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Quando falamos de Osama Bin Laden, a imagem é clara: barbárie, torres caindo, o mundo em pânico. Mas, surpresa! Por trás...
11/04/2025

Quando falamos de Osama Bin Laden, a imagem é clara: barbárie, torres caindo, o mundo em pânico. Mas, surpresa! Por trás do maior vilão de Hollywood — digo, da história recente — está um cara que nasceu com a vida ganha: mansões, escolas chiques e um pai bilionário. Este texto destrincha essa figura contraditóri…

https://blog12975.wordpress.com/2025/04/11/osama-bin-laden-o-terrorista-com-educacao-e-riqueza/?fbclid=IwZXh0bgNhZW0CMTEAAR4OfFjOdDxo9eFeVbHLdJn910O1AAdcVMAzwMVjfvr3IGwFr8Sd6ZN2osib2A_aem_dBHOzf8vQV-Jr-28MyeN6Q

Esquecidos, Líderes H1p0crit@s: UmaReflexão Sobre o 7 de SetembroA H1p0cris1a de Eventos VaziosO 7 de setembro, uma data...
06/09/2024

Esquecidos, Líderes H1p0crit@s: Uma
Reflexão Sobre o 7 de Setembro

A H1p0cris1a de Eventos Vazios

O 7 de setembro, uma data que deveria unir e
enaltecer nosso espírito patriótico, tem sido ofuscado
por eventos sem vida, marcados pela hipocrisia. Como
podemos celebrar nossa independência e o progresso
do país, se aqueles que pregam melhorias não vivem a
realidade do povo? O secretário Marciel Falcão, por
exemplo, afirma que a educação é prioridade,
destacando grandes feitos e alegando que tudo vai
muito bem. No entanto, seus filhos não estudam em
escolas públicas. Eles frequentam uma das melhores
escolas privadas da cidade, o que evidencia o
distanciamento entre o discurso e a prática. Como
confiar em líderes que não utilizam os serviços que
promovem?

O Esquecimento de Grandes Feitos

Por que nos esquecemos daqueles que realmente
moldaram o Brasil que conhecemos hoje? Como
podemos celebrar o 7 de setembro sem relembrar o
grande estadista que nos libertou das amarras
coloniais? Nossa independência foi conquistada com
luta, sabedoria e estratégia, e seu líder deveria ser
exaltado como o herói que nos deu soberania. No
entanto, a figura histórica de Dom Pedro I, que teve
papel central nesse processo, muitas vezes é
negligenciada nas celebrações.
A Importância de Verdadeiros Heróis
Vivemos em tempos em que a palavra "herói" parece
ser atribuída a qualquer um. No entanto, os
verdadeiros heróis são aqueles que deixaram um
legado, que marcaram nossa história com ações
concretas. Meus heróis não morreram de overdose;
eles enfrentaram desafios reais e ajudaram a construir
um Brasil soberano. Precisamos resgatar essa
consciência e reconhecer aqueles que, de fato,
merecem nossa gratidão e respeito.

Uma Reflexão Necessária

É hora de repensar nossas comemorações e lembrar
que o 7 de setembro é mais do que um evento
protocolar. Ele representa a luta por liberdade, por
identidade, e por um futuro mais justo. E você, o que
pensa sobre a forma como nossa história está sendo
contada? Deixe sua opinião nos comentários e
participe dessa reflexão. Vamos resgatar o verdadeiro
espírito do nosso Brasil!

Não se engane ao achar que a insanidade política brasileira se restringe a esta década.
25/08/2024

Não se engane ao achar que a insanidade política brasileira se restringe a esta década.

A Renúncia de Jânio Quadros e a Guerrilha Armada: O Caminho para o Regime Militar e a Crise Moral no Brasil

Em 25 de agosto de 1961, o Brasil foi abalado pela inesperada renúncia de Jânio Quadros, o presidente que havia sido eleito com uma expressiva votação e um discurso moralista e populista. Com apenas sete meses de mandato, Jânio deixou o cargo alegando que "forças terríveis" o impediam de governar, sem nunca explicar exatamente a natureza dessas forças. Muitos acreditam que sua renúncia foi uma manobra para retornar ao poder com maior apoio popular, uma jogada arriscada que fracassou.

A renúncia de Jânio mergulhou o Brasil em uma crise institucional. O vice-presidente João Goulart, conhecido por suas inclinações esquerdistas, estava em visita oficial à China. Sua iminente ascensão ao cargo enfrentou forte resistência dos militares e setores conservadores, temerosos de que ele conduziria o Brasil a um regime comunista. Após intensas negociações, foi instaurado um regime parlamentarista que reduziu significativamente os poderes do presidente. No entanto, em 1963, um plebiscito restaurou o presidencialismo, devolvendo a Goulart seus plenos poderes.

O governo de Goulart foi marcado por uma crescente polarização política e uma economia em crise. Suas propostas de "Reformas de Base", que incluíam reformas agrária, urbana, educacional e eleitoral, provocaram reações extremas. As Forças Armadas e diversos setores da sociedade temiam que essas medidas pavimentassem o caminho para o socialismo.

O Golpe de 1964 e a Intervenção das Forças Armadas

Em 31 de março de 1964, diante da crescente instabilidade e da ameaça percebida de uma guinada comunista, as Forças Armadas, com apoio de amplos setores da sociedade, tomaram o poder e depuseram João Goulart. Esse golpe militar foi inicialmente visto por muitos como uma ação necessária para salvar o Brasil do caos e da ditadura do proletariado.

A Guerrilha Armada: Treinamento e Terror

Antes mesmo do golpe de 1964, a polarização política já havia levado à organização de grupos de esquerda que, inspirados pela Revolução Cubana, acreditavam que a única forma de alcançar a revolução socialista no Brasil era através da luta armada.

Treinamentos no Exterior: Muitos militantes receberam treinamento militar em países como Cuba, China e União Soviética. Em Cuba, passaram por intensivos treinamentos em táticas de guerrilha, uso de explosivos e combate corpo a corpo. Na China, o treinamento era coordenado pelo Partido Comunista Brasileiro (PCB), preparando os militantes para uma revolução armada no Brasil. Esses treinamentos criaram uma força que, embora fragmentada, estava decidida a levar adiante a luta contra o que consideravam um regime opressor.

Após o golpe de 1964, esses grupos intensificaram suas atividades, mas a maioria enfrentou dificuldades em obter apoio popular, resultando em ações isoladas e, muitas vezes, violentas.

Espanto e Terror: Entre as ações mais chocantes desses grupos estavam os assaltos a bancos, sequestros de aviões e diplomatas, além de execuções sumárias. Essas ações, além de financiar as atividades revolucionárias, eram uma tentativa de desestabilizar o governo e atrair atenção internacional.

- Assaltos a bancos: Um dos exemplos mais notórios foi o assalto ao Banco do Brasil em São Paulo, realizado pela Vanguarda Popular Revolucionária (VPR). Essas operações, sempre violentas, geravam medo e instabilidade.

- Sequestros de aviões: Com o intuito de atrair a atenção internacional e pressionar o governo, os guerrilheiros recorreram ao sequestro de aviões, como o desvio de um voo da Varig em 1969 para Cuba.

- Sequestros de diplomatas: O sequestro do embaixador americano Charles Elbrick, em 1969, pelas organizações ALN e MR-8, foi uma das operações mais ousadas. Em troca de sua libertação, 15 presos políticos foram soltos, gerando grande repercussão.

O Tribunal Vermelho e a Morte de Elza

Dentro dos grupos guerrilheiros, a radicalização levou à criação de um "Tribunal Vermelho", onde militantes eram julgados e, por vezes, condenados à morte por traição ou suspeita de colaboração com o regime militar. Um dos episódios mais aterrorizantes foi a execução de Elza Fernandes, uma jovem de aproximadamente 16 anos, acusada de delatar membros do grupo Colina ao regime. Sob ordens de Carlos Lamarca, um dos mais notórios líderes guerrilheiros, Elza foi assassinada, ilustrando a brutalidade com que esses grupos lidavam com qualquer ameaça interna.

Políticos Envolvidos na Guerrilha

Alguns dos militantes que participaram das guerrilhas armadas mais tarde se infiltraram na política brasileira, trazendo consigo a experiência de luta armada para o cenário institucional:

- José Dirceu: Membro da ALN e, posteriormente, figura central no Partido dos Trabalhadores (PT).

- Fernando Gabeira: Participou do sequestro do embaixador Charles Elbrick e se tornou um dos fundadores do Partido Verde.

- Dilma Rousseff: Integrante da VAR-Palmares, foi presa e torturada durante a ditadura, posteriormente se tornando a primeira mulher a ocupar a presidência do Brasil.

A Repressão e a Redemocratização

A resposta do regime militar às atividades subversivas foi rápida e brutal. Órgãos como o DOI-CODI foram responsáveis por uma repressão feroz, utilizando tortura, execuções sumárias e desaparecimentos forçados para eliminar a oposição. Em poucos anos, os militares desmantelaram a maioria dos grupos de guerrilha, eliminando ou prendendo seus principais líderes.

*Consequências Morais*: Apesar da derrota dos movimentos guerrilheiros, seus membros conseguiram se infiltrar na política brasileira após a redemocratização, provocando uma crise moral no país. Muitos ex-guerrilheiros e até ass@ss1n02 passaram a ser vistos como heróis da resistência e receberam indenizações e pensões por seus atos de terror. Isso gerou um sentimento de injustiça e insegurança, uma vez que aqueles que haviam cometido crimes em nome de uma ideologia passaram a ser recompensados pelo Estado.

Esse episódio histórico nos ensina que a luta pela liberdade e pela justiça não deve ser conduzida apenas pelas armas, mas também por meio da cultura, da educação e das ideias. As Forças Armadas, com o apoio de setores significativos da sociedade, acreditaram estar protegendo o país de uma ameaça comunista real. No entanto, falharam e o legado deixado pela ineficiência deixou que antigos guerrilheiros viessem a se infiltrar na política brasileira trazendo consigo problemas morais e éticos que ainda ressoam na sociedade brasileira nos dias de hoje.

Brasil já se chamou América?Segundo Gustavo Barroso e suas fontes, sim, sem sombras de dúvidas.Bom, dos diversos nomes q...
12/07/2022

Brasil já se chamou América?

Segundo Gustavo Barroso e suas fontes, sim, sem sombras de dúvidas.
Bom, dos diversos nomes que esse país continental já teve, um deles foi América, nome que veio do Italiano Américo Vespúcio, que mais tarde denominaria o nome do continente como um todo. Muitos devem se perguntar: por que América e não Colombo? Eis que vos respondo. Quando Cristóvão Colombo aqui chegou, não havia noção em si de que acabara de descobrir um continente, para ele, o novo mundo não passava de uma ilha ou arquipélago. Sua definição pouco verdadeira sobre o local se deu por falta de interesse exploratório. Ou seja, não desfrutou ou explorou nada, se não, um mísero grão de um vasto território, só conheceu uma fração dos milhares de km² que é o nosso continente. Para sermos mais exatos, não saiu do local que hoje denominamos de América Central. Já Vespúcio, explorou a costa da américa do sul e descobriu que havia de facto um continente, e não uma ilha ou arquipélago qualquer. Pelo menos esse foi o argumento usado no Ginásio Vosgense, pelos célebres: Jean Bazin e os Geógrafos Matias Ringimann e Waldseemüller.
Como não é mister ficar só em minhas palavras, escolhi um trecho de um livro elaborado por Roberto Barroso que declara:
Colombo não descobriu se não um arquipélago (conjunto de ilhas), enquanto Vespúcio assegurava ter verificado a existência de nosso continente sito ao sul das ilhas achadas pelo genovês Colombo. Com as quais não podia ser confundido. Vê-se que, para Waldseemüller o Novo mundo, não era aquilo que ora compreendemos como tal; mas somente essa parte da América do Sul. Equivale a isso a dizer, desde que se conheça o teatro das viagens de Vespúcio, que o nome américa designou algum tempo, em verdade o nosso Brasil. A opinião pública na França, na Inglaterra, na Alemanha, na Itália, nas Flandres, na Dinamarca e na própria Espanha, de onde Colombo partira, aceitou sem dificuldade o nome América, primeiramente aplicado só à do Sul, sobretudo à região brasílica.
Confundiram-se, então, as designações América e Brasil, como a cartografia do século XVI demostra.
Assim, a América, nascida a 12 de outubro de 1492, sob o signo de colombo, foi batizada a 25 de Abril de 1507, data da publicação da Introdução à Cosmografia de Ptolomeu, sob o signo de Américo[...]

Bom, aí está, mais uma curiosidade histórica que achei interessante e pertinente compartilhar com vocês.
Até mais

ATENÇÃO! Proibido Para Pessoas SensíveisDescobrimento do Brasil/ descobrimento pra quem?Território que hoje conhecemos c...
25/04/2022

ATENÇÃO! Proibido Para Pessoas Sensíveis

Descobrimento do Brasil/ descobrimento pra quem?

Território que hoje conhecemos como Brasil, já fora batizado como Pindorama (pelos Tupis-guaranis), Terra de Santa Cruz, Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, e por último, a “orgulhosa” República Federativa do Brasil.
Assim que as 13 caravelas, ao comando do fidalgo Pedro Alvares Cabral, que haviam saído de Lisboa no dia 09 de março de 1500, se atracaram na costa do Estado que hoje conhecemos como Bahia, no dia 22 de abril de 1500, a primeira impressão que os europeus tiveram sobre os moradores do "novo mundo" foi:

“A linguagem de que usam, por toda a costa, carece de três letras; convém a saber, não se acha nela F, nem L, nem R, coisa digna de espanto, porque assim não tem fé, nem lei, nem Rei, e essa maneira vivem desordenadamente, sem terem além disso conta, nem peso, nem medida. (GANDAVO, 1576, p.70 – 71)”.

Contextualizando

Para muitos é motivo de asco ou lamentação a data de 22 de abril, digo-vos que de forma alguma é um momento de tristeza para a América. Poderia dizer que foi apenas um acontecimento histórico, só que estaria encobrindo toda realidade porque além de ter sido um acontecimento histórico, isso interferiu diretamente sobre a existência do Brasil como ele é. Não só do Brasil, mas de toda América. Para termos uma noção do bravo povo que descobriu e conquistou ou colonizou o território que hoje conhecemos como Brasil, precisamos retroceder um pouco antes de 1500, retrocedendo iremos contemplar seus feitos e perceber que tais também tiveram suas virtudes, virtudes como: de expulsar os mouros (mulçumanos) do seu território (teve início no século X), de conquistar sua independência e ser reconhecido como Reino de Portugal (no ano de 1139) e seus investimentos nas grandes navegações (a partir do ano 1415). Sem esses pormenores não teríamos a existência, não existiria o Brasil territorial como ele é, e o Gigante do Sul não teria vindo a vida.

América x “Mundo”

Enquanto o resto do mundo já havia encontrado a fundição dos minérios; enquanto no ocidente era discutido a filosofia, liberdade, democracia, deuses e mitos; enquanto o restante do mundo descobria a matemática, geometria, geografia; enquanto na África os egípcios elaboravam obras de estruturas gigantescas, enquanto na África (Alexandria) havia uma das maiores bibliotecas que o mundo já havia visto; enquanto os chineses já haviam elaborado obras tão grandes, se não maiores, que as do Egito, enquanto os chineses já haviam criado a pólvora; enquanto Roma discutia e criava o direito romano; enquanto tudo isso acontecia, do outro lado do mundo existia “um povo” que nem ao menos haviam criado a roda, ou um modo de vida sedentário, eram tudo seminômades. Bom, enfim... na américa não existia um povo, uma ideia de país ou território, não existia uma ideia geográfica, o que de facto existia aqui eram povos aborígenes que em geral existiam mais de 218 etnias diferentes. Povos esses que acreditavam (alguns ainda acreditam) em ideias e práticas bem rudimentares de convivência em grupo, como por exemplo: enterravam seus bebês que nascessem gêmeos ou com qualquer deformidade ( infanticídio); praticavam a antropofagia (cozinhavam a carne humana para o consumo em um ritual macabro onde eles diziam que ao ingerir a carne, tomavam pra si a virtude ou a força de seu rival); o canibalismo (comiam carne humana por puro prazer); entregavam gente de sua própria gente como escravos para conseguir objetos que para eles eram valorosos (...)
Não há uma conclusão exata sobre a quantidade de aborígines que existiam por aqui, mas dá pra ter uma equivalência que ficaria entorno de 800 mil a 6 milhões antes da chegada dos europeus, vale ressaltar novamente que, não eram um só povo, eram povos que viviam em pé de guerra desde sempre entre si. Inclusive, o povo tupi (que eram diversos: Goitacazes, aimorés, Tremembé ...), estariam ocupando o território que anteriormente pertenciam aos sambaquis. Ou seja, meus amigos, na história do território em que conhecemos hoje como Brasil, não existe mocinhos ou anjinhos, o que existe na história é: o leão mais forte devorando o mais fraco.

Primeiro contato

Os primeiros encontros entre portugueses e aborígenes foram mais ou menos amistosos (teve um padre ou outro europeu morto, cozido e comido, mas nada de muita importância). E desde já, houve trocas de objetos e trocas de interesses; da parte de Portugal, o que interessava eram as riquezas que a terra produzia, e, futuramente, a mão de obra escrava; da parte dos ameríndios de linguagem tupi, queriam, além de objetos vindos do mundo desconhecido (lembrem-se, os ameríndios não conheciam se quer a roda, ou o espelho, não sabiam o que era um machado de ferro), acharam um bom aliado contra seus inimigos de tribos rivais. Podemos dizer que, no encontro entre os dois mundos houve nada mais nada menos que trocas de interesses como qualquer outro negócio do mundo afora, inclusive como nos dias de atuais.

Finalizando

Entre confrontos, alianças, mortes, escravidão, e muito, mas muito sangue nasceu o que conhecemos hoje como Brasil. Mas antes que os insensíveis digam ou se envergonham pelo modo que viemos e passamos a existir, digo-vos que: não há uma nação se quer que tenha nascido sem derramamento de sangue, sem lutas, sem guerras e sem vitórias, sem identidade como nação. Os índios foram importantíssimos para a construção do nosso país, seja como mão escrava, seja como soldados ou na formação dos bandeirantes. Os índios colaboraram de forma efetiva para a defesa e a expansão territorial do nosso país, inclusive foram decisivos contra invasores externos e inimigos internos (contra os próprios ameríndios, nada amistosos com os portugueses).
Sem dúvidas que, depois de todo esse contexto a gente consiga desvendar a frase: “descobrimento pra quem?” Meus nobres, como podemos perceber o descobrimento foi para ambos os mundos e não só para os europeus, esse fato trouxe benesses para ambos, tanto para o mundo americano quanto para o mundo europeu. Lógico que o povo europeu teve mais benesses, mas não podemos deixar de pôr em conta que, todos os índios que foram favoráveis aos europeus, tiveram suas vidas impactadas de forma mais para o bem que para mal. Principalmente nos dias de hoje, objetivamente falando das revoluções tecnológicas e científicas que o resto do mundo moderno descobriu ou inventou que abraça e atinge diretamente tanto os descendentes de índios que vivem na sociedade ocidental quanto dos índios que permanecem nas matas, os que preferem permanecer vivendo com o tipo de vida ortodoxa de seus antepassados, mas que não deixam de usufruir nada daquilo que é elaborado pela sociedade desenvolvida.

Só para encargo de conhecimento. Fizeram uma pesquisa sobre os descendentes de ameríndios através de um exame que descobriria através da mitocôndria a quantidade de descendentes dos ameríndios que teríamos hoje vivendo em sociedade. Segundo essa pesquisa, existem quase 20 milhões de descendentes dos ameríndios, da época de Cabral, vivendo em sociedade. Ou seja, suponhamos que a quantidade de ameríndios fosse a superestimada de 6 milhões, podemos dizer que a quantidade quase quadruplicou. Esses viveram, se misturaram e se multiplicaram em sociedade se caracterizando como realmente é o povo brasileiro, porque essa é a nossa característica, mistura entre povos dos três continentes: americano, africano e europeu! Essa é a nossa identidade, isso é o que nos faz grandes, desculpem-me, grandes não, GIGANTES!

Deus salve o Brasil

21 de Abril- mais uma farsa republicana?  A Inconfidência Mineira Quase todos, se não todos, já devem ter ouvido falar s...
21/04/2022

21 de Abril- mais uma farsa republicana?

A Inconfidência Mineira
Quase todos, se não todos, já devem ter ouvido falar sobre o feriado do dia 21 de abril. Mas, e aí, será que todos sabem o porquê do feriado? Perguntei a uma amiga no trabalho sobre o 21 de abril, ela comentou que era sobre uma pessoa que tirava dentes, ou seja, um dentista (ou algo parecido), para ela, o feriado deveria ser comemorado com dentes espalhados pelas lojas. Bom... se fosse com corpos mutilados, talvez, talvez teria mais sentido porque foi justamente esse o fim de Joaquim José da Silva Xavier, o “Tiradentes”.
Para ficar bem resumido, bem conciso, tentarei relatar de forma bem simplista, mas esclarecedora sobre esse acontecimento que se tornou o símbolo de nossa “orgulhosa república” (cuidado, contem ironia).

O porquê da data comemorativa

A república brasileira tinha a necessidade de implementar o mito nos corações da população para autenticar seu golpe contra monarquia Brasileira (1889). E para isso, decidiram ressuscitar em 1890, um ícone moribundo que jaz descansava a quase um século com sua infeliz tentativa de elaborar uma revolução separatista em Minas Gerais (1789).

O motivo da inconfidência

Mesmo com a produção econômica de minas gerais se definhando, a coroa portuguesa, através de marques de pombal, decidiu aumentar os impostos da província. Essa decisão da coroa portuguesa veio por conta da destruição de sua capital por conta de um terremoto que destruiu a cidade (Agora você vê, a natureza castiga Portugal e Portugal decide castigar o Brasil). Devido a esse aumento de impostos, uma boa parte da elite mineira se sentira incomodadas e deixaram as trevas do iluminismo adentrarem em seus corações. Para quem não se recorda, o iluminismo tende a ter asco pelas monarquias, onde para se ter um mundo ideal, se fazia necessário extermina-la, pondo em seu lugar de governo uma República.

Quem foi Tiradentes?

Joaquim José da Silva Xavier, mais conhecido como Tiradentes, é nascido de Minas Gerais (1746), filho de fazendeiro português. Não era um homem pobre, administrava sua farmácia em sociedade, tinha uma pequena fazenda e era um alferes (alferes é uma patente militar que teria a equivalência de um segundo Tenente nos dias de hoje) da coroa portuguesa. O alferes tinha como responsabilidade a fiscalização da passagem ou estrada entre Rio de Janeiro e Minas Gerais. Mas além do apelido de Tiradentes, também era conhecido como “o república” e “o liberdade”. E sem nenhum diploma, se tornou engenheiro civil. Bom, era esse o nosso ator principal da tragédia da inconfidência mineira.

Desfecho final

O alferes também vinha almejando incentivar as elites paulistas e cariocas para uma eventual revolução, todavia, não pareceram tão dispostos assim. Em uma viagem para o RJ na intenção de aquisição de armamentos, um de seus comparsas (ao qual ele considerava como amigo) veio a trair a causa revolucionária. O delator chamado Joaquim Silvério dos Reis, foi ao Governador Visconde de Barbacena para fazer a delação dos planos e de todos os participantes da revolução. Nisso, todos participantes foram presos (inclusive o delator), mas somente um foi julgado e condenado a morte por traição a coroa portuguesa. Depois de três anos preso, foi executada a pena de morte por enforcamento ao Alferes Tiradentes. Após a execução da pena, seu corpo foi esquartejado e pedaços foram levados para partes e pontos estratégicos de Minas Gerais para a exposição e aviso aos demais que quisessem se aventurar a tal questão. Assim como houve inspiração na revolução americana para uma tentativa de revolução em Minas, também houve um certo receio de não apresentar drásticas consequências para os revolucionários, tendo em vista a macabra revolução francesa e tudo que havia e que ainda estava por vir, a coroa portuguesa não viu outra alternativa se não deixar alguém como exemplo.

Conclusão pessoal

Julgue quem quiser julgar. Mas não vejo o alferes Tiradentes como um símbolo de independência brasileira coisa alguma. O que ele e a elite local queriam era a independência de Minas para que eles viessem a ficar no poder no lugar da coroa portuguesa. Não havia pensamentos nacionais abraçando todas as províncias e formando assim aquilo que é o país Brasil, o objetivo era Minas. A república tem a mania de tirar a virtude dos virtuosos e moralizar os imorais para alavancar sua autenticidade que é demasiadamente contestável.

E Napoleão "ficou a ver navios”!!!Como dizem, os acontecimentos históricos estão interligados com o todo. Sem dúvidas, s...
17/04/2022

E Napoleão "ficou a ver navios”!!!

Como dizem, os acontecimentos históricos estão interligados com o todo. Sem dúvidas, se observarmos o porquê de a coroa portuguesa vir em “fuga” para Brasil, que até aquele momento era uma simples colônia de Portugal, veremos como que cada acontecimento precisou se concretizar para que aquele que um dia foi um infante da coroa portuguesa tomasse a decisão de fuga para sua colônia na américa. Digo infante porque na verdade, pela linhagem sucessória, não era para D. João VI ter sido rei, mas sim seu irmão D. José que teve uma morte trágica de varíola com apenas 27 anos de idade (1788). Ao pensar nisso, já pararam para observar se a atitude de D. José teria sido a mesma de D. João? E se o temperamento e racionalidade de D. José fosse diferente? E se ele decidisse o combate? Se ele tivesse perdido, e toda a família real viesse a ser aniquilada? Ou se tivesse ganho a guerra (que era bem improvável)? De qualquer forma não teriam vindo ao Brasil, consequentemente não teríamos por aqui (naquela época, atrasando ainda mais o desenvolvimento do Brasil), abertura de imprensa, abertura dos portos, acordos comerciais vantajosos, as primeiras universidades, hospitais, bibliotecas e todo o acervo cultural do ocidente. Teria sido simplesmente trágico para a então colônia portuguesa na américa, o Brasil.
Voltando mais um cadinho no tempo, podemos afirmar que a trágica Revolução Francesa também trouxe certos benefícios a colônia brasileira. Podemos começar pelo caráter fraco do então Rei da França (Luís XVI), que não soube analisar os acontecimentos ao seu derredor, nem tirar um pouco dos privilégios dos nobres e do clero, negando o grito de socorro da plebe que os deixou como presas fáceis para qualquer pensamento dissimulado revolucionário dos burgueses.
Passando pela débil, facínora e sangrenta revolução francesa (1789...) que além de não conseguir consolidar seus ideais, assassinou toda a família real francesa; assassinou padres, madres, monges e religiosos, roubou todos os pertencentes da igreja; assassinou ou roubou todo aquele que discordava dos caminhos nefastos e obscuros que a revolução tomou e por fim, por ironia do destino, por castigo ou justiça, trouxe também a morte daqueles que começaram e incitaram tais atrocidades (Robespierre, Jean-Paul Marat, George Danton – morto apedido do próprio “amigo”, Robespierre). Bom, por fim, depois da briga entre girondinos e jacobinos, quem estabeleceu a paz e a ordem política dentro da França foi o então jovem general chamado Napoleão Bonaparte que simplesmente jogou para debaixo do tapete toda a suposta vitória social da França, estabelecendo assim um novo império. Portanto, se não houvesse revolução, Napoleão não teria se tornado o imperador da França, nem mesmo haveria expansionismo francês, nem mesmo ataque a Portugal que, consequentemente, não haveria o deslocamento da família imperial portuguesa para o Brasil.
E eis o porquê do título de nosso pequeno texto, E" Napoleão ficou a ver navios”.
Napoleão com seu expansionismo tinha como inimigo mortal a coroa inglesa que a única maneira de derrotá-la seria enfraquecendo sua economia. E para isso Napoleão queria fechar os portos em toda a Europa para os ingleses. E foi dessa forma que ele tentou impelir a decisão de Portugal para com os ingleses. A coroa inglesa e a lusa tinham uma boa amizade, inclusive econômica. D. João VI para resguardar a coroa portuguesa, enrolou até onde pode napoleão para que desse tempo de fazer acordo com a coroa inglesa e viesse, estrategicamente, para o Brasil. Napoleão dando tempo a coroa lusa para pensar sobre o assunto, e a coroa lusa se armando para deixar Portugal. Quando enfim, Napoleão decidiu atacar, a coroa portuguesa já havia atracado e só dava pra ver os navios de Portugal (novembro de 1807 – chegando ao Brasil em março de 1808) no final da linha do marítima. Por isso digo, Napoleão "ficou a ver navios".

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