CA Iara Iavelberg

CA Iara Iavelberg Centro Acadêmico Iara Iavelberg
Entidade representativa dos alunos do Instituto de Psicologia da USP. Gestão 2021: Rodamundo

JUSTIÇA POR MOÏSE! NÃO NORMALIZE A BARBÁRIE!Sábado (05/02) às 10h no MASP vai ocorrer um importanye ato para reivindicar...
02/02/2022

JUSTIÇA POR MOÏSE! NÃO NORMALIZE A BARBÁRIE!

Sábado (05/02) às 10h no MASP vai ocorrer um importanye ato para reivindicar justiça por Moïse Kabagambe.

Moïse, um jovem imigrante negro do Congo, que trabalhava no quiosque Tropicália na Barra da Tijuca, foi brutalmente espancado e assassinado com pedaços de pau por cinco homens após cobrar pela remuneração de seu trabalho.

É inadmissível que violências como essas ocorram. Essa situação é um retrato do racismo e da xenofobia existentes em nossa sociedade. Prestamos nossa solidariedade aos familiares e amigos nesse momento tão difícil e dia 05, nós do CAII - Gestão Rodamundo estaremos nas ruas para exigir justiça. Caso você também queira se manifestar e exigir justiça por Moise, cola com a gente pra que essa manifestação seja ainda maior e que se faça através da força e indignação coletiva!

VIDAS NEGRAS IMPORTAM!
EXIGIMOS JUSTIÇA POR MOÏSE!

IMPORTANTE!!!A USP disponibilizou, via Jupiter, um espaço para o registro da vacinação. Não se esqueça de colocar o seu ...
22/01/2022

IMPORTANTE!!!

A USP disponibilizou, via Jupiter, um espaço para o registro da vacinação. Não se esqueça de colocar o seu até o dia 14/02. No próprio site há um tutorial de como fazer, não leva mais do que 5 minutinhos e garante o seu acesso na volta as aulass!!!

Não se esqueça também de ficar atent@ as datas da dose de reforço, a vacinação é muito importante para que possamos voltar a nos ver no nosso querido IP 🥰🥰

No dia 23 de Outubro o Centro Acadêmico Iara Iavelberg (CAII), em parceria com o coletivo feminista Aurora Furtado e com...
19/10/2021

No dia 23 de Outubro o Centro Acadêmico Iara Iavelberg (CAII), em parceria com o coletivo feminista Aurora Furtado e com a rede de acolhimento Pode Contar, promoverá uma mesa debate sobre a saúde, materialidade e clínica da Mulher Trans. A mesa será composta pela graduanda em psicologia e integrante do CAII Cadência Alves, por uma pesquisadora da saúde trans no SUS e por um médico especialista na saúde de pessoas trans e autor do livro Saúde LGBTQIA + práticas de cuidado transdisciplinar. O evento será transmitido às 14 horas através do canal do Youtube “Centro Acadêmico Iara Iavelberg” https://www.youtube.com/user/caiaraiavelberg. Venham somar nessa mesa tão importante para todes!

Hoje chegamos ao fim do mês de setembro, o mês da visibilidade bi*****al.A bi*****alidade é uma orientação sexual de pes...
30/09/2021

Hoje chegamos ao fim do mês de setembro, o mês da visibilidade bi*****al.
A bi*****alidade é uma orientação sexual de pessoas que se atraem por diferentes identidades de gênero.
Frequentemente invisibilizades por serem rotulades como héteres ou homossexuais, e sentem o apagamento de sua verdadeira identidade tanto pela heteronormatividade quanto dentro do movimento LGBTQIA+.
Queremos fazer coro a todo conteúdo incrível que foi produzido durante este mês, e relembrar que a nossa luta e a luta dos nossos companheiros, é diária, lembrar que o ano inteiro é tempo de luta pelo respeito àqueles que estão oprimidos.
No dia de hoje, lembrar da luta des bissexuais, e de todes que se identificam com amar quem lhes acende este sentimento, independente do gênero desta pessoa.
Porém, não esquecer que devemos continuar validando, respeitando, ouvindo e vendo. Quantos artistas monodissidentes você conhece? Quantas páginas?
Indicamos alguns artistas e páginas de pessoas bissexuais para dar um pouco de visibilidade para trabalhos incríveis que admiramos!
Vamos indicar mais trabalhos nos comentários para ampliar vozes?!?

O Projeto de Lei 490/2007, que está em votação hoje no plenário, tem como objetivo alterar a legislação da demarcação de...
26/08/2021

O Projeto de Lei 490/2007, que está em votação hoje no plenário, tem como objetivo alterar a legislação da demarcação de terras indígenas. Atualmente cabe à Fundação Nacional do Índio (FUNAI) executar os processos de demarcação de terras indígenas, no entanto o projeto de lei delimita um marco temporal em que só seriam consideradas terras indígenas aquelas ocupadas por esses povos na data da promulgação da Constituição Brasileira, em 1988, exigindo comprovação de posse de tais territórios. Além disso, o PL490 abre brechas para exploração mineral de terras indígenas por garimpeiros e flexibiliza o contato com povos isolados.

A legislação atual já carece de diversos direitos aos indígenas. Demarcações de terras que ainda não foram feitas, falta de fiscalização da garantia de posse, além de dificuldades de acesso a saúde e educação que respeitem os modos do bem viver das diversas culturas de povos indígenas. A aprovação desse projeto de lei marcaria um grande retrocesso pelo qual devemos todos lutar!

Nota da congregação do IPUSP sobre a reforma do bloco D do CRUSP
14/08/2021

Nota da congregação do IPUSP sobre a reforma do bloco D do CRUSP

Eleitos a partir de 101 votos, o Coletivo Rodamundo será a gestão do CAII nos próximos dois semestres. Acompanhe as movi...
10/08/2021

Eleitos a partir de 101 votos, o Coletivo Rodamundo será a gestão do CAII nos próximos dois semestres. Acompanhe as movimentações do Centro Acadêmico por aqui. Vamos, juntes, construir essa luta!

Novo Projeto da CAII: Mulheres na AcademiaLINK PARA O VÍDEO:https://youtu.be/M8-xPD-Jz0oO Centro Acadêmico Iara Iavelber...
06/04/2020

Novo Projeto da CAII: Mulheres na Academia

LINK PARA O VÍDEO:
https://youtu.be/M8-xPD-Jz0o

O Centro Acadêmico Iara Iavelberg, com o apoio do Coletivo Feminista Aurora Furtado, convidou a docente Patrícia Izar para conversar sobre sua experiência como mulher dentro da academia e algumas dicas para mulheres que querem seguir essa carreira de cientista.

Patrícia Izar é professora no Departamento de Psicologia Experimental da USP, desde 2006, tendo feito a graduação no Instituto de Biociências. É pesquisadora da área de Etologia, especializada no estudo de primatas.

Patrícia também coordena a Comissão do IP para enfrentamento da Violência Sexual e de gênero, a "Pode Contar", da qual faz parte como representante da "Rede Não Cala", formada por professoras e pesquisadoras da USP.

Atualmente, é Vice-Presidente para Educação da Sociedade Internacional de Primatologia, cargo para o qual foi eleita em 2016, e Membro da Diretoria da Cultural Evolution Society, cargo para o qual foi eleita em 2019. Nestes cargos, tem atuado para aumentar a diversidade, inclusão e igualdade dentro dessas Sociedades, com especial atenção para a participação feminina, e de pessoas de regiões menos desenvolvidas do mundo, na ciência e na vida acadêmica.

Começa hoje as inscrições para participar do ### Encontro Nacional de Estudantes de Psicologia, que ocorrerá dos dias 14...
25/10/2017

Começa hoje as inscrições para participar do ### Encontro Nacional de Estudantes de Psicologia, que ocorrerá dos dias 14/1 a 21/1 de 2018!
Aqui os valores do 1° Lote:
Completo (Alimentação e alojamento) R$ 100,00
Parcial (Sem alimentação) R$ 60,00
Inscrição através do site: https://enepuefs2018.wixsite.com/30enep/inscricoes

Tá curiosx e não sabe o que é o ENEP?! o CA fará ainda este ano roda de conversa com as pessoas que foram, e pra falar da importância deste evento :)

Corre lá e avisa a Ludmila que é hoje!!!
É com muita alegria que a comissão organizadora do ENEP 2018 informa que as inscrições estão abertas \o/ \o/ \o/
Você não vai querer ficar de fora né!? Segue o bonde, se inscreve logo no primeiro lote e vem construir esse evento lindo com a gente.

1° Lote:
Completo ( Com alimentação ) R$ 100,00
Parcial (Sem alimentação) R$ 60,00

Inscrição através do nosso site: https://enepuefs2018.wixsite.com/30enep/inscricoes

- Ambos os pacotes incluem alojamento;
- Fiquem ligados e leiam atentamente as instruções contidas no formulário;
- A lista de isentos será divulgada antes do término do 1° lote.

Venham todxs que vai ser lindo!!!

11/10/2017

A Universidade Precisa de Eleições Diretas

Os Estatutos da USP foram redigidos em 1963 e de lá para cá não houve nenhum processo de reforma geral, discutida e participativa de seus regulamentos, normas e modo de funcionamento. Há apenas, de quando em quadro, emendas, adendos e reformulações parciais. Não deixa de ser irônico que uma universidade que nasceu da insatisfação com a ausência de uma constituição para o país tenha sido incapaz de renovar sua própria constituição. Isso não reflete apenas uma exigência de adequação ou modernização, mas o papel de criatividade política que também cabe à universidade e a comunidade da qual ela é composta e à qual ela, em última e primeira instância serve.
Nossa criatividade política deixa tanto a desejar quanto a nossa capacidade de desenvolver um plano experimental para pensar a segurança, a permanência, a alimentação no Campus. A sociedade espera mais de nós. Não apenas excelência para o mercado e emprego, mas capacidade de criar novas formas de vida e novas soluções institucionais. A aplicação de fórmulas de austeridade, contenção e controle não é apenas um retrocesso, mas é um mau uso da autonomia universitária que nos é conferida. Se a autonomia serve apenas para fazer o que fazem os que não têm autonomia de gastos e de custos, agindo como os mais triviais administradores de negócios é melhor renunciar à prerrogativa de autonomia.
Mas qual seria a causa de tanto convencionalismo administrativo? Quais as razões para que os encarregados de produzir novidade se conformem com fórmulas banais?
Não somos capazes de criar porque os caminhos que levam alguém à reitoria, á chefia de departamento ou à administração de uma biblioteca são os caminhos de 1963 e suas imediações. A defesa do bem estratégico para o país, o fechamento entre muros, o controle e vigilância das diferenças e a punição dos descontentes.
A coroa de ouro e espinhos deste sistema é a eleição indireta para reitor. Apenas um grupo muito seleto, com participação mínima e desproporcional dos próprios professores, com a irrelevante interveniência de alunos e funcionários decide a formação de uma lista tríplice que quase sempre define a escolha feita então pelo governador do Estado de São Paulo. Se o poder assim se produz é assim também que ele se reproduz. Os poucos escolhidos por poucos devem satisfação a mais poucos ainda.
Isso contraria o conceito mais elementar de imposto, afinal de onde procede o dinheiro que nos mantém. Imposto não é só taxa que se entrega à gestão do Estado, imposto é carrega consigo o conceito de participação nos seus usos e destinações. Como então as pessoas comuns participam da eleição para reitor na USP? Cargo e função que delibera sobre os destinos dos impostos. Onde está a representação das associações, dos ex-alunos, da sociedade civil, daqueles que por meio dos quais a universidade se constitui como um bem comum? Onde está a experiência de democracia que devíamos ensaiar, estudar e experimentar para o progresso de nossa ordem institucional e da comunidade a qual servimos?
Fruto e efeito do atraso institucional, guarnecido por trás da retórica da ineficiência, está a associação indevida entre o Estatal e o público. Como se o espaço público fosse prerrogativa do Estado e não um bem comum, construído e gerido por comuns. Com se a oposição ao público fosse apenas o privado coligado com o mercado. A universidade pode e deve se tornar uma universidade comum, bem simbólico e parte do espaço público, administrada e gerida pelos que a ela se dedicam e pelos que por ela realizam uma aspiração comum de mundo.
A falsa alternativa entre o Estado ineficiente, mas público e o mercado produtivo, mas privado desconhece justamente o conceito de comum. Ela desconhece institucionalmente o conceito de comum quando prescreve eleições cujo formato é a corrupção dentro da lei. O Estado desligado de qualquer interesse pelo comum constrói muros de regulamentos anacrônicos, formados para criar síndicos empreiteiros do pequeno poder. Ele escolhe reitores, ainda que não o mais votado na lista tríplice que endividam a universidade para depois dizer que ela não funciona. Ela nos incita a uma expansão e vagas e ampliação de Campus para depois dizer que gastamos demais e não nos mantemos. Mas não é o Estado que nos faz esquecer de nossos fins, como uma experiência de educação e cultura, e nos torna parasitas dos meios. Quem faz isso somos nós mesmos, ávidos pela manutenção do poder aos que já o possuem. Cria-se assim administradores de normas para reproduzir professores e alunos que são cada vez mais especialistas em repasses de verbas, financiamento de bolsas, regulamentos curriculares e normas de gestão nas quais quase ninguém mais se reconhece. Recentemente decidiu-se que a elegibilidade para professor titular deve obedecer mais a critérios de “engajamento institucional” do que a existência d uma obra, a formação de grupos de pesquisa e até mesmo a industrializada produção científica. Lembremos que os Professores Titulares, herdeiros dos antigos catedráticos, que a reforma de 1963 pretendia eliminar, são também os eleitores fundamentais do futuro reitor. Menos de mil professores decidem o destino dos 90.000 participantes da USP. Eles o fazem em espírito de casta ou função do bem comum?
Há trinta anos na USP acompanhei as campanhas mais diversas para eleição para reitor. Vi a UNICAMP e a UNESP progredirem nesta direção. Vi universidades menores e melhores profissionalizarem seus sistemas administrativos, com ganhos e perdas. Vi universidades maiores e piores, manterem um sistema coletivo e mais participativo de administração. Vi fundações espúrias surgirem por meio da corrupção dentro da lei. Vi também a miséria e o descaso com o interesse comum ser praticado em nome da identificação entre o Estado e o público e do público com o corporativo. Nós conseguimos reunir o pior dos dois mundos, nem bem público, participativo e comum; nem bem privado, hierárquico e aberto.
Menos do que uma vergonha que dá razão aos piores argumentos de nossos críticos, o nosso sistema feudal de eleição de reitores é uma traição ao que constituiu a universidade no Brasil, ao que se espera da USP para nossos tempos.
Mas onde estarão aqueles que criticam o ensino público e gratuito nesta hora?


(Texto escrito pelo prof. Christian Dunker a pedido do CAII)

"O Conselho Nacional de Saúde (CNS) reafirmou que não aprovará qualquer mudança na Política Nacional de Saúde Mental que...
18/09/2017

"O Conselho Nacional de Saúde (CNS) reafirmou que não aprovará qualquer mudança na Política Nacional de Saúde Mental que possa ferir os princípios da reforma psiquiátrica brasileira. A decisão foi anunciada na manhã desta sexta-feira (15/9) durante a 297ª reunião ordinária do colegiado.

A resolução, que deverá ser publicada na próxima semana, reforça a necessidade de ampliação da Rede de Atenção Psicossocial (Raps) do Sistema Único de Saúde (SUS) e sinaliza que a ampliação de leitos em hospitais psiquiátricos ou outras estratégias que representem a retomada do modelo assistencial focado na internação das pessoas em sofrimento mental e usuários de álcool e outras dr**as não serão admitidas."

O Conselho Nacional de Saúde (CNS) reafirmou que não aprovará qualquer mudança na Política Nacional de Saúde Mental que possa ferir os princípios da reforma psiquiátrica brasileira. A decisão foi anunciada na manhã desta sexta-feira (15/9) durante a 297ª reunião …

Outro trecho de fala na atividade Cracolândia Estado Saúde Criminalização: território em disputa que ocorreu  na quarta-...
23/06/2017

Outro trecho de fala na atividade Cracolândia Estado Saúde Criminalização: território em disputa que ocorreu na quarta-feira
Imperdível!

Trecho da fala de Robson Mendonça, presidente do Movimento Estadual da População em Situação de Rua, em atividade promovida pelo Centro Acadêmico Iara Iavelb...

Endereço

Cidade Universitária, Butantã
São Paulo, SP

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