CDS Açores

CDS Açores Bem-vindo à página oficial do CDS-PP Açores. Partido do Centro Democrático e Social / Partido Popular.

O Partido do Centro Democrático e Social (CDS) foi fundado em 19 de Julho de 1974, "correspondendo ao apelo de amplas correntes de opinião pública, abrindo-se a todos os democratas do centro-esquerda e centro-direita": entre as personalidades que subscreveram a sua Declaração de Princípios contavam-se Diogo Freitas do Amaral, Adelino Amaro da Costa, Basílio Horta, Vítor Sá Machado, Valentim Xavier

Pintado, João Morais Leitão e João Porto. Os primeiros meses de actividade caracterizaram-se por um esforço de implantação e esclarecimento, dificultado e impedido pelo clima de instabilidade, violência e anarquia que se vivia no país, que culminaria nos assaltos à sede do Partido em 4 de Novembro de 1974 e em 11 de Março de 1975. Em 13 de Janeiro de 1975, cumprindo a lei dos partidos políticos, o CDS entregou ao Supremo Tribunal de Justiça a documentação necessária à sua legalização.

👉🏼 𝗖𝗗𝗦 𝗮𝗽𝗼𝗻𝘁𝗮 𝗦𝗮𝘂́𝗱𝗲, 𝗛𝗮𝗯𝗶𝘁𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼, 𝗘𝗻𝘃𝗲𝗹𝗵𝗲𝗰𝗶𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼 𝗲 𝗖𝘂𝘀𝘁𝗼 𝗱𝗲 𝗩𝗶𝗱𝗮 𝗰𝗼𝗺𝗼 𝗽𝗿𝗶𝗼𝗿𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲𝘀 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗼 𝗣𝗹𝗮𝗻𝗼 𝗲 𝗢𝗿𝗰̧𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼 𝗱𝗲 𝟮𝟬𝟮𝟳🫆 O ...
08/09/2026

👉🏼 𝗖𝗗𝗦 𝗮𝗽𝗼𝗻𝘁𝗮 𝗦𝗮𝘂́𝗱𝗲, 𝗛𝗮𝗯𝗶𝘁𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼, 𝗘𝗻𝘃𝗲𝗹𝗵𝗲𝗰𝗶𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼 𝗲 𝗖𝘂𝘀𝘁𝗼 𝗱𝗲 𝗩𝗶𝗱𝗮 𝗰𝗼𝗺𝗼 𝗽𝗿𝗶𝗼𝗿𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲𝘀 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗼 𝗣𝗹𝗮𝗻𝗼 𝗲 𝗢𝗿𝗰̧𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼 𝗱𝗲 𝟮𝟬𝟮𝟳

🫆 O CDS apresentou esta segunda-feira ao Presidente do Governo Regional e ao Secretário Regional das Finanças as principais prioridades que considera deverem estar refletidas no Plano e Orçamento dos Açores para 2027, com particular incidência na resposta à transição demográfica, no Apoio aos Idosos, na Habitação, na Saúde e no combate ao aumento do custo de vida.

🟢 No final da audiência realizada no Palácio de Sant’Ana, no âmbito da preparação dos documentos orçamentais para o próximo ano, o Secretário-Geral do CDS/Açores, Pedro Pinto, acompanhado por Emanuel Barcelos, membro da Comissão Política Regional, salientou que 2027 será o primeiro ano após o ciclo de investimentos financiados pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), mas frisou que o investimento público não termina com o fim daquele instrumento.

🗣️ “A vida não pára porque deixou de haver PRR. O Governo continuará a dispor de verbas para investimento público e é necessário definir claramente as prioridades estratégicas para o próximo ano”, afirmou Pedro Pinto.

🏠 Entre as prioridades apresentadas pelo CDS está a continuação do investimento público na habitação, não apenas dirigido à habitação social, mas também às dificuldades sentidas pelos jovens e pela classe média no acesso a uma casa.

🎯 Pedro Pinto salientou que os atuais preços do mercado habitacional são incomportáveis para muitos jovens que terminam a sua formação, pretendem iniciar a vida profissional, constituir família e fixar-se nos Açores.

🗣️ “O mercado da Habitação hoje não é o mesmo de há dez anos. Temos de adaptar as políticas públicas a esta nova realidade e reforçar uma política de habitação pública que responda também às necessidades da classe média”, defendeu.

🩺 Na área da Saúde, o CDS reconhece a dimensão dos investimentos realizados através do PRR, mas considera necessário dar continuidade à modernização das infraestruturas do Serviço Regional de Saúde.

🏥 Entre os investimentos apontados estão a remodelação dos centros de saúde de Angra do Heroísmo e da Praia da Vitória, na ilha Terceira, bem como a concretização da segunda fase do Centro de Saúde das Velas.

💲 O aumento do custo de vida, em particular a evolução dos preços dos combustíveis, foi outra das preocupações transmitidas ao Governo Regional.

📈 O CDS alertou para o impacto que sucessivos aumentos dos combustíveis têm diretamente nos orçamentos das famílias e das empresas e, por consequência, nos preços e na economia regional.

🛡️ Perante a instabilidade internacional e o conflito no Médio Oriente, Pedro Pinto defendeu que o Governo Regional deve estudar, dentro dos limites legais existentes, mecanismos que permitam minimizar o impacto de eventuais novos aumentos.

🗣️ “Os preços internacionais dos combustíveis não dependem da vontade do Governo Regional, mas entendemos que deve ser analisado tudo aquilo que esteja legalmente ao alcance da Região para que esse impacto seja o mais baixo possível para as famílias e para as empresas açorianas”, afirmou.

☑️ O CDS destacou igualmente a transição demográfica e o apoio à população idosa como desafios que devem ocupar um lugar central nas políticas públicas dos próximos anos dando como exemplo medidas já implementadas que devem continuar como os Novos Idosos ou o COMPAMID para aquisição de medicamentos.

🔵 Para além destas matérias, foram ainda abordadas questões relacionadas com a Educação e o Ambiente, embora o CDS tenha identificado a Demografia, o Apoio aos Idosos, a Habitação, a Saúde e o Custo de Vida como os principais eixos que considera prioritários para o Plano e Orçamento da Região Autónoma dos Açores para 2027, tendo as pessoas no centro das políticas do governo de coligação.

🔵⚪️ Sessão comemorativa dos 50 anos da Autonomia dos Açores
05/09/2026

🔵⚪️ Sessão comemorativa dos 50 anos da Autonomia dos Açores

🔵⚪️ 𝗖𝗗𝗦/𝗔𝗰̧𝗼𝗿𝗲𝘀 𝗰𝗲𝗹𝗲𝗯𝗿𝗮 𝟱𝟬 𝗮𝗻𝗼𝘀 𝗱𝗲 𝗔𝘂𝘁𝗼𝗻𝗼𝗺𝗶𝗮 𝗲 𝗱𝗲𝘀𝘁𝗮𝗰𝗮 𝗼 𝘀𝗲𝘂 𝗽𝗮𝗽𝗲𝗹 𝗻𝗮 𝗰𝗼𝗻𝘀𝘁𝗿𝘂𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗱𝗮 𝗥𝗲𝗴𝗶𝗮̃𝗼➡️ O Deputado do CDS/Açores...
04/09/2026

🔵⚪️ 𝗖𝗗𝗦/𝗔𝗰̧𝗼𝗿𝗲𝘀 𝗰𝗲𝗹𝗲𝗯𝗿𝗮 𝟱𝟬 𝗮𝗻𝗼𝘀 𝗱𝗲 𝗔𝘂𝘁𝗼𝗻𝗼𝗺𝗶𝗮 𝗲 𝗱𝗲𝘀𝘁𝗮𝗰𝗮 𝗼 𝘀𝗲𝘂 𝗽𝗮𝗽𝗲𝗹 𝗻𝗮 𝗰𝗼𝗻𝘀𝘁𝗿𝘂𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗱𝗮 𝗥𝗲𝗴𝗶𝗮̃𝗼

➡️ O Deputado do CDS/Açores, Pedro Pinto, afirmou esta sexta-feira, na Sessão Solene Comemorativa dos 50 anos da inauguração da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, que “a Autonomia valeu a pena” por ter permitido aos açorianos construir um caminho próprio, com liberdade para decidir, corrigir erros e melhorar a sua qualidade de vida.

“Celebramos cinquenta anos do primeiro Parlamento dos Açores, cinquenta anos de um caminho de liberdade, tolerância e respeito pela vontade dos açorianos, que nos deve encher de orgulho”, afirmou Pedro Pinto, sublinhando que a Autonomia trouxe para a Região “a normalidade democrática, onde maioria e oposição, fiscalização e alternativa fazem parte da vida política”.

O Deputado destacou o papel do partido ao longo destes 50 anos, lembrando que o CDS esteve presente no primeiro Parlamento Regional, juntamente com PPD/PSD e PS, e que “a importância do CDS não se mediu apenas pelas propostas, mas também pela capacidade de decidir mudanças”.

Pedro Pinto recordou as duas alternâncias políticas em que o CDS teve um papel determinante, em 1996 e em 2020, esta última dando origem ao primeiro Governo de coligação dos Açores.

“É a herança de Abril: liberdade para escolher e substituir quem governa e para que ninguém trate o poder como propriedade sua”, afirmou.

O Deputado destacou ainda a capacidade do CDS para manter, ao longo dos anos, propostas que apresentou na oposição e que posteriormente concretizou quando chegou ao Governo. Deu como exemplos a fiscalização do RSI, a reformulação do COMPAMID, a gratuitidade das creches, o programa Novos Idosos, a redução de impostos, o reforço dos apoios aos estudantes e várias medidas na área da Saúde.

“Durante décadas, o CDS apresentou propostas. Algumas foram aprovadas, outras rejeitadas. Não desistimos delas e, quando chegámos ao Governo, não esquecemos aquilo que defendíamos”, afirmou.

Na Saúde, Pedro Pinto destacou particularmente o percurso do Hospital de Santo Espírito da Ilha Terceira, recordando que, em 2012, o CDS defendeu a reposição do Serviço de Cardiologia e dos cuidados intermédios, propostas então rejeitadas.
“Já com o CDS no Governo, entrou em funcionamento a Radioterapia em 2021, abriram este ano os Cuidados Intermédios Cardíacos e, há poucos dias, a Hemodinâmica”, salientou.

Para Pedro Pinto estes exemplos demonstram que “isto é Autonomia: adaptar decisões à nossa geografia e às nossas pessoas”.

Num arquipélago, acrescentou o Deputado, “redundância é segurança e resiliência”, sendo fundamental garantir respostas complementares entre ilhas.

Pedro Pinto defendeu, por isso, que os próximos 50 anos devem ser marcados por uma Autonomia capaz de responder aos desafios da demografia, do custo de vida, da qualificação, da Saúde, das alterações climáticas e da economia.

“Precisamos de criar oportunidades para ficar, regressar e viver melhor nos Açores”, afirmou o Deputado, concluindo que “a melhor homenagem ao passado é melhorar aquilo que recebemos e deixar às próximas gerações Açores mais livres, justos, solidários e resilientes”.

🫆 𝗟𝘂𝗶́𝘀 𝗦𝗶𝗹𝘃𝗲𝗶𝗿𝗮 𝗮𝘀𝘀𝘂𝗺𝗲 𝗹𝗶𝗱𝗲𝗿𝗮𝗻𝗰̧𝗮 𝗱𝗼 𝗚𝗿𝘂𝗽𝗼 𝗣𝗮𝗿𝗹𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗮𝗿 𝗱𝗼 𝗖𝗗𝗦/𝗔𝗰̧𝗼𝗿𝗲𝘀🔵 O Deputado Luís Silveira, eleito pela ilha de Sã...
01/09/2026

🫆 𝗟𝘂𝗶́𝘀 𝗦𝗶𝗹𝘃𝗲𝗶𝗿𝗮 𝗮𝘀𝘀𝘂𝗺𝗲 𝗹𝗶𝗱𝗲𝗿𝗮𝗻𝗰̧𝗮 𝗱𝗼 𝗚𝗿𝘂𝗽𝗼 𝗣𝗮𝗿𝗹𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗮𝗿 𝗱𝗼 𝗖𝗗𝗦/𝗔𝗰̧𝗼𝗿𝗲𝘀

🔵 O Deputado Luís Silveira, eleito pela ilha de São Jorge, é o novo Presidente do Grupo Parlamentar do CDS/Açores na Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores (ALRAA), na sequência da liderança exercida pelo Deputado Pedro Pinto.

Militante do CDS-PP desde 1996, Luís Silveira, de 50 anos de idade, possui um percurso político, autárquico e cívico de quase três décadas, marcado por uma participação ativa nos diferentes níveis de representação política e por uma forte ligação às comunidades e às instituições da Região.

Com a profissão de Gestor de Mercado, iniciou o seu percurso político institucional como Deputado Regional na Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, entre 2008 e 2013, eleito pelo círculo eleitoral da ilha de São Jorge.

Após o seu primeiro período enquanto Deputado Regional, Luís Silveira assumiu funções autárquicas, tendo sido eleito Presidente da Câmara Municipal de Velas, cargo que desempenhou durante três mandatos consecutivos e que exerceu até às últimas eleições autárquicas.

O seu percurso no poder local inclui igualmente o exercício das funções de Presidente da Junta de Freguesia dos Rosais, também durante três mandatos consecutivos, experiência que lhe proporcionou um conhecimento profundo da realidade das populações, das suas necessidades e dos desafios concretos das comunidades locais.

Na sequência das últimas eleições autárquicas, Luís Silveira regressou à Assembleia Legislativa Regional, retomando o exercício do mandato de Deputado Regional eleito pela ilha de São Jorge, cargo que atualmente desempenha e a partir do qual assume agora a liderança do Grupo Parlamentar do CDS/Açores.

Para além do seu percurso político e autárquico, Luís Silveira tem mantido ao longo da sua vida uma forte ligação ao movimento associativo e às instituições da sociedade civil, tendo participado nos órgãos sociais de diversas instituições da sua terra natal, a ilha de São Jorge.

Esta dimensão do seu percurso assume particular relevância na área social, na qual tem estado ligado a diversas Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS), participando nos seus órgãos sociais e acompanhando de perto o trabalho desenvolvido em áreas como a solidariedade, o apoio às famílias, aos idosos, às crianças e aos cidadãos mais vulneráveis.

Esta experiência de proximidade com as instituições sociais e com aqueles que diariamente trabalham no terreno constitui também uma parte importante do conhecimento que Luís Silveira transporta para o exercício da atividade política, permitindo-lhe conhecer de forma direta os problemas e as dificuldades sentidas pelas populações e pelas instituições que lhes prestam apoio.

Ao longo dos anos, Luís Silveira tem desempenhado igualmente inúmeras funções políticas nos órgãos regionais e nacionais do CDS/Açores, assumindo responsabilidades partidárias que contribuíram para consolidar um percurso político assente na proximidade, no conhecimento da realidade regional e na defesa dos interesses dos Açores.

Atualmente, é membro da Comissão Executiva Nacional do CDS-PP, tendo sido eleito para este órgão no último Congresso Nacional do partido realizado na cidade de Alcobaça.

A sua escolha para a liderança parlamentar representa a continuidade da intervenção política do CDS/Açores na ALRAA ao mesmo tempo que incorpora a experiência acumulada por Luís Silveira ao longo de vários anos de exercício de funções políticas, parlamentares, autárquicas e de participação cívica e social.

Ao assumir esta nova responsabilidade, Luís Silveira pretende colocar toda a sua experiência ao serviço do Grupo Parlamentar, do CDS/Açores e, sobretudo, da defesa dos interesses da Região e dos Açorianos, reforçando uma intervenção política próxima, responsável e determinada.

O novo líder parlamentar deixa ainda uma palavra de reconhecimento ao Deputado Pedro Pinto pelo trabalho desenvolvido à frente da bancada parlamentar do CDS-PP e pelo contributo prestado na defesa das posições do partido e dos interesses da Região na Assembleia Legislativa Regional.

29/08/2026
28/08/2026
✈️ 𝗔𝗰̧𝗼𝗿𝗲𝘀 𝗳𝗶𝗰𝗮𝗺 𝗺𝗮𝗶𝘀 𝗽𝗿𝗼́𝘅𝗶𝗺𝗼𝘀 𝗱𝗼𝘀 𝗘𝘀𝘁𝗮𝗱𝗼𝘀 𝗨𝗻𝗶𝗱𝗼𝘀🎯 𝗨𝗺𝗮 𝗯𝗼𝗮 𝗻𝗼𝘁𝗶́𝗰𝗶𝗮 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗮 𝗧𝗲𝗿𝗰𝗲𝗶𝗿𝗮 𝗲 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗮𝘀 𝗶𝗹𝗵𝗮𝘀 𝗱𝗼 𝗚𝗿𝘂𝗽𝗼 𝗖𝗲𝗻𝘁𝗿𝗮𝗹O G...
26/08/2026

✈️ 𝗔𝗰̧𝗼𝗿𝗲𝘀 𝗳𝗶𝗰𝗮𝗺 𝗺𝗮𝗶𝘀 𝗽𝗿𝗼́𝘅𝗶𝗺𝗼𝘀 𝗱𝗼𝘀 𝗘𝘀𝘁𝗮𝗱𝗼𝘀 𝗨𝗻𝗶𝗱𝗼𝘀
🎯 𝗨𝗺𝗮 𝗯𝗼𝗮 𝗻𝗼𝘁𝗶́𝗰𝗶𝗮 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗮 𝗧𝗲𝗿𝗰𝗲𝗶𝗿𝗮 𝗲 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗮𝘀 𝗶𝗹𝗵𝗮𝘀 𝗱𝗼 𝗚𝗿𝘂𝗽𝗼 𝗖𝗲𝗻𝘁𝗿𝗮𝗹

O Grupo Parlamentar do CDS/Açores congratula-se com o anúncio da ligação direta entre a Ilha Terceira e Nova Iorque (aeroporto de Newark), uma nova rota que será operada três vezes por semana pela United Airlines a partir do verão de 2027.

No entender do Presidente do Grupo Parlamentar, Pedro Pinto, trata-se de uma boa notícia para os Terceirenses em particular e Açorianos em geral, no sentido em que mais uma companhia aérea irá ligar os Estados Unidos aos Açores através do aeroporto das Lajes, diversificando as rotas e servindo melhor as nossas comunidades na diáspora e proporcionando oportunidades de negócio e transporte direto dos nossos produtos para o mercado americano.

“Sempre valorizamos a importância que a diversificação de rotas e as ligações diretas têm para a economia da ilha Terceira e para as ilhas do Grupo Central, nomeadamente para o setor do turismo, bem como para a nossa diáspora”, destacou.

Pedro Pinto salientou ainda que, assim, são cada vez mais as perspetivas que se abrem para a oportunidade de captação de novos mercados turísticos ao mesmo tempo que se valoriza a histórica ligação da Região Autónoma dos Açores aos Estados Unidos da América (EUA) neste caso através dos nossos emigrantes.

A nova ligação direta da United Airlines à Ilha Terceira, que irá começar a 9 de junho de 2027, a par das rotas operadas pela SATA Azores Airlines para Boston e Toronto e da TAP para São Francisco, reforça a importância das ligações diretas da Ilha Terceira aos Estados Unidos da América por trazer mais concorrência esperando-se um efeito positivo nos preços das passagens aéreas.

Em complemento, esta nova ligação direta operada pela maior companhia aérea dos Estados Unidos é igualmente importante para captar fluxos de ambas as costas dos Estados Unidos da América.

Pedro Pinto concluiu que a par das vantagens para a economia local, seja o turismo ou a exportação dos produtos açorianos, também as nossas comunidades emigrantes nos Estados Unidos da América e no Canadá ficam melhor servidas.

25/08/2026

✈️ Artur Lima enaltece decisão da United Airlines em reforçar a conectividade transatlântica com novos voos diretos para a Ilha Terceira

🔵 O Vice-Presidente do Governo Regional dos Açores realçou hoje a relevância para a projeção internacional e acessibilidade da Região Autónoma dos Açores do anúncio feito pela companhia aérea norte-americana United Airlines de incluir a Ilha Terceira na sua maior expansão de rotas internacionais.

🗣 “Os novos voos diretos, anunciados hoje pela United, ligarão Newark e as Lajes com três frequências semanais, consolidando a Terceira como um hub estratégico fundamental para o turismo, a economia e os laços com a diáspora”, salientou Artur Lima.

🗓 Os voos terão início a 9 de junho até 5 de setembro de 2027, utilizando uma aeronave Boeing 737 MAX 8. A Ilha Terceira integra um lote restrito de 10 novos destinos mundiais selecionados pela maior transportadora dos EUA na sua expansão global para o verão de 2027.

🌎 A inclusão do destino Terceira na rede global da United Airlines insere-se num plano ambicioso de ampliação internacional da transportadora americana, que contempla novos destinos globais selecionados pelo seu elevado potencial turístico, cultural e comercial. Esta nova operação aérea traduz-se numa oportunidade única para aproximar o mercado norte-americano do Grupo Central, facilitando a mobilidade dos açorianos e impulsionando a captação de visitantes de elevado valor acrescentado.

➡️ A chegada da United Airlines às Lajes valida o trabalho contínuo de valorização da aerogare civil, demonstrando que a Ilha Terceira dispõe de todas as condições técnicas e logísticas para figurar nas redes operacionais das maiores companhias aéreas mundiais.

🗣 Para Artur Lima, “a decisão da United Airlines de integrar a Ilha Terceira nas suas rotas internacionais representa um momento decisivo de justiça e reconhecimento do valor estratégico da Aeroporto das Lajes.”

➡️ Com a operacionalização desta ligação direta entre Newark e a Ilha Terceira no verão de 2027, antecipa-se um impacto económico de relevo nos setores do alojamento, restauração, animação turística e transportes terrestres não só na Terceira, como nas demais ilhas do Grupo Central.

💶 Além disso, a capacidade de carga da aeronave abre oportunidades para o escoamento de produtos regionais de excelência diretamente para o mercado norte-americano.

🆕️ 𝗛𝗲𝗺𝗼𝗱𝗶𝗻𝗮̂𝗺𝗶𝗰𝗮 𝗻𝗮 𝗧𝗲𝗿𝗰𝗲𝗶𝗿𝗮 𝗰𝗼𝗻𝗰𝗿𝗲𝘁𝗶𝘇𝗮 𝘂𝗺𝗮 𝗿𝗲𝗶𝘃𝗶𝗻𝗱𝗶𝗰𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗮𝗻𝘁𝗶𝗴𝗮 𝗱𝗲𝗳𝗲𝗻𝗱𝗶𝗱𝗮 𝗽𝗲𝗹𝗼 𝗖𝗗𝗦✅️ O CDS/Açores considera a inaugur...
19/08/2026

🆕️ 𝗛𝗲𝗺𝗼𝗱𝗶𝗻𝗮̂𝗺𝗶𝗰𝗮 𝗻𝗮 𝗧𝗲𝗿𝗰𝗲𝗶𝗿𝗮 𝗰𝗼𝗻𝗰𝗿𝗲𝘁𝗶𝘇𝗮
𝘂𝗺𝗮 𝗿𝗲𝗶𝘃𝗶𝗻𝗱𝗶𝗰𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗮𝗻𝘁𝗶𝗴𝗮 𝗱𝗲𝗳𝗲𝗻𝗱𝗶𝗱𝗮 𝗽𝗲𝗹𝗼 𝗖𝗗𝗦

✅️ O CDS/Açores considera a inauguração da Unidade de Hemodinâmica do Hospital de Santo Espírito da Ilha Terceira (HSEIT) um momento “histórico” para a saúde na Região e a concretização de uma reivindicação que o partido defende desde 2012, pela mão do Presidente do Partido e agora Vice-Presidente do Governo Regional, Artur Lima.

🔵 Há 14 anos que o CDS defende que a Terceira deve ter capacidade de resposta em Cuidados Coronários, nomeadamente hemodinâmica, e hoje esse compromisso transforma-se numa realidade ao demonstrar que, com a chegada do CDS ao Governo, em Coligação, foi possível passar das palavras aos atos e concretizar investimentos essenciais para a saúde dos açorianos.

🗣 Para o Líder Parlamentar do CDS/Açores, presente na inauguração, esta unidade representa um reforço decisivo da capacidade de resposta do Serviço Regional de Saúde, permitindo tratar na Terceira situações em que “o tempo é determinante para salvar vidas”, reduzindo deslocações e assegurando cuidados de maior proximidade.

🩺 Pedro Pinto recorda que esta concretização integra um percurso de reforço do HSEIT, que incluiu também a recuperação e reabertura da Unidade de Cuidados Coronários, encerrada em 2012, e o investimento em equipamentos e recursos humanos.

🫆 “É esta a visão que o CDS sempre defendeu, isto é, um Serviço Regional de Saúde redundante, complementar e distribuído pelas ilhas, capaz de responder mesmo quando uma das suas unidades enfrenta constrangimentos”, sublinha o Líder Parlamentar.

➡️ Pedro Pinto considera que a inauguração hoje realizada demonstra que “investir nas diferentes ilhas não é duplicar serviços, mas sim garantir proximidade e igualdade no acesso à saúde”.

🗣 “Quando se investe na Terceira, investe-se na resiliência de todo o Serviço Regional de Saúde. É esta saúde mais humana e mais bem preparada para o futuro que queremos continuar a construir”, concretizou o Líder Parlamentar do CDS/Açores.

📣 COMUNICADO🗣 À demografia não se responde com declarações, responde-se com obraA propósito das declarações da Senhora P...
11/08/2026

📣 COMUNICADO

🗣 À demografia não se responde com declarações, responde-se com obra

A propósito das declarações da Senhora Professora Piedade Lalanda ao Açoriano Oriental, nas quais decreta o insucesso do Programa «Nascer Mais», o Conselho Económico e Social do CDS-PP entende dever contribuir com aquilo que tantas vezes falta ao debate nos Açores: rigor, memória e alguma coragem para chamar as coisas pelo nome.

Comecemos por concordar com a Senhora Professora numa coisa e apenas numa.

Tem toda a razão quando afirma que a decisão de ter um filho não se toma por causa de um subsídio.

É verdade. Nunca ninguém, no CDS ou nos Governos AD, sustentou o contrário.

A natalidade responde a estabilidade familiar, a habitação acessível, a emprego com vínculo, a rendimento e a esperança no futuro.

Nisto estamos de acordo.

O que nos surpreende é que quem hoje o descobre com ares de novidade tenha tido, durante anos, o poder e a pasta para agir sobre exatamente esses fatores — e não deixou obra que hoje se possa apontar.

A crítica parte de quem tem um percurso de proximidade a instituições de matriz cristã.
Estranha-se, por isso, o desconforto com uma medida que é, na sua raiz, profundamente conforme à Doutrina Social da Igreja.

Desde a Rerum Novarum (1891) que essa doutrina afirma a centralidade da família como célula primeira da sociedade e o dever de a comunidade a sustentar.

A subsidiariedade — princípio caro a essa mesma tradição — não significa que o Estado nada faça; significa que o Estado apoia a família sem a substituir.

O «Nascer Mais» não pretende comprar filhos. Reconhece o encargo de os ter e ampara quem os tem.

Quem conhece a doutrina que às vezes invoca deveria ser a primeira a reconhecê-lo.

A Senhora Professora foi titular da pasta da Solidariedade Social no XI Governo Regional, a partir de novembro de 2012, no seio do aparelho socialista, então liderado por Vasco Cordeiro.
Ocupou-a por cerca de três anos e meio.

Legítimo perguntar, com toda a serenidade: qual foi, desse período, a medida estrutural de combate à erosão demográfica que hoje se possa nomear?

Qual o programa que ficou, que deu frutos, que sobreviveu ao mandato? O silêncio é a resposta mais eloquente.

Compare-se, então.

Artur Lima tutelou a Solidariedade Social entre novembro de 2020 e março de 2024 — período semelhante, e ainda ligeiramente mais curto, ao que a Senhora Professora teve.

E, com um legado difícil recebido e a pandemia pelo meio, deixou obra que se vê e se conta:

o programa «Novos Idosos», que permite ao idoso ser cuidado em casa e não institucionalizado, reconhecido internacionalmente, inclusive pela OCDE;

a introdução da creche gratuita, que fez disparar a procura das famílias;

a credibilização do Rendimento Social de Inserção, com uma descida sustentada dos seus indicadores para os valores mais baixos em quase duas décadas;

um investimento continuado em creches, lares e respostas sociais em todas as ilhas;

e um plano na área da Habitação, delineado em 2022 e 2023, hoje a ser implementado, que recuperou empreendimentos deixados ao abandono precisamente na governação de que a senhora Professora fez parte, nomeadamente Bairro Nascer do Sol, Foros SolMar e Detrás os Mosteiros, entre outros.

E aqui reside o ponto mais fino das palavras da Senhora Professora: o próprio Programa «Nascer Mais», que a Senhora Professora agora escolhe para alvo, foi criado precisamente sob a tutela de Artur Lima.

Ou seja, na busca de uma medida da área social para criticar, a Senhora Professora não foi encontrar uma obra sua que pudesse contrapor — foi buscar uma obra dele.

Criticará esta resposta porque não tem resposta própria para mostrar?

É, no fundo, o involuntário reconhecimento de que a única política demográfica com nome, rosto e verba na Região saiu das mãos de quem hoje pretende censurar.

Eis a diferença que separa duas maneiras de estar na coisa pública: uma que fala do que falta; outra que faz o que falta.

Em tempo igual — ou menor — uma sai sem uma medida-bandeira que se lhe possa atribuir; a outra deixa obra perene, que lhe sobrevive na pasta e continua a produzir frutos.

Uma descobre agora, do conforto de um conselho consultivo, aquilo que não concretizou quando teve a pasta nas mãos; a outra converteu a pasta em obra.

Permita-se ainda uma nota técnica, com todo o respeito pela formação da Senhora Professora.

Tomar uma variação de crianças dos 0 aos 4 anos num intervalo de 3 anos e daí decretar o insucesso de um programa é confundir correlação com causalidade — erro que a boa metodologia das ciências sociais é a primeira a interditar.

A demografia move-se em décadas, não em ciclos orçamentais.

Avaliar hoje o «Nascer Mais» pelos números de amanhã, e concluir pelo fracasso, é tão apressado quanto injusto.

E ninguém sabe quantos nascimentos não teriam ocorrido sem o programa — que é, precisamente, o que uma avaliação séria teria de ponderar antes de sentenciar.

O CDS-PP não teme o debate demográfico — pelo contrário, foi dos poucos a colocá-lo no centro da ação governativa.

Saudamos que a Senhora Professora se junte, ainda que tardiamente, a esta preocupação.

Sugerimos apenas que a sua próxima intervenção venha acompanhada de propostas concretas, e não do desconforto de quem, tendo tido a oportunidade de fazer, se limita hoje a comentar quem faz — e a criticar, ainda por cima, a obra alheia por falta de obra própria que exibir.

À família açoriana o CDS-PP não oferece diagnósticos de circunstância. Oferece obra, presença e a certeza de um compromisso que não se esgota num mandato — nem se descobre num microfone.

O Conselho Económico e Social do CDS-PP Açores

11 de agosto de 2026

Endereço

R. De S. João, 50
Angra Do Heroísmo
9700

Notificações

Seja o primeiro a receber as novidades e deixe-nos enviar-lhe um email quando CDS Açores publica notícias e promoções. O seu endereço de email não será utilizado para qualquer outro propósito, e pode cancelar a subscrição a qualquer momento.

Atalhos

Compartilhar