Intervozes

Intervozes Intervozes - Coletivo Brasil de Comunicação Social Para o Intervozes, o direito à comunicação é indissociável do pleno exercício da cidadania e da democracia.

Em atividade desde 2003, o Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social é uma organização que trabalha pela efetivação do direito humano à comunicação no Brasil. Uma sociedade só pode ser chamada de democrática quando as diversas vozes, opiniões e culturas que a compõem têm espaço para se manifestar. O coletivo é formado por ativistas e profissionais com formação em Comunicação Social e em

outras áreas, distribuídos em 15 estados brasileiros e no Distrito Federal. Cada associado do Intervozes é, ao mesmo tempo, um promotor de ações locais e um colaborador na formulação e realização de estratégias nacionais adotadas pelo coletivo.

02/08/2026

Tecnologia também pode nascer da terra, preservar saberes e fortalecer mulheres.

Criado pelo Movimento de Mulheres Trabalhadoras Rurais de Sergipe, o aplicativo Do Quintal à Cozinha reúne histórias, receitas, produtos e práticas agroecológicas, fortalecendo a autonomia das agricultoras.

Hoje, a homenagem é para Dona Raimunda Raquel, que completa 83 anos. Agricultora, artesã e integrante do movimento, sua força e sabedoria deram nome ao chatbot do aplicativo.

Desejamos muitas felicidades e vida longa a essa grande inspiração!

Quando a tecnologia caminha com as mulheres, nenhum conhecimento f**a para trás.

Desenvolvido pelo MMTR/SE, em parceria com o Intervozes e a Coolab, e com o apoio do NIC.br, o aplicativo promove uma tecnologia segura, feminista, soberana e popular.

A gente está diante de um mundo cheio de guerras, e algumas guerras têm mais atenção do que outras. É uma sensação de qu...
01/08/2026

A gente está diante de um mundo cheio de guerras, e algumas guerras têm mais atenção do que outras. É uma sensação de que algumas vidas parecem valer mais do que outras”, disse o jornalista Pedro Borges no podcast O Assunto.

Entre decisões editoriais, enquadramentos, escolhas e silenciamentos, a cobertura jornalística dominante segue cumprindo um papel oposto do que se espera do jornalismo.

Em vez de expor injustiças, desafiar o poder e atender ao interesse público, cria condições para que genocídios, violações de direitos e crises humanitárias se aprofundem.

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Exemplos de grupos escolares que criavam rankings misóginos de meninas ou trends no TikTok e Instagram sobre “como reagi...
31/07/2026

Exemplos de grupos escolares que criavam rankings misóginos de meninas ou trends no TikTok e Instagram sobre “como reagir se ela disser não” revelam a banalização de uma cultura de violência machista cada vez mais organizada e estratégica.

E tudo isso sob o consentimento das plataformas digitais, que lucram com a produção, circulação e consumo desses conteúdos, ainda que eles deslegitimem políticas de proteção e igualdade ou ponham em risco a vida de outras pessoas.

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Enquanto o mundo debate saúde mental, menos tempo de tela e mais democracia, as empresas de tecnologia estão fazendo de ...
30/07/2026

Enquanto o mundo debate saúde mental, menos tempo de tela e mais democracia, as empresas de tecnologia estão fazendo de tudo para barrar, com forte influência política, as tentativas de regulação para sua atuação no mercado.

No paralelo, permitem circular um estrondoso fluxo de desinformação, toda sorte de conteúdos misóginos e com discurso de ódio capazes de minar a confiança democrática das pessoas, influenciar eleições e incentivar crimes violentos contra grupos sociais.

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21 h

Sempre preocupados com a democracia.
29/07/2026

Sempre preocupados com a democracia.

Enquanto o mundo debate saúde mental, menos tempo de tela e mais democracia, as empresas de tecnologia estão fazendo de ...
29/07/2026

Enquanto o mundo debate saúde mental, menos tempo de tela e mais democracia, as empresas de tecnologia estão fazendo de tudo para barrar, com forte influência política, as tentativas de regulação para sua atuação no mercado.

No paralelo, permitem circular um estrondoso fluxo de desinformação, toda sorte de conteúdos misóginos e com discurso de ódio capazes de minar a confiança democrática das pessoas, influenciar eleições e incentivar crimes violentos contra grupos sociais.

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O Relatório Direito à Comunicação no Brasil está com todos os artigos disponíveis.Produzida pelo Intervozes – Coletivo B...
28/07/2026

O Relatório Direito à Comunicação no Brasil está com todos os artigos disponíveis.

Produzida pelo Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social, a tradicional publicação reúne análises sobre acontecimentos que marcaram o debate sobre o direito à comunicação em 2025 e no primeiro semestre de 2026, sem perder de vista os processos, avanços e obstáculos construídos ao longo dos últimos anos.

Em 12 artigos, o relatório percorre o Brasil e o mundo para revelar como antigas e novas estruturas de poder continuam influenciando o cotidiano das sociedades, a circulação de informações e a construção do debate público.

Se antes “meia dúzia de famílias” controlava os meios de comunicação e pautava a agenda cultural e política do país, hoje esse modelo permanece, mas também é atravessado pelo poder de “meia dúzia de bilionários” que controlam plataformas digitais e operam, em escala global, o presente, o passado e o futuro das relações humanas.

Compreender essas transformações é fundamental para defender uma comunicação mais democrática, plural e comprometida com os direitos humanos.

Confira todos os artigos bo
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Em uma carta aberta assinada por mais de 400 organizações e indivíduos, divulgada durante a conferência, a Ação Climátic...
28/07/2026

Em uma carta aberta assinada por mais de 400 organizações e indivíduos, divulgada durante a conferência, a Ação Climática contra a Desinformação (CAAD, em inglês) chamou a atenção para a manipulação do discurso público pela indústria dos combustíveis fósseis, que continua a organizar e a financiar campanhas de desinformação.

“Ao criar uma falsa percepção de divisão e apatia da população, essas campanhas sabotam a adoção de políticas climáticas ef**azes e desacreditam ativamente as soluções de energia renovável, atrasando a impreterível transição energética”, diz o documento.

Durante a COP, empresas do setor de combustíveis fósseis, por exemplo, intensif**aram estratégias de comunicação voltadas à promoção de soluções tecnológicas controversas, frequentemente apresentadas como alternativas suficientes para mitigar a crise climática, apesar das críticas de especialistas quanto à sua eficácia e escala.

Em paralelo, houve tentativas sistemáticas, lideradas por delegações de países fortemente dependentes da exploração de petróleo e por grupos políticos conservadores, de esvaziar ou eliminar referências a temas como gênero, justiça climática e direitos humanos nos textos oficiais.

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Estamos na final do Prêmio Jabuti! A indicação do livro “Proteção de dados pessoais em serviços de saúde digital” reconh...
27/07/2026

Estamos na final do Prêmio Jabuti!

A indicação do livro “Proteção de dados pessoais em serviços de saúde digital” reconhece a importância de um debate cada vez mais urgente sobre direitos, dados, saúde e tecnologia.

Realizada pelo oficialfiocruz , e , a obra investiga como nossas informações de saúde são coletadas e utilizadas, além dos riscos de discriminação, exploração comercial e violações de direitos.

O livro pode ser baixado gratuitamente no Portal de Livros em Acesso Aberto da Fiocruz

O jornalismo abre a estrada por onde passam os tanquesEm 10 de agosto de 2025, Israel matou Anas al-Sharif e outros três...
27/07/2026

O jornalismo abre a estrada por onde passam os tanques

Em 10 de agosto de 2025, Israel matou Anas al-Sharif e outros três jornalistas da Al-Jazeera em Gaza, em um ataque deliberado a uma tenda de imprensa montada em frente ao Hospital al-Shifa. Al-Sharif, jovem que se tornara uma voz conhecida nas redes sociais por reportar diariamente o genocídio na Faixa de Gaza, foi assassinado junto a Mohammed Noufal, Ibrahim Zaher e Mohammed Qreiqeh.

A cobertura (ou a falta dela) na imprensa ocidental se deu no mesmo padrão descrito acima, em relação ao assassinato de Amal Khalil no Líbano neste ano: o caso foi subnoticiado, o caráter sistemático dos ataques ignorado e, de maneira ainda mais flagrante, as alegações de Israel para justif**ar o ataque foram destacadas.

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