Revolução Brasileira - Espírito Santo

Revolução Brasileira - Espírito Santo A Revolução Brasileira é uma tendência interna do Partido Socialismo e Liberdade. Venha conhecer a RB-ES!

Somos uma organização revolucionária que possui atuação partidária, sindical e estudantil em âmbito nacional.

Tese para o Congresso do PSOLO desafio dos socialistas diante da hegemonia da esquerda liberalNem as eternas ilusões do ...
18/05/2021

Tese para o Congresso do PSOL

O desafio dos socialistas diante da hegemonia da esquerda liberal

Nem as eternas ilusões do desenvolvimentismo na periferia do capitalismo, nem o retorno à conciliação de classes defendida pelo liberalismo de esquerda sob o pretexto eleitoral da luta contra o fascismo.

A única saída para os trabalhadores deste país para enfrentar - e vencer! - a guerra de classes que ganha cada dia mais força é a revolução brasileira.

Agora é a hora decisiva de assumirmos a independência de classe e o protagonismo da classe trabalhadora brasileira.

Leia, divulgue e assine a Tese da Revolução Brasileira para o 7º Congresso do PSOL.

🚩 Adiante e à esquerda, sempre!

Tese da Revolução Brasileira para o 7º Congresso do Psol 14 de maio de 2021 O desafio dos socialistas diante da hegemonia da esquerda liberal A guerra de classes ganha a cada dia maior força no Brasil. O protofascista Bolsonaro avança com decisão e êxito na execução do programa ultraliberal...

28/04/2021

O Espírito Santo está na campanha Adia Congresso PSOL 50 . Veja o que diz a militante da RB-ES Carol Franciso.

23/04/2021

NÃO É HORA DE REALIZAR O CONGRESSO DO PSOL!

Condições sanitárias não permitem, debate virtual, votação em urna presencial e limitação a 400 delegados são medidas descabidas que em nada contribuem para um PSOL 50 que seja a expressão do novo radicalismo político no Brasil, cada dia mais necessário diante da ofensiva da direita e da conciliação de classes comandada por Lula.

Não podemos manter o partido cativo das máquinas eleitorais.

Cabe ao PSOL afirmar sua vocação socialista, seu programa anticapitalista e anti-imperialista e jamais ensaiar um retorno para alianças com o petismo decadente.

Defendemos o imediato adiamento do Congresso do PSOL e convocamos todos que concordam para que assinem conosco este manifesto.

Clique e assine.

https://revolucaobrasileira.org/23/04/2021/em-defesa-do-adiamento-do-congresso-do-psol/

19/03/2021

✊ 18 de MARÇO: 150 ANOS DA COMUNA DE PARIS

Há 150 anos, a classe trabalhadora francesa tomava sua capital e estabelecia a primeira experiência de poder proletário e popular da história, conhecida como a “Comuna de Paris”.

Embora breve, essa insurreição teve grande significado para várias gerações de trabalhadores ao apresentar uma vanguarda proletária capaz de inaugurar uma nova democracia de massas como instrumento para o exercício do poder operário.

Tarefas administrativas foram diretamente entregues às mãos dos trabalhadores organizados. Os sindicatos passaram a gerir as fábricas sob o comando dos trabalhadores. Uma Guarda Nacional foi organizada para garantir o avanço e resistência da Comuna ante a reação da burguesia e da interferência estrangeira promovida pela Prússia.

A desproporção entre os comunardos e as forças reacionárias era evidente e a Comuna não pôde resistir à brutal violência que se seguiu na repressão ao movimento.

Mas, apesar de sua derrota, a herança histórica nos mostra que somente com a atuação decisiva e responsável de uma vanguarda política é possível “assaltar ao céu” e criar uma outra realidade para a classe trabalhadora.

É com o aprendizado de importantes lições como a da Comuna de Paris que a Revolução Brasileira se mostra não só possível como necessária. Não há outro caminho para a classe trabalhadora.

Vem com a gente construir a Revolução Brasileira! 🚩

09/03/2021

AS MULHERES NA LUTA PELA REVOLUÇÃO BRASILEIRA

O 8 de março, Dia Internacional da Mulher, é um momento de evidenciar a luta das trabalhadoras contra o sistema do capital – seu passado, presente e futuro. Esse sistema está fundado na apropriação privada da riqueza socialmente produzida – uma apropriação sobre o produto do trabalho, assegurada pela força da lei, mas que se quer extensiva ao corpo, à subjetividade, à vida. São muitas, portanto, as formas combinadas de exploração e opressão vividas pelas mulheres sob o capitalismo.

Mas essa história de opressão e exploração vem de longe e coincide com a história das lutas de classes, tal como Engels a analisou em “A origem da família, da propriedade privada e do Estado” (1884).

Nas sociedades que viviam sob o comunismo primitivo, os meios e os produtos do trabalho eram coletivos, possuídos em comum, numa forma de organização social que tinha por objetivo garantir a existência dos membros do grupo pela produção de valores de uso.

Com o surgimento do excedente econômico, em virtude do maior domínio sobre a natureza, surge também a possibilidade das trocas, da exploração do trabalho e de sua apropriação privada. Essa possibilidade se concretizou pela divisão da sociedade em classes sociais e pelo estabelecimento do Estado, com a função de garantir - pelo consentimento e pela força – a conversão da divisão sexual do trabalho entre homens e mulheres, no interior do núcleo familiar, em divisão entre trabalho produtivo e trabalho doméstico e, por conseguinte, entre trabalho intelectual e trabalho manual.

Tais fundamentos, presentes nas sociedades pré-capitalistas, serão repostos e desenvolvidos pelo capitalismo, com níveis cada vez maiores de contradição e antagonismo entre o avanço das forças produtivas e permanência das relações de produção. Por isso, como observou Marx, a relação entre homens e mulheres reflete o nível de desenvolvimento das sociedades humanas. Em seus "Manuscritos econômico-filosóficos" (1844), ele já afirmava: “a relação imediata, natural, necessária, do homem com o homem é a relação do homem com a mulher”.

Portanto, é fundamental ter em vista as conquistas alcançadas pelas mulheres em países que vivenciaram processos revolucionários, orientados à libertação nacional e à construção do socialismo. Um exemplo é Cuba: desde a Revolução Cubana (1959), as mulheres tiveram melhorias concretas na diminuição das desigualdades sociais e das injustiças, na oferta dos serviços públicos e no usufruto de direitos sobre o próprio corpo, como o ab**to sem restrições, que para as mulheres das nações capitalistas - mesmo as mais avançadas - ainda é algo distante.

Basta ver o caso do Brasil. Nosso país, além de subdesenvolvido e dependente, passa por uma profunda crise econômica que reflete diretamente na mulher trabalhadora, mais afetada que o homem. Segundo o IBGE, mais de 31% das mulheres desempregadas em 2019 já estavam nessa condição há pelo menos dois anos e outras 16,3% há um ano. Entre os homens desempregados, essas proporções foram, respectivamente, de 23% e 13,5%. Uma situação agravada pela catástrofe sanitária da pandemia somada à crise cíclica do capitalismo que se estende desde 2008, com um imenso rastro de destruição.

Diante de tudo isso, a esquerda liberal segue repetindo os erros táticos cometidos no período anterior e que culminaram na vitória eleitoral e política de Bolsonaro. Como consequência desses erros, não houve acúmulo de força para as lutas de hoje; não houve ganho organizativo para a constituição de um partido revolucionário; não houve ganho de consciência para a classe trabalhadora.

Com a política ultraliberal do governo protofascista, a situação das mulheres na sociedade de classes piorou dramaticamente, a olhos vistos; em paralelo, o sistema político e as empresas assimilaram de bom grado a demanda crescente por representatividade e o discurso do empoderamento feminino, sem sequer arranhar o nervo da propriedade do grande capital. A imensa maioria das mulheres brasileiras seguem carregando o fardo de sobreviverem à maior crise da história recente desarmadas, alheias à redução dos seus dilemas à pauta identitária, subrepresentadas pelos feminismos de toda ordem.

O feminismo surgiu como ideologia burguesa e assim permanece, não tendo, em si, potencial de universalidade capaz de mobilizar e municiar o conjunto das classes subalternas. Suas "ondas" são apenas efeitos disso, das clivagens que o pretenso universalismo burguês não consegue suprimir. Suas expressões atuais estão todas reduzidas ao identitarismo, definido pela fragmentação tática, pelo seccionalismo - mais do que pelas identidades militantes construídas pelas lutas contra opressões ou pelo enfrentamento dessas opressões dentro da ordem do capital.

Só o socialismo é capaz de oferecer uma alternativa real contra as formas de exploração e opressão dominantes, em virtude de sua perspectiva universal, de emancipação humana - portanto, de superação de toda e qualquer forma de dominação, exploração e opressão produzidas e reproduzidas pelo sistema do capital. E entre nós - que vivemos em países dependentes, subdesenvolvidos e periféricos – o socialismo está lastreado na tradição do nacional-popular, do nacionalismo revolucionário.

Viva as mulheres, trabalhadoras e revolucionárias. Viva a Revolução Brasileira!

QUANDO A PREFERÊNCIA É PELA SAÚDE DO GADO E NÃO PELA SAÚDE DO POVO, SÓ NOS RESTA ORGANIZAR A REVOLTANum país onde seus i...
26/02/2021

QUANDO A PREFERÊNCIA É PELA SAÚDE DO GADO E NÃO PELA SAÚDE DO POVO, SÓ NOS RESTA ORGANIZAR A REVOLTA

Num país onde seus industriais preferem vender suas empresas e ganhar dinheiro sem risco com títulos da dívida pública, os efeitos são dois: a desindustrialização do Brasil, que destrói os empregos nos centros urbanos onde vivem mais de 80% da população, e 100% do PIB comprometido para pagar a dívida pública.

Hoje, a participação da indústria no PIB brasileiro é 9% menor do que na década de 70. Tal recuo abre espaço aos latifundiários que hoje ditam os rumos da economia do país e pretendem transformar o Brasil em uma grande fazenda, intenção bem sintetizada no bordão da Rede Globo “Agro é Tech, Agro e Pop, Agro é Tudo”. Outro exemplo de controle dos latifundiários, na economia e na política foi a disputa da presidência da Câmara dos Deputados entre dois representantes da categoria: Baleia Rossi e Arthur Lira.

É assim, abrindo mão da indústria e tornando o agronegócio o grande motor do país, que aprofundamos o subdesenvolvimento e a dependência da nação. Ou seja: ciência pra quê? Só se for para garantir mais lucro com o rebanho, claro.
O ATAQUE À CIÊNCIA E O EFEITO SOBRE A PESQUISA
Entre 1999 e 2019, o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) arrecadou 62,2 bilhões de reais. Historicamente, os recursos sofrem bloqueios para a União fazer caixa em períodos de rombo nas contas públicas como agora. Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), cerca de 25 bilhões de reais do FNDCT foram retidos desde 2010, relembrando ser este o ano do ajuste fiscal do governo Dilma. Em 2020, dos quase 7 bilhões de reais arrecadados pelo fundo para investimentos em pesquisa, apenas 13% ficou disponível para uso, isso no ano da pandemia do Covid-19.

F**a evidente que a burguesia do agronegócio exige, diante da crise do sistema capitalista aprofundada pela Covid-19, que os setores de seus interesses continuem produzindo, entre outras coisas, as vacinas para seu rebanho, ao mesmo tempo em que se une à burguesia mercantil e industrial para impedir a interrupção das atividades, obrigando milhares todo dia a se exporem ao risco de contaminação em transportes lotados.

Em um país dependente, com superexploração dos trabalhadores e possuindo um exército de reserva de dezenas de milhões, que diferença fará para os ricos a morte de algumas dezenas de milhares?

A visão tradicional das elites brasileiras enxerga nosso povo como carvão que só serve para ser queimado na fornalha da produção de riqueza para os ricos.

Diante deste quadro em que a burguesia industrial abre mão de pensar alternativas para o desenvolvimento, em que o latifúndio toma o centro do poder e só pensa em queimar a Amazônia, o Pantanal e nos envenenar com agrotóxicos, tudo isso regido por um sistema político que através do poder do dinheiro ou do controle de igrejas impede a eleição de representantes dos reais interesses da classe trabalhadora, só nos resta organizar a população sem vender falsas ilusões, ou seja, dizendo que a superação desta ordem só será possível com a Revolução Brasileira, na construção de um país soberano, independente e com a participação efetiva do povo na política levando ao rompimento completo com o atual sistema apodrecido e superexploratório num caminho oposto ao narrado pela reportagem da BBC News.

Na página da Revolução Brasileira - Rio de Janeiro tem uma análise um pouco mais completa sobre o tema elaborada pelos militantes Roberta Moreira PSOL e Heitor Silva.

Leia, analise, debata e venha conosco. Vamos juntos construir a Revolução Brasileira! 🚩

Para o Instituto Butantan, retomada do investimento na produção nacional evitaria tamanha dependência de importações numa pandemia. Mas há quem argumente que é mais barato e vantajoso para o Brasil importar insumos e vacinas da China e da Índia do que tentar garantir a autossuficiência.

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Vitória, ES

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