Favela do Moinho

Favela do Moinho A última Favela do centro de São Paulo.

FALTAM R$ 1.640 PARA BATER A META DA CAMPANHA ALÊ LIVRE.A campanha já chegou a R$ 3.360, com 35 pessoas apoiando. Agora ...
20/05/2026

FALTAM R$ 1.640 PARA BATER A META DA CAMPANHA ALÊ LIVRE.

A campanha já chegou a R$ 3.360, com 35 pessoas apoiando. Agora falta pouco.

Alê está presa a cerca de 700 km de São Paulo, em Tupi Paulista. A campanha existe para ajudar com o básico: jumbo, visitas, alimentação, higiene, saúde e apoio à família.

Se 164 pessoas doarem R$ 10, a meta bate.

Não precisa esperar poder doar muito.

Doe o que puder. Compartilhe. Envie para 3 pessoas.

Lutar não é crime.

Alê livre!

Favela do Moinho resiste!

Apoie: apoia.se/faveladomoinho
(link na Bio também)

DireitosHumanos SaoPaulo MoinhoVivo

18/05/2026

Favela do Moinho: laboratório de novas formas de gestão da violência pelo Estado

Isadora Guerreiro analisa as características que marcaram de maneira única a remoção da Favela do Moinho do centro de São Paulo.

A professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP reforça que o que aconteceu no Moinho não foi apenas mais um processo de remoção urbana, tendo reunido um grande nível de burocracia, repressão intensa contra a resistência dos moradores - que lutaram por décadas por suas casas e por melhorias no território - e um enorme investimento em propaganda política, transformando o Moinho em tema de disputa eleitoral. Tudo isso amarrado pela própria política pública sendo usada para articular e legitimar essa violência a partir desses três pontos.

“O Moinho resistiu. O Moinho é um lugar de luta, e o filme mostra bem que o que aconteceu é o troco. O troco é o Estado mostrando: quem resistir será eliminado!”

O que aconteceu no Moinho faz parte de um movimento mais amplo, em que o Estado transforma territórios populares em espaços de teste para novas formas de violência e dessensibilização social.

Evento “Moinho, nossa faixa de Gaza” Centro de Memória e Resistência da Favela do Moinho, 25 de abril de 2026.

15/05/2026

Contribua também pra campanha Alê Livre! e ajude a gente a bater essa meta o mais rápido possível.
Apoia.se/FavelaDoMoinho

12/05/2026

ALÊ LIVRE!

Todos nós conhecemos sua história de luta e nossa admiração é gigante. São mais de 20 anos na luta por moradia digna.

Não será esquecida! Contribua na campanha, pra nos ajudar nos envios dos jumbos a ela.

https://apoia.se/faveladomoinho

Como você está passando o dia das mães? Alê, que é também mãe e avó, tá passando seu dia longe dos seus. Muito longe. No...
10/05/2026

Como você está passando o dia das mães? Alê, que é também mãe e avó, tá passando seu dia longe dos seus. Muito longe. No presídio mais distante possível. Não foi acaso. Foi por lutar. Assim como não é acaso você não saber disso, que já faz 244 dias da sua prisão. Ela foi criminalizada e muita gente se calou. Finge que não vê. Seu influencer preferido da esquerda não fala. Progressista ou metido à esquerda radical. Seu webcomunista preferido que seja. Ou seu político de estimação, seja grande, pequeno, local... Silêncio. Tá sendo bem difícil quebrar o cerco. Dá pra contar nos dedos das mãos os apoios nesses 244 dias (que agradecemos muito e não vamos esquecer). Enquanto isso, as máquinas governamentais e suas agências satélites, tipo a Brasil Paralelo, jogando pesado para criminalizar a Alê e a luta da Favela do Moinho. E o campo "progressista" assiste calado. Parece até que alguns assistem sentados nos seus sofás, comendo pipoca. Ajude a quebrar esse cerco, apoiando a campanha Alê Livre, pra gente conseguir enviar os jumbos, que são pacotes com o mínimo do mínimo de dignidade pra quem tá preso. Apoie também compartilhando, e ajudando a enganar esses algoritmos pra entregar pra mais gente.

apoia.se/faveladomoinho

10/05/2026

Como você está passando o dia das mães? Alê, que é também mãe e avó, tá passando seu dia longe dos seus. Muito longe. No presídio mais distante possível. Não foi acaso. Foi por lutar. Assim como não é acaso você não saber disso, que já faz 244 dias da sua prisão. Ela foi criminalizada e muita gente se calou. Finge que não vê. Seu influencer preferido da esquerda não fala. Progressista ou metido à esquerda radical. Seu webcomunista preferido que seja. Ou seu político de estimação, seja grande, pequeno, local... Silêncio. Tá sendo bem difícil quebrar o cerco. Dá pra contar nos dedos das mãos os apoios nesses 244 dias (que agradecemos muito e não vamos esquecer). Enquanto isso, as máquinas governamentais e suas agências satélites, tipo a Brasil Paralelo, jogando pesado para criminalizar a Alê e a luta da Favela do Moinho. E o campo "progressista" assiste calado. Parece até que alguns assistem sentados nos seus sofás, comendo pipoca. Ajude a quebrar esse cerco, apoiando a campanha Alê Livre, pra gente conseguir enviar os jumbos, que são pacotes com o mínimo do mínimo de dignidade pra quem tá preso. Apoie também compartilhando, e ajudando a enganar esses algoritmos pra entregar pra mais gente.

apoia.se/faveladomoinho

politica

08/05/2026

“A prisão de Alessandra é parte de um projeto de criminalização da luta por moradia que vem acontecendo na favela do Moinho. O SAJU (FDUSP) vem acompanhando a morosidade nos atendimentos habitacionais e a violência nos processos de remoção que vem acontecendo desde outubro.

Alessandra foi presa em setembro e somente após a sua prisão que, ainda com centenas de famílias morando na favela, as demolições começaram. A partir da sua prisão as violências cometidas contra os moradores se intensificou na região e passamos a acompanhar casos como o da tortura de um morador em via pública.

Alessandra está aqui por um processo de retaliação do governo do Tarcísio, com a omissão do governo federal e sofrendo em condições desumanas. Dentro do presídio, ela sofreu uma picada de escorpião e foi tratada com Dipirona!”

Heloísa Salles Camargo, integrante do Serviço de Assessoria Jurídica Universitaria, frente de direito à cidade (SAJU Cidade) da FDUSP

08/05/2026

"Picada por um escorpião e tratada com dipirona".

No dia 27 de abril, entidades que compõem o Comitê em Defesa da Favela do Moinho e pela Liberdade das Pessoas Presas foram a Tupi Paulista fazer uma visita a Alessandra Moja, liderança da Favela do Moinho que foi forjada, torturada e presa em 8 de setembro de 2025.

“A Ale que é uma líder comunitária a mais de 20 anos, foi criminalizada e sofreu vários tipos de tortura, né, a gente avalia que todo o processo dela, tanto de quando ela foi presa e foi torturada com o marido e depois agora, as condições de cárcere que ela está vivendo são condições de tortura”
Rosa Cantal
Diretora do Grupo Tortura Nunca Mais - SP

O Comitê do Moinho organiza a Campanha pela Liberdade da Ale, exigindo sua transferência imediata para São Paulo e sua liberdade, denunciando o projeto de criminalização da luta por moradia que a prisão violenta de Alê representa. Alê livre já ✊🏽!
Para apoiar e saber mais, acesse: apoia.se/faveladomoinho

08/05/2026

“Denunciamos as condições que Alessandra está submetida. Presa política do governo Tarcísio por seu papel cumprido a frente da organização dos moradores para garantir moradia digna na última favela do centro de São Paulo. Uma favela que foi desalojada violentamente, em atos contínuos que incluem demolições, arbitrárias, perseguições policiais e assassinatos de moradores pelas mãos da Polícia e CDHU. Queremos denunciar a violação arbitrárias das condições de moradia dos moradores, a violação de diversas garantias de prisão de Alessandra, que se encontra presa a 700km de seus familiares, sem fundamentos jurídicos materiais, enquanto políticos e banqueiros tem verdadeiras prisões 5 estrelas.

O judiciário está a serviço dos interesses de ricos e poderosos que Tarcísio representa, por isso a luta por Liberdade para Alessandra é também a luta por garantia de moradia digna para os moradores do Moinho, isso reforça nossa solidariedade com Alessandra, pela sua liberdade imediata, e denunciando também o papel conivente do Governo Federal com a repressão e com o projeto do novo centro de São Paulo, que inclusive contará com recursos do BNDES.

Por tudo isso estamos aqui pela apuração independente das denúncias de tortura e violência perpetradas pelo Estado. Pela interrupção imediata de todas as demolições até que todos moradores sejam contemplados e por condições dignas de moradia para todos.”

Caio Silva Melo, do Esquerda Diário e MRT

"O Grupo Tortura Nunca Mais São Paulo, por meio de comissão especial constituída pelas advogadas Rosa Cantal e Irene Mae...
07/05/2026

"O Grupo Tortura Nunca Mais São Paulo, por meio de comissão especial constituída pelas advogadas Rosa Cantal e Irene Maestro, e pelo advogados Caio Silva Melo e Rodolfo Valente, realizou, no dia 27 de abril de 2026, visita humanitária a Alessandra Moja Cunha na penitenciária feminina de Tupi Paulista com o objetivo de averiguar pessoalmente as condições de preservação de sua integridade física e psíquica.

A visita foi motivada: (1) pelo grave contexto de criminalização da luta por moradia na Favela do Moinho e de perseguição política de seus participantes e apoiadores¹; (2) pelo fato de que Alessandra é conhecida e respeitada há muitos anos na luta por moradia e direitos humanos na região central de São Paulo; e, sobretudo, (3) porque há sérios indícios de que está em curso um processo de perseguição política contra ela e de que tal processo tem sido materializado através de uma série de violações que configuram, em tese, crime de tortura.

Os fatos constituintes de todo o processo de criminalização da comunidade do Moinho e a especifica situação de Alessandra na Penitenciária Femina de Tupi Paulista, testemunhada pela Comissão, atingem gravemente a integridade física e psíquica de alessandra Moja, configurando elementos típicos do crime de tortura.

Dessa forma, a fim de, com urgência, preservar a integridade física e psíquica de Alessandra e garantir a possibilidade de ela se defender plenamente das acusações que lhe são imputadas, o Grupo Tortura Nunca Mais São Paulo, baseado nos fatos narrados e no relato da Comissão responsável pela visita realizada no dia 27 de abril de 2026, entende que são medidas fundamentais ao caso a libertação de Alessandra e, em caráter emergencial, a sua imediata transferência a uma das unidades prisionais femininas localizadas na cidade de São Paulo, sem prejuízo da apuração da conduta dos agentes públicos direta ou indiretamente responsáveis pelas violações dos seus direitos humanos fundamentais.

Ante todo o exposto, o Grupo Tortura Nunca Mais São Paulo formaliza o presente relatório como representação para que o Conselho Estadual de Direito da Pessoa Humana (CONDEPE), no interior das atribuições que lhe competem, adote...

06/05/2026

“E hoje viemos até aqui, ( penitenciária)Tupi Paulista, para, de alguma forma, prestar solidariedade e tá junto com a Alê nesse momento, mas que também que é extremamente importante que a gente consiga trazer pro debate uma ideia de que... que toda a comunidade vem, vem sofrendo esses processos de retaliação a partir do aprisionamento da Alessandra, que era uma liderança que estava lá em conjunto com todas as outras pessoas lutando pelo direito à moradia.
E que num momento que as coisas foram se desenrolando para que as pessoas tivessem acesso de fato ao direito daquilo que elas reivindicam há quase 30 anos, esse processo se deu numa perspectiva de criminalizar o movimento, criminalizar a luta.
E como eles não conseguiam fazer esse movimento acontecer num processo de aprisionar todas as pessoas, eles resolveram deslocar essa liderança que tem feito, né, e que vinha fazendo um trabalho muito importante, significativo, em defesa da vida dessas pessoas pra além da moradia.”
Fabio Pereira, articulador político da Amparar (.assoc)
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Endereço

Rua Doutor Elias Chaves, 100
São Paulo, SP
01205-001

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