02/03/2017
MUNÍCIPES TOMAM A PALAVRA NA SESSÃO DE 27 DE FEVEREIRO
A Sessão da Assembleia Municipal de 27 de fevereiro foi marcada por várias intervenções do público. Uma afluência, diga-se, que tem vindo a evoluir em crescendo, revelando que a cidadania começa a ter vez e voz no que respeita ao interesse público.
Alberto Mello, aliás, por diversas vezes tem vindo a fazer apelos à participação dos praienses para, num grande djunta mon entre os poderes públicos e os cidadãos, se construir uma capital cada vez mais digna do país.
Para além da participação dos munícipes, foi feita a apresentação e apreciação do Relatório de Atividades referente a 2016 e deliberações que fixam o salário do Secretário Municipal e autorizam a CMP à alienação de um terreno, onde se encontra implantado o Chafariz de São Francisco, a favor da Diocese de Santiago.
As preocupações dos munícipes distribuem-se por várias áreas com o estacionamento no Platô e a parceria da CMP com a EMEP a merecerem nota negativa de Sandra Moniz. Segunda esta munícipe, a Câmara não acautelou os direitos dos moradores.
Maria de Lurdes Sanches questionou a Câmara sobre a data em que se pretende avançar com o calcetamento das ruas de Ponta d’Água, e Fátima Fialho pediu que seja efetuado, o mais rapidamente possível, o acesso a Cova Minho.
José Lino Furtado queixou-se da lentidão dos serviços, revelando estar desde há oito meses sem qualquer resposta, e insurgiu-se contra o facto de Fundo Cobom ter um grande depósito de lixo. Dionísio Moreno, por sua vez, alertou para o facto de haver muitas casas com o teto degradado, em Eugénio Lima, e quis saber para quando uma data de calcetamento das ruas.
O munícipe Salvador Hopffer queixou-se do ruído provocado pelos espetáculos do Parque 5 de Julho, que se prolonga até às 06h00 da manhã, e chamou a atenção para a necessidade de se reparar a passadeira de peões, no local, mas também a da rua do Hospital Agostinho Neto.
Mário Aguiar quer ver a praça onde f**a a Tiver concluída, e alerta para a necessidade de iluminação em todas as praças da cidade, defende que, em termos de segurança, deve haver coordenação com a Polícia Nacional e quis saber informações sobre o projeto Djeu e o Palácio de Convenções, e defendeu a fiscalização rigorosa dos espaços de venda ao público. No mesmo sentido foi Bela Aguiar, defendendo a necessidade de fiscalização da Praça da Ribeira, a pintura de passadeiras, propondo, ainda, a realização da competição Taça do Município, envolvendo seleções de futebol estrangeiras.
Maria Alice Barbosa deu os parabéns à Câmara pelo trabalho que tem vindo a efetuar, mas também chamou a atenção para o facto de automobilistas utilizarem a rua pedonal para estacionamento e para a excessiva velocidade dos autocarros. A munícipe alertou, ainda, para a necessidade de fiscalização das vendedeiras, que se encontram em situação de violação das posturas municipais.
O munícipe Emiliano Barbosa parabenizou a Câmara pelo trabalho de calcetamento em Achada Grande e alertou para a urgência em dar solução a uma vala cheia de lixo, na Várzea. Pediu, de igual modo, a asfaltagem das principais ruas do bairro, o calcetamento de artérias secundárias, bem como uma linha de autocarro, e a drenagem e saneamento de algumas valas.