do que faz crer parte da mídia e dos analistas, as disputas internas, pelas quais o PSDB costumeiramente passa, são benéficas e demonstram a força da agremiação, que não está ligada a uma liderança personalista e populista, mas a um projeto coletivo, que tem vários expositores. É verdade que, em outros tempos, as disputas tucanas ficavam restritas aos caciques, sem participação dos filiados, valendo citar o embate entre Serra e Tasso em 2002 e Serra e Aécio em 2010. Entretanto, desde as prévias feitas na cidade de São Paulo, no ano de 2016, para a escolha do candidato a prefeito e posteriormente as prévias para a escolha da candidatura a governador de São Paulo em 2018, esta última com mais de 15 mil votos (quantidade maior do que a população de 3.165 cidades brasileiras), trouxeram a certeza que os filiados devem ser consultados, principalmente considerando que, em ambas as vezes, o eleito nas prévias acabou por ser o eleito em outubro.

Diante disso, parece-me um absoluto descompasso distribuir, de maneira diferente, a importância do voto de cada filiado, afinal as experiências bem sucedidas foram justamente aquelas em que os filiados foram igualmente ouvidos.

Os 4 (quatro) nomes que se apresentam até o momento são: João Doria, Arthur Virgílio, Tasso Jereissati e Eduardo Leite. Indubitavelmente todos são bons quadros, com importantes contribuições para a sociedade, contudo, não há outra opção senão a preferência por João Doria, pelos motivos que passo a explicar.

A palavra que levei em consideração para decidir a minha preferência foi legado. A decisão foi difícil, exatamente em razão do peso político de cada um e da grandeza de suas ações. Entretanto, uma ponderação foi necessária: a eleição é em 2022, o legado mais recente, portanto, será mais fácil de ser lembrado pelo eleitorado e pela militância. Dividindo em duas frentes, estudei o legado do candidato para a sociedade e como isso será relacionado eleitoralmente e estudei o legado do candidato para o partido, importante termômetro para medirmos o comprometimento com a expansão das ideias tucanas e comprometimento com o conteúdo programático num futuro governo.

No primeira frente já foi necessário abandonar qualquer ideia de voto em Arthur Virgílio. Embora o pretenso candidato tenha, ao olharmos os números gerais, feito uma boa gestão em Manaus, será lembrado, pelos colegas da oposição, como o prefeito que entregou a cidade quase sem oxigênio para o seu sucessor, indubitavelmente um passivo eleitoral quase que incorrigível, mesmo com os melhores marketeiros. João Doria, neste ponto, deverá ser lembrado como o homem da vacina, o santo líquido que será responsável por nos arrancar da situação caótica em que nos achamos. Sempre é importante rememorar que a CoronaVac (ou como prefiro chamar: a vacina chinesa de João Doria, ou ainda, a vacina do Butantã) era, até abril, responsável por 80% dos vacinados no país.

No segundo ponto, por sua vez, é importante compararmos o desempenho dos 3 (três) pré-candidatos restantes em seus respectivos estados e a estruturação do PSDB por lá. Em SP, estado onde Doria é o homem central, os tucanos fizeram 170 prefeitos, 100 a mais que o segundo colocado, o DEM, que fez 70 alcaides. Este número tende a crescer ainda mais com a ida de Rodrigo Garcia para o ninho tucano, antes o nome principal do DEM em SP, certamente convencerá aliados a se juntarem ao projeto peesedebista. Mais que isso: Doria foi importante articulador na eleição de Bruno Covas, garantindo o PSDB também na capital.

De outro lado, no RS, estado onde Leite é o homem central, o PSDB fez somente 27 prefeitos, amargando o quinto lugar na classificação e, por pouco, não perdendo para o PT, que fez 23. Também houve pífio desempenho na capital, onde Nelson Marchezan, com a caneta na mão, ficou em terceiro lugar. A situação é ainda pior no Ceará, onde Tasso é o homem central, o estado é dominado pelo PDT e pela família Gomes (naturalmente, portanto, no PDT o candidato a presidente será Ciro Gomes) e o PSDB teve de se contentar com 4 (quatro prefeituras) e com somente 1 (um) vereador na capital Fortaleza.

João Doria, com o legado da vacina, demonstra a viabilidade eleitoral e a facilidade de trabalho ao redor de seu nome, possuindo um ativo eleitoral inquebrantável, até pelos bolsonaristas mais lunáticos e petistas mais fanáticos. De outro lado, ao conseguir manter a força do PSDB em São Paulo demonstra capilaridade e força a nível estadual, habilidade política mais que suficiente, sendo, portanto, plenamente capaz de expandir o PSDB para todo o país. Já que Victor Hugo dizia que não há ideia mais forte do que aquela cujo tempo chegou, é preciso dizer, pelos movimentos recentes, o tempo é de João Doria.

Nathan Lorenzetti
Advogado e delegado estadual do PSDB-SP.

Grande dia 👍🏼 🇧🇷 🇧🇷
13/01/2021

Grande dia 👍🏼 🇧🇷 🇧🇷

Segundo a Associated Press, Joseph Robinette "Joe" Biden Jr é eleito o 46º Presidente dos Estados Unidos com 284 delegad...
07/11/2020

Segundo a Associated Press, Joseph Robinette "Joe" Biden Jr é eleito o 46º Presidente dos Estados Unidos com 284 delegados!

Biden VS TrumpE o Brasil com isso?Hoje ocorre a eleição mais intensa e polarizada nos EUA das últimas décadas! De um lad...
04/11/2020

Biden VS Trump
E o Brasil com isso?

Hoje ocorre a eleição mais intensa e polarizada nos EUA das últimas décadas! De um lado, o republicano Donald Trump que busca a reeleição em meio à pandemia do coronavírus, tensões diplomáticas com China, Rússia, Irã, Venezuela e Coreia do Norte. Com o discurso de "Make America Great Again" (Fazer a América Grande de Novo em tradução livre) Trump adotou posturas polêmicas como a saída da OMS, ao mesmo tempo que viu os indicadores de desemprego caírem em solo norte-americano e o PIB crescer. Avesso às pautas progressistas e identitárias, também fechou o cerco contra os imigrantes, lembram-se do polêmico muro na fronteira com o México? e viu diversos estados serem arrebatados por intensos protestos contra o racismo e violência policial. Do lado Democrata temos John Biden, ex-vice-presidente dos EUA de 2009 a 2017 (Obama) e por vários mandatos como Senador, totalizando 48 anos de vida pública.

É nítido que ambos são, em muitos aspectos, totalmente opostos.
Trump é bilionário e concorreu em 2016 como outsider, Biden ascendeu de uma família humilde e há anos atua na vida pública dos EUA. Trump é belicoso e Biden é de consensos. O republicano é avesso às pautas das minorias, enquanto o democrata busca entender os pontos e problemas específicos de diversos grupos e seguimentos da complexa sociedade norte-americana.

Mas que pese a importância de ocupar a Casa Branca, sede da maior potência militar, econômica e cultural do mundo, servindo até como uma definição moderna de império, o que o Brasil tem a ver com isso?

Primeiro precisamos situar o nosso país Tupiniquim nessa situação toda.
Somos a 9ª maior economia do mundo (dados de 2018) e 3ª maior economia das Américas (atrás dos EUA e Canadá). Somos a maior força militar da América do Sul e histórico aliado dos EUA. Atualmente temos uma postura mais agressiva com a Venezuela, o que agrada aos EUA, e demais regimes de esquerda. Isso por conta do alinhamento do atual governo brasileiro com os EUA. Somos produtores de diversas commodities que abastecem o mercado dos EUA e suas indústrias. Embora em menor papel, o Brasil é fundamental para garantir a paz e estabilidade na América do Sul.

Listamos aqui, brevemente, os principais assuntos que podem mudar com a alternância no comando da Casa Branca:

1 - PANDEMIA
Atuando muito mais como "bobo da corte" do que aliado de importância, a postura de Bolsonaro foi idêntica à de Trump: menosprezar a pandemia, uso de máscaras e culpar a China pela pandemia. Divulgar a cloroquina como cura e levar a bandeira de que a economia é mais importante do que vidas. Com a vitória de Biden, Bolsonaro sai enfraquecido com essa abordagem, pois seu maior aliado terá sido derrotado justamente por isso. Trump é criticado por 7 a cada 10 americanos que condenam a atuação do republicano em relação à pandemia e como o seu discurso aprofundou as divisões na sociedade norte americana. Bolsonaro adotou uma postura subserviente à Trump, ignorou aliados antigos e até hostilizou potências europeias, como chamar a primeira-dama francesa de feia. Com Biden, Bolsonaro se isola e enfraquece seu repertório, ao mesmo tempo em que políticos que defendem a ciência, medicina e combatem a pandemia ganham mais força, como João Doria em SP, Eduardo Leite no RS, Flávio Dino no MA entre outros.

2 - Meio Ambiente
Os incêndios na Amazônia e Pantanal colocaram, mais uma vez, o Brasil na mídia internacional. Bolsonaro culpou ONGs, índios e até o ator Leonardo DiCaprio. Trump agiu de forma indiferente, aja visto que a pauta ambiental foi desprezada por ele que não só se retirou do Acordo de Paris como desmontou um arcabouço de proteções ambientais que, a seu ver, penalizam à toa a economia. Biden, por exemplo, se coloca no lado oposto da força Trump na questão da sustentabilidade. Um de seus projetos de maior impacto, o “plano verde”, desenhado com a colaboração da deputada Alexandria Ocasio-Cortez, estrela da nova esquerda, reverteria a política atual para o setor. Com isso, Bolsonaro, mas mais especificamente Ricardo Salles seriam enfraquecidos, podendo até perder o Ministério na reforma ministerial que se avizinha. (Os militares observam atentos a esses desdobramentos!!!)

3 - Economia
O comércio entre os dois países segue estável — até porque a proximidade de Bolsonaro com Trump não rendeu tanto assim. Com uma postura mais subserviente, o Brasil, na verdade, mais cedeu do que colecionou vitórias, dizem eles, citando a sobretaxa imposta ao aço brasileiro, a falta de reciprocidade na isenção de vistos e a tarifa zero para importação de etanol dos Estados Unidos. A maior preocupação, caso Biden ganhe, é com uma elevação dos requisitos para a exportação brasileira de produtos agrícolas, sensíveis às questões ambientais e onde os dois países competem fortemente. Mas mesmo aí não se esperam grandes baques. Talvez até existam ganhos na relação mais independente do que com o alinhamento automático aos Estados Unidos.

4 - Questões Sociais
Os democratas também são incisivos na promoção de benefícios sociais (que Trump reluta insistentemente em endossar) e têm intenção de manter e aprimorar o sistema de saúde erguido por Obama (que Trump quer anular). Propõem ainda elevar as taxas das maiores fortunas (que Trump, aliás, reduziu). Na momentosa questão do racismo, Biden apoia as manifestações (já Trump chama a atenção para a baderna, e ponto). Nisso, os discursos de Bolsonaro contra pautas identitárias e/ou progressistas perdem força, ao mesmo tempo em que estas mesmas pautas ganham força e fôlego no Brasil.

Para concluir, Bolsonaro, que copiou diversas estratégias e estilo belicoso, pode vir a ser alvo de resistência de um eventual governo democrata, sobretudo em questões de meio ambiente e direitos humanos. Ou seja, uma vitória de Biden enfraquece Bolsonaro, seus seguidores radicais, suas pautas conservadoras e suas pretensões em 2022. Uma vitória de Trump daria um fôlego a este estilo e aprofundaria a divisão que se encontra o Brasil.

Gabriel Henrique de Oliveira
Bacharel em Ciências Sociais - USP

EehhhhOohhhVida de gado!
20/10/2020

Eehhhh
Oohhh
Vida de gado!

Não tem Dreher que dê conta dessa dureza kkkkk
08/10/2020

Não tem Dreher que dê conta dessa dureza kkkkk

3ª Guerra MundialÓleo nas praiasIncêndio na AmazôniaPandemiaGafanhotosÁgua podre no RJBrumadinhoNova ditadora pior que o...
30/06/2020

3ª Guerra Mundial
Óleo nas praias
Incêndio na Amazônia
Pandemia
Gafanhotos
Água podre no RJ
Brumadinho
Nova ditadora pior que o irmão na Coreia do Norte

Quais são as apostas pra Julho? Kkkk

Não perca!
29/06/2020

Não perca!

Boa noite, pessoal! Amanhã teremos um bate-papo com o deputado federal Samuel Moreira! Tucano histórico, possui uma hist...
19/06/2020

Boa noite, pessoal! Amanhã teremos um bate-papo com o deputado federal Samuel Moreira! Tucano histórico, possui uma história de luta e contribuição para São Paulo e o Brasil, em especial, foi o relator da Reforma da Previdência! Com experiência no Legislativo Nacional e Estadual e no Executivo paulista como Secretário da Casa Civil de Geraldo Alckmin, Samuel Moreira estará conosco numa conversa sobre os rumos do PSDB, eleições, Voto Distrital e Parlamentarismo com a mediação de Luiz Oliveira, Presidente da Juventude do PSDB do estado de SP. Participem conosco!

Política sem participação não é política! 🇧🇷🇧🇷

Ninguém: aAtibaia: Vou ter um sítio pra tirar o sossego de presidente corrupto
18/06/2020

Ninguém: a
Atibaia: Vou ter um sítio pra tirar o sossego de presidente corrupto

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