30/06/2026
BRASILIANA ICONOGRÁFICA | No mês de junho, os artigos “Os desenhos detalhistas de um colecionador de plantas e insetos” e “O palácio monumental que domina a paisagem de Belém” foram publicados na Brasiliana Iconográfica.
“Os desenhos detalhistas de um colecionador de plantas e insetos”
O naturalista inglês William John Burchell dedicou sua vida a coletar espécimes de plantas e insetos em diferentes partes do mundo ainda pouco exploradas no começo do século XIX. Com 24 anos, partiu para Santa Helena, no Atlântico Sul, seguiu para a África do Sul, em 1810, e em 1825 chegou ao Brasil. Passou um ano no Rio de Janeiro, fez viagens para Minas Gerais e a Serra dos Órgãos, foi para Santos, Cubatão, São Bernardo e São Paulo, e de lá partiu para Goiás, de onde subiu até Belém para pegar seu navio de volta à Inglaterra.
“O palácio monumental que domina a paisagem de Belém”
Até meados do século XVIII, Belém era praticamente uma vila, com construções precárias de teto de palha e parede de taipa. Os habitantes, inclusive os governadores e capitães da província, viviam em casas ameaçadas de desabamento. O artista italiano Giuseppe Antonio Landi, que chegou ao Brasil em 1753, foi o responsável pela transformação da cidade. Entre outras obras, foi o responsável pelo projeto do palácio que serviria de residência para os governadores do Grão Pará e Maranhão. Por sua grandiosidade, até hoje a construção, de 1772, se destaca no centro de Belém.
🔍 Para ler os artigos completos, acesse a Brasiliana Iconográfica pelo site Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin .
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