Movimento Vivas

Movimento Vivas Movimento de mulheres plurais, feministas na luta contra o patriarcado, a violência e opressão de todos os grupos minoritários.

Você sabe quantos estados são governados por mulheres no Brasil?
14/04/2022

Você sabe quantos estados são governados por mulheres no Brasil?

Oi,  Gostaríamos de saber como é ser o jornal com maior circulação do país e ainda permitir que assuntos como "racismo r...
17/01/2022

Oi,
Gostaríamos de saber como é ser o jornal com maior circulação do país e ainda permitir que assuntos como "racismo reverso" sejam publicados?

Poderíamos escrever um texto enorme explicando que racismo reverso não existe com dados e fontes confiáveis, mas vocês tem total condições e meios para saber disso, inclusive, sabem.

Nossos questionamentos são:
Quem tem interesse nesse tipo de pauta?
Por que dar espaço para ra***ta?
Quem está ganhando com isso?
2022 e vocês promovendo desinformação?

O autor do texto ra***ta: Antonio Risério. Um homem branco com sua visão medíocre e sem embasamento sobre a questão racial.

Queremos a demissão do autor e revisão da linha editorial.
Racismo não é opinião, é crime.

Movimento Vivas e Juntas por Barueri.

O Levante Feminista Contra o Feminicídio🌻🌻🌻  convida todas as mulheres para o dia 25 de novembro está no vão livre do Ma...
24/11/2021

O Levante Feminista Contra o Feminicídio🌻🌻🌻 convida todas as mulheres para o dia 25 de novembro está no vão livre do Masp às 10 horas para Levantar o nosso grito contra a Violência e os Feminicídios.

Levaremos flores de girassóis em memória das mulheres assassinadas. Sabemos que muitas não poderão está nesse horário, mas mobilize seu grupo ou uma companheira que possa ir nesse dia.

Precisamos mostrar que nós mulheres não estamos caladas perante o aumento da violência machista que tem tirado a vida das mulheres.

Nem Pense em me Matar # Nem Pense em nos Matar🌻🌻🌻

23/11/2021

Parece piada, mas não é!
Essa fala sureal foi feita pelo Toninho Furlan (PDT), vereador da cidade de Barueri.

Companheiras das Juntas por Barueri tem sido uma grande resistência ao machismo, racismo e lgbtfobia.

Reposted from  O termo mulata tem caráter pejorativo, além de ter servido ao processo de apagamento da identidade negra ...
20/11/2021

Reposted from O termo mulata tem caráter pejorativo, além de ter servido ao processo de apagamento da identidade negra no Brasil.

Escolha chamar as mulheres pelos seus respectivos nomes e retire esse termo ra***ta do seu vocabulário!

Vestida sempre com saia rodada, bata e chinelas: assim é descrita Maria Felipa de Oliveira. Não se sabe ao certo sua dat...
17/11/2021

Vestida sempre com saia rodada, bata e chinelas: assim é descrita Maria Felipa de Oliveira. Não se sabe ao certo sua data de nascimento, o que revela mais uma das inúmeras evidências de como o passado escravocrata do nosso país omite a história do povo negro.

A “Heroína Negra da Indepedência”, como ficou conhecida pela população da Ilha de Itaparica/BA, onde nasceu, Maria Felipa era descendente de africanos sudaneses. Aprendeu desde cedo a capoeira para brincar e se defender.

Essa brava he***na foi personagem de extrema importância da Guerra da Independência da Bahia, iniciada em 1822, com desfecho em 1823.

Apesar de ter participado da guerra contra os portugueses como enfermeira e informante, Maria Felipa passou a ser reconhecida quando, ao tomar as rédeas da liderança, ajudou a atear fogo em inúmeras embarcações portuguesas.

Um de seus principais episódios de liderança se deu quando ela comandou um ataque realizado por quarenta mulheres aramadas com peixeiras e galhos de cansanção – planta que provoca queimaduras ao tocar a pele.

Em 1923, na parede da Capela de Nossa Senhora da Piedade de Itaparica, foi instalada uma homenagem com nomes dos heróis da histórica batalha local. O nome de Maria Felipa não estava lá. Mas uma iniciativa dos moradores da ilha, quase um século depois, em 2017, incluiu o nome na lápide, reconhecendo, assim, a história e as realizações desta grande mulher na guerra.

Trechos na íntegra de Maria Vitória, no livro Narrativas Negras – Biografias Ilustradas de mulheres pretas, construído pelo Coletivo Narrativas Negras.

Que vergonha dos vereadores de São Paulo!
11/11/2021

Que vergonha dos vereadores de São Paulo!

O silenciamento da população negra é uma das formas de controle da branquitude sobre nossos corpos. Não somos objetos!Te...
10/11/2021

O silenciamento da população negra é uma das formas de controle da branquitude sobre nossos corpos.

Não somos objetos!

Temos voz e ela ecoa para denunciar o racismo e afirmar a nossa linda negritude ✊🏽

Dandara foi símbolo de resistência negra no quilombo em que residia.Casada com o líder de Palmares, o tão conhecido Zumb...
08/11/2021

Dandara foi símbolo de resistência negra no quilombo em que residia.
Casada com o líder de Palmares, o tão conhecido Zumbi, teve com ele três filhos. Além da certeza de uma destemida guerreira, inspira-se nela a figura de uma mãe cuidadosa e fiel.

Não se sabe ao certo se Dandara nasceu no continente africano ou já no Brasil, mas consta que a história dela com a luta negra começou bem cedo, quando se refugiou no Quilombo dos Palmares em busca de abrigo.

As narrativas sobre sua vida contam que ela ajudou com a caça, a agricultura e a cura dos seus irmãos de quilombo, além de ter organizado a estratégia de muitos embates físicos. Filha de capoeira, Dandara nunca se rendeu e sempre foi aos combates de peito aberto para enfrentar os inimigos.

Dandara nunca foi tão lembrada quanto zumbi, certamente, por traços de uma sociedade que, além de ra***ta, sempre foi machista e sexista.

Dandara foi e é nossa he***na, sua morte não foi em vão. Após várias perseguições, em 1694 o Quilombo dos Palmares sofreu uma invasão organizada pelo bandeirante Domingos Jorge Velho. Depois de uma longa batalha, Macaco, a sede do quilombo, foi totalmente destruída e em 6 de fevereiro desse mesmo ano, Dandara em meio a uma batalha, encurralada à beira de um abismo, se viu com duas opções: voltar à escravidão ou lançar-se à morte.

A guerreira, em um ato de não rendição, se suicidou atirando-se do penhasco. Mostrou a todos que a morte lhe cabia mais do que a prisão.
Com sua imagem e sua história sendo levadas em nomes de músicas e cantigas,
Dandara se formou em altivez, elevando a dignidade de seu povo à liberdade e nos ensinando que a rendição é inaceitável.

Trechos na íntegra de Júlia Rodrigues do livro Narrativas Negras – Biografias Ilustradas de mulheres pretas, construído pelo .negras

A luta pelo direito ao voto chegou ao Brasil em 1919, através da bióloga Bertha Luz e da militante anarquista Maria Lace...
03/11/2021

A luta pelo direito ao voto chegou ao Brasil em 1919, através da bióloga Bertha Luz e da militante anarquista Maria Lacerda de Moura.

Depois de anos de luta e reivindicações, em 1930 o direito ao voto das mulheres foi instituído no Brasil, no entanto apenas mulheres casadas e com autorização do marido, solteiras e com renda própria ou viúvas podiam votar, tornando-se de fato amplo e irrestrito só em 1934.

Cabe lembrar que o voto feminino se tornou possível apenas 44 anos depois do fim da escravidão. Isto significa que a maneira como a abolição da escravidão se deu no Brasil tornou muito difícil a formação de um grupo sólido de eleitoras negras a partir das principais exigências para o voto: comprovação de emprego e renda fixa.

Outra barreira imposta às mulheres negras à época, era o fato de que pessoas analfabetas eram impedidas de votar.

Destacamos Almerinda de Farias Gama, mulher negra nordestina que lutou ao lado de Bertha Lutz, mas que, assim como outras mulheres negras, sofre com o apagamento da importância de sua contribuição histórica.

Até hoje mulheres negras são impactadas de maneira diferente em assuntos eleitorais, mesmo sendo quase 30% da população brasileira, se candidatam menos e algumas sequer conseguem votar. Há relatos, na internet, de trabalhadoras de residências que não são liberadas para comparecer às urnas.

O direito ao voto é uma conquista da luta feminista, hoje mulheres podem ser candidatas e participar ativamente da política. ✊

Vivas e Juntas 💜

Em tempos difíceis, o Movimento Vivas reconhece a importância dos profissionais da educação, que com amor e luta seguem ...
15/10/2021

Em tempos difíceis, o Movimento Vivas reconhece a importância dos profissionais da educação, que com amor e luta seguem combatendo o desmonte das políticas públicas no País.

Nesse 15 de outubro femenageamos Antonieta de Barros, professora, jornalista e primeira mulher negra a assumir um mandato no Brasil, a nossa ativista e militante e todas as ADIs pela luta e pelo enfrentamento diário contra o sucateamento da educação.

Seguimos na luta por uma educação antirra***ta, anticapacitista e antisexista, nos inspirando sempre nessas mulheres incríveis.

Vivas e Juntas ✊

Vamos todas?Imagem:
01/10/2021

Vamos todas?
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