Eregeo - SUL

Eregeo - SUL Página destinada a trocar informações sobre o Encontro e o Conselho Regional de Estudantes de Geografia da região Sul do Brasil.

🔺 NOVO DIA E HORÁRIO! 🔻🌎 Com o crescente debate sobre a questão racial, presente na América-Latina desde a chegada dos e...
13/06/2020

🔺 NOVO DIA E HORÁRIO! 🔻

🌎 Com o crescente debate sobre a questão racial, presente na América-Latina desde a chegada dos europeus por volta do século XIV e enfrentada diariamente pelos grupos racializados, junto a revolta às ações autoritárias por parte dos Estados, através da força policial. O DAGEO UFSM promove este debate essencial, sobre Regimes Autoritários e Racismo, para compreender suas raízes, relações e impactos sociais. Junto conosco teremos:
Louise Silveira, mestra em geografia, formada em Letras, professora e pesquisadora em literatura, gênero e feminismo negro. Mãe, mulher preta, feminista interseccional; 🛑 Anderson Machado, doutor geógrafo, professor colaborador do Departamento de Geografia da UEM; ✅ Kerexu Yxapyry, do povo Mbya Guaraní, da floresta Mata Atlântica. Liderança na Terra Indígena Morro dos Cavalos, e atua como Coordenadora da comissão Guarani Yvyrupa- CGY, também coordenadora Executiva da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil - APIB. 🔥

💥 Desta forma, nos munindo para uma luta antirra***ta, anticapitalista e antifascista! 💥

⚠️ LINK DE ACESSO NO YOUTUBE: https://youtu.be/TxQ3BmtmSv8

⚠️ EVENTO NO FACEBOOK: https://www.facebook.com/events/696995874420172/

⚠️ INSTAGRAM: https://www.instagram.com/p/CBMQlk6BeSg/

Carta aberta Antifascista e Anti-RacistaO Diretório Acadêmico da Geografia da Universidade Federal de Santa Maria, vem p...
03/06/2020

Carta aberta Antifascista e Anti-Racista

O Diretório Acadêmico da Geografia da Universidade Federal de Santa Maria, vem por meio desta carta reafirmar seu compromisso histórico com as lutas da Geografia e da categoria estudantil contra o fascismo, racismo, e qualquer regime autoritário, bem como qualquer forma de opressão, na busca por democracia e equidade.

O avanço das políticas neoliberais realizou uma mudança no regime político, de caráter autoritário e ultraliberal, composta exclusivamente pelas classes dominantes. No Brasil, na América Latina e no mundo, décadas de duras conquistas de direitos populares foram perdidas. Práticas de violência, de caráter machista, ra***ta, fascista, anti-democrática e genocida foram definitivamente institucionalizadas, apesar de não terem se iniciado agora.

A violência policial respaldada historicamente pelo Estado brasileiro, deixa nítida a lógica colonialista com que se rege este território há mais de 500 anos. Milhares de pessoas condicionadas a um sistema que nega sua memória e história. A realidade nos coloca em posição de luta e de enfrentamento, seguindo a tradição de nossos antepassados, que tanto lutaram pela liberdade plena do povo.

A direita conservadora, tendo como sua figura máxima Bolsonaro, em um movimento de ascensão, construiu unidade para descaracterizar o quadro político, sucateando e descredibilizando, através de calúnias, as instituições públicas. Antes mesmo da posse de Bolsonaro, era nítida sua relação com alas do fundamentalismo religioso, das milícias paramilitares do Rio de Janeiro, do mercado financeiro, do falso combate à corrupção representada pela Lava-Jato, e mais recentemente pelo Centrão, todos brigando publicamente para colocar seus interesses como prioridades do estado brasileiro.

Diante da instabilidade causada pela pandemia, esse governo intensifica o seu discurso de ódio e sua política genocida. Para nós, com fascista não se negocia - e não há espaço para política de conciliação.

O Diretório Acadêmico da Geografia - DAGEO, se posiciona ao lado do movimento antifascista e é contrário ao caminho autoritário traçado pelo atual governo, com nítidas influências nazifascistas, que busca destruir a já instável democracia nacional. O compromisso da nação em massacrar os descendentes de Zumbi dos Palmares e Dandara, através da política eugenista de branqueamento de nossa nação, matando e prendendo o nosso povo nunca foi revogado, e é hora dessa realidade ser mudada. Devemos nos referenciar em menções indígenas, negras, latino americanas e feministas.

É preciso pensar um projeto de transformação da sociedade que seja radicalmente Anti-Racista, Antifascista e Anticapitalista. Quando às ruas forem tomadas, não sairemos até que nossas conquistas sejam alcançadas.

Carta aberta Antifascista e Anti-Racista

O Diretório Acadêmico da Geografia da Universidade Federal de Santa Maria, vem por meio desta carta reafirmar seu compromisso histórico com as lutas da Geografia e da categoria estudantil contra o fascismo, racismo, e qualquer regime autoritário, bem como qualquer forma de opressão, na busca por democracia e equidade.

O avanço das políticas neoliberais realizou uma mudança no regime político, de caráter autoritário e ultraliberal, composta exclusivamente pelas classes dominantes. No Brasil, na América Latina e no mundo, décadas de duras conquistas de direitos populares foram perdidas. Práticas de violência, de caráter machista, ra***ta, fascista, anti-democrática e genocida foram definitivamente institucionalizadas, apesar de não terem se iniciado agora.

A violência policial respaldada historicamente pelo Estado brasileiro, deixa nítida a lógica colonialista com que se rege este território há mais de 500 anos. Milhares de pessoas condicionadas a um sistema que nega sua memória e história. A realidade nos coloca em posição de luta e de enfrentamento, seguindo a tradição de nossos antepassados, que tanto lutaram pela liberdade plena do povo.

A direita conservadora, tendo como sua figura máxima Bolsonaro, em um movimento de ascensão, construiu unidade para descaracterizar o quadro político, sucateando e descredibilizando, através de calúnias, as instituições públicas. Antes mesmo da posse de Bolsonaro, era nítida sua relação com alas do fundamentalismo religioso, das milícias paramilitares do Rio de Janeiro, do mercado financeiro, do falso combate à corrupção representada pela Lava-Jato, e mais recentemente pelo Centrão, todos brigando publicamente para colocar seus interesses como prioridades do estado brasileiro.

Diante da instabilidade causada pela pandemia, esse governo intensifica o seu discurso de ódio e sua política genocida. Para nós, com fascista não se negocia - e não há espaço para política de conciliação.

O Diretório Acadêmico da Geografia - DAGEO, se posiciona ao lado do movimento antifascista e é contrário ao caminho autoritário traçado pelo atual governo, com nítidas influências nazifascistas, que busca destruir a já instável democracia nacional. O compromisso da nação em massacrar os descendentes de Zumbi dos Palmares e Dandara, através da política eugenista de branqueamento de nossa nação, matando e prendendo o nosso povo nunca foi revogado, e é hora dessa realidade ser mudada. Devemos nos referenciar em menções indígenas, negras, latino americanas e feministas.

É preciso pensar um projeto de transformação da sociedade que seja radicalmente Anti-Racista, Antifascista e Anticapitalista. Quando às ruas forem tomadas, não sairemos até que nossas conquistas sejam alcançadas.

Antes de começar a dica de leitura, perguntamos: Vocês se sentem cidadãs e cidadãos❓❓Provavelmente a resposta tenha sido...
02/06/2020

Antes de começar a dica de leitura, perguntamos: Vocês se sentem cidadãs e cidadãos❓❓

Provavelmente a resposta tenha sido um belo "não" ou ainda, se você tiver uma origem mais "abastada" tenha sido um "talvez". Aí, nós já temos um problema. Que pode ser respondido através dessa obra do Milton Santos: O espaço do cidadão❗️❗️❗️

🌎Nesse livro, Milton Santos tenta colaborar com os debates vinculados à promulgação da Constituição Federal de 1988. E, principalmente, trazer à tona a discussão acerca da relação entre a Geografia e Cidadania, mas também, nos mostrar que a cidadania no Brasil e no modo de modo de produção capitalista dificilmente é uma cidadania plena. Milton Santos chama a cidadania brasileira de uma "Cidadania Mutilada". 🌍

Nesta publicação abaixo há uma descrição acerca do pensamento de Milton Santos e todo o livro "O espaço do cidadão":https://www.fundacaoulysses.org.br/wp-content/uploads/img-pdf/1440003461-1398280172-vol-03-milton-santos.pdf

🔺 Geografias Subversivas, traz uma das principais discussões da Geografia de Gênero. Elaborado pela professora Joseli Ma...
31/05/2020

🔺 Geografias Subversivas, traz uma das principais discussões da Geografia de Gênero. Elaborado pela professora Joseli Maria Silva, atuante na Universidade Estadual de Ponta Grossa, junto a outros diversos autores que contribuem com a obra. 🔺

⚠️ As análises das diferentes espacialidades abordadas, que são ignoradas nas tradições científicas da historiografia da geografia, partem da proposta de romper com discursos excludentes, portanto, incompletos, e que por sua vez, apagam outras narrativas formuladoras do espaço geográfico, gerando um prejuízo para a construção da ciência como verdade. ⚠️

⚫️ Isto reflete a construção da lógica ocidental instituída dentro da produção dos saberes sociais, o que acontece por razões de conflito e anseios de dominação. ⚫️

🛑 Rompendo com o silenciamento e denunciando suas razões, Geografias Subversivas sugere uma das principais viagens sobre uma Geografia não lida, ignorada, apagada, mas presente no entorno de todas e todos. 🔥

🌎 Link de acesso: https://www.todapalavraeditora.com.br/wp-content/uploads/2019/04/E-book.pdf?fbclid=IwAR3E1SEYOXxv_ufKQyE5vUHjPH7TVyrUr_smlWHqGL8YDlw_UzfCVplZwco

✴️ NESSE DIA 29 DE MAIO, DIA DO(A) GEÓGRAFO(A), O COREGEO-SUL ESTEVE EM CONTATO COM TRÊS GRANDES PROFISSIONAIS DA GEOGRA...
30/05/2020

✴️ NESSE DIA 29 DE MAIO, DIA DO(A) GEÓGRAFO(A), O COREGEO-SUL ESTEVE EM CONTATO COM TRÊS GRANDES PROFISSIONAIS DA GEOGRAFIA, DEBATENDO A IMPORTÂNCIA DESSA CIÊNCIA DENTRO DA REALIDADE PANDÊMICA ✴️

⚠️ O debate se estendeu, do uso de dados para espacialização cartográfica, até a questão da construção do espaço social, sujeito a realidade política nacional. 🌐

✨ VEM CONFERIR 🌍

No dia 29 de maio de 1936 era fundado o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, nesta mesma data se comemora o Dia da(o) Geógrafa(o). No ano de 2020...

💥 É HOJE AS 20h 💥🌎 Vem passar um pouquinho desse dia do(a) geógrafo(a) debatendo a importância dessa ciência imensa, em ...
29/05/2020

💥 É HOJE AS 20h 💥

🌎 Vem passar um pouquinho desse dia do(a) geógrafo(a) debatendo a importância dessa ciência imensa, em meio a realidade pandêmica. Com a presença dos geógrafos:
Dra. Natália Lampert, colaboradora no Observatório de Dados da COVID-19; Dr. Rivaldo Faria, fundador do Núcleo de Pesquisa em Geografia da Saúde da UFSM (NePeGs), e pesquisador do Observatório de Dados da COVID-19; Dr. Guilherme Garcia de Oliveira, coordenador do PPG de Sensoriamento Remoto da UFRGS, e autor do Boletim diário da COVID-19 no mundo. 🔥

CHEGA JUNTO COM O COREGEO-SUL ❗️

⚠️ LINK DE ACESSO A LIVE: https://youtu.be/tOTNaCXVKGE

🌎 COVID-19 E GEOGRAFIA: REFLEXÕES SOBRE A ESPACIALIZAÇÃO DO VÍRUS 🌎

⚠️⚠️ O COREGEO - SUL convida a todas e todos para se somar conosco no dia 29 de maio, dia do(a) geógrafo(a), as 20h para um diálogo sobre a espacialização do vírus COVID-19, e a importância da ciência geográfica nas análises de sua propagação. ⚠️⚠️

💥 Para fomentar o debate teremos a presença dos geógrafos: Dra. Natália Lampert, colaboradora no Observatório de Dados da COVID-19; Dr. Rivaldo Faria, fundador do Núcleo de Pesquisa em Geografia da Saúde da UFSM (NePeGs), e pesquisador do Observatório de Dados da COVID-19; Dr. Guilherme Garcia de Oliveira, coordenador do PPG de Sensoriamento Remoto da UFRGS, e autor do Boletim diário da COVID-19 no mundo. 💥

🔥 CHEGA COM A GENTE, E VAMO APRENDER JUNTO❗️

💥 SEGUEM AS INDICAÇÕES DA SEMANA DO(A) GEÓGRAFA(O) 💥🌎 Por uma Geografia do Poder, lançado em 1980, se configura como uma...
29/05/2020

💥 SEGUEM AS INDICAÇÕES DA SEMANA DO(A) GEÓGRAFA(O) 💥

🌎 Por uma Geografia do Poder, lançado em 1980, se configura como uma das principais obras de Geografia Política, onde o geógrafo suíço Claude Raffestin destrincha os conceitos de Território e seus diversos desdobramentos, utilizando das várias faces do termo ‘poder’, suas bases institucionais e, consequentemente, sociais. 🌎

🔺 Trazendo conceitos usuais na vida cotidiana das diversas populações, como: trabalho, linguagem, recursos, igreja, Estado, circulação. Formulando novas concepções baseado na formação do espaço como território. 🔺

⚠️ Alinhando esse cenário ao local base onde tudo ocorre: o espaço. Trazendo as fundamentais aplicações da geografia na configuração da dinâmica social. 🔥

Uma viagem literária e teórica, carregado de profundos simbolismos, o que se evidencia logo na capa, cuja crítica se direciona à fragilidade e os equívocos do Poder❗️

Acesso online:
http://www2.fct.unesp.br/docentes/geo/bernardo/BIBLIOGRAFIA%20DISCIPLINAS%20POS-GRADUACAO/CLAUDE%20REFFESTIN/RAFFESTIN,%20Claude%20-%20Por%20uma%20Geografia%20do%20Poder(3).pdf

🔥 Sugestão de leitura - Artigo da  Dirce Maria Antunes Suertegaray 🔥         🔻O artigo “Erosão nos campos sulinos: areni...
28/05/2020

🔥 Sugestão de leitura - Artigo da Dirce Maria Antunes Suertegaray 🔥

🔻O artigo “Erosão nos campos sulinos: arenização no sudoeste
do Rio grande do Sul” foi escrito pela professora Dra. Dirce Maria Antunes Suertegaray, foi publicado em 2011 pela Revista Brasileira de Geomorfologia e apresenta os processos envolvidos no surgimento de áreas sem cobertura de vegetação no sudoeste do estado do Rio Grande do Sul. Apresentando os principais fatores que condicionam a arenização, como características do solo, dinâmica hídrica, manejo do solo e etc.. Uma excelente leitura para quem buscar conhecer mais sobre os processos que ocorrem no Rio Grande do Sul.🔺

🌎 A geógrafa gaúcha Dirce Maria Antunes Suertegaray é professora e pesquisadora na Unijui e do Programa de Pós-Graduação em Geografia da UFGRS. Graduada em Geografia pela Universidade Federal de Santa Maria, possui mestrado e doutorado em Geografia Física pela Universidade Federal de São Paulo. A pesquisadora desenvolveu o termo arenização para explicar os processos envolvidos na ocorrência de areais no sudoesto do Rio Grande do Sul. 🌎

➡️ Link artigo: http://www.lsie.unb.br/rbg/index.php/rbg/article/view/259

💥 VAMOS DE MAIS CIENTISTAS MULHERES, SEGUINDO  AS INDICAÇÕES DA SEMANA DA(O) GEÓGRAFA(O) 💥Através de uma reflexão com el...
27/05/2020

💥 VAMOS DE MAIS CIENTISTAS MULHERES, SEGUINDO AS INDICAÇÕES DA SEMANA DA(O) GEÓGRAFA(O) 💥

Através de uma reflexão com elementos filosóficos, no que diz respeito as interações humanas, "Pelo Espaço: Uma Nova Política da Espacialidade" se constitui como uma das principais obras da geógrafa inglesa Doreen Massey❗️

🌎 Trazendo uma crítica contínua sobre a concepção do que é o espaço, sua mutualidade essencial, e sua relação intrínseca com o tempo, a obra se divide em três partes, cada uma com 5 capítulos. 🌎

⚠️ A autora indaga a apropriação do espaço pela hegemonia européia, e o conceito de globalização formulado a partir dela. Propõe uma nova política da espacialidade a partir do rompimento com essa lógica e sua propagação, construindo uma proposta de concepção do espaço como processo, nunca algo estático, mas sim, constituído e formulado por uma diversidade de agentes dentro da esfera do tempo. ⚠️

🔺 Aliada aos estudos de gênero e Geografia Econômica, Massey trata a realidade das cidades e as desigualdades existentes pelo globo através da Regionalização. 🔺

Doreen formula uma crítica densa, compondo uma obra acadêmica importante para qualquer cientista do conhecimento espacial. Uma subversão ao próprio conceito de Espaço. 🔥

Link de acesso a obra completa: https://docs.google.com/viewer?a=v&pid=sites&srcid=ZGVmYXVsdGRvbWFpbnx0ZW1wbGFydGVzMTF8Z3g6NTA3ZWZjZmMxYmZmZDY0OA

💥 Seguimos de produção científica feminina nas nossas indicações! 💥  🔺 “A contribuição dos Estudos de Gênero para a comp...
26/05/2020

💥 Seguimos de produção científica feminina nas nossas indicações! 💥
🔺 “A contribuição dos Estudos de Gênero para a compreensão da Geografia do Trabalho: uma pauta para discussão” foi um artigo escritora pela professora dra. Susana Maria Veleda da Silva, em maio de 2013 para a Revista Latino-americana de Geografia e Gênero, da Universidade Estadual de Ponta Grossa no Paraná. O presente artigo trata sobre a história do feminismo, suas contribuições para ciências humanas e sociais e também traz a necessidade de se estudar esse movimento e principalmente as geografias feministas; também aborda análises das principais categorias da geografia do trabalho, dentro do marco feminista, e a própria relação entre feminismo e geografia do trabalho. 🔻


🌎 Susana Maria Veleda da Silva é professora de Geografia Humana da Fundação Universidade Federal do Rio Grande - FURG e trabalha com pesquisas na área de geografia e gênero. Fez mestrado em Sociologia na Universidade Federal do Rio Grande do Sul e Doutorado em Geografia Humana na Universidade Autônoma de Barcelona. Além de trabalhar em projetos e eventos, tal como sua participação na mesa científica/avaliadora do Seminario Latinoamericano de Geografía, Género y Sexualidades, na sua 4ª edição. 🌎

Indicação perfeita para geógrafas e geógrafos que querem entender mais sobre geografia e gênero!

Link de acesso: https://revistas.apps.uepg.br/index.php/rlagg/article/view/4224/pdf_87

🌎 COVID-19 E GEOGRAFIA: REFLEXÕES SOBRE A ESPACIALIZAÇÃO DO VÍRUS 🌎⚠️⚠️ O COREGEO - SUL convida a todas e todos para se ...
24/05/2020

🌎 COVID-19 E GEOGRAFIA: REFLEXÕES SOBRE A ESPACIALIZAÇÃO DO VÍRUS 🌎

⚠️⚠️ O COREGEO - SUL convida a todas e todos para se somar conosco no dia 29 de maio, dia do(a) geógrafo(a), as 20h para um diálogo sobre a espacialização do vírus COVID-19, e a importância da ciência geográfica nas análises de sua propagação. ⚠️⚠️

💥 Para fomentar o debate teremos a presença dos geógrafos: Dra. Natália Lampert, colaboradora no Observatório de Dados da COVID-19; Dr. Rivaldo Faria, fundador do Núcleo de Pesquisa em Geografia da Saúde da UFSM (NePeGs), e pesquisador do Observatório de Dados da COVID-19; Dr. Guilherme Garcia de Oliveira, coordenador do PPG de Sensoriamento Remoto da UFRGS, e autor do Boletim diário da COVID-19 no mundo. 💥

🔥 CHEGA COM A GENTE, E VAMO APRENDER JUNTO❗️

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