Ação Conservadora Salto de Pirapora SP

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Nota de Repúdio à Demagogia Política do Vereador Cícero JoãoÉ inaceitável que o vereador Cícero João utilize de fake new...
26/07/2026

Nota de Repúdio à Demagogia Política do Vereador Cícero João

É inaceitável que o vereador Cícero João utilize de fake news e oportunismo eleitoral para mascarar sua total falta de ideias e iniciativas reais de políticas públicas para Sorocaba.

Ao espalhar que foi ele quem "proibiu os pedágios estaduais", o parlamentar subestima a inteligência do cidadão e tenta faturar politicamente em cima de uma vitória que pertence exclusivamente à mobilização popular.

O mais grave é que o próprio vereador sabe muito bem que seu discurso não é verdadeiro. Na justif**ativa oficial do seu Projeto de Lei nº 85/2022, ele confessou textualmente:

"Temos consciência de que não podemos proibir a cobrança de pedágio nas rodovias"

Ao assinar essa declaração e, depois, ir para as redes sociais dizer o oposto, o vereador demonstra um profundo desrespeito com a verdade. Sorocaba não precisa de teatro ou de leis de fachada criadas apenas para gerar curtidas. A nossa cidade exige representantes sérios, que trabalhem com transparência e que apresentem projetos reais para a saúde, educação e segurança, em vez de se esconderem atrás de mentiras deslavadas. Chega de populismo barato!

Chega, um deputado Estadual eleito por Sorocaba tem abrangência em toda região Metropolitana. E assim como o Deputado que estava no pregão junto ao Governador Tarcísio, batendo palmas, rindo e feliz que depois fez vídeo revoltado e repudiando a ação do Estado, os dois eleitos por Sorocaba e região, porque não repudiaram isso, no ato antes do martelo bater?

Chega, está na hora de abrir os olhos e ter consciência política!

Senhor Vereador, Cicero João, de quais pedágios o Senhor está falando? Não sabíamos que o Prefeito Rodrigo Maganhato hav...
26/07/2026

Senhor Vereador, Cicero João, de quais pedágios o Senhor está falando?
Não sabíamos que o Prefeito Rodrigo Maganhato havia criado pedágios em "estradas" Municipais?

Quando? Onde?

Se você está falando das marginais na Raposo Tavares, está se apegando a um projeto seu, que não tem força alguma para impedir que os pedágios fossem instalados e estivessem funcionando nas marginais.
Portanto, as marginais continuam livres de pedágio por uma decisão administrativa do Governo do Estado após os protestos, e não por força de um projeto de lei municipal ou federal.

A Raposo Tavares, incluindo as suas pistas marginais, alças de acesso, viadutos de retorno e faixas de domínio, pertence à rede rodoviária do Estado. Nenhuma lei aprovada por vereadores ou sancionada pelo prefeito tem poder legal sobre essa estrutura.

Eu não entendo, como a Câmara Municipal de Sorocaba não interveio contra essas postagens?

A Lei Municipal nº 13.219/2025 de Sorocaba, de autoria do vereador Cícero João, proíbe expressamente a instalação de praças de pedágio e sistemas de cobrança eletrônica (como o Free Flow) em todas as vias públicas do município. Ou seja: Bloqueio de cobranças urbanas: F**a proibida qualquer estrutura de cobrança tarifária de pedágio em ruas, avenidas e vias de responsabilidade da Prefeitura de Sorocaba.

Ou seja, a concessão do estado não diz respeito ao projeto de lei, o Vereador não tem PODER para barrar essa concessão, agora, em quais avenidas do Município teriam esses 5 pedágios?

Seria muito interessante algum Vereador de Sorocaba como Vereador Dilan Dantas questionar isso em plenário, não?

Estamos no caminho certo

Dois assuntos que chamaram a atenção essa semana! Duas coisas chamam a atenção em Salto de Pirapora hoje. A primeira é, ...
24/06/2026

Dois assuntos que chamaram a atenção essa semana!

Duas coisas chamam a atenção em Salto de Pirapora hoje. A primeira é, sem dúvida, "A Festa". As opiniões se dividem: os que são contra apontam, com razão, as deficiências na saúde para justif**ar que a gestão investe e se dedica desproporcionalmente ao evento, o que é notório e comprovado pelos milhões gastos em publicidade no portal da transparência.

​Por outro lado, a festa é vital para a cidade. Faz parte da nossa cultura e não pode acabar. Temos que admitir: a gestão atual conseguiu elevar o nível do rodeio. É a coisa mais linda, um espetáculo grandioso, e os próximos candidatos devem se comprometer a manter esse padrão e essa mesma empresa de rodeio, que sabe fazer acontecer e traz os maiores nomes das montarias.
​O problema é o descaso absoluto em outras áreas cruciais. Saúde, segurança, manutenção de vias!

Esquece! Isso, de fato, não existe. Postamos ontem sobre os acidentes e o quão ridícula está a estrada e as ruas da cidade. A gestão da saúde é horrível. Poderia ser muito melhor!

​O segundo ponto diz respeito às imagens de lixo e entulho em áreas verdes, onde alguns culpam a prefeitura. Pelo amor de Deus, isso não é responsabilidade do prefeito ou dos vereadores. Isso é falta de educação, é coisa de gente p***a que descarta lixo doméstico, móveis velhos, restos de construção e podas nesses locais. É claro que falta uma área de inertes, transbordo e triagem adequada na cidade. Mas a prefeitura deveria colocar câmeras escondidas nesses pontos viciados e multar pesado quem faz isso.

Só pesando no bolso para aprenderem!

Uma cidade pedindo SOCORRO! O asfalto cede sob os pneus, a suspensão do carro clama por socorro, e o pedestre se equilib...
24/06/2026

Uma cidade pedindo SOCORRO!

O asfalto cede sob os pneus, a suspensão do carro clama por socorro, e o pedestre se equilibra entre a lama e a poeira. Essa é a realidade de quem transita pelas ruas da cidade: um verdadeiro cenário de abandono, onde as vias públicas parecem ter sido bombardeadas. No entanto, o problema maior não está no chão, mas nas cadeiras estofadas do gabinete do Prefeito e nas galerias da Câmara Municipal. Enquanto a população amarga prejuízos materiais e riscos à vida, a gestão municipal e os vereadores parecem andar de olhos vendados, ignorando o clamor de quem os elegeu.
A omissão, contudo, esbarra na lei. Manter as vias públicas seguras e transitáveis não é um favor ou uma escolha política; é uma obrigação legal e constitucional do chefe do Executivo.

O que deveriam fazer os Vereadores hoje? Esses que deveriam zelar pelo bem e direitos dos cidadãos da Cidade, nada fazem! Será que por não saberem o que fazer?

A legislação brasileira é clara ao punir a omissão do poder público. O asfalto destruído e a falta de sinalização de buracos geram responsabilidade civil e criminal direta para os gestores.

A Constituição Federal (Art. 37, § 6º): Estabelece a responsabilidade civil objetiva do Estado. Isso signif**a que o Município é obrigado a indenizar os cidadãos por danos causados pela má conservação das vias (pneus rasgados, rodas quebradas, acidentes), independentemente de o motorista provar que o prefeito teve "culpa" direta. O nexo causal entre o buraco e o dano é suficiente.

Código de Trânsito Brasileiro - CTB (Art. 1º, § 2º e § 3º): O trânsito em condições seguras é um direito de todos e um dever dos órgãos do Sistema Nacional de Trânsito. O parágrafo 3º é taxativo: Os órgãos e entidades componentes do Sistema Nacional de Trânsito respondem, no âmbito de suas competências, objetivamente, por danos causados aos cidadãos em virtude de ação, omissão ou erro na execução e manutenção de programas, projetos e serviços que garantam o exercício do direito ao trânsito seguro.

Improbidade Administrativa e Responsabilidade Criminal: Quando a omissão do prefeito e de seus secretários resulta em acidentes graves ou mortes, a situação escala para a esfera criminal. O gestor pode responder por homicídio culposo (quando não há intenção de matar, mas há negligência ou imperícia) e por crime de responsabilidade, uma vez que negligenciou a defesa dos bens e serviços de interesse público. "A estrada em questão está intransitável", buracos, caminhões que jogam os veículos pra cima dos carros pequenos pra livrar os buracos, fazem curvas comendo faixas, e idem os carros! Alta velocidade é constante na via, mesmo ela toda "ferrada".

Não existe manutenção adequada, e muito menos controle por parte do poder público. Não existe controle de velocidade e nem mesmo uma manutenção preventiva que sigam padrões técnicos que aguentem o peso e a demanda de carros passando ali. Ninguém mitigam nada!

Nesse fluxo de pensamento, nem Vereadores e nem mesmo o poder executivo municipal, controla, acompanha e cobra a SABESP sobre as PORCARIAS que fazem na rodovia. existe sim a necessidade de manutenção? Sim! Mas refazer um trabalho bem feito e que atendam regras seria fundamental. Quando arrumam, o serviço é de tão má qualidade que não dura semanas, e se chover, nem dias!

SABESP: O Jogo de Empurra e o Asfalto "Sonrisal"

a concessionária de água e saneamento (SABESP) atua frequentemente como coprodutora desse caos urbano. Tornou-se rotina: a companhia rasga o asfalto para fazer reparos na rede hidráulica e, ao finalizar, realiza um conserto improvisado. O resultado é o famoso "asfalto Sonrisal" — uma camada fina de piche de péssima qualidade que se desfaz na primeira chuva, criando crateras ainda maiores.
A legislação determina que a concessionária é obrigada a devolver a via pública no mesmo estado de conservação anterior à obra, utilizando materiais de primeira qualidade e seguindo normas técnicas rígidas de compactação do solo e pavimentação.

A fiscalização é do Município:

A SABESP não pode agir em terra de ninguém. Cabe à Prefeitura, por meio de suas secretarias de obras e posturas, fiscalizar, multar e exigir que a concessionária cumpra os contratos de concessão. Se a SABESP destrói e não arruma direito, e a Prefeitura não cobra nem multa, ambas são solidariamente responsáveis pelos acidentes que dali decorrerem.

O Silêncio Cumplice dos Vereadores

Enquanto a cidade esburacada cobra seu preço em vidas e prejuízos financeiros, a Câmara de Vereadores mantém um silêncio ensurdecedor. A principal função de um vereador, além de legislar, é fiscalizar os atos do prefeito.
Ao fingirem que o problema não existe, rejeitando requerimentos de informação, deixando de cobrar auditorias nos contratos de tapa-buracos ou se omitindo de abrir comissões de investigação, os parlamentares tornam-se cúmplices do descaso. Os olhos vendados da bancada governista e a inércia do legislativo empurram a cidade para o completo abandono.

O Poder Legislativo municipal possui ferramentas jurídicas poderosas para enquadrar o Prefeito e as concessionárias (como a SABESP) quando a cidade chega a esse estado de abandono.

Requerer, e no não cumprimento pelo poder executivo, buscar a justiça para que seja realizado o que foi requerido.

Abaixo, utilizamos das prerrogativas legais, para buscar coordenar de forma lúdica a ação dos nobres Vereadores que fazem ou se tornaram parte desse caos absurdo que vivemos, e não falamos apenas da Roque de Barros não, a Tamiro Castanho Peixoto, rua da delegacia, não tem muito tempo que foi recapeada e custou milhões. Já a Luiz Otávio de Oliveira, feito na época do Ex Prefeito Joel, está em seus 80% ainda! Obviamente que as máquinas pesadas passando ali, causam danos, por tanto a de se entender, mas já a Tamiro, Que vergonha, não?

Para quem quiser ler e cobrar seu vereador de estimação:

O Requerimento de Informação e Cobrância (A Via Administrativa)

​O primeiro passo do vereador é oficializar o caos por meio de um Requerimento de Informação (aprovado em plenário) ou de uma Indicação.
​Prazo Obrigatório: Por lei (e pela Lei de Acesso à Informação), o prefeito é obrigado a responder aos requerimentos da Câmara dentro de um prazo determinado pela Lei Orgânica do Município (geralmente de 15 a 30 days).

​Crime de Responsabilidade: Se o prefeito ignorar o requerimento, não responder no prazo ou prestar informações falsas, ele comete Crime de Responsabilidade (Decreto-Lei nº 201/1967, Art. 4º). Isso, por si só, já é motivo para a abertura de um processo de cassação do mandato do prefeito pela própria Câmara.

​2. Acionando a Justiça (Caso o Prefeito Não Faça Nada)
​Se os requerimentos forem enviados e a Prefeitura continuar de braços cruzados, os vereadores não só podem, como devem acionar o Poder Judiciário e os órgãos de controle. Eles podem fazer isso de três formas principais:

​A. Representação no Ministério Público (MP)
​Qualquer vereador (ou mesmo qualquer cidadão) pode protocolar uma representação no Ministério Público Estadual. O Promotor de Justiça tem o poder de:
​Instaurar um Inquérito Civil para investigar o descaso com a malha viária e a falta de fiscalização sobre a SABESP.
​Propor um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta): Um acordo judicial com prazos e multas diárias pesadas para que o prefeito realize as obras com material de qualidade.

​Ajuizar uma Ação Civil Pública: Se o prefeito se recusar a assinar o TAC, o MP entra com uma ação na Justiça exigindo que o juiz obrigue a Prefeitura a asfaltar as ruas, sob pena de bloqueio das contas públicas ou das verbas de publicidade do município para garantir as obras.

​B. Ação de Improbidade Administrativa
​A omissão crônica em manter os serviços básicos e a negligência na fiscalização de contratos (como o da SABESP) configuram Improbidade Administrativa (Lei nº 8.429/1992). A Justiça pode punir o prefeito com:
​Perda da função pública.

​Suspensão dos direitos políticos (ele f**a inelegível).
​Obrigação de ressarcir o erário (cofrinho público) se houver desperdício de dinheiro com o asfalto "Sonrisal" que some na primeira chuva.

​C. Denúncia ao Tribunal de Contas (TCE)
​Os vereadores podem denunciar a Prefeitura ao Tribunal de Contas do Estado para auditar os contratos de tapa-buracos. Se o Tribunal constatar que o município está pagando por asfalto de primeira, mas a prefeitura está aceitando o serviço de péssima qualidade da empresa contratada ou da SABESP, as contas do prefeito podem ser rejeitadas, o que também gera inelegibilidade.

​A Ação Coletiva da Câmara: A CPI
​Caso a omissão seja generalizada e haja suspeita de desvio de verbas ou prevaricação (quando o funcionário público deixa de fazer o seu dever por interesse pessoal), os vereadores podem se unir e abrir uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Asfalto.
​Ao final da CPI, o relatório detalhando o descaso e as provas dos acidentes causados pelos buracos é enviado diretamente ao Ministério Público para que o prefeito e os diretores da concessionária sejam processados civil e criminalmente.

​Resumo da Ópera: O vereador que diz que "não pode fazer nada porque o orçamento é do prefeito" está mentindo ou desconhece as próprias funções. Eles têm os instrumentos legais para tirar o prefeito da inércia; só falta o interesse político de usá-los.

Mas temos justos pra isso?

É isso!

By: Lays

Atenção: Alto risco de perseguição e até prisão por expor opinião e levar informação!

Imagens do Facebook

14/05/2026

Cícero João: A Irrelevância Política e o Rastro de Polêmicas

​A trajetória de Cícero João na política sorocabana assemelha-se a um "au-au que corre atrás do próprio rabo". Hoje, ele é um vereador sem expressão própria, cuja relevância parece se limitar a manobras de bastidores e à subserviência partidária. Após fracassar nas urnas como candidato a Deputado — época em que ainda flertava com a direita —, Cícero demonstrou ser o típico político que se coloca de joelhos diante das cúpulas partidárias, movido apenas pelo instinto de agradar "quem manda".

​A Falta de Identidade e o Teatro Digital

​A fragilidade de sua carreira ficou evidente em fevereiro de 2025, quando assumiu o cargo na Câmara apenas como suplente, ocupando a vaga deixada por Péricles Régis (Agir). Esse "pula-pula" de legendas corrobora a tese de que sua influência esvaziou-se.
​Na tentativa desesperada de se manter relevante, Cícero recorre às redes sociais com vídeos desconexos. Um exemplo notório é a falácia de que teria criado uma lei proibindo pedágios em Sorocaba. Ao tentar ludibriar os eleitores mais incautos com "estórias" que fogem à realidade jurídica, o vereador acaba virando motivo de chacota entre seus próprios pares. F**a o questionamento: não há ninguém ao seu redor que o alerte sobre o ridículo dessas situações?

​Telhado de Vidro e Acusações Levianas

​Recentemente, o vereador veio a público atacar Flávio Bolsonaro, acusando-o de ser miliciano e de receber fundos de bancos privados. O cinismo impressiona. Antes de apontar o dedo, Cícero João deveria esclarecer as sombras que pairam sobre sua própria biografia:

​Financiamento Suspeito: Em dezembro de 2024, surgiram notícias de que sua campanha recebeu doações de um empresário preso na Operação Tacitus da Polícia Federal, apontado como operador financeiro do PCC. Cícero se defende alegando ter uma "vida empresarial além da política", mas as conexões permanecem sob suspeita.

​Influência Regional: O que dizer de seus investimentos para eleger prefeitos em cidades vizinhas? Em Salto de Pirapora, rumores de bastidores apontam um apoio financeiro pesado a um candidato local em 2020. Qual seria o real interesse por trás dessa expansão de influência?

​Desprezo pela Vida Humana: Não podemos esquecer que, em março de 2023, ele chocou a cidade ao declarar que assassinatos de mulheres eram "normais dentro da normalidade". A tentativa de dizer que foi "mal-interpretado" não apaga o repúdio gerado por sua visão distorcida sobre o feminicídio.

Entre denúncias de ligações perigosas, declarações desastrosas e leis fictícias, Cícero João transformou seu mandato em um espetáculo melancólico. Para o bem da vida pública e do respeito ao eleitor, talvez fosse mais produtivo que o vereador se dedicasse exclusivamente às suas atividades empresariais, deixando de fazer da política o seu circo particular.

Cícero João é a piada Política da nossa região. Sugiro que ele assista aos seus próprios vídeos, peça ajuda na interpretação triste e com falta de cognição e plurais!!

Era uma cidade muito engraçada, só tinha buracos no meio das estradas. Ninguém podia entrar nela não, pq saúde não tinha...
03/05/2026

Era uma cidade muito engraçada, só tinha buracos no meio das estradas. Ninguém podia entrar nela não, pq saúde não tinha não. Ninguém podia viver ali, porque o mato vivia ali, ninguém podia brincar na praça porque os noias soltavam fumaça, brinquedos nela não tinha não, era mais quebrar a mão! (Tem de ler cantando).

Era uma vez uma cidade longínqua, onde o povo resolveu eleger o "Cadeirudo" do Interior, o famigerado "COME GENTE".

Milhões em empréstimos para um hospital que não saiu no prazo.
Descaso total com a Cidade
Denúncias de corrupção
Investigações
Perseguições que remetem ao coronelismo
Vingança

E um povo puxa s**o que se vende por oportunidades, sorrisos e medos.

Onde é a cidade? No interior do município, aos fundos dos que rodeiam São Paulo! A Capital.

Está todo mundo se olho! A relação entre Jornal local e Executivo de Salto de Pirapora levanta questionamentos sobre imp...
30/01/2026

Está todo mundo se olho!

A relação entre Jornal local e Executivo de Salto de Pirapora levanta questionamentos sobre imparcialidade. Dados do Portal da Transparência revelam repasses financeiros à mídia local; enquanto isso, gestão municipal enfrenta críticas por falta de entregas e suposta perseguição a opositores.

A proximidade entre o Jornal da Cidade Salto de Pirapora e o Poder Executivo Municipal tem sido alvo de debates na cidade. Registros obtidos junto ao Portal da Transparência detalham os lucros auferidos pelo veículo de comunicação por meio de contratos públicos, o que, para críticos da atual gestão, compromete a imparcialidade editorial necessária para informar a população.

Questionamentos sobre o Futuro Político

A narrativa de que o atual prefeito — cuja gestão de seis anos é marcada por críticas à execução de obras e ao uso dos cofres públicos — não teria intenções eleitorais para a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP) é contestada por movimentações recentes.
A instalação de um escritório político nas proximidades da Rodoviária, ostentando imagens do chefe do Executivo ao lado do Deputado Guilherme Derrite, é apontada como um indício claro de articulação para as próximas eleições. O investimento levanta o questionamento: por que estruturar tal espaço se não houvesse pretensões políticas imediatas?

Crise de Prestígio e Polêmicas Judiciais

Diferente do apoio que recebe da mídia oficialista, a percepção popular aponta para um governo desgastado. A gestão acumula polêmicas jurídicas decorrentes de uma suposta dificuldade em lidar com o contraditório. Relatos indicam que o uso de estruturas do Estado para pressionar opositores teria sido uma prática recorrente, muitas vezes contando com o apoio de setores específicos da segurança pública.

O Papel do Jornalismo Local

A crítica estende-se à postura do Jornal da Cidade, acusado por parte dos munícipes de ignorar o papel investigativo do jornalismo. Ao silenciar sobre falhas administrativas e manter um alinhamento irrestrito tanto com o Executivo quanto com o Legislativo, o veículo distancia-se dos anseios da comunidade saltopiraporense, que busca transparência e a verdade sobre seus líderes.

O povo não é b***o!

MATHEUS MARUM ABRE MÃO DA DISPUTA DE UMA VAGA NA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA

Durante interação com seguidores nas redes sociais, o prefeito de Salto de Pirapora, Matheus Marum, anunciou que não será candidato a deputado estadual nas eleições de 2026. Embora nunca tenha oficializado publicamente uma pré-candidatura, seu nome era dado como certo nos bastidores políticos da região, impulsionado por convites e pela proximidade com lideranças de destaque da política estadual e nacional.

Procurado pelo Jornal da Cidade, o prefeito explicou que a decisão foi motivada pelo compromisso assumido com a população ao disputar a reeleição. Segundo Marum, apesar dos convites recebidos e das conversas políticas realizadas, deixar a prefeitura no meio do segundo mandato não estava nos planos apresentados durante a campanha. Para ele, a coerência com o eleitorado pesou mais do que qualquer projeto pessoal.

O prefeito destacou que a escolha permite a continuidade de ações já iniciadas e a consolidação de projetos estruturantes para o município. Entre os principais compromissos do segundo mandato está a entrega do novo hospital municipal, considerado a maior obra da história de Salto de Pirapora, com impacto direto na qualidade da saúde pública. Além disso, seguem em andamento obras como a nova Unidade Básica de Saúde e a escola estadual no bairro Nova Metropolitana, além do Parque dos Ourives.

Marum também ressaltou que a gestão continuará fortemente voltada para investimentos em infraestrutura urbana, com ampliação dos recapes asfálticos, implantação de praças, parques e melhorias voltadas à qualidade de vida da população. Segundo ele, a expectativa é de um segundo mandato ainda mais produtivo do que o primeiro, com foco em resultados concretos e planejamento de longo prazo.

O Jornal da Cidade publicará ainda hoje um conteúdo completo com todos os detalhes e análises sobre a decisão do prefeito e os desdobramentos políticos para as eleições de 2026.
Jornal da CIDADE/SP

02/01/2026

Na 18ª sessão do dia 04/06/2025, o vereador BRAGA, colocou um áudio onde uma mãe reclamava do atendimento do Núcleo Coração Azul e também reclamou do não cumprimento de horário por parte de alguns servidores da câmara.
Coincidência ou não, no dia seguinte a exposição do áudio, a coordenadora do Núcleo Coração Azul já estava fora do quadro de colaboradores.
No dia 11, segundo o vereador BRAGA, todos os demais colegas no legislativo se reuniram para atacá-lo verbalmente.
Braga foi acusado de tudo, principalmente de ter causado a demissão da coordenadora do Núcleo Coração Azul.
Foi um show de desrespeito.
Bem o oposto da sessão do pedido de cassação do vereador que, conforme relato de uma mãe, houve a promessa. Este fato circulou nas redes sociais.
Houve uma denúncia com pedido de cassação contra o vereador BRAGA, onde foi mencionado muitas irregularidades do vereador, porém segundo a defesa, nada é comprovado materialmente. Uma coisa que chama atenção na denúncia contra o vereador é a acusação de ofensa aos nobres colegas.
Vejam o vídeo e vão concordar que o denunciante deixou do lado de fora da denúncia muitas coisas desrespeitosas aplicadas contra o BRAGA na 19ª sessão do dia 11/06/2025.

31/12/2025

O vereador Braga foi eleito em 2017 e reeleito em 2024 pela base do prefeito, inclusive pelo mesmo partido. Sempre esteve inserido no sistema político local, atuando dentro do jogo institucional esperado de quem integra a base governista.
Contudo, logo no primeiro semestre, esse posicionamento passou a mudar. Braga passou a discordar de determinados atos praticados pelo prefeito e optou por não se manter em silêncio. Manifestou-se contra o expressivo aumento dos salários do prefeito, do vice-prefeito, de secretários e diretores. Também enfrentou, de forma pública, a atuação de assessor parlamentar que, durante uma reunião, teria tentado influenciar vereadores a votar contra uma denúncia considerada grave — aquela que envolvia a promessa de vaga em UTI, feita por um vereador, registrada em áudio apresentado pela própria mãe da criança, que algum tempo após a promessa não cumprida veio a óbito.
Mesmo diante de pressões políticas e da inversão da ordem de votação pela presidência da Casa, Braga seguiu adiante com seu posicionamento.
Circulam comentários de que teria sido alvo de tentativas de convencimento por parte de seus pares para recuar, “voltar atrás” e se realinhar politicamente. Também se comenta, nos bastidores e corredores da cidade, que parlamentares teriam recebido supostos privilégios — ainda que não haja comprovação formal dessas informações. Braga, segundo essa mesma percepção, não recuou.
Foi nesse contexto que passou a ser rotulado por alguns como “ogro”, “Shrek” ou “ignorante”. Contudo, talvez uma definição mais adequada seja outra: SIMPRÃO.
SIMPRÃO porque fez o que deveria ser simples, mas se tornou raro na política local: não recuar.
Além disso, trouxe novas denúncias ao plenário. Apresentou o áudio de uma mãe atípica relatando o atendimento prestado por colaboradoras do Núcleo Coração Azul. Denunciou o não cumprimento de horários por servidores da própria Câmara Municipal. Fiscalizou a própria Casa Legislativa — conduta que, para alguns, mostrou-se incômoda.
Em resposta, surgiram acusações que, segundo sua defesa, não vieram acompanhadas de provas: suposto acúmulo ilegal de cargos, envolvimento com movimentos sociais, e até a atribuição de responsabilidade pela demissão da coordenadora do Núcleo Coração Azul, instalado na Escola Especial. Houve inclusive colega que lhe enviou mensagem afirmando:
“Braguinha, gosto muito de você e estou muito preocupado. Vai no gabinete do prefeito, pede desculpa e f**ará tudo bem.”
Mas o SIMPRÃO não pediu desculpas.
Não recuou.
Foi exonerado da Guarda Civil Municipal e, posteriormente, teve seu mandato cassado pelos colegas vereadores.
No uso do seu direito de fala, durante a sessão de cassação, pediu que olhassem em seus olhos e refletissem, em silêncio, quem ali teria legitimidade moral para pedir sua cassação, destacando que todos mantinham vínculos políticos diretos com o prefeito e, segundo sua manifestação, possuíam compromissos políticos com o Executivo, poupando apenas dois membros do Legislativo..
Braga já conhecia o desfecho. Sabia que estava politicamente cassado. Contudo, segundo seus advogados, tinha convicção de que o processo ocorreu em des**ordo com a legislação.
Assim, o chamado “ogro” acabou revelando, para muitos, que os verdadeiros ogros são aqueles que se afundam na lama da submissão, acreditando não haver retorno.
O Simprão vai vortá.
Vortá! Como diz o povo — porque a história, quando mal escrita, sempre pede revisão.
Essa revisão já foi iniciada, e o final ainda deverá ser reescrito.

Neste primeiro vídeo, do dia 04/06/2025, são apresentados o relato de uma mãe atípica e a denúncia sobre o não cumprimento de horário por servidores da Câmara Municipal.

Pode ser que sejam leituras difíceis. Caso não consigam avançar, temos várias edições de gibis da Turma da Mônica. Eles ...
15/12/2025

Pode ser que sejam leituras difíceis. Caso não consigam avançar, temos várias edições de gibis da Turma da Mônica. Eles não são de colorir, mas estão disponíveis para doação!

😂🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣

Estou vendo em breve a matéria: Vereadores da Cidade de Salto de Pirapora viram Piada na Cidade e a sugestão é a de que precisam ler livros 🤣😂🤣😂🤣😂

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Sorocaba, SP

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