JPAI Nacional - Juventude do PAICV

JPAI Nacional - Juventude do PAICV Página Oficial da JPAI - Juventude do PAICV (Partido Africano da Independência de Cabo Verde) Fundada em 01 de Outubro de 1995, em São Vicente.

ORGANIZAÇÃO DA JUVENTUDE DO PARTIDO AFRICANO DA INDEPENDÊNCIA DE CABO VERDE. Propõe-se defender os interesses da juventude cabo-verdiana e se empenhar na construção de uma sociedade com liberdade, igualdade, democracia, desenvolvimento e justiça social. OBJECTIVOS

a) Contribuir para o aprofundamento e o reforço do exercício da cidadania;

b) Promover a participação dos jovens na vida política;



c) Contribuir para o desenvolvimento da consciência participativa da juventude no processo de desenvolvimento;

d) Contribuir para a criação do espírito de solidariedade e do voluntariado juvenil;

e) Contribuir para a resolução dos principais problemas que afectam a camada jovem;

f) Estudar e tomar posição sobre os factos relevantes da política local, nacional e internacional e, de um modo geral, defender perante os órgãos de poder os interesses da juventude;

g) A defesa da democracia, lutando pela maior participação popular nos movimentos sociais organizados buscando, como meio, provocar mudanças necessárias para o desenvolvimento

RELAÇÃO COM O PAICV

A JPAI é uma organização de Juventude do PAICV e nele se enquadra política e ideologicamente. A JPAI goza de autonomia organizativa e de acção administrativa e patrimonial, respeitando o Programa e os Estatutos do PAICV. IUSY
A JPAI é membro de pleno direito da União Internacional de Jovens Socialistas (IUSY). MEMBROS
É membro da JPAI todo o jovem cabo-verdiano com idade compreendida entre os 16 e os 35 anos de idade e que, tendo manifestado a sua vontade de ingressar, aceita os presentes Estatuto. Podem inscrever-se ainda, jovens cidadãos dos estados membros da CEDEAO e da CPLP, residindo legalmente em Cabo Verde;
A admissão como membro é aceite pela Assembleia de Núcleo, após o preenchimento de uma ficha individual de inscrição, ao qual corresponde o respectivo cartão de membro.

Caros jovens, membros da comunicação social,É com orgulho e satisfação que a JPAI-Boa Vista se dirige a vocês para sauda...
26/03/2025

Caros jovens, membros da comunicação social,

É com orgulho e satisfação que a JPAI-Boa Vista se dirige a vocês para saudar e parabenizar a cidade de Sal Rei por ter sido escolhida como Capital Cabo-Verdiana da Juventude 2025.

Esta distinção representa um marco importante para a nossa ilha e para a juventude boa-vistense, que há muito luta pelo reconhecimento do seu talento, potencial e dinamismo a nível nacional.

Contudo, este momento de celebração vem acompanhado de uma enorme responsabilidade. Ser Capital Cabo-Verdiana da Juventude não pode ser apenas um título vazio, mas sim um compromisso real com os jovens da nossa ilha. Esta deve ser uma oportunidade para colocar a juventude da Boa Vista no centro das decisões, dinamizar o desporto, a cultura, o empreendedorismo e garantir que os jovens tenham igualdade de acesso às mesmas oportunidades que os de outras ilhas.

Infelizmente, aquilo que deveria ser um momento de união e celebração ficou marcado por um gesto inaceitável do Governo, representado pelo Ministro da Juventude e Desporto. Pela primeira vez, o Ministro da Juventude escolheu não estar presente no ato de abertura desta distinção tão importante.

Esta ausência não é um mero acaso. É um reflexo do total desinteresse que este Governo tem demonstrado para com os jovens da Boa Vista. Durante anos, a nossa ilha tem sido marginalizada nas políticas públicas para juventude. O que vimos é apenas mais uma prova desse abandono.

A JPAI-Boa Vista exige um compromisso concreto do Governo com a juventude da nossa ilha. Queremos ação, queremos resultados, queremos respeito!Ser Capital Cabo-Verdiana da Juventude não pode ser apenas um evento simbólico. Deve ser o ponto de viragem para que a juventude da Boa Vista finalmente tenha o reconhecimento e as oportunidades que merece.

Muito obrigado! Marco André Membro da JPAI – Boa Vista - Juventude do PAICV

04/01/2025
18/12/2024
06/12/2024

PRESIDENTE DO PAICV FAZ AVALIAÇÃO DA GRANDE VITÓRIA CONQUISTADA NAS AUTÁRQUICAS 2024, APÓS REUNIÃO DA COMISSÃO PERMANENTE DO PARTIDO

Na sequência das eleições autárquicas, do passado 1 de dezembro, o PAICV reuniu, ontem, 05 de dezembro, a sua Comissão Permanente, para fazer uma primeira avaliação dos resultados.

A Comissão permanente saudou o nível de maturidade dos eleitores cabo-verdianos que participaram de forma cívica, ordeira e disciplinada, dando exemplo aos atores políticos de que as escolhas e as preferências não devem ser um fator de divisão das pessoas que devem, de forma livre, exercer o seu direito de voto.

A Comissão Permanente saudou igualmente as candidaturas de todos os quadrantes políticos, que com a sua participação contribuíram para o enriquecimento do mosaico da participação política e para o crescimento e robustecimento da nossa democracia, que saiu reforçada destas eleições do passado domingo.

A Comissão permanente tomou conhecimento de todos os dados que se relacionam com a participação neste pleito eleitoral que conduziu o PAICV a uma vitória extraordinária, que o catapultou para a condição de maior partido autárquico de Cabo Verde.
Com efeito, estes resultados configuram uma grande vitória do PAICV que conquistou 15 das 22 Câmaras municipais, para além da melhoria da sua representatividade em, praticamente, todas as Assembleia Municipais e da sua participação nos órgãos executivos partilhados com outras forças políticas.

O PAICV inclusive ganhou em municípios considerados bastiões do seu maior adversário político, mudando de forma expressiva o panorama político nacional e demonstrando, claramente, que o poder é do povo e que não há detentores eternos do poder.

A Comissão Permanente saudou todo o empenho e esforço desenvolvido pelos órgãos nacionais que planificaram, a tempo, estas eleições e fizeram uma gestão profissional de todo o processo, desde a escolha democrática dos candidatos para presidir as Câmaras e as Assembleia Municipais, privilegiando a negociação e o diálogo, em estreita sintonia com as estruturas regionais.

A Comissão Permanente enalteceu o trabalho da Comissão Coordenadora das autárquicas que implementou, com mestria, as orientações do Conselho Nacional emitidas com muito tempo de antecedência e as pilotou, ao pormenor, para garantir as condições fundamentais para o sucesso desta jornada eleitoral.

A Comissão Permanente felicitou o esforço dos órgãos e dirigentes nacionais no sentido de manter o partido unido, aproveitando todas as disponibilidade e todas as capacidades para a materialização da meta fixada pelos órgãos competentes.

A Comissão Permanente considerou que, para o sucesso destas eleições, foram importantes a grandeza do Partido, a qualidade das listas, a força das mensagens, a persistência e o esforço na luta, a união na ação quotidiana, a tenacidade, a qualidade da campanha, e também, a humildade, o propósito e a força do trabalho colaborativo e cooperativo de todos.

A Comissão Permanente considera também que os resultados destas eleições configuram, uma grande censura ao governo, desaprovando o rumo a que o país tem sido conduzido e condenando as práticas de ausência de diálogo, de intolerância e de intransparência na gestão da coisa pública.

A Comissão Permanente considerou que a ideia de vencer as autárquicas e mudar o rumo do país deve ser continuada, com serenidade e diálogo, sem precipitações, para se continuar a mobilizar todas as vontades e não defraudar a confiança que os cabo-verdianos demonstraram ter neste partido que se inspira nos ideais do pai fundador que é Amílcar Cabral.

Neste particular, a Comissão Permanente exorta todos os militantes e amigos a continuarem a manter acesa a chama do centenário do pai da nacionalidade, bebendo na fonte das suas ideias partilhadas um pouco por todo o mundo.

A Comissão Permanente saúda os recém-eleitos e exorta-os a protagonizarem uma governação com humanismo, com forte sentido patriótico, de rigor e transparência na utilização dos recursos públicos, com inovação e com um profundo espírito de servir aqueles que os elegeram.

Por último, a Comissão Permanente exorta todos a fazerem desta grande vitoria do PAICV uma rampa de renovação dos compromissos com os cabo-verdianos para a construção de uma sociedade mais justa, mais livre, mais inclusiva, com mais solidariedade e com oportunidade para todos.

Mensagem do Presidente do PAICV, Camarada Rui Mendes Semedo, à propósito dos resultados das eleições autárquicas de 1 de...
04/12/2024

Mensagem do Presidente do PAICV, Camarada Rui Mendes Semedo, à propósito dos resultados das eleições autárquicas de 1 de dezembro de 2024:

Cabo-verdianas e cabo-verdianos, munícipes de todas as origens, aceitem os nossos sinceros agradecimentos pela confiança que depositaram no PAICV, o grande Partido, que tenho a elevada honra de liderar.

04/12/2024

Precisávamos desta mudança, e o povo de Cabo Verde expressou firmemente essa sua vontade nas urnas. Aos nossos candidatos vitoriosos, os nossos mais sinceros parabéns! Esta vitória é o reflexo da confiança depositada em todos vocês e no projeto que representa o futuro das nossas comunidades.

Viva PAICV
Viva Cabo Verde

04/12/2024

MENSAGEM DO PRESIDENTE DO PAICV NO ENCERRAMENTO DA CAMPANHA ELEITORAL PARA AS ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS 2024

Entramos no último dia da campanha para as autárquicas de 2024.
Provamos que somos um grande partido protagonizando uma campanha extraordinária, com cor, brilho, entusiasmo, com ideias e propostas claras, com um elevado sentido de responsabilidade e com contactos diários com os eleitores, levando uma mensagem de paz, de estabilidade e de concórdia, mas também de uma grande esperança neste país que é de todos nós.

Apresentamos listas de homens e mulheres competentes, motivados, cientes dos desafios de uma governação local voltada para servir as pessoas, aproveitando todas as potencialidades locais, despertando o interesse de participação, libertando as energias e forças positivas e contribuindo para o bem-estar e para a melhoria progressiva das condições de vida das pessoas.

Testemunhamos que as pessoas não estão satisfeitas com uma governação central insensível, injusta, cansada, esgotada e que se baseia na propaganda e que faz um esforço titânico para se manter no poder, a qualquer custo.

Testemunhamos que as pessoas estão fartas do abandono a que foram votadas e que estão sedentas de um novo rumo para as suas vidas e de um novo poema que as levam a renovar as esperanças, a revitalizar as bases de confiança e a fazer renascer os sonhos de uma vida de progresso e conforto.

As pessoas estão a vivenciar vários dramas conjugados com impactos desastrosos nas suas vidas como o desemprego, a falta de rendimentos ou os baixos rendimentos, o aumento do custo de vida e a diminuição do poder de compra, a degradação das condições de vida, a dificuldade de acesso a bens essenciais, a ausência de investimentos para melhorar o seu nível de conforto, a falta de políticas para viver com dignidade para além do caos no sistema de transporte, a intransparência na gestão dos recursos do Estado e a ausência total do diálogo com as diferentes classes profissionais.

Demos corpo à ideia de cidades justas o que implica desenvolver as bases para um desenvolvimento inclusivo, com crescimento robusto, com justiça social, com solidariedade, com um forte humanismo, que gera emprego, permite o acesso a rendimentos e cria oportunidades para todas as pessoas.

Enfrentamos, por outro lado, um governo que quer utilizar o poder para se manter no poder, a qualquer custo, que deixou de governar e colocou todos os seus principais atores no terreno, em campanha eleitoral, utilizando, muitas vezes, os recursos públicos e os meios do Estado, distorcendo as regras do jogo democrático e desvirtuando a qualidade da democracia.

Nestas jornadas o Governo deixou cair a máscara, declarando claramente que quer governar apenas com os da sua cor política, desdobrando-se em propostas, instrumentalizando os programas e projetos para influenciar os resultados eleitorais e manipulando as prestações sociais das pessoas mais vulneráveis com desinformação, chantagens e ameaças.

Presenciamos no terreno e nos palanques dos comícios o Ministro da Administração Interna que deveria estar a cuidar da segurança do país neste momento sensível das eleições onde os ânimos poderão estar mais exacerbados.

Vimos a Ministra da Justiça, que tutela um dos principais serviços de apoio ao processo eleitoral, a DGAPE, em campanha desenfreada contra o candidato do PAICV na Praia, desmerecendo a confiança e colocando em causa a lisura de um processo que deveria estar acima de qualquer suspeita.

Nos últimos dias o responsável do NOSI, que gere a plataforma de recolha e divulgação de dados eleitorais, também foi visto em campanha eleitoral a favor de um dos candidatos ventoinhas, gerando desconfiança e minando as bases de credibilidade de uma instituição com papel importante no desfecho eleitoral.

O Primeiro-Ministro continuou com a sua obsessão de ganhar a Praia, “custe o que custar”, num claro atentado à democracia e num desrespeito total à vontade e às preferências dos eleitores à liberdade de escolha livre, justa e transparente.

Todas estas ações podem ser enquadradas numa estratégia desesperada de reverter a imagem negativa do Governo e das candidaturas que suporta para ver se consegue alterar a vontade do povo que já demonstrou querer penalizar esta governação de costas voltadas para as pessoas.

Por tudo isso, em primeiro lugar, saudamos às cabo-verdianas e aos cabo-verdianos pela postura cívica exemplar, serena e responsável nesta campanha eleitoral e, em segundo lugar, lançamos um forte apelo para que todos se dirijam às urnas para exercer a sua cidadania e a não se abster de utilizar o seu poder de escolha e de decidir os destinos do país.

Nunca o exercício do voto foi tão importante como agora porque o voto do dia 1 de dezembro é simultaneamente um voto de indignação, de revolta e de inconformismo com relação à situação atual, mas também um voto de esperança e um voto de solidariedade para todos aqueles que têm sofrido com os desmandos desta governação.

É um voto de solidariedade para com uma população vítima de abandono do Governo, para com os professores e toda a classe docente, para com os médicos e enfermeiros e todos os profissionais da saúde, para com os guardas prisionais que esperam a regularização da sua situação, para com os oficiais da justiça, de solidariedade para com todos os funcionários públicos, mas também para com os desempregados e para com as famílias que passam por privações diversas.

Agradecemos a todas as nossas equipas de campanha de S. Antão à Brava, pela entrega, pela dedicação, pela qualidade da campanha, pela dedicação. O trabalho tem que ser continuado até ao fim para se garantir a concretização de toda a manifestação de apoio expressado durante os contactos.

Vamos todos votar para reforçar as bases das nossas liberdades, para consolidar a nossa democracia e para o reforço do poder local que se quer mais livre, mais robusto, mais autónomo, mais democrático, mais empreendedor e voltado para a realização do bem comum.

O Governo precisa de uma lição e esta votação deve ser esclarecedora da necessidade de um novo rumo para este país.

Viva a liberdade
Viva a democracia
Viva Cabo Verde

25/11/2024
24/11/2024
22/11/2024

Endereço

Avenida Amílcar Cabral, N°22 – Plateau
Praia

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