Biblioteca CEU Parque Anhanguera

Biblioteca CEU Parque Anhanguera A Biblioteca do CEU Parque Anhanguera contempla todas as faixas etárias, oferecendo atendimento à pesquisa, empréstimo domiciliar e programações culturais.

28/04/2026

A 1ª Noite das Livrarias no Brasil, realizada em 23 de abril de 2026, foi considerada um sucesso, marcando o Dia Mundial do Livro com uma grande mobilização nacional para estimular o hábito da leitura.

Alcance Nacional: O evento envolveu mais de 90 livrarias em pelo menos 30 cidades e 10 estados, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, oferecendo uma maratona cultural com programação diversa.

Programação Diversificada: As livrarias participantes estenderam o horário de funcionamento e ofereceram atividades gratuitas, como saraus, sessões de autógrafos, debates, contação de histórias e happy hours.

Impacto no Público: A ação atraiu novos públicos para perto dos livros, com eventos que misturaram literatura, música e gastronomia, fortalecendo as livrarias de rua como pontos de encontro comunitário.

Histórico: A iniciativa, inspirada em modelos internacionais, foi destacada como "histórica" e "inesquecível" pelos organizadores e participantes.

O sucesso do evento reflete uma tentativa de reaquecer o setor livreiro, que enfrentou desafios nos anos anteriores.

Fonte: O Estadão, 2026.

28/04/2026
27/04/2026
22/04/2026

Idosa de 77 anos cria biblioteca móvel comunitária, transportando os livros num carrinho de mão

Aos 77 anos, a conhecida avó Cecília transformou o amor pelos livros em um projeto comunitário que tem inspirado crianças e jovens no histórico bairro da Mafalala. Reformada da Biblioteca Nacional desde 2013, ela decidiu aproveitar o tempo criando uma biblioteca móvel, transportando livros num carrinho de mão para incentivar o gosto pela leitura.

O espólio da biblioteca ambulante conta com mais de mil livros, desde obras infantojuvenis até manuais didáticos da 1.ª à 12.ª classe. Todos os dias, Cecília reúne crianças na rua do Timor, onde coloca cadeiras e bancos para que possam ler ao ar livre, no coração do bairro.

Apesar do impacto positivo, a avó Cecília enfrenta agora os desafios da idade: a visão começa a falhar e já não consegue empurrar o carrinho pelos becos da Mafalala. Parte dos livros está guardada na sua antiga casa, no quarto dos pais, transformado em depósito. Mesmo com limitações físicas, avó Cecília continua a ser um símbolo de dedicação e amor pela educação, mostrando que pequenas iniciativas podem transformar comunidades e abrir horizontes para novas gerações.

22/04/2026

Ela foi o cérebro por trás da Usina Capivari-Cachoeira, a maior central hidrelétrica subterrânea do mundo na época.

O detalhe que prova a genialidade de Enedina Alves Marques foi o projeto de transposição de águas por meio de túneis escavados na rocha sólida da Serra do Mar, um desafio de engenharia que muitos da época diziam ser inviável.

Para ser respeitada no canteiro de obras, Enedina usava um revólver na cintura e demonstrava uma autoridade técnica inquestionável, garantindo que cada cálculo de pressão e vazão fosse executado com perfeição milimétrica.

Enedina não apenas construiu uma usina; Enquanto o sistema tentava calar sua voz intencionada por sua cor, ela respondia com concreto e turbinas.

Próximo Relato às 16:30.

22/04/2026
22/04/2026
22/04/2026

Ela foi a arquiteta e designer que revolucionou as comunicações urbanas ao projetar o "Orelhão" em 1971.

O formato em co**ha criado por Chu Ming Silveira, não foi escolhido por estética, mas para servir como um escudo acústico natural. A curvatura do orelhão reflete a maior parte do ruído externo para fora e concentra a voz do usuário no microfone, permitindo uma conversa clara mesmo em avenidas movimentadas, sem precisar de portas ou vidros.

Enquanto outros países gastavam fortunas com cabines pesadas e difíceis de limpar, o Brasil exportou essa tecnologia de design para a África, China e toda a América Latina.

22/04/2026

CURIOSIDADE! 🚨Existem várias versões para essa denominação são descritas. A primeira diz que, antigamente, as pessoas não tinham acesso à energia elétrica e liam à luz de velas.

Quando as velas derretiam, acabavam engordurando os livros com sebo que se espalhava. Porém, essa versão não se sustenta, pois é anacrônica: a palavra “sebo” surgiu na década de 60 e a luz elétrica já existia no país.

Quer saber a história completa?

Veja aqui:
https://youtu.be/0eD1fhjYNmo

Endereço

Rua Pedro José De Lima, 1020
São Paulo, SP
08380-045

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