14/05/2021
QUAL O FIM DO RESTAURANTE GIRATÓRIO DE VITÓRIA?|
Muitos que passam pela cidade de Vitória, no ES, ainda questionam sobre o que seria esse grande 'elefante branco', ou essa 'nave espacial' capixaba, acima do 12° andar de um prédio localizado numa das principais avenidas da capital.
Abaixo, veja uma linha do tempo com as polêmicas em torno do espaço que hoje já possui utilidade.
📍Em 2011, a obra com custo inicial de R$ 8 milhões começou a ser construída. O projeto arquitetônico se tornaria um restaurante com piso giratório e visava se tornar um potencial ponto turístico da capital.
📍 Em 2013, após a montagem do esqueleto da estrutura, momento em que ficou conhecida como ' espaço nave', as obras foram interrompida para reavaliar a complexidade do projeto. Permanecendo nessa condição por meses até que os engenheiros reduzissem todos os cálculos. O projeto precisou de mais recursos para novas adequações.
📍Em 2015, a obra parou após laudos técnicos e um relatório da Controladoria-Geral da União apontarem falhas no projeto e problemas na segurança. Neste mesmo ano, a somatória de investimentos do espaço já passava de 17 milhões.
📍 Ainda em 2015, foi constatado que a obra f**aria pronta no início de 2016, no entanto, o custo total seria de R$ 26 milhões.
📍Em 2016, foi feita uma nova análise e anunciado que o espaço apresentava segurança necessária para construção um centro cultural, no entanto, a ideia foi abandonada meses depois. No mesmo ano, a TCU determinou ao Findes que fosse feita a devolução de R$ 11,8 milhões do valor recebido.
📍No ano de 2018, novamente surgiram articulações sobre a inviabilidade da obra e necessidade de nova readequação do espaço.
📍Em 2019, 12 anos depois do projeto, o FINDESLAB finalmente foi finalizado e inaugurado. Custo total, com acabamento e equipamento, passou de R$ 30 milhões.
📊 O laboratório faz parte do programa de Inovação da Indústria Capixaba e tem como objetivo apoiar empresas e empreendedores no desenvolvimento de inovações da indústria, alcançando patamares mais elevados no cenário nacional.
A proposta é movimentar o desenvolvimento de novas indústrias num prazo de 10 anos.