Desperta Santa Isabel

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Movimento de renovação política com objetivo de conquistar um mandato coletivo, de orientação progressista à esquerda na Câmara dos Vereadores de Santa Isabel - SP

08/07/2021

CIDADES SUICIDAS

"Os dados trazidos a público pelo jornalista Ricardo Mendonça no Valor Econômico são estarrecedores. Todas as 5.570 cidades brasileiras foram divididas de acordo com o percentual de votos em Bolsonaro no segundo turno das eleições presidenciais de 2018. Em 108 cidades, Bolsonaro teve menos de 10% dos votos, em 833 cidades teve entre 10% e 20% dos votos, e assim sucessivamente, até chegar nas 214 cidades nas quais Bolsonaro teve entre 80% e 90% dos votos e na única cidade em que Bolsonaro teve 90% ou mais dos votos em 2018. Essas informações, aliás, são de domínio público e podem ser acessadas por qualquer um no Repositório de Dados Eleitorais do Tribunal Superior Eleitoral.

De posse dessas informações, o próximo passo foi analisar a quantidade de casos e de mortes por Covid-19 em cada uma das 5.570 cidades. Novamente, os dados são de livre acesso, tanto pelo Painel Coronavírus do Ministério da Saúde quanto pelo DataSUS. Nas 108 cidades em que Bolsonaro teve menos de 10% dos votos, o número de casos é de 3.781 por 100.000 habitantes. A quantidade de casos sobe linearmente até atingir 10.477 casos por 100.000 habitantes nas cidades em que Bolsonaro teve entre 80% e 90% dos votos e 11.477 casos por 100.000 habitantes na cidade em que Bolsonaro teve 90% ou mais dos votos.

Os dados para mortes são igualmente chocantes. A mortalidade varia de 70 mortes por 100.000 habitantes nas cidades em que Bolsonaro teve menos de 10% dos votos, até mais de 200 mortes por 100.000 habitantes nas cidades em que Bolsonaro teve 50% dos votos ou mais. Na única cidade em que Bolsonaro fez 90% dos votos ou mais no segundo turno das eleições de 2018, a mortalidade é de 313 por 100.000 habitantes. Mais do que o resultado dessa cidade isoladamente, o que chama atenção é a escadinha observada nos gráficos.

O morador de uma cidade na qual Bolsonaro venceu o segundo turno das eleições de 2018 tem três vezes mais risco de morte por Covid-19 do que o morador de uma cidade em que Bolsonaro foi derrotado com folga. Mesmo que a pessoa tenha votado contra o negacionismo, estando ela exposta a um ambiente negacionista, seu risco de morte é maior."

Pedro Hallal na Folha.

21/07/2020

A política de Santa Isabel me dá certo asco. Em todos os lados.
Grande parte dos que se opõe a prefeita f**am olhando seus erros só pra apontar e, ao invés de ajudar a população que está morrendo, torcem para que haja mais equívocos.
Não há uma comissão formada de pessoas influentes e competentes para avalizar as atitudes tomadas. Só fiscais de erro.
E a prefeitura continua errando cedendo a todas as pressões.
Enquanto vocês continuam nessa sa*****em, mesmo que vençam as eleições, a derrota será de toda população. Sentiria vergonha, mas não posso exigir que urubus q cercam a carniça mudem de atitude. Se o governo de Santa Isabel fede, sua oposição usa o mesmo perfume.
Nada vai mudar, só os urubus.
Continuamos perdendo vidas.
Santa Isabel

02/07/2020

Só queria dizer pra você, amigo otário que ainda está em isolamento, que é graças a nós otários que esse país ainda não atingiu a marca de 5 mil mortes por dia.
Deixo aqui um agradecimento a todos os companheiros otários que não foram infectados pelo pior vírus, um que circula há anos nesse país e já acomete grande parte da população: a indiferença.
Ainda bem que existem esses otários que são capazes de sentir dor e de sentir tristeza pelas vidas que se vão.
Um grande viva aos otários que ainda sacrif**am o desejo individual por entenderem que existe uma responsabilidade coletiva. Um viva maior ainda a todos os otários por colocarem a saúde pública num lugar de maior importância que os shopping centers.
A pandemia realmente separou os otários dos espertalhões e agora posso ver com muito mais facilidade quem são os otários que me acompanham.
Obrigada por serem otários comigo. Sei que ser otário não é fácil e tem dias que dá vontade de desistir. Mas saibam que um dia lá na frente, quando esses tempos f**arem no passado e os espertalhões estiverem novamente camuflados entre nós usando hashtags e fingindo ter sentimentos, nós saberemos quem segurou a barra.
Andaremos de novo entre as pessoas e será possível encontrar os idosos, os imunossuprimidos, os diabéticos, os hipertensos e todas as pessoas que permaneceram vivas porque nós (e bateremos no peito ao dizer isso) fomos otários o tempo todo.

Texto:

25/06/2020

Pode dar certo. Ou não?

O Brasil tem muitas dívidas civilizatórias com sua população mais pobre, e certamente no que se refere a saneamento básico tal dívida chega a ser escandalosa.

O Novo Marco Regulatório do Saneamento Básico prevê água e esgoto para 90 porcento da população até 2033. E, para cada 1 investido em saneamento, estima-se uma economia de 4 em gastos com saúde, segundo a OMS.

Não se trata de vender o Aquífero Guarani, mas somente de ampliar as possibilidades de empresas privadas atuarem no setor, com regras que viabilizam o investimento tão necessário. Universalizar os serviços de água e esgoto tem múltiplas dimensões, como geração de empregos, saúde e educação.

A esquerda tem que acabar com a retórica anti capital privado. O próprio PT mostrou que as PPPs podem funcionar perfeitamente. O capital privado pode e deve ser parceiro do setor público e do desenvolvimento do país. Não pode ser demonizado, e tem que ser regulado e fiscalizado.

É sabido que muitas cidades no mundo estatizaram empresas de água, devido ao elevado custo da conta mensal de saneamento. Não sei se isto se repetirá aqui, não sei se este novo marco vai dar certo. Mas, como está não podemos continuar. Temos que comentar erros inéditos, não repetir o fracasso que fracassamos até aqui.

Nenhuma batalha foi vencida, não sei se dará certo. Será apenas uma tentativa.

A esquerda tem que sonhar o voo e não temer as alturas, como dizia o filósofo. Tem-se que amar o vazio para voar. O vazio é a ausência de certezas.
Vamos viver sem certezas.
Luciana Costa

22/06/2020

A incompetência da atual prefeita, e o genocídio em Santa Isabel, em números:

O Uruguai, com uma população de pouco mais de 3,5 milhões de habitantes, registrou 25 mortes pela COVID-19.

Santa Isabel, com uma população de pouco mais de 50 mil habitantes, registrou mais de 30 mortes causadas pela COVID-19.
Luciana Costa

21/06/2020

“Comparada com outros lugares, Salvador se encontra em condição muito favorável nesta pandemia. Tanto o prefeiro ACM Neto como o Governador Rui Costa não estão cedendo à pressão do empresariado. Estão agindo de acordo com os especialistas reunidos no "consórcio do Nordeste", que é uma das melhores coisas que existe no Brasil nos dias de hoje.

Moro muito pertinho do farol da Barra, dentro do circuito do carmaval. Pensem num lugar bonito. Pensaram? É onde moro. Vivo em um cartão postal.

Domingo passado, a orla ficou lotada. Dia de sol, paisagem maravilhosa. As pessoas não aguentaram e saíram. Confesso que só não fui porque to com o fuso horário todo zoado e só acordei às 14 horas. Sou frágil, como a maioria das pessoas. Por isso, o bem-estar público não pode depender das minhas virtudes pessoais. Se dependesse, a sociedade tava era lenhada. Sou tão frágil, tão refém dos prazeres da carne. Sou tão comum.

Você nao é? É altruísta? Todo trabalhado na empatia? Lírio do campo que nasceu sem ser semeado. Orgulho de você. Fofo, fofa, fof@.

Homens públicos e instituições precisam ser virtuosos, justamente, porque as pessoas tendem a não ser.

Então, a orla da Barra ficou lotada.

ACM Neto, netinho para os íntimos, agiu rápido e fez lockdown na p***a toda. Fo***se. Não sabem se comportar? Lockdown. Pronto. Gosto do netinho, assim como gosto do Dudu Paes. São feitos do mesmo barro. Festeiros, bairristas, fanfarrões.Tenho fraco pra canalhas competentes e carismáticos. Competência e carisma são as virtudes políticas que mais me fascinam.

Shopping aqui tá aberto não. Nem bar. Tudo fechado. Netinho e Rui tão brincando não.

Hoje fui ao mercado fazer compras. Passei em fente ao Shopping Barra. Fechado! Mas do lado de fora tava lotado de gente. Homens jovens e negros, com suas bicicletinhas e motos, esperando pra fazer delivery.

Como fazer isolamento social e quarentena num país onde metade dos trabalhadores estão precarizados e precisam estar nas ruas entregando ifood? Se não sairem, não comem.

O isolamento social, no Brasil, já nasceu desmoralizado. Realidade pura, sem confetes.

Quando a covid chega o Brasil encontra um Estado colapsado, encontra um povo sucateado pela reforma trabalhista criminosa aprovada em 2017. Encontrou um governo ultraneoliberal, um Presidente que boicota a saúde pública na prática administrativa e na retórica.

Aí eu, pessoa inteligente, estudada, vou culpar a popuação pela tragédia? Vou culpar os trabalhadores? Só se eu fosse maluco, ou se tivesse muito ressentido com o comportamento político recente de nosso povo.

Eu não! Sei bem que o fascismo é nuvem sombria. Nuvens vêm, nuvens vão. As pessoas se fascinam pelas promessas fascistas, daqui a pouco se desiludem, mudam de ideia. O fascismo é sedutor. Por isso, é tão perigoso. Essa mesma gente ja votou em Lula, em Dilma. O fascismo é um momento da história e não uma característica intrínseca do povo.

Se pensar de outra forma nem levanto da cama. Fico chorando em posição fetal. Paro só pra destilar ódio e ressentimento na Internet. Como faço política achando que o povo é organicamente fascista?

Digo mais: não culpo nem a classe média que f**a com funiquito querendo bater perna. Tem tanta coisa pra discutir antes de chegar no tiozão que teima em ir passear no shopping ou na orla da Barra. Prefeitos e governadores que façam seu trabalho e fechem a p***a da orla, que fechem a p***a da praia.

Não é só no Brasil! Em lugar nenhum do mundo, as pessoas f**am trancadas em casa se a rua estiver aberta. O instinto é sair. É respirar.

Eu, euzinho, vou estimular demofobia numa população assustada, com medo de morrer? Não. Eu não! Vou discutir estruturas do Estado, vou discutir projetos de desenvolvimento, vou discutir irresponsabilidades de agentes públicos.

Sou bobo não, minha gente! Sei que a crise reduziu nossa democracia à dimensão plebiscitária. Vivemos a rotinização do momento eleitoral. Os palanques não foram desmontandos. A brecha plebiscitária ainda aberta é a nossa única chance de sobrevivência. Ou vocês acham que vão derrubar o fascimo nas ruas, batendo de frente com as PMs bolsonaristas?

A solução, se ainda existe, é o sufrágio, é o voto, é a ação eleitoral. É hora de reconcilicar com as maiorias, negociando alguns valores se preciso for. Não fazê-lo não é opção. Ou será assim ou não será nada.

Aí nesse momento de trauma coletivo, vou responsabilizar a população? Culpar as vitimas? Eu? Só se eu fosse b***o ou irresponsável. Não sou nenhum dos dois.”
Rodrigo Perez Oliveira

14/06/2020

Por Dilma Rousseff, em seu blog - No momento em que as forças de oposição concordam que o afastamento de Bolsonaro é condição indispensável para que o Brasil seja capaz de enfrentar a epidemia da Covid19, reduzir e gerir o impacto econômico e social sobre a população e afastar do horizonte a ameaça de uma ruptura definitiva com a democracia, o PSDB anuncia que, por ele, Bolsonaro será protegido de um impeachment e mantido no cargo até o fim do mandato.

O anúncio da adesão dos tucanos, feito ontem pelo presidente nacional do partido, é chocante porque contraria o consenso nacional, trai a luta pela democracia e insulta a memória de mais 40 mil vítimas fatais de uma doença que Bolsonaro despreza e decidiu não combater.

Só não se pode dizer que o PSDB está traindo a si mesmo. Sempre que descem do muro, os tucanos descem para o lado errado. O partido deu início ao movimento que levou ao golpe de 2016 e liderou a sabotagem movida contra mim no Congresso. Participou do governo golpista e, hoje, se acumplicia com um governo fascista. O faz em nome do que chama de “paciência democrática”. Mas em 2016, diante de um governo recém-eleito e que jamais pôde ser acusado de autoritário, não soube se resignar à vontade manifesta dos eleitores.

O golpe foi gestado no inconformismo do PSDB com a derrota nas urnas, e quem confessou isto foi o ex-presidente do partido, Tasso Jereissatti, com surpreendente sinceridade: “O PSDB cometeu erros memoráveis. O primeiro foi questionar o resultado eleitoral. Começou no dia seguinte à eleição. O segundo erro foi votar contra princípios básicos nossos, sobretudo na economia, só para ser contra o PT. Mas o grande erro foi entrar no governo Temer. Fomos engolidos pela tentação do poder”, disse Tasso. Vamos acrescentar um quarto e avassalador erro: a “paciência democrática”com o fascismo de Bolsonaro em nome de uma pauta neoliberal.

Ávido por poder, o PSDB participou da derrubada de uma presidenta que não cometeu crime de responsabilidade e, agora, de novo tentado pelo poder, se opõe ao impeachment de um presidente flagrado em inúmeros crimes, repetidos e continuados. “Paciência democrática” é subterfúgio verbal. Trata-se de escrachado descompromisso com a democracia, desumana indiferença diante da doença e das mortes por Covid-19, e devastadora alienação diante do desemprego, miséria e fome que afligem o povo brasileiro.

Justamente quando Bolsonaro passa por acentuada desmoralização, quando o mundo o repele e quando muitos bolsonaristas de primeira hora rompem com ele é que o PSDB se atira nos braços do neofascismo. A verdade é que a “paciência democrática” dos tucanos também pode ser traduzida por submissão a quem quer que prometa comandar o desastre neoliberal. No momento, este desastre se manifesta na inexistência de políticas públicas do governo Bolsonaro, que ameaça reduzir e até cortar o auxílio emergencial, não se importa em conter a explosão do desemprego, é indiferente e até considera virtuosa a informalidade que insituiu um “precariado” sem direitos, graças às reformas trabalhistas, e se omite diante da falência das micro, pequenas e médias empresas, que estão sem caixa e sem crédito.

Com a adesão a Bolsonaro, o PSDB desacredita seu mais famoso integrante, FHC, que assinou um manifesto pela democracia. A democracia do PSDB é casada com o neofascismo. Na primeira metade dos anos 1980, o grande cronista Luis Fernando Verissimo criou um personagem que batizou de “Velhinha de Taubaté, a última pessoa que ainda acreditava no governo” do general Figueiredo. Neste momento, a direção nacional do PSDB está fazendo de FHC a “velhinha de Taubaté do bolsonarismo”.

09/06/2020

Meu Brasil estrangeiro
José Eduardo Agualusa

Assim que acordo, ainda na cama, leio os jornais. Começo pelo GLOBO e outros títulos da imprensa brasileira. Talvez não seja uma boa escolha, porque, quando passo para a imprensa europeia, quase todas as notícias me parecem terrivelmente enfadonhas. Faço um esforço enorme para me manter informado sobre a atualidade política portuguesa, através do diário “Público” — mas acabo sempre por adormecer de novo. É como tentar assistir a um filme de Manoel de Oliveira depois de ver Tarantino.
As notícias do Brasil trazem sempre muita ação, sangue, fúria, lágrimas, episódios cômicos, e, nos últimos meses, uma forte dose de nonsense , no melhor estilo kafkiano, que fascina qualquer observador. É certo que, de tão intrincadas e absurdas, tais notícias exigem um alto grau de conhecimento e de atenção. A maioria dos estrangeiros não está preparada para compreender o Brasil. A maioria dos brasileiros também não.

“O mecanismo”, a série dirigida por José Padilha, agora na segunda temporada, deveria ser precedida por um curso básico sobre a História recente do Brasil. Ou talvez mesmo por um curso superior. O enredo é tão complexo que o próprio diretor não o compreendeu. Digo isto baseado nas recentes entrevistas de Padilha, falando sobre Sérgio Moro, que ele via como um herói e agora acha um vilão. Para um espectador estrangeiro é muito difícil acompanhar as voltas e reviravoltas do processo, tentando distinguir os bons dos maus. Aparentemente, são todos maus (e todos brancos também. Fica-se com a suspeita de que se tirassem os brancos do Brasil o país melhoraria muito).

A maior virtude de Bolsonaro é que, por comparação com ele, todos os grandes vilões globais parecem melhores: Donald Trump é (quase) Barack Obama, um modelo de bom senso, cultura e inteligência; Vladimir Putin soa como um democrata. Até o rude presidente filipino, Rodrigo Duterte, quando colocado ao lado de Jair, ganha certo polimento (dizem-me que fala bem a língua materna).

De novo em Lisboa, encontro brasileiros por toda a parte. Há um grupo cada vez maior de exilados, e há aqueles que gostariam de se exilar mas estão apenas de férias, tentando assimilar a vertiginosa incoerência destes dias. Há ainda os bolsonaristas. São muitos, entre os envergonhados e os assumidos. A estes últimos tiro o chapéu pela coragem. Porque é preciso enorme coragem para defender Bolsonaro num país que é um oásis de paz e prosperidade, governado por um partido socialista, com o apoio de comunistas e da esquerda alternativa, e onde a ultradireita não tem a menor relevância.

Todos estes brasileiros precisam enfrentar, a cada novo encontro, no trabalho, na rua, num jantar de amigos, a pergunta inevitável: “O que aconteceu ao Brasil?”.

É claro, ninguém tem uma resposta. Mas é mais fácil para os exilados, que podem sempre cair num choro aflito — uma maneira desesperada de assumir a perplexidade e naufragar nesse grande mistério que é o Brasil. Ou então partir para o contra-ataque, como um grande amigo, radicado em Lisboa há poucos meses, que sempre reage da mesma maneira diante da fatídica questão: “Pelo menos não morreremos de tédio!”.

Não, de tédio não.

31/05/2020

“Intervenção militar não resolve nada, ninguém está pensando nisso.”
Augusto Heleno

Alguém achou que ele falaria:
“Estamos planejando um Golpe com ajuda da milícia.”

Somos maioria contra um governo autoritário e reacionário. Pensamos diferente, mas defendemos os mesmos valores éticos e...
31/05/2020

Somos maioria contra um governo autoritário e reacionário. Pensamos diferente, mas defendemos os mesmos valores éticos e democráticos.

Conseguimos doar máscaras para a Santa Casa, UPA, os 2 lares dos velhinhos e para a PM de Santa Isabel. Estamos trabalha...
11/05/2020

Conseguimos doar máscaras para a Santa Casa, UPA, os 2 lares dos velhinhos e para a PM de Santa Isabel.
Estamos trabalhando para arrecadar mais donativos e ajudar da maneira que podemos.
Agora é uma fase crítica da pandemia com muitos infectados em Santa Isabel.
Não se exponha, isso pode contaminar quem você mais ama! **aemcasa e se proteja.

Endereço

Santa Isabel, SP
07500000

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