The Life Storyline

The Life Storyline - Alô, Mãe?
- Não, senhor, aqui são seus próprios neurônios reivindicando uma válvula de esca

Reproduz de forma perfeita o flamejante dourar do próprio ouro.Valorizada mais do que a própria percepção poderia lhe in...
20/01/2014

Reproduz de forma perfeita o flamejante dourar do próprio ouro.

Valorizada mais do que a própria percepção poderia lhe instigar. Sem desfalecer, vive o day-by-day sem realmente entender o que deseja encontrar
Ao final do dia, sonhos escondidos e imagens despercebidas, fala o que quer a hora que quer vivendo o que julga ser o mais certo de todas as suas devaneadas realidades.


Miopia pessoal, quem nunca sofreu?


Genérica no físico, visita a mente masculina de 100% dos héteros conhecidos, tem um parabéns interno de cada visitante de seu instagram e, ainda assim, friamente, passa a imagem mais sensual que pode existir – Certeza.

Cobra-se sem realmente existir a necessidade, Sexy. De mulher à menina sem nem ter visto o começo da tênue linha.

A cada 15 dias, com a ajuda de uma tesoura, grifa todo seu charme com pontas acima dos silhos, maximizando ainda mais o mais seu mistério intransponível.

Impossível para alguns, inalcançável para inúmeros, difícil de agradar: feminina. Commodities pessoais e lacunas impreenchíveis. Conquista de muitos o que menos quer, opiniões. Mal sabe, ingênua, que o mundo é feito de imagens.

Felizmente, para aqueles a sua volta, uma estimada foto já basta para animar o resto de nossos monocromáticos minutos do dia.

Envie imagens com sorrisos sinceros, ria mais do que sua vida deixa, desrotine suas percepções, arrisque. O mundo é mais legal do outro lado do muro. Viva exatamente o que você quer viver por dia, não por vida.

Nobody really knows it, but you got a secret smile

Oh, the Y Generation
20/01/2014

Oh, the Y Generation

O filme 'We All Want to Be Young' é o resultado de diversos estudos realizados pela BOX1824 nos últimos 5 anos. A BOX1824 é uma empresa de pesquisa especializada…

Engraçado.Não uso vans e tenho Instagram.Não ando de skate e nem tenho o capacete.Não tenho cama de casal nem uma samba-...
20/01/2014

Engraçado.

Não uso vans e tenho Instagram.
Não ando de skate e nem tenho o capacete.
Não tenho cama de casal nem uma samba-canção especial
Não toco violão e muito menos guitarra,
Não sou formado tão pouco delicado.
Não luto, corro ou deslumbro, assim mesmo, meio estragado no mundo.

Engraçado é a felicidade de estar de All star, sofrendo sem sair do lugar.
Geração Y? Talvez, quem poderia afirmar?

Entre todos os Iphones e festas sem fim. P***a, tem que sobrar algo para mim!

Engraçado é viver num mundo em que se é julgado por tais atributos.
Onde ser de uma tribo antes era arte, agora temos como obrigação fazer parte?

Te julgam por o que você mostra ser ou apenas o que você consegue ter?

Num universo onde tribos servem como limitação, me julgariam por não ter uma opção.

De Skate, Abercrombie ou dentro da Royal, que p***a de diferença faz no Final?

"Oi?" e "Aonde?" foram as primeiras indagações, antes mesmo do "Por quê?", ela já perguntava. Sim, foi a primeira vez qu...
20/01/2014

"Oi?" e "Aonde?" foram as primeiras indagações, antes mesmo do "Por quê?", ela já perguntava. Sim, foi a primeira vez que pensei antes de escrever. Não no Conteúdo e sim na geradora do mesmo, afirmando sobre a dissertação que ocorreria sobre ela mesma e esperando quase que insanamente pela sua opinião perante a ação.


"Oi?". Engraçado, talvez eu tenha sido, se não o primeiro, o pódium daqueles que deram valor a alguém que pelo que transparece, nunca teve o merecido. Olhos grandes, verdes. Cabelos curtos, claros dentro da tonalidade escura. Características normais, aceitas pela grande maioria porém tratadas de modo diferente por alguém que ainda não teve o que deseja da enorme bolha de ignorância que chamamos de Sociedade. "Oi?" deveria ser usado quando tal ser humano tem a coragem de dizer para outra pessoa que se auto-considera inferior. Não com essas palavras e sim de um modo banal, afirmando que considera esta terceira demais para si mesma.

Durante toda a vida tive momentos e ações que nortearam minha chegada a um patamar que começo a me arrepender. Todo o Speech construído, armário, simpatia, abordagem, corpo, faculdade e trabalho foram de certo modo usados como boost para que pudesse ser reconhecido como “prospect” por meninas que são julgadas perfeitas. Neste mês acabo de ter a primeira experiência ruim quanto à isso. Trabalhei tantos anos numa imagem que repele as pessoas que me apaixonam, que me conquistam, amorosamente ou não, por mais hipócrita que isso possa parecer.

A falta de confiança de uma garota que tem tudo para ser melhor ainda do que já é. A falta de senso de uma pequena menina, grande de corpo, simpática de personalidade, desengonçada ao ponto de se tornar dócil. Não faz mal a uma faixa de pedestres, não tem coragem de olhar em seus olhos caso tenha roubado um cigarro sem devolver no dia seguinte, merece mesmo essa auto-flagelação? essa “baixo-estima”?

"Por que?". Motivos não faltam. Bem alinhados com os pontos acima, minha decepção com a sociedade tende a aumentar. O mais perto de um anjo que pude achar, por maior clichê que seja, é a frase que melhor aponta o que eu posso consentir.

A pior parte talvez seja a de não poder contar tudo isso para ela. e aqui somos mais uma vez colocados no famoso e tão comentado “Por quê?”. Pelo simples motivo que isso não teria validade. Ela não acreditaria. Se sentiria melhor sim porém não entraria na sua cabeça como uma verdade e sim como um elogio casual e toda a pose de ter adorado com toda sua vida. No final, todas as ações foram premeditadas apenas para me agradar e não para usufruto próprio. A de que um ser humano pode ser perfeito sem ser igualmente julgado pela sociedade.

No mundo em que “Relações Interpessoais” se tornaram Whatsapp A graça do almoço do domingo em “Instagram”As mãos sujas d...
20/01/2014

No mundo em que “Relações Interpessoais” se tornaram Whatsapp
A graça do almoço do domingo em “Instagram”
As mãos sujas de tinta em “RSS” e o melhor da noite paulistana em “Instacam”,

Aqueles desenhos na mesa da escola que agora se chamam “Angrybirds” fazem com que o mundo inteiro se torne um grande “Solitaire”.

Em uma cidade como São Paulo, em meio à faixas e mais faixas de um branco desbotado e gasto atropelado por inúmeras roda...
20/01/2014

Em uma cidade como São Paulo, em meio à faixas e mais faixas de um branco desbotado e gasto atropelado por inúmeras rodas de motocicletas e em paralelo às margens de um rio negro espelhando infinitas luzes brancas e vermelhas, deslizo um cinza claro para cima de uma palavra que deveria libertar todos os seus pensamentos de um começo de noite: Unlock.

Quadrados e mais quadrados são colocados à mostra quando percebo que o carro a frente tinha se mexido. Ótimo, entre a troca da primeira e da segunda marcha deixo o Instagram carregando: Com sorte alguém arrancaria meu sorriso enjaulado por um para-brisa chuviscado.

Já com o pé direito descansando no pedal do meio, volto minhas atenções à pequena maçã encontrada entre meus dedos. Scroll Down não deveria ser tão depressivo em um dia como hoje. Dentro da tela de retina que Steve Jobs tanto custou a me vender, vejo em HD luzes e mais luzes de freios em meio a hashtags envoltas de reclamações. Prefiro brincar com as letras do porta-malas da frente.

Tudo bem, exclamação, meu Gadget fomento por tomadas possui apenas um (arredondado) botão: “aperte em caso de emergência”. E lá estava eu no meio da selva de quadriláteros na busca pelo tão procurado 3G. Uma letra envolta por um azul petróleo me paquerava a cada passada do polegar, mereceu minha atenção. Um mar de informações, agora não mais só com jogos da velha mas também com anúncios mal planejados. Em meio à uma cidade que não me deixa sair de dentro de minhas placas de ferro estampadas por um tigre, poucas coisas me conquistariam na Netshoes.

Um homem de amarelo e boné anotava pequenas frases em um caderno ao mesmo tempo em que no retângulo preto agora encontrado acima de minha perna, um pequeno vértice avisava que já passava da hora de tentar ser feliz. Ali já eram 21h00 quando que no pequeno acesso da Marginal Pinheiros à Ponte Cidade Jardim, coloquei meu pequeno amigo francês de quatro rodas à piscar para seu lado direito. Precisava ir para casa, ainda tinha planilhas a confeccionar e responsabilidades a me preocupar.

O parque se tornara utópico, uma concretização de um sonho irrealizável dentro de uma caixinha solitária. Com as pequenas luzes amarelas ligando-se e desligando-se ao lado de meu capô, desisti mais uma vez do que poderia me fazer mais bem: A falta de preocupação que somente um Nike e dois fones poderiam me proporcionar.

Preciso de alguém que me fale sobre trabalhar, não somente de seu trabalho. De alguém que me fale de amor, não somente d...
20/01/2014

Preciso de alguém que me fale sobre trabalhar, não somente de seu trabalho.
De alguém que me fale de amor, não somente de amar.
Quero alguém que me ensine sem deixar de praticar.

Não quero saber da última balada, do último jantar ou do último encontro
quero saber a sua opinião sobre tudo isso Pronto.

Preciso de alguém que não me fale somente de Rotina
mas que me mostre, simplesmente, como raciocina.

Posso comprar qualquer coisa que algumas pessoas oferecem
Infelizmente, o dinheiro e a ignorância também se parecem.

——-

(…)

- Um camarada pode ter todas as vagabundas que quiser. Mas uma mulher com miolos - esta não é tão fácil de encontrar de repente.

-Bem, eu ouvi falar de uma garota. Dezoito aninhos. Aluna de Vassar. Por dinheiro, ela vem e discute qualquer assunto - Proust, Yeats, antropologia. Troca de idéias. Percebe aonde quero chegar?

-Quero dizer, minha mulher é legal, não me entenda mal. Mas ela não vai discutir Proust comigo. Ou Eliot. Eu não sabia disso quando casei com ela. Sabe, eu preciso de uma mulher que seja mentalmente estimulante, Kaiser. E estou disposto a pagar por isso.

"A Pr******ta com Cabeça" - Woody Allen.

Cada risco foi milimetricamente desenhado e o rosé combinava com cada um dos dentes de sua boca semi-aberta. Dos lábios ...
20/01/2014

Cada risco foi milimetricamente desenhado e o rosé combinava com cada um dos dentes de sua boca semi-aberta. Dos lábios ao nariz, perfeitamente encaixado, sua respiração tinha formato Gostoso, Sexy, Seguro.

Com a maior de todas as forças de vontade busco, entre tubos, lâminas e sticks com cerdas, o primeiro lampejo de meu dia.

- Preciso de um banho.


Não sentia a água, pensava muito. Talvez, se soubesse que um sorriso pudesse fazer-me esquecer desta última meia hora de vida, não teria passado tanto tempo embaixo de gotas.

A cada botão passado, contemplava aquele misto de lençóis se espreguiçando e sonolentamente olhando para mim.

Desci as escadas me arrependendo profundamente de não ter dado um último beijo. Não posso me atrasar, o Outlook me lembrará de algo que preferiria esquecer.

Ufa! Não jogamos o bolo de cenoura no lixo, cinco minutos de trânsito economizados.


Já claro, insistia em ligar e desligar os faróis. O dia parecia mais nublado que de costume. Por quê o mundo amanheceu tão embaçado hoje?

(!!!) “07h00am” piscava na tela de meu celular enquanto o mesmo gritava alguma sinfonia sinteticamente confeccionada.

- Sério Siri? Precisava de tudo isso?

Solitário, me trocava com a escova na boca. Ainda com o cabelo desarrumado, olhava para minha cama e insistia em não dar atenção ao ardor que a pasta de dente me proporcionava.

Na esquina de casa, sem bolo, já tinha me esquecido da cor de seus cabelos, do brilho de seus olhos e da veracidade de tal sonho que, afinal, que sonho?

Era branca mas não era pijama, larga mas não rasgada e com a gola de cor díspar, talvez azul bebe. Levei comigo pelo resto do dia a imagem da única camiseta que jurei existir em casa. Mas, que casa? Não era a minha mesmo.

Endereço

Ponte Roberto Rossi Zuccolo
São Paulo, SP
01453-130

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