Movimento Negro Unificado MNU Santa Maria

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Continuamos na luta contra o Racismo e pela promoção da Igualdade Racial, vida longa ao MNU.   ***ta
15/07/2024

Continuamos na luta contra o Racismo e pela promoção da Igualdade Racial, vida longa ao MNU.
***ta

06/06/2024
18/05/2024
RACISTAS NÃO PASSARÃO, EXPULSÃO JÁ!SEGUNDA | 14H | HALL DO 74A - CCSH.Em 2022 toda a comunidade acadêmica se chocou com ...
20/08/2023

RACISTAS NÃO PASSARÃO, EXPULSÃO JÁ!

SEGUNDA | 14H | HALL DO 74A - CCSH.

Em 2022 toda a comunidade acadêmica se chocou com o caso de racismo promovido por uma estudante da Universidade com diversas ofensas ra***tas pelas redes sociais. Já naquele momento a cobrança era para que o caso fosse tratado com a seriedade necessária e que não fosse apenas esquecido, como tantos outros já ocorridos na Instituição e que não tiveram qualquer solução.

Naquele momento, com o início do processo administrativo que foi instaurado, foi determinada a suspensão da estudante enquanto o processo disciplinar discente (PDD) ocorria, para averiguação e investigação a fim de determinar quais seriam as medidas da Instituição frente ao caso.

No primeiro semestre de 2023, a estudante se matriculou em outro curso, e mais uma vez foi solicitada sua suspensão por parte dos movimentos negro e estudantil, assim como a agilidade frente ao processo instaurado para o caso.

No retorno deste semestre as e os estudantes se depararam com o retorno da estudante às aulas presenciais. Até o momento a comunidade acadêmica não tem informações sobre quais medidas foram tomadas (e se efetivamente foram).

A pergunta que não quer calar é: se o código da Universidade prevê que o cometimento de ato ra***ta é caso para expulsão, por que ela retornou às aulas? A UFSM não irá aplicar sua própria legislação e deixará mais uma vez um caso de racismo passar sem resolução?

A UFSM coleciona há anos inúmeros casos de racismo não resolvidos, e da forma como o caso vem sendo posto, se encaminha para ser mais um nessa longa lista. Defendemos que a Instituição cumpra com sua responsabilidade frente ao combate ao racismo e que dê as devidas providências ao caso, com a expulsão da estudante, aliado ao fortalecimento das políticas e programas de promoção da equidade racial desenvolvidos na Universidade.

Pelo fim da impunidade para crimes de racismo! Se outras universidades públicas expulsaram os estudantes que cometeram crimes do tipo, fazendo uso do poder reservado à autonomia da universidade, porque a UFSM não faz o mesmo? Expulsão já!

Assinam esta nota:

Movimento Negro Unificado - Santa Maria
Liga Yandê
Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas da UFSM (NEABI)
Diretório Central das e dos Estudantes da UFSM (DCE)
Centro Acadêmico de Filosofia da UFSM (CAFIL)
Diretório Acadêmico do Serviço Social (DASS)
Diretório Acadêmico da Odontologia (DAO)
Diretório Acadêmico da Informática (DAINF)
Diretório Acadêmico do Centro de Educação (DACE)
Diretório Acadêmico da Geografia (DAGEO)
Diretório Acadêmico das Relações Internacionais (DARI)
Diretório Acadêmico do Curso de Engenharia de Produção (DACEP)
Diretório Acadêmico Orlando Nobre (DAON)
Diretório Acadêmico do curso de Tecnologia em Alimentos (DATA)
Diretório Acadêmico do Curso de Arquitetura e Urbanismo de Cachoeira do Sul (DACAU-CS)
Diretório Acadêmico Nei D’Ogum (DANO)
Diretório Acadêmico da Biologia (DABIO)
Diretório Acadêmico Quilombo dos Palmares (DAQUIPALM)
Diretório Acadêmico da Matemática (DAMAT)
Diretório Acadêmico da Engenharia Acústica (DAAC)
Diretório Acadêmico da Fonoaudiologia (DAFON)
Diretório Acadêmico das Letras (DAL)
Diretoria da Casa do Estudante II
Diretório Acadêmico Rosana Paulino (DARP)
Fundo Brasil Movimento Eco Cultural Marias Bonitas Fazendo História Sedufsm Andes-sn Grupo Algo Mais - Psicologia Organizacional, Clínica e Educação Superior

Hoje o MNU comemora 45 anos!Muita luta contra o racismo e reparação em prol do povo negro!Vida longa ao MNU!
07/07/2023

Hoje o MNU comemora 45 anos!
Muita luta contra o racismo e reparação em prol do povo negro!
Vida longa ao MNU!

45 anos do nosso MNU!!!Vem aí Seminário Nacional de Formação do MNU, edição Região Sul, Um momento histórico ,acolhedor,...
02/07/2023

45 anos do nosso MNU!!!Vem aí Seminário Nacional de Formação do MNU, edição Região Sul,
Um momento histórico ,acolhedor, de afirmação da nossa militância negra antirra***ta.
Momento de trocas de saberes, de organização com a presença de lideranças de todos os estados do Sul. Em breve estaremos disponibilizando o formulário de inscrição para o Seminário. Participe, ajude a construir a luta antirra***ta no Sul do Brasil!
8 de julho em Santa Maria Rio Grande do Sul. Disponibilizaremos participação híbrida para inscritos.
Movimento Negro Unificado MNU Santa Maria

NOTA DE REPÚDIO À FALA DO MÉDICO EDUARDO ROLIM SOBRE ESTUPRO“ESTUPRO É TORTURA” – Ingrid FuchsO Brasil é o quinto país d...
01/05/2023

NOTA DE REPÚDIO À FALA DO MÉDICO EDUARDO ROLIM SOBRE ESTUPRO
“ESTUPRO É TORTURA” – Ingrid Fuchs
O Brasil é o quinto país do mundo que mais mata mulheres.
Um estupro ocorre em nosso país a cada 2 minutos.
São 822 mil casos de estupro a cada ano!
Nós, mulheres de vários segmentos culturais e sociais integrantes das entidades que assinam
esta carta, juntamente com nossos apoiadores, viemos à público manifestar completo repúdio
ao ocorrido no Programa Sala de Debate do Grupo Diário de Santa Maria, no dia 27 de abril de
2023. Neste, o comentarista e médico aposentado Eduardo Rolim, fazendo uso de seu título,
afirmou que o crime de estupro nem sempre se configura, pois, a vítima “teria condições
físico-musculares de o impedir”. Rolim fez, inclusive, uma referência infeliz ao sistema
muscular:
“A força de um homem não consegue abrir as pernas de uma mulher que esteja contraída”.
Entre outras de suas alegações estão: “Uma coisa que gostaria de comentar em relação ao
estupro, é que essas personalidades que estão em evidências, elas são assediadas pelas
mulheres que vem e depois os acusam de estupro, quando na verdade é o contrário, elas é que
tentaram ou estupraram”.
O caso comentado era de um estupro coletivo perpetrado por 4 jogadores do futebol
brasileiro contra uma menina suíça que então contava com 13 anos. São esses 4 homens que,
na possibilidade aventada por Rolim, que foram estuprados por uma criança de 13 anos!
Vale destacar que na bancada estava a advogada Dra. Ingrid Fuchs, única mulher participante,
a qual ficou claramente constrangida pela situação, uma vez que o ambiente foi permissivo
com a fala do médico, o âncora não interrompeu há tempo a fala violenta do médico.
Anteriormente a advogada havia trazido à tona o fato de que além de crime, o estupro é
também reconhecido como forma de tortura e arma de guerra, o seu direito à fala não foi
garantido por completo, sendo a mesma interrompida pelo mediador.
Durante o programa, os debatedores advertiram da normalização da violência contra a
mulher, trouxeram considerações importantes e relevantes sobre a cultura do estupro, uma
vez que diversas considerações feitas pelo médico eram dissociadas da realidade e daquilo que
moralmente se espera de qualquer ser humano, e reafirmaram: a vítima não pode ser jamais
culpabilizada e imputada à ela responsabilidade em nenhum aspecto.
A grave situação descrita acima merece o nosso repúdio e nossa veemente e intransigente
defesa dos direitos e da dignidade de quaisquer mulheres, crianças, pessoas do espectro
LGBTQIAPN+ e mesmo homens que tenham sido vítimas de violência sexual.
No dia 28 de abril, a crescente mobilização de mulheres e entidades, de forma individual e
coletiva, levou o Grupo Diário a emitir notas sucessivas. Primeiro, defendendo a “liberdade de
expressão” e emitindo posicionamento contra a fala de seu comentarista. E, por fim,
notificando ao público que o sr. Eduardo Rolim foi afastado de suas atividades como
comentarista. Contudo, a emissora agradeceu pelos anos de atuação junto ao canal de
comunicação, sem dizer nenhuma palavra de desculpas a sua convidada Ingrid Fuchs.
Finalmente, em uma última nota, veio o pedido de desculpas a ela e a outras mulheres que “se
sentiram ofendidas”.
Porém, não se trata de ofensa ou de excesso de sensibilidade, entrando na terceira década do
século XXI, já não é admissível que meios de comunicação, quaisquer deles, aceitem e tolerem
veicular falas que violentam e incitam a violência por sua negação ou relativização. Muito
embora se possa alegar que espaços, como o programa Sala de Debate, são popularmente
interessantes porque dão lugar ao contraditório, é preciso que a imprensa mantenha seu
compromisso com a informação correta, não incite a violência e nada que fira a dignidade
humana. O Grupo Diário é uma empresa de concessão pública, que presta serviços à
comunidade, devendo, portanto, garantir informações de qualidade e o cumprimento da lei.
Nesse sentido, é importante que a empresa reveja e adeque suas regras de participação em
seus programas, pois essas práticas já se tornaram reincidentes, inclusive de cunho ra***ta, o
que deve ser totalmente rechaçado. Essas falas machistas, desrespeitosas e excludentes
proferidas por seus comentaristas não devem ser toleradas. E, quando ditas, sejam
prontamente apuradas as condutas na esfera cível e criminal, pois crimes não poderão ser
considerados liberdade de expressão. Não é censura combater posicionamentos que
banalizam, minimizam, relativizam, e reproduzem meios, modos e ações de violência sexual,
objetificação e diminuição do valor humano, em especial, das mulheres e crianças, suas
principais vítimas. Este é um perverso traço das estruturas sociais machistas que nos rodeiam.
As entidades aqui signatárias exigem total compromisso com a defesa dos direitos das
mulheres – sua vida, dignidade e voz – seja assumido e priorizado pelos órgãos públicos e
privados. Para isso, discursos repletos de misoginia, estímulo à violência e opressão, não
podem ser tolerados ou reproduzidos nos meios de comunicação. Estes devem ser combatidos
à luz da ética e dos direitos humanos. E, nesse sentido, as autoridades Públicas competentes
devem investigar as falas de suposta apologia ao estupro proferidas no programa. Bem como,
o posicionamento técnico do Conselho Regional de Medicina, CREMERS, sobre o que foi
proferido pelo médico, é urgente e necessário.
Exigimos pedido público e específico de desculpas a todas as mulheres, em especial à Dra.
Ingrid, por parte do Diário de Santa Maria e do jornalista Claudemir Pereira, que estava
fazendo a mediação do debate e deixou o médico falar e expressar suas colocações infundadas
em relação ao estupro. Por fim, também exigimos a retratação pública do Médico Eduardo
Rolim, pela violência de gênero cometida e conivência com “possibilidades de estupros”. O
ocorrido foi uma violência e por isso essas retratações são medidas que se impõem.
Lembramos hoje, 1º de maio, Dia do Trabalho, que as mulheres possam ter mais respeito,
dignidade e amparo em seus ambientes de trabalho e fala.
ASSINAM ESSA NOTA:
 ACOLHELAS - Atendimento a mulheres vítimas de violência
 ANEN Articulação Nacional de Enfermagem Negra
 Associação de Arte e Cultura Negra Ara Dudu
 Associação Beneficente e Cultural Africana Ilê Axé Ijobá de Oxum e Bará.
 Associação Brasileira de Ensino em Fisioterapia - Núcleo de Gênero, Diversidade e
Igualdade Racial da ABENFISIO
 Associação Rede Unida
 Associação Vida e Justiça em Apoio e Defesa dos Direitos da Covid 19.
 AGTS Associação Gaúcha dos Trabalhadores da Saúde RS
 Atelier Grupo da Estação
 Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial (COMPIR) de Santa Maria -
Segmento Mulheres e Segmento de Grupos de Cultura e Tradições Afro-brasileiras
 Centro dos Professores do Estado do Rio Grande do Sul - Sindicato dos Trabalhadores
em Educação - CPERS
 Centro Brasileiro de Estudos de Saúde-Cebes RS
 Comissão da Mulher Advogada da OAB/SM
 Coletivo Justiça para Isadora
 Conselho Municipal de Saúde de Santa Maria
 Coletivo de Psicanálise de Santa Maria - CLTVPSM
 Comitê de Igualdade e Gênero da UFSM
 Comitê de Bioética Feminista do Grupo Hospitalar Conceição (GHC)
 Coletivo Raça, Gênero e Diversidade da ASERGHC
 Diretório Central de Estudantes da UFSM - DCE UFSM
 Equipe AMBRA-/ Grupo Nascer Sorrindo Santa Maria
 Fórum de Enfrentamento à Violência contra Mulheres de Santa Maria/Campanha
Santa Maria 50-50
 Fórum dos Direitos Humanos, Diversidade e Equidade de Raça e Gênero da Rede Unida
 FEGAMEC - Federação Gaúcha de Associações de Moradores e Entidades
Comunitárias
 GEEUM@ - Grupo de Estudos e Extensão Universidade das Mulheres - UFSM
 Grupo Mulheres do Brasil de Santa Maria-RS
 GIDH / UFSM - Grupo de Pesquisa e Extensão em Gênero, Interseccionalidade e
Direitos Humanos
 Grupo de Estudos dos Movimentos Feministas. El@s - UFSM
 Laboratório de Espacialidades Urbanas - UFSM
 Movimento Negro Unificado de Santa Maria-MNU/RS/SM
 Movimento Policiais Antirra***tas
 Mulheres Dona de Si
 Ordem dos Advogados do Brasil - Seccional do Rio Grande do Sul - Subseção Santa
Maria.
 Pós-graduação em Estudos de Gênero | UFSM
 Rede de Mulheres Negras Obirin
 SEDUFSM - Sessão Sindical de Docentes da UFSM
 Seção Sindical dos Técnicos de Nível Superior da UFSM (ATENS)
 SINPROSM - Sindicato dos Professores Municipais de Santa Maria
 Sindicato dos Bancários de Santa Maria e região
 Sindicato dos Municipários de Santa Maria Riso

Sedufsm Andes-sn Grupo Algo Mais - Psicologia Organizacional, Clínica e Educação Superior MNU - Recôncavo da Bahia Centre for Maritime Studies, MNU Sedufsm Andes-sn Marias Bonitas Fazendo História Lúcio J. F. Santana Mulher Fundo Brasil Movimento Eco Cultural

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No Dia Internacional das Mulheres celebramos a força, a resistência e a luta das mulheres, especialmente as mulheres negras, pela liberdade e pela vida, inspiradas nas sementes deixadas por nossas ancestrais.





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