Rassemblement Citoyen Pour Awala - Yalimapo

Rassemblement Citoyen Pour Awala - Yalimapo Notre mouvement travaille à améliorer la qualité de vie et garantir l'épanouissement des habitants de la commune.

18/11/2025

🌳 En marge de la conférence internationale sur le climat à Belém, près de 50 000 personnes ont défilé ce week-end, dont une petite délégation autochtone venue de Guyane.

Les représentants Téko et Kali’na ont dénoncé l’absence des peuples autochtones dans les négociations officielles, malgré l’impact du changement climatique sur leurs communautés : sécheresses inédites, submersions marines ou pollution des eaux.

« On nous met à l’écart alors que nous vivons la réalité de l’Amazonie », regrette Nicolas Chaumier, habitant d’origine Téko de Camopi. Les Guyanais appellent aussi la France à ratifier la convention 169 de l’OIT, qui protège les droits des peuples indigènes.

🔗 Lire l’article : https://www.peyiguyane.com/post/environnement/cop30-les-autochtones-de-guyane-denoncent-leur-invisibilite-1763496326

18/11/2025
12/11/2025
01/11/2025
01/11/2025

🚨O alerta de um possível suicídio coletivo em uma comunidade Guarani-Kaiowá, no Mato Grosso do Sul, levou o governo federal a intervir em um dos conflitos fundiários mais antigos e violentos do país. Os indígenas reivindicam a área ocupada (“retomada”) Guyraroká, no município de Caarapó, também cobiçada por produtores rurais.

Em 16 de outubro, a tropa de choque da PM (Polícia Militar) escoltou tratores de fazendeiros para o replantio e usou balas de borracha e gás lacrimogêneo contra os indígenas. Segundo lideranças, nove pessoas teriam ficado feridas, entre elas um adolescente de 14 anos atingido na cabeça, e três mulheres grávidas teriam passado mal por causa da fumaça. Nove dias depois, os indígenas ocuparam e incendiaram a sede da fazenda onde ocorreu o conflito.

Após a escalada da violência, o diretor do departamento de mediação conflitos do MDA (Ministério do Desenvolvimento Agrário), Leador Machado, contou à Repórter Brasil que lideranças indígenas e um ancião de 106 anos manifestaram a disposição de morrer na terra, caso a polícia voltasse a agir na área.

O caso está no radar de representantes da Comissão Nacional de Enfrentamento à Violência no Campo, ligada ao MDA, que passaram esta semana visitando comunidades indígenas e se reunindo com representantes das forças de segurança pública do governo sul-mato-grossense.

“Eles estão no limite. São um povo triste, acuado, que insinua a possibilidade de sucídio coletivo”, afirma Machado. “Para eles, morrer é lançar a semente de novas retomadas”, completa.

A fala dos indígenas aos representantes do governo federal remeteu à carta de 2012 da comunidade Pyelito Kue. O documento assinado pelos Guarani-Kaiowá gerou comoção ao pedir que a Justiça decretasse a “morte coletiva” em vez do despejo. “Já perdemos a esperança de sobreviver dignamente. Queremos ser enterrados junto aos nossos antepassados”, escreveram os indígenas na ocasião.

🔗Leia a reportagem completa em https://bit.ly/4nxzkEz

📸Lídia Farias/Cimi/Divulgação

29/10/2025
23/10/2025

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