Adote Um Vereador - SP

Adote Um Vereador - SP Rede Adote um Vereador

A Rede Adote um Vereador tem por objetivo fazer com que o cidadão acompanhe um vereador em suas atividades parlamentares.
-Primeiro passo: Escolha um vereador (pode ser um deputado ou senador, também)
-Segundo passo: Abra um blog onde serão publicadas as informações e seus comentários sobre o escolhido;
-Terceiro passo: Procure informações sobre o parlamentar nos jornais, rádio, TV, sites e blog

s; mande e-mail ou Twitter com perguntas; telefone para o gabinete ou faça visitas na Câmara Municipal (ou na Assembleia e Congresso, se for o caso)

Ontem no Club Homs em São Paulo para acompanhar a prestação de contas do mandato do vereador Rubinho Nunes.Desde 2008 ac...
30/06/2024

Ontem no Club Homs em São Paulo para acompanhar a prestação de contas do mandato do vereador Rubinho Nunes.

Desde 2008 acompanho os trabalhos de vereadores pela internet, pela TV da CMSP ou mesmo pessoalmente. Hoje foi diferente, vi pessoalmente uma prestação de contas pelas mãos do vereador e pude avaliar seu mandato nesses 3 anos e meio, valeu muito essa experiência.

Parabenizei diretamente o vereador pelo evento pois os cidadãos nunca recebem dos vereadores essa prestação de contas ao vivo mesmo porque muitos deles não tem o que apresentar, são improdutivos e não servem ao público.

Que o eleitor paulistano cobre seus eleitos e peçam sempre uma prestação de contas para poderem avaliar e escolher bem quem merece ser reeleito.

Quanto ao vereador Rubinho Nunes eu tive uma boa impressão do seu trabalho durante o mandato e percebi também que ele aceita bem os elogios e principalmente as críticas. Ele deixou claro que seu mandato é feito por muitas mãos, isso mantém a proximidade com seus eleitores.

A cidade de São Paulo precisa dos cidadãos votando e depois dentro dos gabinetes CONDUZINDO a NOSSA CIDADE com nossos eleitos.

Cláudio Vieira (Rede Adote Um Vereador)

No segundo sábado do mês, o Adote Um Vereador se reúne. Agora, virtualmente. Na primeira reunião de 2021 o pessoal de Sa...
12/01/2021

No segundo sábado do mês, o Adote Um Vereador se reúne. Agora, virtualmente. Na primeira reunião de 2021 o pessoal de Santana de Acaraú no CE e Miguelópolis de SP esteve com a gente. Para conhecer nosso projeto entre link que está na bio

Cidadãos de Santana de Acaraú  “ocuparam” o púlpito e anunciaram: o Adote um Vereador vai começar aqui na cidade. Saiba ...
11/01/2021

Cidadãos de Santana de Acaraú “ocuparam” o púlpito e anunciaram: o Adote um Vereador vai começar aqui na cidade. Saiba mais no texto que vc acessa pelo link que está na bio

SP tem 55 vereadores: imagine se todo cidadão f**asse de olho em ao menos um deles?  Esta é a proposta do  . Viste nosso...
10/01/2021

SP tem 55 vereadores: imagine se todo cidadão f**asse de olho em ao menos um deles? Esta é a proposta do . Viste nosso site clicando no link da bio

Em tarde de show musical, em homenagem a Garoto, compositor e violonista brasileiro, ocupamos uma das mesas do Pateo do ...
11/05/2019

Em tarde de show musical, em homenagem a Garoto, compositor e violonista brasileiro, ocupamos uma das mesas do Pateo do Collegio para colocar a conversa em dia. Política, cidade, comportamento e graça --- sim, nós sabemos sorrir, também --- movimentaram o encontro do Adote um Vereador SP.

Ministro do TSE devolve cargo de vereador a Camilo CristófaroNão é que ele conseguiu de novo.  O ministro do Tribunal Su...
21/03/2019

Ministro do TSE devolve cargo de vereador a Camilo Cristófaro

Não é que ele conseguiu de novo.


O ministro do Tribunal Superior Eleitoral Edson Fachin determinou a recondução de Camilo Cristófaro ao cargo de vereador. Para o ministro, em decisão liminar, o ilícito apontado em acórdão do TRE de São Paulo não tem “relevância jurídica’.

Algumas das justif**ativas de Fachin:

“Não se observa no acórdão atacado a relevância jurídica do suposto ilícito e nem a gravidade em relação ao pleito eleitoral’.

“Isso porque não se verif**a repercussão da ilicitude na campanha em si, notadamente, quando se compara com teto de gasto para campanha eleitoral de vereador na cidade de São Paulo, nas eleições 2016, a saber, R$ 3.226.138,77. A irregularidade apontada representa 0,2% desse valor”.


“Nessa toada, em um exame preliminar, verif**a-se que a irregularidade apontada, por si só, desacompanhada de outros elementos capazes de evidenciar ofensa à normalidade e à legitimidade das eleições, reputa-se inapta a caracterizar a conduta descrita no art. art. 30-A da Lei nº 9.504/90”

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O ministro do Tribunal Superior Eleitoral Edson Fachin determinou a recondução de Camilo Cristófaro ao cargo de vereador.  Para o ministro, em decisão liminar, o ilícito apontado em acórdão do TRE de São Paulo não tem “relevância jurídica’.

Camilo Cristófaro é cassado por usar laranja em campanha eleitoral Bem que tentou, mas sem sucesso. Camilo Cristófaro (P...
20/03/2019

Camilo Cristófaro é cassado por usar laranja em campanha eleitoral

Bem que tentou, mas sem sucesso. Camilo Cristófaro (PSB) gritou, esperneou, reclamou, se envolveu em discussão com colegas e servidores, gravou vídeos constrangedores e divulgou fake news.

Na Justiça, usou de todos os recursos disponíveis para se manter no cargo de vereador.

Não deu certo.

Nessa quarta-feira, o afastamento dele foi anunciado oficialmente no plenário da Câmara Municipal de São Paulo.

Cristófaro (PSB) foi condenado pelo Tribunal Regional Eleitoral por receber dinheiro de maneira ilegal para financiar a campanha dele, em 2016.

Curiosamente, a cassação do mandato lembra uma prática que está em destaque no noticiário: o uso de “laranjas”.

Uma pensionista do INSS, de 80 anos, doente e sem um tostão no bolso, doou R$ 6 mil à campanha de Cristófaro. Foi a mesma senhora que teve nome usado para irrigar a campanha de José Auricchio Jr (PSDB), prefeito de São Caetano do Sul.

De acordo com a procuradora da Câmara Municipal de São Paulo Ana Carolina Torres Aguilar Cortez, apesar de a decisão judicial não ter transitado em julgado, “o Código Eleitoral dispõe em seu artigo 257 que os recursos eleitorais não têm efeito suspensivo e que a execução de qualquer acórdão será feita imediatamente, através de comunicação por ofício, telegrama, ou, em casos especiais, a critério do presidente do Tribunal, através de cópia do acórdão”.



Camilo Cristófaro era um dos vereadores “adotados" pelo cidadão. E parte dos seus atos foi registrado em página no Facebook “Não sou Camilo Cristófaro”.


O vereador eleito com o discurso de acabar com a indústria da multa agora está fora da Câmara e será substituído por Thammy Miranda (PP), ator e filho da Gretchen.

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Bem que tentou, mas sem sucesso. Camilo Cristófaro (PSB) gritou, esperneou, reclamou, se envolveu em discussão com colegas e servidores, gravou vídeos constrangedores e divulgou fake news.

Câmara cria comitê de chuvas para evitar CPI que pode causar estragos na imagem do prefeitoPor Mílton Jung  Os estragos ...
15/03/2019

Câmara cria comitê de chuvas para evitar CPI que pode causar estragos na imagem do prefeito

Por Mílton Jung



Os estragos provocados pela chuva na cidade de São Paulo, neste verão que se aproxima do fim, também atingiu a imagem do prefeito Bruno Covas. Ele cometeu o mesmo erro da maioria dos seus antecessores: acreditar que prefeito tem direito a férias, especialmente no período dos temporais. Lamento dizer: não tem. E reforço: especialmente no período dos temporais. Nada contra férias. O caro e raro leitor deste blog sabe que adoro aproveitar as minhas. Mas o prefeito tem de estar sempre em alerta. E repito: especialmente no período dos temporais.

Covas justificou ao retornar às pressas para o Brasil que as desgraças são imprevisíveis e podem acontecer a qualquer mês. Deu o exemplo do edifício Wilton Paes de Almeida, que desabou em maio do ano passado, no Centro de São Paulo. Prédios não têm hora para cair, por isso pode-se justif**ar que o prefeito não estava lá embaixo a espera do estrago. Agora, temporal? Todo paulistano sabe que vai acontecer nas chuvas de verão. Dito isso, f**a a lição: ano que vem Bruno Covas vai descansar mas em data fora do verão brasileiro.

De volta à reputação do prefeito.

Já que ele, sempre preocupado com a preservação da sua imagem, desta vez se descuidou, seus apoiadores na Câmara Municipal de São Paulo correram para segurar a onda —- de denúncias. Diante da possibilidade de criação de Comissão Parlamentar de Inquérito, pedida pelo vereador Adílson Amadeu do PTB, o presidente da Casa Eduardo Tuma PSDB convenceu seus pares —- e o próprio Amadeu —- que era melhor esquecer esta história. Deve ter se lembrado de um velho ditado da política que diz que CPI a gente sabe como começa mas nunca sabe como termina.

Conforme reportagem que ouvi ainda hoje na CBN, Tuma conseguiu transformar a CPI em um inédito Comitê Extraordinário da Chuva. A primeira reunião oficial do Comitê está marcada para semana que vem. Antes, os partidos indicarão os vereadores que vão trabalhar no comitê e, em seguida, serão eleitos o presidente e o relator do colegiado que se propõe a analisar as ações tomadas pela prefeitura e debater política públicas que reduzam os efeitos das chuvas. Se conseguirão alcançar essa meta, vai depender da cobrança do cidadão e do interesse dos vereadores. Agora, o primeiro objetivo já foi alcançado: reduzir o impacto que uma CPI teria na imagem do prefeito Bruno Covas.

A propósito, na primeira manifestação sobre o Comitê, ocorrida durante audiência pública promovida pela Comissão de Defesa dos Direitos da Criança, do Adolescente e da Juventude, a presidente da comissão, a vereadora Soninha do PPS, apresentou levantamento da prefeitura com informações sobre as principais ações realizadas preventivamente para combater os efeitos dos temporais.

O vereador Adílson Amadeu rebateu os dados dizendo que a estrutura descrita no texto não condizia com a realidade, porque, segundo ele, sabe-se que, por exemplo, não existem caminhões nem sugadores para atender os chamados da população. E completou: “O nosso comitê não pode ser menosprezado”.


Lamento, vereador Adílson Amadeu, quando o senhor e seus colegas aceitaram transformar uma CPI em um mero comitê, as enchentes estavam sendo menosprezadas pela própria Câmara Municipal de São Paulo.

Leia mais: https://www.adoteumvereadorsp.com.br/news/camara-cria-comite-de-chuvas-para-evitar-cpi-que-pode-causar-estragos-na-imagem-do-prefeito/

                        Enchentes não tiram férias no verão de São Paulo (reprodução TV Globo)

Prefeitura quer usar celulares de moradores para aumentar reciclagem em São PauloPOR MÍLTON JUNG Com o interesse do Adot...
12/03/2019

Prefeitura quer usar celulares de moradores para aumentar reciclagem em São Paulo

POR MÍLTON JUNG

Com o interesse do Adote um Vereador no tema da reciclagem de resíduos na cidade de São Paulo, pesquisei um pouco mais e encontrei algumas reportagens publicadas em fevereiro que podem ser um estímulo a quem defende a ideia de reduzirmos a quantidade de lixo que depositamos nos aterros sanitários.

Destaco o texto que está no Blog Avenidas, do jornalista Rafael Balago, na Folha de São Paulo, que fala do interesse da prefeitura em enviar mensagens em massa e anúncios segmentados, em redes sociais, para estimular os paulistanos a separar o material para reciclagem.

Leia o que disse Edson Tomaz Filho, presidente da Amlurb — Autoridade Municipal de Limpeza Urbana —- ao jornalista:
“Coloco os PEVs [Postos de Entrega de Recicláveis] e aí começamos a mandar mensagem para quem está no entorno. Hoje, pelas redes sociais, você consegue selecionar bairro, consegue selecionar tudo, é impressionante. Não é caro e eu atinjo diretamente aquela população”
Mais importante do que a ideia lançada é a ideia de permanência da campanha —- já que costumamos ter iniciativas apenas pontuais que não se sustentam ao longo do tempo.

Por isso, registro, esperançoso mas sem ilusão, mais esta afirmação do dirigente:
“Antes fazíamos ações pontuais. A ideia agora é fazer uma ação permanente para informar e estimular as pessoas a participar”.
A proposta é que o paulistano tenha mais informação sobre a reciclagem, desde o horário em que o caminhão da coleta de recicláveis passa na sua rua (se é que passa) até o que pode realmente ser reciclado.

Leia o post completo do Rafael Balago que mantém blog com proposta que merece nosso olhar: “ideias para melhora a vida nas cidades”

Leia mais:

Com o interesse do Adote um Vereador no tema da reciclagem de resíduos na cidade de São Paulo, pesquisei um pouco mais e encontrei algumas reportagens publicadas em fevereiro que podem ser um estímulo a quem defende a ideia de reduzirmos a quantidade de lixo que depositamos nos aterros sanitár...

Do Carnaval ao lixo, dos parques à reciclagem, como deixar a cidade melhor?11/03/2019 19:01   Por Mílton Jung   Tudo com...
11/03/2019

Do Carnaval ao lixo, dos parques à reciclagem, como deixar a cidade melhor?
11/03/2019 19:01



Por Mílton Jung



Tudo começa com uma xícara de café que será acompanhada, ao longo da tarde, por várias outras. Na mesa do bar que funciona no Pateo do Collegio, local de fundação da cidade de São Paulo, tem espaço para suco, refrigerante e alguns comes em parceria com os bebes, também. Em torno da mesa recheada de xícaras, pires, pratos e copos um grupo disposto a falar muito sobre o que viu e o que quer para a cidade. São os integrantes do Adote um Vereador, que se encontram pessoalmente todo segundo sábado do mês.

A situação dos parques da cidade e a intensão da prefeitura em conceder a administração para a iniciativa privada foram dois dos assuntos conversados no encontro desse sábado, enquanto ainda se ouvia o som do trio elétrico que puxava um dos últimos blocos a desfilarem no centro, nesse Carnaval.

O Adote, como instituição — que, aliás, procuramos não ser —-, não tira posição a favor ou contra projetos ou ideias. É uma das nossas marcas, deixar que os integrantes pensem livremente sobre o assunto e quando há pontos em comuns podemos desenvolver alguma iniciativa. Os com viés liberal entendem que, a persistir o projeto da prefeitura, se pode ter parques mais bem cuidados; outros —- me pareceu a maioria dos que estavam sentados à mesa — preferem que a prefeitura assuma sua responsabilidade, aplique melhor o dinheiro de nossos impostos e se capacite para prestar o serviço que é público.

Falei de Carnaval e lembrei que, enquanto esperava por mais um café, alguém da mesa reclamou das interrupções na cidade devido aos blocos. Outro relatou que os banheiros químicos colocado à disposição dos foliões não tiveram a limpeza adequada. Houve quem chamou atenção para o fato de as subprefeituras terem destinado todos os seus funcionários para os 15 dias de festa, deixando de atender chamadas em áreas essenciais. Em tempo: a prefeitura diz que nenhum serviço de manutenção deixou de ser realizado no período.

A propósito: nesta segunda-feira, soube-se que 14 milhões de pessoas participaram do Carnaval de rua na capital paulista — um recorde para o qual a administração municipal terá de se atentar. Afinal, quanto maior a festa, maior a estrutura necessária. Qual o limite para São Paulo? Deixo a pergunta para pensarmos mais à frente, pois ainda faltam 348 dias para o próximo Carnaval e até lá teremos muitos outros problemas a resolver.

Em São Paulo, tudo tende a se agigantar. Do Carnaval aos problemas nas mais diversas áreas — haja vista o temporal das últimas horas que parou a cidade.

Quer outro exemplo —- esse lembrado no encontro de sábado? O lixo.

Em média, os paulistanos geram 18 mil toneladas de lixo, por dia. Só de resíduos domiciliares são coletadas quase 10 mil toneladas por dia. Números oficiais da prefeitura. A encrenca f**a ainda maior quando se percebe que parte está espalhada pelas calçadas e ruas, pelos mais diversos motivos —- inclusive a falta de educação de alguns moradores. E outra boa parte poderia ser reaproveitada, pois é material reciclável.

Conforme a prefeitura “todo o município de São Paulo é contemplado pela coleta seletiva (ou diferenciada), seja pelas cooperativas ou pelas concessionárias — em algumas prefeituras regionais, a coleta é realizada por ambas”.

Quando vamos para a vida real, porém, quem sabe o que fazer com o material reciclável?
O que separar?
Quando a coleta passa lá em casa?
Foi, então, que surgiu a ideia de provocarmos os vereadores a pensarem sobre o tema e, quem sabe, destinarem parte da verba publicitária da capital para campanhas educativas que levem o tema às escolas, aos bairros, a cada uma das casas dos paulistanos. Eis aí um ponto em comum, sobre o qual escrevi alguns parágrafos acima.

Enquanto isso não acontece, a própria turma do Adote indicou dois caminhos para quem busca informações sobre coleta seletiva em São Paulo:

— o site da prefeitura

No qual é informado que “o Programa de Coleta Seletiva da Prefeitura de São Paulo tem como objetivo promover a reciclagem de papel, plástico, vidro e metais. Após recolhidos, esses resíduos são encaminhados para as cooperativas e para as centrais mecanizadas de triagem, onde serão separados e comercializados pelas cooperativas”. Além de trazer outras dicas importantes.

— o APP Limpa Rápido, também da prefeitura

Com a o aplicativo é possível saber se o caminhão da coleta seletiva passa na sua rua. Quando não passa, se existe algum PEV — Ponto de Entrega Voluntária ou Ecoponto mais próximo. E tem canal de reclamação.
Aos colegas que se encontraram nesse sábado, deixo uma sugestão. Um desafio. Espécie de lição de casa.

Já que o assunto nos interessou, a ponto de consumir tanto tempo e xícaras de café, vamos separar o material reciclável na nossa própria residência —- se você já faz isso, parabéns.

Em seguida, lembre-se de mandar um recadinho para o seu vereador perguntando o que ele pode fazer para aumentar a coleta seletiva na cidade. Quem sabe no próximo Carnaval, teremos menos lixo nas ruas e muitos mais reciclável coletado.

Leia mais: https://www.adoteumvereadorsp.com.br/news/do-carnaval-ao-lixo-dos-parques-a-reciclagem-como-deixar-a-cidade-melhor/

Plenário não é lugar de celular? A discussão está na Assembleia Legislativa mas podemos puxar para a nossa sardinha, por...
25/02/2019

Plenário não é lugar de celular?


A discussão está na Assembleia Legislativa mas podemos puxar para a nossa sardinha, porque se avança lá, chega à Câmara Municipal de São Paulo, também.

Refiro-me ao projeto apresentado pelo deputado estadual Campos Machado, do PTB, que pretende proibir que seus colegas de parlamento realizem lives em redes sociais enquanto discursam ou participam de comissões. Lives são as transmissões ao vivo que podem ser realizadas no Facebook, no Twitter, no Instragram, no You Tube e em mais de um dezena de canais disponíveis na internet.

A justif**ativa do veterano parlamentar, segundo nota publicada no jornal O Estado de São Paulo:

“… as “lives” são “atividade paralela”, exclusivas para seguidores de redes sociais, “que impedem o uso de um aparte” e podem levar à “incitação de movimentos de protestos” e até “à violência”.

Aparentemente, o alvo do deputado são os colegas que acabaram de se eleger com forte engajamento de eleitores pelas redes sociais, vide Janaína Paschoal, do PSL, que fez mais de 2 milhões de votos e tem a intenção de assumir a presidência da Assembleia.

Você concorda com a ideia do deputado Machado que quer cortar o direito de uso de lives na sessões?

Ou fazendo a pergunta pelo outro lado: você aprova o uso de lives no plenário e nas comissões?

Seja qual for sua resposta, fique atento à discussão na Assembleia Legilstiva de São Paulo porque se o projeto for aprovado por lá, tenha certeza que algum vereador, em breve, estará propondo o mesmo na Câmara Municipal.

A discussão está na Assembleia Legislativa mas podemos puxar para a nossa sardinha, porque se avança lá, chega à Câmara Municipal de São Paulo, também.

Advogado questiona número de cargos comissionados e indicações políticas na Assembleia Legislativa de São Paulo   As ind...
05/02/2019

Advogado questiona número de cargos comissionados e indicações políticas na Assembleia Legislativa de São Paulo


As indicações políticas para cargos comissionados no Legislativo —- e no Executivo não é diferente —- têm de ser motivo de preocupação do cidadão. É dinheiro público que pode estar sendo usado para interesses particulares. Vereadores, deputados e senadores usam do seu poder para distribuir as funções disponíveis entre apadrinhados políticos e para pagar favores a quem ajudou a ele ou ao partido na campanha eleitoral. Dá emprego ao filho de empresário, ao cunhado de filiado, à sobrinha de amigo e à mulher do colega de partido.


Quanto maior o número de cargos comissionados maior é a falta de transparência nos critérios usados para ocupar essas funções. Para ter ideia, são mais de 20 mil cargos comissionados —- ou seja de livre nomeação e livre exoneração, sem precisar passar por concurso —- no Brasil, de acordo com estudo da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico. 20 mil em um universo de 570 mil servidores. 20 mil aqui no Brasil contra 7 mil nos Estados Unidos, apenas para comparar com outro país com grande estrutura pública. Se olharmos para os números na Europa, a diferença é absurda: são 350 cargos comissionados na Inglaterra, 300 na Alemanha e 300 na França.


Em decisão do ano passado, o Supremo Tribunal Federal, ao negar a criação de mais 1.941 cargos comissionados na cidade de Guarulhos, região metropolitana de São Paulo, definiu, entre outros pontos, que:
— A criação de cargos em comissão somente se justif**a para o exercício de funções de direção, chefia e assessoramento, não se prestando ao desempenho de atividades burocráticas, técnicas ou operacionais;


— O número de cargos comissionados criados deve guardar proporcionalidade com a necessidade que eles visam suprir e com o número de servidores ocupantes de cargos efetivos, no ente federativo que os cria.


Foi essa manifestação do STF que inspirou ação impetrada pelo advogado Antonio Donadelli contra a Assembleia Legislativa de São Paulo —- informou a jornalista Sonia Racy, no Estadão. O advogado questiona a proporção entre cargos comissionados e servidores efetivos na Alesp. Segundo Donadelli, a assembleia paulista, em dezembro, tinha 3.127 comissionados e 636 efetivos. O advogado quer que a Casa seja forçada a mudar a proporção no prazo de um ano.


A notícia me foi apresentada por integrantes do Adote um Vereador, de São Paulo. Não por acaso. A provocação jurídica atende não apenas a decisão de outubro de 2018, do STF, mas ao desejo de todo o cidadão interessado em controlar os gastos públicos e moralizar o uso da máquina pública. Por isso, a iniciativa de Donadelli, em relação a Alesp, deveria ser replicada em todos os Estados e cidades brasileiras.


No âmbito dos municípios, que interessa ao Adote, cabe analisarmos o número de funcionários contratado sem concurso público na Câmara Municipal de São Paulo, as funções que ocupam, e comparar com a quantidade de servidores concursados.


Quem se compromete com essa tarefa para começar o ano legislativo?

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