04/08/2026
Tentar “apagar” ou insistir diariamente em desmerecer Jair Messias Bolsonaro , como continua fazendo a “direita permitida”, não é por acaso. Isso faz parte de uma estratégia. Desviar o foco exclusivamente para os filhos do último presidente também segue essa lógica: fragmentar a atenção, diluir responsabilidades e, aos poucos, silenciar e apagar quem teve papel central na abertura de caminhos. Por fim, ajudar lula e posteriormente se colocar como a oposição autorizada pela organização que as mesmas pessoas dizem combater.
Não se trata apenas de um homem, mas do que ela representa para milhões de brasileiros. Permitir esse processo é aceitar que a história seja reescrita conforme interesses de grupos rasteiros que inclusive só chegaram até aqui graças a seu sacrifício. Esse tipo de gente é pior do que um pestista.
Que não se perca de vista quem enfrentou e enfrenta pressões, esculachos, humilhações, tortura, prisão ilegal e sacrifícios para viabilizar avanços. A memória é um instrumento poderoso, e mantê-la viva é fazer justiça à nossa consciência e ao Brasil para que avancemos ainda vez mais.