Mulheres na UEB

Mulheres na UEB A Diretoria de Mulheres da UEB tem o compromisso prioritário de combater o Patriarcado através do Movimento Estudantil.

Espaço de divulgação das atividades e opiniões da Diretoria de Mulheres da União dos Estudantes da Bahia, e também para troca de experiências entre estudantes baianas. Lutamos por uma educação libertária: sem sexismo, machismo, racismo e homofobia. Disputamos um novo modelo de sociedade através da organização de jovens mulheres em um projeto revolucionário de emancipação social. Somos anti-capital

istas e trabalhamos para construir, no dia-a-dia das universidades baianas, uma nova concepção de viver a vida. O Estado Patriarcal representa para nós, mulheres da UEB, o desafio de desconstruir o machismo institucionalizado no tradicional e atual modelo acadêmico conservador, desde a produção do conhecimento até às estruturas burocráticas. Entendemos o feminismo como um instrumento de empoderamento das mulheres neste processo de disputa pela democratização da Universidade. Queremos conselhos paritários, currículos flexíveis e assistência estudantil com recorte de gênero. Precisamos combater a violência física e moral praticada rotineiramente nos espaços da Universidade e do próprio Movimento Estudantil. Somos jovens, trabalhadoras, revolucionárias e libertárias. Somos mulheres em luta por uma outra universidade.

25/03/2018

8° ENCONTRO DE MULHERES DA UNE

"MULHERES EM MOVIMENTO: A RESISTÊNCIA FEMINISTA NAS UNIVERSIDADES E NAS RUAS"

O 8° EME da UNE homenageará Marielle Franco, nossa companheira executada no RJ, que permanecerá viva na memória, na história e na nossa luta diária. Nosso Encontro trará um extensa programção com diversas mulheres discutindo a luta feminista nas universidades e nas ruas. Nos encontramos por lá!

Marielle presente, agora e sempre!!!

Inscreva-se neste link: http://inscricao.une.org.br

16/03/2018

MARIELLE FRANCO PRESENTE, AGORA E SEMPRE!!!

"Morreu.
Morreu a preta da maré,
a negra fugida da senzala
que foi sentar com 'os dotô' na sala
e falar de igual pra igual com 'os homi'.

A negra que burlou a fome de se saber,
que fez crescer dentro dela, o conhecimento.
Aquela, que por um momento de humanidade,
sonhou com a justiça, lutou por liberdade
e ousou ir mais alto,
do que permitia sua cor.

'Mas preta sabida, não pode!
Muito menos pobre! Não tem valor.'
Diziam as más línguas na multidão.
E ela ousou tirar seus pés do chão.

Morreu.
Morreu a 'preta sem noção',
que falava a verdade na cara do patrão,
que carregava a coragem, como bagagem,
no coração.

O tiro foi certo,
acertou com maldade,
ecoando seco no centro da cidade."

Anielli - Poeta de V Redonda

I ENCONTRO DE MULHERES DA UNIÃO DAS E DOS ESTUDANTES DA BAHIA - UEBAcontecerá no próximo dia 15 (quinta-feira), a partir...
06/03/2018

I ENCONTRO DE MULHERES DA UNIÃO DAS E DOS ESTUDANTES DA BAHIA - UEB

Acontecerá no próximo dia 15 (quinta-feira), a partir das 9h, na Universidade Federal da Bahia - UFBA (Salvador-BA), o I Encontro de Mulheres da União das e dos Estudantes da Bahia - UEB. Com o tema "Vozes Feministas: Em defesa das Universidades e pela democracia", as estudantes baianas colocam em evidência a importância da educação pública, gratuita e de qualidade; Se posicionando contra qualquer tipo de retrocesso que atinja de forma direta ou indireta o Ensino Superior baiano e os direitos das mulheres dentro da Universidade e no âmbito social.

A importância de garantia e permanência das mulheres estudantes nas Instituições de Ensino Superior do estado será debatida no espaço construído de forma integrada ao Fórum Social Mundial – que vai acontecer durante os dias 13 e 17 de março na capital baiana.

Contamos com a presença de todas as estudantes que resistem e lutam por seu espaço a cada dia dentro dos ambientes academistas espalhados por toda a Bahia. O I EME – UEB será um espaço amplo para debate e explanação sobre os diversos desafios que as mulheres passam diariamente nesses espaços caracterizados pela misoginia, preconceitos e machismo.

Saudações feministas!!!

Dia latino-americano e caribenho de luta pela descriminalização e legalização do ab**to"Precisamos falar sobre ab**to, n...
29/09/2017

Dia latino-americano e caribenho de luta pela descriminalização e legalização do ab**to

"Precisamos falar sobre ab**to, não só no dia 28 de setembro. É engano pensar que essa é uma questão do âmbito privado. Essa é uma questão pública e social. Precisamos falar sobre a legalização do ab**to visando à sua garantia legal, mas também que este seja seguro e gratuito para todas."
Cartilha sobre a legalização do ab**to e a PEC 181/15 que segue no Congresso Nacional!

UNE - União Nacional dos Estudantes

"Por Uma Saúde Feminista e Sem Lesbofobia!Agosto é o mês nacional da Visibilidade Lé***ca. As mobilizações que acontecem...
31/08/2017

"Por Uma Saúde Feminista e Sem Lesbofobia!

Agosto é o mês nacional da Visibilidade Lé***ca. As mobilizações que acontecem em todo o país, pautam a vida e a afetividade das mulheres lé***cas e demarcam a resistência construída por nós cotidianamente para enfrentar o patriarcado e o conservadorismo, que impõem a invisibilidade da sexualidade das mulheres, sobretudo, mulheres lé***cas e bisse***is, resultando em problemas de saúde pública expressados na insuficiência de políticas voltadas para nossa saúde física e mental, aprofundando a vulnerabilidade social que nos violenta agressivamente todos os dias."

Leia na íntegra o texto de Nataly Pinho, Diretora de Mulheres da UEB União dos Estudantes da Bahia e Juliete Osório, do Coletivo em Defesa do SUS.

Por Uma Saúde Feminista e Sem Lesbofobia!

Agosto é o mês nacional da Visibilidade Lé***ca. As mobilizações que acontecem em todo o país, pautam a vida e a afetividade das mulheres lé***cas e demarcam a resistência construída por nós cotidianamente para enfrentar o patriarcado e o conservadorismo, que impõem a invisibilidade da sexualidade das mulheres, sobretudo, mulheres lé***cas e bisse***is, resultando em problemas de saúde pública expressados na insuficiência de políticas voltadas para nossa saúde física e mental, aprofundando a vulnerabilidade social que nos violenta agressivamente todos os dias.

As lutas das mulheres pela conquista de direitos e de autonomia são constantemente atacadas. Atualmente, temos o congresso mais conservador desde a ditadura militar, empenhado em mercantilizar as nossas vidas através da precarização do trabalho e de retirar de nós o acesso à educação, a saúde e a assistência social. Nesse processo, as perspectivas de políticas públicas voltadas para nós, mulheres lé***cas, são colocadas ainda mais de escanteio. A PEC 55, que congela os investimentos na saúde por 20 anos, é cruel conosco ao desmantelar o SUS, privatizar a saúde e entregá-la a grupos do grande capital, excluindo e marginalizando principalmente as mulheres lé***cas negras e pobres do direito à saúde.

Nesse cenário, onde o neoliberalismo e o conservadorismo andam juntos, a sexualidade das mulheres é reforçada como um tabu, e esse processo é ainda mais duro com as mulheres lé***cas. É extremamente recorrente o relato de lé***cas que são violentadas durante consultas ginecológicas, pois somos colocadas dentro dos parâmetros de relações heteronormativas e passamos pelo desconforto provocado pelo despreparo e falta de cuidado para lidar com as nossas relações se***is, deixando lacunas na orientação sobre vivências como a exposição à infecções sexualmente transmissíveis que nos afetam pela falta de prioridade à pesquisas e políticas públicas voltadas ao cuidado a mulheres lé***cas. Além disso, o debate sobre saúde mental dessas mulheres em situação de vulnerabilidade precisa estar em pauta. Somos invisibilizadas e violentadas nas nossas casas, nas ruas, nas escolas, nas universidades e residências universitárias, no entanto, na maioria esmagadora das vezes, não contamos com um atendimento psicossocial que nos auxilie a suportar as violências da lesbofobia e do machismo.

Nós, mulheres lé***cas estudantes, temos um papel fundamental na luta contra esse processo estrutural de invisibilidade. Os movimentos sociais e coletivos feministas das universidades devem cada vez mais disputar os rumos dos currículos e dos orçamentos destinados à pesquisa e extensão, sobretudo dos cursos da área da saúde, para que a vida das mulheres lé***cas e bisse***is seja pensada e priorizada no processo de formulação, levantamento de dados e aplicação a políticas públicas. A nossa auto-organização enquanto mulheres é também uma rede de acolhimento às mulheres lé***cas, de divulgação de métodos alternativos para a prevenção à infecções sexualmente transmissíveis e do nosso fortalecimento enquanto sujeitos coletivos, com capacidade de disputar o estado para transformação do mundo, garantindo a plena visibilidade das mulheres lé***cas. Para isso, não podemos recuar nenhum passo na luta para restabelecer a democracia e avançar na construção de um programa que tenha a vida das mulheres como centralidade.

Nataly Pinho – Estudante da UFBA e Diretora de Mulheres da UEB União dos Estudantes da Bahia
Juliete Osório – Estudante da UFBA e integrante do Coletivo em Defesa do SUS

30/08/2017

UNE - União Nacional dos Estudantes

MULHERES LÉSBICAS ESTUDANTES NAS RUAS DE SALVADOR!Hoje, dia 29 de agosto, estudantes baianos de diversas escolas e unive...
30/08/2017

MULHERES LÉSBICAS ESTUDANTES NAS RUAS DE SALVADOR!

Hoje, dia 29 de agosto, estudantes baianos de diversas escolas e universidades ocuparam as ruas de Salvador na construção da Jornada de Lutas da Juventude Baiana. Essa data, que marcou a resistência contra o desmonte da educação, marca também um dia de muita resistência das mulheres lé***cas do Brasil. Demarcar o Dia da Visibilidade Lé***ca no nosso país hoje é demarcar que não iremos tolerar o avanço do neoliberalismo, que ataca as nossas vidas e os nossos corpos.

A agenda de cortes de direitos tocada por Michel Temer e sua base aliada formada expressamente por homens brancos da elite, representa um ataque direto principalmente às mulheres lé***cas pobres e negras. A precarização da educação coloca em risco a Assistência Estudantil, da qual muitas mulheres lé***cas dependem para se manter no Ensino Superior por conta da violência patriarcal e lesbofóbica que muitas vezes nos expulsam das nossas casas. Os congelamentos no investimentos na saúde, nos coloca ainda mais a margem do acesso a uma saúde de qualidade, que saiba lidar com a nossa sexualidade. O neoliberalismo tem também um grande aliado para nos violentar: o conservadorismo que, carregado de heteronormatividade e lesbofobia, prolifera discursos de ódio, resulta em estupros corretivos, isolamento, invisibilidade e feminicídio.

Temos desafios duros, mas nós os enfrentaremos juntas todos os dias, porque a nossa luta é para mudar o mundo e mudar a vida de todas as mulheres. Seguiremos em marcha pela democracia, pelas Diretas Já, contra o conservadorismo e contra a invisibilidade das mulheres lé***cas na educação, na saúde e em todos os espaços. É pela vida das mulheres lé***cas!



Nataly Pinho - Diretora de Mulheres da UEB União dos Estudantes da Bahia, estudante de Ciências Sociais da UFBA, feminista e sapatão.

Nas fotos: mulheres estudantes lé***cas e apoiadoras da campanha pela visibilidade lé***ca.
Créditos: Cuca da UEB

28 de Setembro - Dia Latino-Americano e Caribenho pela Descriminalização do Ab**to"Lutar pela legalização do ab**to é lu...
28/09/2016

28 de Setembro - Dia Latino-Americano e Caribenho pela Descriminalização do Ab**to

"Lutar pela legalização do ab**to é lutar pela saúde da mulher", afirma nossa referência feminista, a rapper Luana Hansen. E sabemos que, além da saúde, estamos falando de autonomia e cidanania, quando falamos do direito ao nosso corpo, e à escolha sobre ter filhos ou não.

Acreditamos que a luta pelo parto humanizado não está desarticulada, tampouco é controversa com a luta pela descriminalização do ab**to. Na primavera das mulheres em 2015, quando o Brasil presenciou um grande levante feminista contra a PL 5069 e seu autor, o fascista Eduardo Cunha, cujo objetivo era retroceder ainda mais nos nossos direitos se***is e reprodutivos, muitas mães foram para as ruas para se somar a esta luta.

A criminalização do ab**to é uma política conservadora e genocida, que mata mulheres todos os dias, sobretudo mulheres negras, indígenas, pobres, latino-americanas e caribenhas. O recorte de classe e raça nos casos de morte por ab**to inseguro é tão forte que foi no 5° Encontro Feminista Latino-Americano e Caribenho, em 1999, que instituiu-se esta data de luta e resistência.

A criminalização do ab**to, na verdade é a criminalização das mulheres e atende a um projeto patriarcal e ra***ta do capitalismo. O argumento religioso torna esta concepção ainda mais equivocada nas constituições, visto que a laicidade do estado é um pressuposto que deve organizar qualquer sociedade. Países que legalizaram o ab**to, como o Uruguai, têm uma excelente experiência que serve de exemplo para o mundo: o governo uruguaio registrou uma diminuição na ocorrência de ab**tos e também um aumento da qualidade de vida das mulheres daquele país.

Seguiremos em marcha, construindo redes de luta e resistindo ao Estado machista e Patriarcal que insiste em controlar nossos corpos e nossas vidas.

LEGALIZE!
O CORPO É NOSSO!
É NOSSA ESCOLHA!
É PELA VIDA DAS MULHERES!

01/04/2016

UNe divulga nota sobre casos ocorridos durante 7º Encontro de Mulheres Estudantes

O QUE VOCÊS ESTÃO ESPERANDO, MIGAS?
22/03/2016

O QUE VOCÊS ESTÃO ESPERANDO, MIGAS?

No próximo dia 22 de março, o Centro Acadêmico Vladimir Herzog da Faculdade de Comunicação - CAFacom, em conjunto a Dire...
20/03/2016

No próximo dia 22 de março, o Centro Acadêmico Vladimir Herzog da Faculdade de Comunicação - CAFacom, em conjunto a Diretoria de Mulheres da União das e dos Estudantes da Bahia (UEB), a Diretoria de Mulheres da UNE e ao Grupo de Pesquisa em Gênero, Tecnologias Digitais e Cultura - GIG@, realizarão dois espaços preparatórios para o 7º Encontro de Mulheres Estudantes da UNE:

- Mesa: Machismo institucional e os meios de emancipação das mulheres
- Local: Auditório da Facom
- Horário: 10 horas

- Oficina: Internet e redes sociais: uso crítico e feminista (coordenada pelo grupo GIG@)*
- Local: Sala 4 da Facom
- Horário: 14 horas

INSCREVA-SE!
http://goo.gl/forms/FLdh4bnFTn

*As vagas da oficina são limitadas.
*Levem celulares ou notebooks para a oficina.

Observação: a mesa tem certificado de 2 horas e a oficina tem certificado de 4 horas.

Endereço

Salvador, BA

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